A Doce E Fria História De Amor Do Dragão
1 Os tempos antigos e os irmãos
Notas iniciais
Não tenho certeza do nome do Hong Kong, da Vietnam ou do Macau então vou deixar esse mesmo porque eu gostei.
quanto ao nome do Hong Kong, sei que tem o nome Kaoru mas acho que não é um bom nome pra ele por ser um territorio da china e também falar chines e o nome é japones.
Essa história tem início em uma época muito já passada. Apesar de poucos saberem da existência, existem aqueles que são os países, personificações das nações espalhadas pelo globo. Mesmo que muitos não acreditem eles estão por ai levando consigo o nome de seu país e também um nome próprio.
Wang Yao é um desses países, alegre e bom cozinheiro, ele tinha cabelos castanhos longos que batiam quase na metade de suas costas. Seus olhos castanhos e puxados mostravam alegria, mas também determinação e sabedoria. Yao representa a China.
Yao não queria adimitir mas se sentia solitário naquele ambiente em que vivia. Estava no extremo oriente, tão isolado e por isso as vezes ia visitar os outros países na Eupora que nessa época ainda nem era chamada desse jeito. Naquele dia levemente frio, foi exatamente isso que Yao foi fazer e encontrou ao chegar aquele que representava o Império Romano dando um caloroso e ardente beijo na que seria a Antigo Egito.
– Você só sabe namorar aru? — perguntou Yao
– ora... Porque não se junta ao meu harém China?? — perguntou o Romano — Deve estar se sentindo solitário. Não faz doferença que você seja um homem.... Se bem que você nem tem tanta cara assim de homem
– Calado aru!! Não pedi sua opinião sobre minha vida social aru! E eu tenho sim cara de homem!
– Então porque usa um vestido?
– Isso não é um vestido aru! É uma roupa tradicional chinesa... E eu te pergunto o mesmo sobre seu vestido aru.
– Isso é uma túnica pequeno asiático. — respondeu o Império Romano já abraçando a Antigo Egito — Agora com licença que eu estou ocupado
Depois disso, os dois começaram a se beijar, praticamente se possuindo e Yao, irritado pos-se a andar pelo lugar. Não queria adimitir, mas realmente se sentia solitário e aquela imagem o incomodava cada vez mais. Mesmo que já soubesse que o amigo era um namorador, aquilo parecia até ter pego ele de surpresa. Se sentindo um mero turista, ele começou a visitar vários lugares sem prestar muita atenção, até que uma voz o assustou.
– Novamente por aqui China?
Ele conhecia aquela voz feminina um tanto intelectual, era a Antiga Grécia
– Posso ir embora se quizer aru.
– Estás de mal humor.
–...
– Viu só? Aquele idiota se agarrando com ela? — perguntava a Grega tentando animar o Chines, mas havia escolhido o assunto errado. — Fala que a ama, fala que me ama, fala isso para várias mulheres e até alguns homens... Nunca conseguirem entendelo.
– É? Mas pelo menos ele não está sozinho aru.
– É isso que te aflige?
Yao não responde. Ele que era sempre tão alegre estava daquele jeito. Talvez não fosse só a falta de um amor... Talvez simplesmente o fato de estar sozinho do outro lado do mundo que o incomodase. Amaldiçoando aquela viagem que havia planejado de estupida e sem sentido, ela da uma desculpa qualquer para voltar para sua casa.
Assim que chegava em casa, já se arrependia de ter voltado.
Mal entrou pela porta do enorme palácio em que morava e dezenas de assistentes do imperador caiam em cima dele perguntando as mais diversas perguntam que iam desde de que cor ele iria querer a roupa para alguma cerimonia futil até quais seriam os planos para alguma guerra que estava sendo travada em algum lugar do território.
Sabia que seu dever como país era cuidar de seu povo e ajudar o seu chefe, no caso o imperador da China.
Mas ele já estava cansado.
– Ah você voltou Yao — começou o Imperador
Yao não respondeu, somente se debruçou sobre o parapeito da janela ao lado do Imperador. O atual Imperador Yao não achava de todo ruim, era melhor que os outros pelo menos, era um bom amigo apesar de que não conseguia parar os conflitos que existiam nos pontos mais remotos do país.
– Algo lhe pertuba — disse o Imperador
– Porque todos me pergutam isso aru?
