A Coffee Tale
1 Capítulo 1
Kurt respirou fundo, apoiando o seu cotovelo esquerdo na mesa de mogno e a própria mandíbula na mão já cansada pelo peso que sua cabeça exercia nela. Seus olhos ardiam e seu corpo doía pelas horas passadas acordado. Batucava com os dedos longos e cortados pelo frio, num ritmo incerto e descompassado que acompanhava a sua própria respiração. Observou o que já escrevera, mas de jeito algum aquilo lhe soava bem. Bufou, irritado, e pressionou a tecla de delete com todas as suas forças, como se isso fosse apagar seu cansaço e frustração. Talvez devesse beber algo, para o ajudar a ficar acordado. A verdade era que ele tinha apenas três dias para acabar o maldito livro.
Ele estava fodido… Ou talvez ele apenas estivesse precisando de uma foda. Ou de uma caneca cheia de café do mais forte.
Cambaleou pela casa, chegando à cozinha. Ele ponderava seriamente acerca de transportar a máquina para o seu escritório, visto que ele deveria gastar mais tempo num dia fazendo a viagem de ida e volta de um local para o outro do que realmente escrevendo. Então, já na terceira caneca e com as energias aparentemente revigoradas, voltou a escrever.
Os seus nervos andavam à flor da pele, naqueles dias. Jacob tinha lhe ligado há nem um dia, avisando que a data para o término de Olhe Para As Estrelas havia sido adiantada. Agora, ao invés de doze dias, ele tinha apenas três. Não que ele não amasse trabalhar, ele realmente amava, mas do jeito que ele estava, cansado, frustrado, desconcentrado e verdadeiramente exausto, o mais provável era que a proposta voltasse no dia seguinte, acompanhada de um email repreendedor que lhe mandaria reescrever tudo na semana seguinte – semana esta que ele tinha planejado passar no Caribe a preparar seu novo livro.
O mais certo era ele não receber o dinheiro adiantado que estava contando, para não mencionar que suas férias-para-trabalho seriam canceladas e ele teria que começar seu novo livro num local totalmente não inspirador quanto seu escritório nova-iorquino. Em parte, sentia falta de Ohio. As coisas não eram tão impessoais lá, e isso refletia-se no que tocava a jogar um novato na lixeira. Pensando bem, a única conclusão de Kurt acerca de sua cidade natal era que ele não tinha conclusão nenhuma acerca dela.
Decidiu voltar a escrever, ainda que estivesse saindo uma verdadeira merda. O barulho das teclas relaxava-o e talvez, desse jeito, a ideia perfeita surgisse… E assim, talvez ele conseguisse ir para o Caribe e começar seu adorado projeto, Não Dance Sozinho. Este era um dos seus muitos projetos, de facto. Assim que terminasse Não Dance Sozinho, escreveria Mas Cadê As Estrelas?, continuação de Olhe Para As Estrelas. Para Kurt, trabalho não era um problema e nunca seria. Sono talvez pudesse até ser um, mas as suas doses de cafeína diárias garantiriam que tudo fosse exatamente do jeito que tinha que ser. Sono talvez fosse um, mas suas doses de café diárias garantiriam tudo do jeito que tinha que ser.
Ao seu lado, sentiu o seu celular vibrar e os primeiros acordes de uma música já conhecida começarem a soar. Kurt pensou até em deixar tocar apenas para escutar a música, mas para Jacob Skyes lhe ligar em uma madrugada de domingo, deveria ser sério. Resmungou e atendeu, por fim: ― Alô?
― E aí, Hummel, como vai, nestas lindas seis da manhã de domingo? ― era Jacob. Sua voz energética provava que ele teria tido uma grande noite com Alanis, mas o facto de ele estar perturbando o escritor sabendo que ele estava atrasadíssimo em seus prazos era algo novo.
― Me erra. Ainda tenho muito que trabalhar, Jacob. ― massageou suas têmporas. Teria que tomar mais uma dose de café em breve.
