Notas iniciais
mais um capítulo para vocês minna ><
e adivinha quem está estudando Guerra do Ópio só pensando em vocês?
bem... bom capítulo

Alguns dias já haviam se passado desde da ida de Natasha e tudo ia bem na casa de Ivan. Quando foi o último dia de Yao na Rússia, o casal decidiu ir ver o por do sol assim como haviam feito no último dia de Ivan na China. Como estava frio, os dois se vestiram para se proteger, principalmente Yao que antes de sair pela porta foi coberto carinhosamente por um manto de pele por Ivan causando um leve rubor no rosto do chinês.

– Eu vou levar um pequeno piquenique para a gente da? — disse Ivan.

– Hum... Ok aru.

O problema era que Yao nem fazia ideia do que era esse tal piquenique, deveria ter imaginando antes conhecendo Ivan como ele era. Vodka. O piquenique era só Vodka e Ivan tentava convencer Yao a beber.

– Anda Yao... Só um gole — disse Ivan.

– Eu não quero ficar bêbado aru! — resmungou Yao.

– Você não vai ficar bêbado. — disse Ivan com uma risada.

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O problema era que o plano de Ivan era exatamente embebedar Yao, o por do sol foi deixado de lado quando depois de algumas doses, o chinês já estava com o rosto vermelho e muito bêbado. O que Ivan queria, era aquele jeito de Yao quando havia ficado bêbado da última vez, aquele jeito em que o pequeno chinês praticamente se esfregava nele e Ivan conseguiu.

– Ivaaannn... — disse Yao manhoso sentado no colo de Ivan virado para ele com uma perna de cada lado e começando a rebolar — você fez isso de propósito não foi aru?

– Claro que sim. — disse Ivan puxando bruscamente o rosto de Yao para perto ficando a milímetros de beija-lo — achou mesmo que iria embora sem ganhar um presente de despedida?

Ivan então se levantou com Yao no colo daquele jeito que ele estava antes o carregando como um pequeno koala enquanto Yao prendeu as pernas ao redor do corpo do russo e os braços ao redor de seu pescoço. Não demorou muito para os dois estarem se agarrando e se beijando violentamente na cama de Ivan. Um ardente beijo de língua se desenrolava enquanto os dois quase se devoravam.

Yao foi abrindo o sobretudo de Ivan que assim que viu todos os botões abertos, se livrou do próprio sobretudo e começou a tirar as roupas de Yao apressadamente. Ivan então levou a boca até o mamilo de Yao e começou a lambê-lo e morde-lo tirando vários gemidos de Yao. O russo adorava ouvir os gemidos do menor, o deixavam ainda mais excitados e dava para se notar certo volume na calça de ambos. O maior abriu um sorriso pervertido ao notar o volume na calça do menor e então abaixou a calça bruscamente deixando Yao completamente nu e então com seu sorriso pervertido e talvez até um pouco sádico, Ivan seguro o membro de Yao com força o fazendo soltar um gruindo e então começou a o masturbar o mais rápido que conseguia.

– Gosta disso Yao? — perguntou Ivan — Seu amiguinho estava pedindo a minha atenção.

– Não é só o meu aru. — disse Yao passando o joelho entre as pernas de Ivan.

– Então dê atenção para ele Yao... — disse Ivan puxando a própria calça para baixo revelando o membro todo levantado.

Sem pensar duas vezes, Yao colocou sua boca no membro de Ivan e rodopiou a língua ao redor do membro do maior. Começou a chupar o membro e a botar o máximo possível dentro da boca até que Ivan segurou sua cabeça e começou a empurrar e puxar fazendo rápidos movimentos de vai e vem enquanto urrava de prazer. O membro crescia dentro da boca de Yao quando Ivan o tirou de lá e pegando em seu queixo, o puxou para bem perto.

– Eu quero gozar dentro de você Yao — disse Ivan.

Yao então foi com o rosto para mais perto do rosto de Ivan, deu-lhe um beijo nos lábios e com um olhar muito tarado e quase que suplicante, disse:

– Ivan... — disse ele — chega de preliminares... Me fode aru.

O russo deu uma risada... Não sabia se era o efeito da Vodka ou Yao se soltando cada vez mais. No fundo não queria pular as preliminares, mas como Yao pediu com aquela carinha tão safada, Ivan não conseguiu resistir e também... Era um presente de despedidas. Ivan se livrou apressadamente de qualquer peça de roupa restante, abriu as pernas de Yao mas antes de meter o membro ele colocou dois dedos na boca de Yao que os lambeu avidamente. Depois de devidamente lubrificados, Ivan colocou os dedos com força no orifício de Yao o fazendo soltar um gritinho e agarrar-e com força as cobertas.

– Diga... — disse Ivan — diga para mim uma coisa que ai sim eu vou te foder.

