Notas iniciais
deem reviews, recomendem, botem nos favoritos, acompanhem...
bem... obrigada por estar lendo o proximo cap da minha fic RoChu ^^

Depois que Ivan voltou para casa, Yao foi indo para o seu quarto pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia, especialmente em Ivan. Yao se enrolou nas cobertas e dormiu tranquilamente e triste por ter que ir embora no dia seguinte. As horas passaram com uma extrema tranquilidade pela casa, estava frio e todos se aconchegavam nas cobertas se esquentando o máximo possível.

Mas na calada na noite, pequenos passinhos eram ouvidos se dirigindo ao quarto de Yao. O pequeno Long, o Hong Kong, aparece arrastando o cobertor ainda enrolado no corpo. O pequeno asiático vai se aproximando do irmão que ainda dormia e deita ao lado dele fazendo Yao acordar sobresaltado.

– Long? O que foi aru? — perguntou ele

– Pesadelo... — disse o pequeno se aproximando do irmão e agarrando sua blusa com as mãozinhas.

– De novo o pesadelo do cara sombrancelhudo aru?

Long confirma com a cabeça e Yao o abraça tentando acalma-lo. Os dois acabaram dormindo lá juntos. Algum tempo depois o dia amanheceu, Yao acordou antes que Long e olhou para a janela que mostrava a linda paisagem exterior cheia de neve com um olhar triste. Não queria ir embora, sabia quem estava causando isso mas não queria adimitir para si próprio. Tomando cuidado para não acordar o irmão, Yao se levanta, passa no quarto dos outros irmãos vendo que estavam todos dormindo ainda e cobre Yong, Mei e Lien que estavam descobertos de tanto se mecherem enquanto dormiam.

Yao vai para a sala e começa a arrumar os preparativos para a viagem que estavam faltando. Fazia isso vagarosamente, como se quizesse ficar o mais tempo possível por ali. Depois de arrumar algumas coisas ele foi fazer o café da manhã para ele e os irmãos, um café da manhã reforçado para aguentar a longa viagem. Enquanto colocava os pratos na mesa, foi surpreendido por Yong que chegou correndo o abraçando nas pernas.

– Joh-eun il! — Yong desejava bom-dia em coreano.

Com essa surpresa, Yao quase deixou os pratos cairem no chão, mas com alguma habilidade e muito equilíbrio ele conseguiu equilibra-los nas mãos soltando um suspirto de alivio logo em seguida.

– Ahh... você é essa lingua que não entendo aru — disse Yao bagunçando o cabelo do pequeno. — E tome cuidado com isso aru, quase deixei os pratos cair.

Yong foi se sentando a mesa e logo Xiang e Hyung apareciam desejando bom dia bom cara de sono e coçando o olho. Logo Mei chegou também, indo até Yao que já não estava com nada na mão que se abaixou para dar um abraço na menina que ia até ele querendo abraça-lo.

– Měihǎo de yītiān — disse Mei em chinês o abraçando e apoiando a cabeça no ombro dele pois estava bem sonolenta ainda.

– Měihǎo de yītiān, Xiao Mei. — Yao retribuiu o abraço e se levantou com ela no colo, a garota estava quase dormindo de novo.

Enquanto Yao colocava Mei sentada na cadeira para comer, Lien, Kiku e Long apareciam. Eles eram o que pareciam os mais acordados do grupo, depois de Yong que já estava cheio de energia. Juntos eles comeram, terminaram de arrumar as coisas e foram para a carruagem para seguir viagem. Yao constantemente olhava para o horizonte, como se esperase alguém aparecer antes de eles partirem, esperava Ivan. Yao tentou enrolar o máximo possível, mas eles acabaram ficando em cima da hora e os seus irmãos estavam já impacientes.

Triste, pensando que ele realmente não viria para se dispedir, Yao começou a entrar na carruagem.

– Podozhdite! — alguém gritava em uma língua que Yao não conhecia, reconheceu por se a voz de Ivan. — Espere!

Ivan corria para chegar onde a carruagem ainda estava parada pronta para partir. Yao desce da carruagem olhando para o russo sem acreditar no que seus olhos viam. Ivan finalmente chega meio ofegante parando na frente de Yao e apoia as mãos no joelhos respirando pesado tentando recuperar o folego. Yao notou como mesmo inclinado daquele jeito ele ainda era mais alto, aquilo fez com que o chinês corasse.

– Desculpa — disse Ivan — tava com uns problemas lá em casa então me atrasei.

– Tudo bem aru. Pelo menos você conseguiu chegar.

– Ficará muito tempo sem voltar?

– Provavelmente aru. — aquela pergunta deprimiu Yao que não conseguiu evitar fazer uma cara triste.

Os irmãos de Yao e também outras pessoas que haviam ido junto, como soldados, estavam apressando Yao para partir. Diziam que se demorassem mais teriam que viajar a noite e isso seria perigoso e a temperatura também abaixaria muito e a carruagem não era um lugar muito quentinho.

– Você tem que ir... — disse Ivan

– E-Eu vou voltar aru!

– Sei que você tem coisas para resolver, também irei te visitar.

– Algum dia quero te visitar também aru

– Mas provavelmente isso vai demorar pois nós dois somos ocupados.

–....

Yao não conseguia responder, não queria nem pensar isso.

– Te falei noite passada não foi? — dizia Ivan — Que tinhamos que fazer a viagem valer a pena... pelo menos minimamente.

O general dos soldados começou a perder a paciência e mandou dois dos soldados puxarem Yao para a carruagem, notava-se que eram dois novatos pois olharam para Yao e tocaram no braço dele para segurar e puxar como se aquilo fosse estranho, novidade, provavelmente imaginando qual era a sensação de tocar na pessoa que era o páis em que você nasceu e cresceu. Aparentemente notaram que não tinha nada de diferente pois começaram a puxar Yao para a carruagem apesar de sem jeito.

– E-Eu... prometo que vou visitar você aru — dizia Yao sendo arrastado

– Pode até ser — disse Ivan sem se mexer olhando para Yao sendo arrastando — .... mas.... ainda não fiz sua viagem valer a pena.

Dizendo isso, Ivan se aproxima rapidamente de Yao que estava sendo puxado, pega gentilmente o queixo dele elevando o rosto do Chinês enquanto Ivan se abaixava um pouco e então dá um doce beijo nos lábios de Yao. Aquele tempo que os lábios ficaram conectados parecia um sonho, parecia que durava uma eternidade, Yao queria que tivesse durado uma eternidade, mas provavelmente durou alguns poucos segundos.

Os soldados pararam de puxar Yao por um estante atônitos com o que tinha acontecido, Yao estava corado ao extremo tentando entender tudo, mas acaba desistindo e fecha os olhos aproveitando o momento. Ivan se afasta parando o beijo e olha Yao nos olhos calmamente.

– Irei te visitar o mais breve possível.


Notas finais
kisu!! ^3^
kawaii =^.^=
bem continua... sempre me perguntei em que lingua os paises falam uns com os outros. provavelmente Hetaliglês.
povinho que lê mas não comenta... comente por favor se não acho que ngm tá lendo e fico desmotivada a postar mais. quando mais review tiver, mais rápido postarei.