– Talvez por ser algo óbvio
– Eu estou bem aru. Já disse...
Aquelas palavras não conseguiam convencer o Imperador mas sendo um cara supervisial, nem ligou para isso mais. Talvez pensando em distrair Yao ou em fazer os próprios deveres serem cumpridos por Yao, ele pede para que Yao de uma olhada nos conflitos que acontecem por aí.
Contra sua vontade, Wang Yao se dirige para a sala de preparação de guerra onde os generais discutiam sobre o que deveriam fazer com tantas rebeliões que aconteciam. Yao não sabia exatamente porque estava ali, aquelas pessoas não o escutavam. Era aquilo todo dia e dessa vez, ele não aguentou e fugiu de fininho indo dar um passeio na floresta. A floresta estava calma e Yao decidiu simplesmente andar para relaxar.
– Ahh... meu corpo dói das lutas políticas diárias por toda parte.
Mal dizia isso e no meio da floresta surge um pequeno garotinho, de aparência calma, olhos castanhos e puxados e usando um kimono.
– Há alguém que eu não conheço ali... — diz Yao depois se aproximando do pequeno — Você é novo por aqui não é? Deve ser complicado crescer num lugar tão limitado feito esse... Bem... Nihao.... eu sou o China XD
– Konnichiwa.... Sou o Japão.... pode me chamar de Honda Kiku
A aparição daquele garotinho talvez fosse a solução dos problemas de Yao que decide o levar para casa. Não só isso, Yao fez de Kiku seu primeiro irmão caçula.
O tempo foi passando, Yao foi ensinando o pequeno a escrever pois parecia que ele não sabia, mas Kiku, se mostrando inteligente, inventou algo totalmente novo de algumas palavras que o irmão o ensinou. O tempo foi passando, Kiku tinha a aparência de ter já uns 8 anos, assim como Yao aparentava ter uns 16, mas ambos tinham mais do que isso. Os tempos já haviam mudado, o Imperador era outro, dessa vez um que desejava expandir o território cada vez mais.
Os planos do Imperador estavam dando certo, Kiku e Yao estavam junto com alguns soldados do exército real na nova área conquistada e a mando do Imperador, que por sinal não era nada idiota, os dois entram na floresta já sabendo o que procuravam, aqueles que representavam o país daquela região. Yao andava de mãos dadas com o pequeno e depois de algum pouco esforço ele acha dois garotinhos aparentando uns 3 anos, gêmeos sem dúvida.
– Nihao... Eu sou o China... Acho que é a primeira vez que encontro gêmeos. Quem são vocês?
– Anneyoung. — disse um deles que tinha o cabelo preso numa pequena trança — Eu sou Im Hyung Soo. O Coréia do Norte.
– Anneyoung!!! — disse o segundo com um grande sorriso já se agarrando a perna de Yao — E eu sou o Im Yong Soo. O Coréia do Sul!
Com isso, Yao tinha mais dois irmãozinhos. Logo outros quatro pequeninos surgiram, dessa vez mais próximos do que ele imaginava, primeiro veio Wang Xiang (Macao), logo a Lien Chung (Vietnam) e depois vinheram a pequena Wang Mei (Taiwan) e o Wang Jia Long (Hong Kong).
Xiang parecia ser bem calmo, usava óculos mas adorava dar uma irritada nos irmãos, apesar de tratar as irmãs como verdadeiras damas. Usava vestimentas pretas e brancas.
Lien estava sempre com seu cabelo preso em rabo de cavalo e usando suas vestimentas tradicionais de cor verde.
Mei usava um lindo vestido rosa e flores no cabelo, parecia ser uma menina bem simpática, apesar de adorar ler os mangás de Kiku, mais especificamente os Yaoi. E notava-se também que ele era o irmão favorito dela.
Long era bem calmo e respeitava muito os irmãos, principalmente Kiku. Apesar de que depois Yao teve uns problemas envolvendo Long e Arthur, o Inglaterra.
Hyung e Yong, os gêmeos, pareciam ser um pouco opostos um do outro e parecidos ao mesmo tempo. Suas roupas eram parecidas e quase da mesma cor. Tinham o costume de terem algumas briguinhas entre si.
Com isso, uma grande família de 8 irmão se formou. Yao teria que cuidar de todos sozinho, mas não se arrependia de ter trago nenhum deles até sua casa.
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