A Filha Do Oceano

35 Chalé dos esquecidos -Marlyn-


Notas iniciais
Hey pessoas que não leem a fic queria avisar as MUITAS pessoas que leem que p próximo cap para minha laegria e para a MUITA tristeza de vcs é o último e que eu to de férias mas isso só pra eu jogar na cara de quem ainda n ta pq são realmente MUITAS pessoas, mas de qualquer jeito: Boa leitura e Haha(risada do Nelson)

O que aconteceu depois?

Ótima pergunta!

Bem digamos que Marlyn deixou o corpo do pai dela la e saiu em busca de qualquer médico que fosse aparecer em pleno fundo do mar.

Ou não. Apenas esquecer todos os problemas e conseguir uma pipoca para assistir de camarote a batalha de Cronos.

Mas o que realmente aconteceu?

Desmaiou.

Isso mesmo um clarão preto e seus olhos se fecharam pesadamente. Como se nunca os tivesse aberto

Seguidamente, acordou curiosamente na areia úmida de uma praia alheia de Long Island.

–-O que?--murmurou para si mesma enquanto sentia uma forte dor de cabeça e involuntariamente colocava os dedos sobre a testa--Sangue?

Olhou para os lados. Não havia muita coisa para ver. A lua brilhava no alto céu azul escuro e o mar estava agitado e negro. Como se o próprio Poseidon o condenasse a isso.

Ouviu sussurros ao longe. Algumas folhas da mata tremeram enquanto tentava se lavantar.

–-Acha que ela está bem?

–-Droga ela nos viu!--dizia uma voz feminina

–-Como?--perguntou o garoto meio abobado

–-Vamos!

E assim foram os sussurros como se tivessem sido levados pelo vento. Marlyn não conseguiu procurá-los. Sua cabeça latejava e seu corpo doía. Estava perdida.

Seu corpo fraquejou e ela caiu. Estava sozinha. Mais sozinha que nunca. Sem sua mãe. Sem Leuce. Sem Estige. Sem a porcaria de seu pai. Sem seu melhor amigo Joshua. Sem Percy e Annabeth...

Talvez essa fosse uma das mais dolorosas. Sabia que os dois mau se importavam com sua existência e eram os pombinhos do olimpo. Mas ela gostava deles. Talvez até um pouco demais...de Percy.

Se livrou desses pensamentos ao sentir um cheiro conhecido.

Conhecido e delicioso.

De tudo o que poderia ser, menos comida queimada.

Estava tão faminta que achava que seu olfato se superdotara ao notar o cheiro das oferendas.

Depois de caminhar um pouco o cheiro dos morangos.

As flautas dos sátiros.

As risadas das ninfas.

Era como se sentir em casa de novo.

Sentiu-se completamente aliviada ao encontrar a entrada do acampamento, mesmo que quase tenha morrido subindo a colina.

Caminhou silenciosamente enquanto via as canções em torno da fogueira e passava escondida perto de todos os campistas restantes.

Conseguiu chegar na praia sem ser parada por ninguém. Não sabia o porque de estar se escondendo. Mas o que mais desejava era ficar ali. Mas realmente queria alguém ali com ela. Um abraço. Uma palavra dizendo sei lá... um simples como vai?

Instintivamente deslizou para a água. Deixou ser afundada e sem se preocupar se afogaria pelo fato de seu pai estar morto e não ter domínio sobre as águas.

Abriu os olhos. Ainda respirava. Mas sentiu um engasgo com a sena.

Várias bolhas de ar. Grandese surpreendentemente estáveis para um lugar tão fundo. E para ser algo cem por cento natural,

O filho de Poseidon estava em uma das bolhas. A de atena na mesma. Ele se abraçavam com tanta força enquanto se beijavam que talvez não notassem quem estava bem ali. Os observando.

Mas de qualquer forma, colocou-se por trás de uma pedra. Logo eles subiram de volt para o ar fresco. Sem se perguntar onde estaria a garota a qual passaram o verão juntos.

Caminhou até um lugar ainda mais pra baixo. Um negrume tão profundo que chegava a arrepiar a espinha.

Um choro imaturo soava de dentro da água. Não era possível ver quem era pela escuridão, mas reconhecia aquela voz.

–-Mãe?

–-O que?

Ela parou instantaneamente e se levantou. Eu corri para abraçá-la, mas não conseguia. Não a via, suas mãos estavam acorrentadas ao chão de pedras pontudas que ralavam meus pés.