― Pare tudo o que está fazendo ― do outro lado, o agente de Kurt disse, do jeito mais entusiasmado que conseguiu ― Eu quero que você vá dormir para recuperar as semanas que tem passado acordado, se ponha bonitão e me encontre na editora hoje mesmo, quatro da tarde em ponto.
― Num domingo, Jake? Sério? ― perguntou, manhoso ― E Olhe Para As Estrelas?
― Que se ferre Olhe Para As Estrelas, Kurt! O que eu tenho para você é algo melhor, maior! Considere seu prazo para OPAE aumentado em dois anos ― riu da sua própria piada que a Kurt não parecia tão engraçada assim.
O que aquilo queria dizer? Olhe Para As Estrelas era seu projeto, seu bebê. Ele estava trabalhando nele fazia meses e agora simplesmente lhe diziam para parar, a dias de finalizar? E que outro trabalho era esse? E seus outros projetos, e Não Dance Sozinho? Kurt amava trabalhar, mas era sobre suas condições!
― Kurt?
― Jacob ― o escritor ponderou. Mordeu o lábio, respirando fundo ― Eu não sei. E os outros projetos?
― Isso é algo maior, Kurt! ― Jacob parecia impaciente. ― Não aja como se se importasse, Kurt, você é viciado em trabalho. ― Kurt apenas resmungou que não era viciado, apenas amava trabalhar. Ele estava habituado àquele tipo de piadas. Seus colegas viviam falando que ele era viciado em trabalho, mas ele não era viciado em trabalho. Ele amava seu trabalho. ― Isto é algo maior, Kurt, enorme. Vai abrir portas para você publicar o livro que quiser onde quiser, e isso inclui OPAE e NDS! Não seria legal sair da Páginas?
A Páginas era a editora escrota para o qual Kurt trabalhava. Não era nem de longe uma das melhores, mas teria que servir para o começo de sua carreira. Jacob era seu agente literário e, naquele momento, sem nenhum lançamento e apoio no mercado, a Páginas era o melhor que eles conseguiam. É claro que os primeiros três livros de Kurt lhe tinham dado renome e conhecimento, mas a proposta de lançar seus livros em editoras de maior sucesso era maravilhosamente tentadora.
― Que trabalho é esse, afinal?
― Primeiramente, você terá um entrevista amanhã para falar sobre as Políticas e OPAE, e depois iremos conhecer seu trabalho ― Jacob riu de um jeito malicioso que Kurt não entendeu ― Pelo que eu entendi, e me perdoe se estiver te enganando, você terá que escrever uma biografia de um cantor teen; porém, cara que passe uma mensagem e não se resuma a contar a história dele, sabe? O cara pode te explicar melhor isso, mais tarde, ele quer algo bem específico.
― Quem? ― Kurt não estava achando graça. Uma coisa era escrever sobre personagens fictícias e coisas que saíram de sua mente. Mas estar restringido a escrever sobre um cantorzinho teen arrogante bancando a vítima não estava em seus planos.
― Blaine Anderson.
Kurt engasgou na própria saliva. Onde ele iria se meter?
Blaine Anderson era talvez um dos cantores mais conhecidos da atualidade. Idolatrado pelos adolescentes e admirado pelos adultos, Blaine era dos poucos gays assumidos a triunfar no show business. Kurt admirava-o. Apesar de, de certa forma, ambos estarem no mesmo barco, Kurt nunca sofrera nem metade do assédio que o cantor recebera, talvez por não ser tão famoso. Ainda assim, Blaine suportara tudo isso praticamente sozinho, apesar de quase ninguém saber sua história.
Era certo que aquela seria uma ótima oportunidade para Kurt, mas até que ponto é que ele estava disposto a abdicar de semanas em que ele poderia estar escrevendo seus livros para escrever o livro de um adolescente que todo mundo considerava problemático?