– O-o q-que aru? — perguntou Yao.

– Fale que é um tarado... Você vive me chamando de tarado mas tem que admitir que você também é um.

– E-e se eu não falar aru? — perguntou Yao.

– Então eu não vou meter nada... — disse Ivan provocando começando a movimentar os dedos como uma tesoura arrancando mais gritos e gemidos de Yao — anda... Diga meu amor.

Yao não parecia que ia relutar logo, ou talvez estivesse sem muitas forças para falar devido às brincadeiras de Ivan com os dedos em seu orifício. O chinês estava ofegante e gemia constantemente quando finalmente arrumou fôlego para dizer:

– E-Eu sou um tarado aru!

Como prometido, Ivan retirou os dedos de lá e então meteu com tudo sem dó fazendo Yao soltar um grito ainda maior. O pobre cobertor sofria pelas mãos de Yao que gemia e gritava enquanto Ivan dava fortes estocadas segurando a cintura do menor. O russo usava toda sua força para excitar o corpo do menor ao máximo até que Yao levou a mão ao próprio membro e começou a se masturbar. Ivan estava adorando aquela visão e do jeito que as coisas iam, não demoraria muito para que acabasse gozando.

Yao movimentava os quadris meio que rebolando tentando aumentar o prazer para ambos e Ivan continuava as fortes estocadas que levavam o chinês a loucura. Depois de alguns minutos, Yao acabou gozando acabando por sujar a própria barriga e Ivan gozou dentro dela soltando um suspiro aliviado ao retirar o membro de dentro do chinês. Ambos estavam bem ofegantes.

O russo deu um beijinho na testa de Yao e pegou um pano para limpar a barriga do chinês que estava suja com o próprio gozo e aproveitou que como estava um frio lascado, também vestiu alguma coisa em si próprio e ajudou o bêbado Yao a vestir alguma coisa. Mal terminou de vestir a roupa, Yao acabou dormindo todo esparramado na cama fazendo Ivan dar uma boa gargalhada com a pose toda torta que o menor dormia e então ambos acabaram dormindo.

As horas se passaram e o dia raiou. Yao foi o primeiro a acordar, estava com muita dor de cabeça, ressaca. Ele olhou para o lado e viu Ivan dormindo agarrado a um travesseiro de costas para ele. Não estava se lembrando do que havia acontecido e começou a deduzir que provavelmente havia ficado bêbado na hora do por do sol e Ivan o trouxera para cama mas quando Yao se sentou na cama e sentiu aquela típica dor nos quadris e também na bunda ao se sentar, ele percebeu que não havia sido só isso.

– Fāshēngle shénme? (o que aconteceu?) — perguntou Yao para si próprio com a mão sobre a testa e meio pálido preocupado com o que havia acontecido de noite.

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Depois dessa grande noite, e também depois de algumas broncas de Yao para Ivan, Yao voltou para casa dando para Ivan um presente de despedida também, um beijo. Mas talvez aquela noite que Yao passou bêbado pudesse ser um presente de despedidas para ambos.

Os anos se passaram novamente... Muitos anos.No começo do século XVI várias nações europeias começaram a desbravar o mar achando-se as primeiras embora outros já houvessem feito isso como uma certa nação que no ano de 1810 estava dando dor de cabeça para um homem loiro e sombrancelhudo. Há vários quilômetros da Rússia ou da China, no ano de 1810, este homem sombrancelhudo discutia com o chefe num inglês perfeito e requintado.

– Isso é um absurdo! — dizia o sombrancelhudo — Somos a potência mais desenvolvida do mundo e nem conseguimos lidar com esses vendedores de seda, porcelana e chá!

– O comércio com a Índia vai bem mas é como você falou Arthur — dizia o chefe do sombrancelhudo... Ou melhor... De Arthur — compramos muita seda, porcelana e principalmente chá da China. São aproximadamente 200 mil toneladas só de chá.

– Esses itens são caros por aqui... — dizia Arthur — mas o que complica é que esses malditos chineses não querem fazer negócio conosco! Estão completamente fechados! Isso está nos deixando com déficit*! Temos que arrumar alguma coisa... Alguma coisa que possamos vender por lá e lucrar.

– Eu já sei o que... — disse o chefe de Arthur.

– O que?

– Ópio.

Notas finais
deficit* = saldo negativo. ou seja... o Arthur tá comprando mais chá do que aguenta pagar >
o Lemon foi mais breve porque eu queria já meter o Arthur nessa história XD
admito que desde do começo da fic eu estava doida para fazer a Guerra do Ópio então estou bem feliz por ter chegado até aqui =^.^= e agradeço isso a vocês o/ mas condeno minha preguiça por não ter chegado aqui mais rápido.
agradeço também à Wikipedia por ter me ajudado tanto e também que irá me ajudar nessa parte tão importante ><
até o próximo minna o/