Ela chorava, não a via mas podia imaginar como estava. Suas mãos em carne viva, seus cabelos e olhos agora negros devido a exposição ao rio Estige e o fato de não poder tocá-la me doía de modo que não podia aguentar.

–-Mãe!Vamos! Tenho que te tirar daqui!

–-Não você não pode!--ela gritava para mim--Vá para casa e não volte nunca mais ao acampmento! Fique com Joshua ele sabe o que fazer!

–-Mãe vamos! Tem que ter um jeito!--por um momento me veio a ideia de usar títanon, mas quando me esquivei para sacá-la, ela não estava mais lá.

–-Marlyn! Escute!--dessa vez ela deu um berro muito alto, mais alto do que quando ela fugia de casa para ir pra praia no meio da noite.

Senti grossas lágrimas escorrerem de meu rosto. Ela não acariciou meu rosto como pretendia fazer.

–-Você não pode ficar...

–-Marlyn! Eu tenho! É meu destino! Agora escute!--dessa vez sua forma soava firme e determinada--Volte para casa, entendeu! Fique com a família de Joshua e não volte ao acampamento! Eles vão destruí-la assim que descobrirem que você é!

–-Mas e o que eu fiz!--gritei para ela com raiva de me tirar do único lugar que me restava--Eu provei de que não estou do lado ruim! Isso não é suficiente?

Ela suspirou dolorosamente.

–-Não tem como convencê-los de quem você é--ouvi o metal das algemas se moverem e se debaterem--agora é melhor você ir.

–-Mas...

–-Vai logo!

Lembrei-me da última vez em que ela me disse isso para eu ir com Dominus para o acampamento. Por que ela me mandaria para lá se sabia que não me aceitariam?

–-Mãe...por que me mandou para o acampamento?

–-Quíron é um velho amigo--ela dizia como se fosse uma coisa completamente normal--Mas eu não sabia de Dionísio na jogada..agora é melhor...

Senti meus pés quase se dissolvendo. Uma dor tão agonizante que eu tive a vontade ivoluntária de sair corendo, mas não podia deixa-la.

–-O que é...?

–-Eu disse AGORA!

Dessa vez eu corri, sabia como era a dor que estava sentindo, e que fora condenada a passar pela eternidade.

Voltei a realidade na superfície, sabe-se la como cheguei tão rápido. Meus pés mais pareciam dois cacos, mas tinha que sair. Sair dali. Isso que ela havia me mandado.

Comecei a mancar, tentando ao máximo correr, mas fui parada pelas pessoas mais inesperadas possíveis.

–-E aí! Como Vai a vencedora?

–-Connor...

–-Não parece muito bem! Não te vimos muito depois de você ter saído.

–-Vocês não me viram, Travis...

–-Ih olha lá! Parece que temos um novo casal para as revistas das filhas de Afrodite!

Connor apontou para uma mesa do refeitório, onde estavam sentados o trio mais querido do acampamento.

Percy e Annabeth estavam sentados um do lado do outro de mãos dadas enquanto riam junto a Grover.

–-Parece que alguém não gostou nada disso...

–-Quem eu?

–-Ah não sei se eles sentiram muito a sua falta.

–-Fica quieto, Travis!

–-Tudo bem, sempre teremos um lugar vago no chalé dos esquecidos!

–-Ou não--questionou Connor--Do jeito que temos novos colegas de quarto a cada cinco minutos...

–-Mas perdemos o herói hoje.

–-Ah sim o herói...

–-O que?--perguntei confusa

–-Ah ela ainda não sabe?

E assim fiquei sabendo do que acontecera na batalha de Manhattan e sobre os doces de guerra dos Stoll.

O tempo foi passando e eu acabei indo para o chalé dos esquecidos.

Dormi como uma porca, aliás, não me lembro de ter dormido tanto em uma noite.

No dia seguinte, fui parar na casa do querido Senhor.D

–-Queria conversar com você.

–-Jura? Achei que tinha vindo aqui pra fazer macarrão!

–-O assunto é um tanto mais sério do que imagina senhorita Goldlet!

–-É Gödert e...

–-Quero te dizer que pela primeira vez em mais de cem anos--ele fez uma pausa dramática--teremos uma campista expulsa.

Notas finais
bem eu tinha feito um poema lindo e compridasso aqui, mas como o coco do nyah não salvou pra mim eu não vou reproduzier ele de novo e talvez algumdia ,eu o mostre novamente pra vcs meus MUITOS queridos leitores. e como eu amo MUITO vocs eu vou hibernar agora para o resto das férias pq eu to com POUCO sono e eu tenho MUITA coisa pra fazer. beijos meus cocôs!