Em outro lado da cidade, Blaine Anderson comprovava inconscientemente a teoria de Kurt, enquanto se movimentava-se rápida e freneticamente, segurando os quadris do companheiro em suas mãos e estocando fortemente. Charles, o cara, tinha um gemido que irritava Blaine. Aquela não estava, nem de longe, sendo sua melhor foda. Ainda assim, dava para o gasto. E ver um cara gostoso como Charles daquele jeito, submetido às suas vontades, agradava Blaine.
Apertou os quadris e coxas do loiro, deixando marcas vermelhas que mais tarde virariam roxas. Tentava alcançar o pescoço do outro para o beijar, mas os movimentos violentos impediam-no de o fazer com a precisão que desejava. Sua mão esquerda punhetava Charles com a mesma velocidade e vontade com que o fodia. Os barulhos no quarto eram apenas os seus gemidos e o choque de seus corpos.
Blaine soltou um gemido rouco quando sentiu que viria. E veio, gozando fortemente na camisinha que o impedia de sentir a entrada de Charles completamente. O loiro, por fim, gozou em sua mão e Blaine deixou seu peso cair em cima do corpo do outro, apenas para recuperar o fôlego a tempo de se levantar e dirigir-se ao banheiro, sem dizer palavra alguma ao companheiro que agora se preparava para deixar o apartamento, depois de realizar todas as limpezas que Blaine não se preocupou em notar.
Era daquele jeito, sempre daquele jeito. Sem compromissos, prazer puro e primordial, um cara diferente toda noite – mais do que um por noite, quando era possível. Blaine não hesitava quando o assunto era sexo. Alguns amigos zoavam-no, dizendo que ele era um ninfomaníaco – mas eram os primeiros a se enfiar em seus lençóis quando assunto era uma foda. Então, Blaine não os levava a sério.
Por que deveria se negar ao prazer do ato mais antigo do mundo, afinal? Nenhum dos hipócritas que viviam o criticando fazia isso, então por que ele deveria dar a mínima?
Blaine sentia as gotículas de água morna descer por todo seu corpo. Ele teria que voltar ao estúdio logo; de facto, ele queria era voltar a casa logo. Não gostava da correria e do ar nova-iorquino, para não mencionar que os londrinos eram muito melhores de cama. Ainda assim, ele teria algumas entrevistas ainda, para não mencionar o livro.
Ele não reclamaria, tinha adorado a ideia do livro. Ainda assim, ter que ficar mais um mês em Nova Iorque do que esperava era realmente um saco – certo era que ele queria passar uma mensagem para todas as pessoas, adolescentes, que estivessem numa situação semelhante à que ele esteve, mas ele poderia certamente passa-la diretamente de Londres, não? Talvez estivesse sendo frio pensando desse jeito, mas ele tinha a certeza que o livro sairia muito melhor escrito em sua casa que por todo lado emanava seu passado.
Em certo ponto, preocupou-se em olhar as horas e ainda bem que o fez. Estava já ligeiramente atrasado para a reunião que aconteceria a plenas quatro da tarde de domingo. Quem diabos, em sua plena sanidade e consciência, marcava uma reunião para uma tarde de domingo?
As ruas de Nova Iorque não eram nem de perto tão frias quanto Londres e isso não agradava Blaine. Ele amava o frio, e esse era apenas um dos contras a acrescentar à sua lista de “Por que odiar Nova Iorque”. Ele ficara de encontrar Kurt Hummel, o cara que escreveria seu livro, e Jacob Skyes, o agente de Hummel, na Páginas, uma editorazinha com má fama que nada lhe dizia.
Blaine já tinha lido os livros de Hummel e cara, aquele homem escrevia! Quando sua agente, Tess, lhe sugeriu um contrato com ele, Blaine prontamente aceitou. Hummel merecia reconhecimento e o jovem Anderson não poderia querer outra pessoa para escrever seu livro. Ele iria para a Páginas, assistiria a uma entrevista que Hummel faria e depois ele, Jacob, Kurt e Tess discutiriam o possível contrato entre eles. Então, Hummel teria um mês para escrever o seu livro.
