Notas iniciais
Boa noite!
Aqui estou com mais um capítulo... Bem pequeno.
Todas que me acompanham em Criminoso Sedutor, sabe que não vou escrever longos capítulos para depois postar.
Boa leitura!

“... –Um sonho? –Bella devolveu-lhe o sorriso e levantou a pequena mão, deslizando-a pela face extremamente branca do jovem –Tu és meu príncipe?

–Posso ser qualquer coisa –beijou-lhe a palma da mão –Mas para ti... Somente para ti, sou Edward... Edward Cullen...”

Bella mordeu o lábio inferior –Edward... Tu tens razão –sentou-se e deu um tímido sorriso -... Estou sonhando o mais lindo dos sonhos.

O rapaz fitou-a por um momento –Isabella –aproximou-se muito rapidamente e isso fez com que a menina se retraísse assustada -... Tu que sempre fostes o meu mais lindo sonho –afastou-lhe uma mecha de cabelo expondo assim, o corte na testa dela. O suave aroma que provinha dos resquícios de sangue ainda existentes ali, penetrou em suas narinas, fazendo-o perder a razão. Seus braços fortes envolveram o delicado corpo da menina e o trouxe para o seu colo -... Minha condessa –gemeu, com voz ofegante por um desejo irracional. Então ele virou a cabeça em direção aos dois candeeiros acesos, apagando um deles com a força de seu pensamento. Mesmo na semi escuridão, podia enxergá-la perfeitamente. Por fim, deu vazão aos sentimentos e seus olhos cinza tornaram-se vermelho rubro e suas pupilas afunilaram-se em duas fendas verticais -... Razão de minha existência! –sua voz era densa, obstruídas pelas presas extremamente alongadas.

–Edward... Meu príncipe! –com os olhos cerrados Bella gemeu, entregando-se ao abraço quente do rapaz.

Os olhos famintos de Edward passearam pelo pescoço delicado, onde a jugular pulsava ao ritmo frenético de sua respiração –“-Céus!”–sentiu a sede por aquela menina e o desejo de possuí-la, devastar-lhe o resto de sua sanidade. Num esforço hercúleo, empurrou-a e o movimento brusco fez com que uma alça da camisola dela caísse pelo o ombro, revelando assim, a marca próximo ao seu seio esquerdo –És tu mesma, minha... Minha companheira!–sussurrou. Sem conseguir se conter, levantou a mão e tocou a marca com o polegar, acariciando-a.

A respiração de Bella tornou-se agitada e os bicos de seus seios intumesceram-se debaixo da camisola semi transparente.

Edward sentiu a boca salivar –Meu doce anjo –sussurrou, levantando-se com ela no colo -... Tão inocente –colocou-a na cama e desceu a outra alça. Raspou delicadamente as presas em seu pescoço, enquanto inalava o aroma de seu sangue -... E tão tentadora. –desceu a outra alça e levantou-se um pouco –Lindos! –completou, com os olhos famintos sobre os seios rosados da menina.

–Oh! -Bella tremeu e arqueou o tronco para frente, ao sentir a língua de Edward contornar-lhe o bico do seio e instintivamente, abriu as pernas para melhor acomodá-lo.

Edward sentiu o fogo do desejo carnal atravessar-lhe o corpo inteiro, queimando-lhe as entranhas. –Isabella! –grunhiu e então, levantou-se.

Em pé, diante de Bella, ele desamarrou sua capa e desabotoou a camisa, livrando-se delas logo em seguida.

Com os olhos enevoados de desejo, a menina ajoelhou-se na cama –Tu és... Lindo! –arfou, aproximando-se dele. Deslizou os dedos suavemente nos negros desenhos tatuados em formas espirais que Edward possuía por todo o tórax e abdômen –Vosso cheiro –inspirou o ar com força -... Inebriante!... Oh!

Nem terminara de falar e Bella foi içada e presa entre os braços fortes de Edward –Perdoe-me, meu anjo. Mas... –com sua respiração ofegante saindo em rajadas por entre as presas, espalmou a mão em sua testa –Não tenhas medo, formosa –sussurrou baixinho em seu ouvido, diante de sua apreensão -... Vos prometo que não irás sentir dor, apenas –baixou a cabeça -... O meu amor por ti. –completou e tirando uma adaga cós da calça, cortou o próprio pescoço –Beba minha Condessa... Beba de mim e me faças vosso escravo!

Sob o poder da hipnose, Bella lambeu os lábios, ao seguir com os olhos a trilha que o sangue em abundância, fazia pelo pescoço e peito de Edward. Então se aproximou e passou a língua. Ao sentir o sabor de menta penetrar-lhe as papilas gustativas, Bella apossou-se do corte com os lábios, tomando o sangue em longas goladas.

O ruído da sucção soou de forma erótica para Edward, que enlouquecido pelo aroma adocicado de sua amada, cravou-lhe as presas.


Todo o corpo de Bella estremeceu violentamente no instante em que as presas de Edward penetraram sua pele. Primeiro, a repentina dor e logo depois o êxtase.

Os lábios exigentes de Edward se seguravam na ferida, sugando furiosamente o denso líquido que saía dali.

–Oh! –Bella gemeu num comprido suspiro de estremecimento.

Sem quebrar o vínculo que forjavam no momento, Edward a segurou nos braços e a deitou na cama, cobrindo-a dessa maneira com o próprio corpo. Se queimando por dentro, desatou os lábios do delicado pescoço –Isabella –puxou-lhe com toda gentileza o rosto, para poder olhá-la nos olhos –“-Merda!” –praguejou intimamente ao ver sua amada em seus braços com os lábios sujos de seu sangue. Aquela visão o inflamava.

Cerrou os olhos ao sentir no rosto, o toque de sua pequena mão –Edward –ela chamou. Então, sentindo-se no limite da razão, ele a beijou.

Se contorcendo debaixo de Edward, Bella separou as pernas para melhor acomodá-lo. Um lampejo de razão passou pela mente do rapaz –“-Virgem... Intocada.” –Não, meu amor –disse ofegante, desvencilhando-se abruptamente dela -... Não podemos... Não hoje... Não agora. –levantou-se rápido e virou-se de costas para aquela visão tentadora, passando os dedos nervosamente pelos cabelos.

Enquanto puxava o ar com força no intuito de se obter o auto controle, sentiu a mão de Bella tocar-lhe o ombro –Edward –ele estremeceu -... Eu preciso de ti... –ele cerrou os olhos e virou-se para ela -... Eu preciso do vosso amor, meu príncipe.

Edward abriu os olhos –Vos esperei por muitos anos, minha formosa. –percorreu-lhe o corpo -Vós tens não só a mim e ao meu amor, como também tens minha devoção e minha fidelidade. –desceu a mão para a própria pélvis, massageando o membro ainda enrijecido –Saberei esperar pelo momento certo, porém –inalou o aroma da excitação de Bella -... O vosso desejo, eu posso saciar. –completou, pegando-a no colo.



–Ei –Rose arregalou os olhos aturdida com o solavanco que levou -... Levante-se que já passam das cinco e meia da manhã... Temos que preparar o café de Madame e suas meninas.

–O quê?

–Humm... Não estais acostumada a levantar cedo e muito menos trabalhar, não é mesmo? -a mulher alta e esguia, abriu um sorriso debochado –Vossa vida agora será bem diferente da que tinhas em Brasov. –fez uma pausa –fez uma pausa –Isso eu posso vos garantir. –virou-se para a porta do quarto –Quero-a na cozinha em cinco minutos.

Gossas lágrimas verteram dos olhos de Rose -“-Jesus amado...Isso não está acontecendo... É um pesadelo.”