A Conspiração Invisível

11 PARTE 10: Para poder sair primeira parte


— Se a primeira impressão é a que fica receio que não sou bem vindo ao seu grupo para te ajudar a sair do seu destino.

— Não se preocupe, nós entendemos tudo. E também receio que pregarei uma boa peça no destino.

— Por onde podemos começar? — Pergunta Fabio empolgado.

— Primeiro nós temos que desvendar o código que lhe dei Peter, ai vemos para onde a seta aponta.

— Está aqui — Peter tira o papel do bolso e coloca sobre a mesa para todos verem — Alguém vê alguma coisa?

Todos examinam o papel com escritas que ninguém nunca havia visto antes.

— Isso pode ser um século — E Mauricio aponta para os dois últimos símbolos do papel.

“Universidade de Harvard Massachusetts Professor de Descriptografia de códigos segundo andar após a sala de biologia cancelamento do pedido de inscrição forçado do grupo Invisibilidade apenas lá mestre do século xx”

— Bom e se isso for o século antes dele dever estar escrito “SÉCULO”, e atrás de ser “DO”.

— Então temos: — Peter faz uma lista.

s= s

é= e

c= c

u= u

l= l

o= o

x= x

E assim o papel ficou assim:

“Universidade de Harvard Massachusetts Professor de Descriptografia de códigos segundo andar após a sala de biologia cancelamento do pedido de inscrição forçado do grupo Invisibilidade apenas lá mestre do século xx”

— E agora o que vemos? — Pergunta Peter aos outros.

— Acho que a melhor coisa é tentar encontrar letras repetidas em outras palavras. — Comenta Astrid.

— Boa.

“universidade de Harvard Massachusetts Professor de Descriptografia de códigos segundo andar após a sala de biologia cancelamento do oedido de inscrição forçado do grupo Invisibilidade apenas lá mestre do século xx”

— Não ajudou muito, mas melhorou.

— Vamos de vagar Astrid. — Comenta Mauricio.

— Tem razão nós vamos conseguir.

— Eu não agüento mais vamos pra casa amanhã a gente continua com a cabeça mais vazia — Comenta Peter bem exausto.

— Tem razão Peter quanto menos coisas na cabeça melhor. — Concorda Mauricio.

Todos saem da sala menos Peter que fica para conversar com Mauricio:

— Peter, você vem? — Pergunta Olivia.

— Já estou indo tenho que fazer uma coisa antes.

Peter se senta na cadeira que estava na frente da mesa de Mauricio.

— O que foi Peter?

— Eu só queria pedir desculpas a você.

— Não precisa, entendo, não fui muito legal com vocês.

— Não, mas eu quero pedir desculpas, quase comprei uma arma para te matar sem saber que você é forçado a ser assim.

— Eu já fui parar no hospital por causa disso.

— Então, me desculpe por...

— Eu já falei que não precisa. Tchau — Interrompe Mauricio.

— Ta, tchau.

Peter saiu da sala bem mais aliviado como se tivesse tirado um grande peso das costas.

Ele se encontra com os outros na entrada do prédio.

— O que vocês conversaram lá? — Pergunta Olivia entrando no carro.

— Me desculpei por tudo o que falei dele, e por quase matá-lo.

— Também tenho que me desculpar pensei tanto mal dele.

— Ele não vai aceitar, ele não aceitou as minha.

Todos vão conversando sobre a reviravolta que virão Mauricio sofreu diante dos seus olhos.

O carro chega e todos se despedem de Astrid, e sobem para o quarto.

Assim que abrem a porta observam um rapaz todo de preto revirando todo o apartamento, o sorriso deles logo vai embora. Peter e Fábio saem correndo atrás do intruso, eles o cercam em um dos quartos.

— Quem te mandou aqui? — Pergunta Peter fitando o homem nos olhos.

— Acredite você não quer saber. — Responde tentando achar um lugar para fugir.

— Essa não foi à pergunta dele!!

— Mas é só o que estou autorizado a falar.

— Luana chama a polícia! — Grita Peter.

— Espera não precisa colocar a polícia no meio.

— Como não você invadiu o meu apartamento.

— Sim, eu sei, mas se a polícia me pegar aqui o topo me mata.

— Topo do que? — Pergunta Peter confuso.

— Peter eu chamo a polícia? — Pergunta Luana com o telefone na mão.

— Por favor, não.

— Quem você pensa que é pra dirigir a palavra a ela!? — Peter exclama nervoso. — Não precisa, mas fica perto do telefone se ele não nos falar algo que interesse, a gente chama.

— Muito obrigado.

— Agora desembucha que te mandou aqui? E que topo é esse que você falou? — Pressiona Peter apontando para o telefone.

— Posso tomar um pouco de água?

— Não! — Grita Fábio nervoso com o intruso.

— Fiquei com a garganta seca de correr de você.

— Deixa Fábio — Peter o acalma colocando a mão no ombro direito de Fábio.

— Olivia pega um copo de água para ele querida. — Mandou Peter sem tirar os olhos do rapaz.

Os segundos que se seguiram foram tão quietos que se foi possível ouvir a água caindo no copo.

— Aqui está.

— Muito obrigado. Tome! — Peter quase derruba toda a água com a bruscalidade com que deu o copo para o intruso.

— Vou fazer outra pergunta. Qual é o seu nome.

— Eu me chamo Ômega. — Responde depois de secar a água.

— Deixa de brincadeira me...

— Esse foi o nome que eles me deram.

— Eles quem? — Pergunta Fábio enfezado.

Ômega fica alguns segundos de olhos fechados e sem dizer nenhuma palavra.

— Ei! Eu te fiz uma pergunta.

Se segue o silêncio de Ômega. Até que Fábio se aproxima dele, para ver se ele estava vivo.

Em um súbito movimento Ômega joga o copo que se encontrava em sua mão no rosto de Fábio assim que percebeu que ele se aproximou, Fábio cai no chão gritando de dor. O rapaz corre pelo lado que está livre e consegue chegar à sala, mas Peter o persegue fechando o canto que a porta estava, mas para sua infelicidade Ômega pula pela janela da cozinha que estava aberta. Peter apenas observa a sua melhor pista da conspiração.

Ele volta para o quarto correndo onde Fábio estava caído no chão agora desmaiado e com um dos lados da face em sangue.

Peter agarra o telefone o mais rápido que pode. Peter chama a ambulância, e volta para o quarto onde Olivia e Luana estava ao lado de Fábio tentando reanimá-lo.

A ambulância demora cinco minutos para chegar ao local. Fábio é rapidamente atendido pelos paramédicos. Os três vãos junto na ambulância até o hospital onde ficam na sala de espera por uns vinte minutos até que um médico vem em sua direção.