De certa forma, aquilo seria divertido, principalmente porque Kurt teria que seguir Blaine para todo lado. Era certo que Blaine não conhecia o escritor e poderia acabar por se desiludir; ainda assim, Blaine amava desafios e sabia reconhecer que Kurt era verdadeiramente lindo. Blaine teve a prova disso quando chegou à Páginas, vendo um dos caras mais bonitos que já vira em sua vida, agora ao vivo e a cores.
― Então, como você soube que queria escrever para viver? ― Blaine viu o entrevistador perguntar. Ele apenas observava. Desde que chegara à Páginas, não lhe tinham sido ditas muitas coisas. Ele observava a entrevista de Kurt fascinado com o homem dois anos mais velho.
― Essa sequer é uma opção? Quando nós sabemos que queremos isso ou aquilo? Eu me apercebi que gostava de escrever e eu comecei a escrever, não para viver nem para agradar ninguém. Para me agradar, porque era algo que eu gostava. ― Kurt sorriu de canto ― O resto veio por acréscimo.
― E quando você se apercebeu que era bom no que fazia?
― Eu acho que ainda não cheguei a essa conclusão. ― todos na sala riram. Blaine achou graça ao jeito de Kurt e ao seu dom de cativar as pessoas. ― Falando sério, acho que foi em algum ponto entre A Política de Tomar Banho e A Política do Gato Comeu Sua Língua. Esse moleque de cinco anos chegou na minha beira e disse que tinha amado meu livro e é, isso foi legal.
― O facto é que as Políticas foram livros bastante engraçados e interessantes ― o entrevistador introduziu ― De onde surgiu a inspiração para eles?
Blaine viu Kurt ponderar. Então, o escritor respondeu: ― Muita gente não sabe, mas a primeira Política, a de Tomar Banho, nasceu quando eu ainda estava no Ensino Médio. Era meu último ano, e foi um projeto para uma redação de Inglês… Eu achei o assunto bom demais para ser desperdiçado numa redação que ele iria ler, avaliar e jogar fora, então acabei transformando num livro ― sorriu de canto ― Eu não sei em que momento certo a inspiração surgiu ou se eu sequer me inspirei em algo, mas talvez tenha sido no banheiro. Quem sabe?
Todos riram, inclusive Kurt. Blaine achou a risada do escritor estranhamente engraçada.
― E depois disso? Dizem que o primeiro livro é o mais difícil. Considera isso verdade? ― perguntou ― Como foi dar continuidade à sua carreira?
― Eu acho que nenhum é difícil e ao mesmo tempo todos são. ― Kurt inclinou a cabeça para o lado, mordendo o lábio e soltando uma risadinha ― Quando eu escrevo, eu me transporto para outro mundo. Completamente. Então eu me perco nesse mundo e quando dou por mim, já está escrito. Em contrapartida, é algo cansativo. Os bloqueios, os dias de frustração onde nada sai legal… E, ainda assim, eu não trocaria por nada. Desde que terminei as políticas, tenho trabalhado em outros projetos e eu realmente estou adorando.
― Você entrou no mercado da literatura muito cedo. Como você concilia tudo isso com sua vida pessoal?
Kurt respirou fundo. Aquela entrevista estava a irritá-lo; o entrevistador revelava-se cético e arrogante, para não mencionar o olhar penetrante de Blaine Anderson sobre si. Blaine era um homem lindo, se é que ele sequer tinha saído de sua adolescência. Ele parecia um cara humilde, para quem assistia de fora. Ele se preocupava demais com todos, principalmente com seus fãs. E o jeito que ele estava ali, rindo e aproveitando o bom ambiente com eles, comprovava a teoria de Kurt. Porém, se o entrevistador insistisse em continuar tentando atingir Kurt, as coisas ficariam feias muito em breve.
― Bem o suficiente.
O entrevistador torceu o nariz, visivelmente descontente com a acidez da resposta. Kurt, no entanto, não deu a mínima.
― Você tem muitos projetos, Sr. Hummel ― o homem apertava o gravador em suas mãos, com um sorriso que podia ser considerado maléfico em seu rosto ― Você se considera um viciado em trabalho?
― Eu sou viciado em meu trabalho.
A resposta foi certeira. Blaine tentou até esconder um sorrisinho, coisa que, visivelmente, Jacob Skyes não se preocupou em fazer. A sala onde a entrevista estava acontecendo era ampla, e nela não estava mais ninguém para além de Blaine, Jacob, Tess, Kurt e o entrevistador. Aparentemente, a entrevista sairia na nova edição da Páginas!, a revista com o nome encantadoramente original da Páginas.
― O certo é que você escreveu A Política Do Filho Da Mãe em espantosas três semanas. Você tem alguma técnica? ― o entrevistador parecia disposto a descobrir um podre de Kurt, fosse o este qual fosse. Ainda assim, Kurt não conseguiu ignorar os flertes implícitos do homem, e não gostou disso.
― Café ― respondeu, trocista ― Doses grandes e gostosas de café. Você deveria tentar.
Ele viu todos os presentes tentarem esconder o riso; viu o entrevistador tentando, também, esconder a raiva e continuar a entrevista: ― Certamente tem resultado bem ― disse, no seu jeito mais cínico ― Poderia me falar sobre os seus projetos futuros?
― Bom… ― o sorriso que Kurt lançou foi genuíno. Ele amava o que fazia ― Não é segredo algum que eu estou trabalhando em Olhe Para As Estrelas, que terá sim uma continuação. Para além disso, haverá outro livro que sairá logo depois de OPAE.
― Poderia nos revelar o título desse seu outro livro?
Kurt mordeu o lábio. Jacob, por sua vez, incentivou-o e, então, o inquirido respondeu: ― O título é Não Dance Sozinho.
― Geralmente dizem que você deve escrever a história e só então nomeá-la. Você se considera uma exceção à regra? ― Kurt soltou um sorriso travesso perante o flerte evidente do entrevistador. Então, decidido a revidar, respondeu:
― As regras existem para ser quebradas.
Quem parecia vidrado em toda a entrevista era Blaine, cada vez mais entusiasmado e maravilhado pela maravilhosa pessoa que Kurt aparentava ser. Talvez não maravilhosa, mas definitivamente interessante.
― Isso tem algo a ver com o facto de que Blaine Anderson está assistindo sua entrevista? ― Kurt foi pego de surpresa. Pôde ver Anderson jogar seus ombros para a frente, aparentando interesse na resposta de Kurt.
Este, por sua vez, sorriu de canto e respondeu simplesmente: ― Ah, isso é confidencial.
― E não posso ser eu a exceção? ― Blaine apercebeu-se que, em certo ponto, o entrevistador começara a flertar com Kurt. Ele só não esperava que ele fosse ser tão óbvio. A resposta de Kurt, no entanto, provocou uma risada incontrolável no cantor, que foi apenas agravada pela cara impagável do entrevistador ao ouvir as palavras.
― Eu só abro exceções para coisas verdadeiramente especiais.
Notas finais
O capítulo ficou verdadeiramente grande, mas é por causa dos concurso babes. Enfim, eu estou bem lançada para a minha meta pessoal, né? :P
Me deixem explicar: a fanfic foi criada para o concurso TFREM do BWD, que consiste em escrever pelo menos 25k (25 mil palavras) em um mês. A minha meta pessoal, no entanto, é 50k, então me desejem toda a vossa sorte e orações (risos). O facto é que vocês nunca me verão atualizando uma fanfic tão rápido quanto essa, então glorifiquem (e vocês podem participar também, corram corram, podem se inscrever até dia 28 de Fevereiro!).
Enfim, falando da história agora. Vocês ficaram confusos com os livros de Kurt? Eu também. Olhem aqui tudo explicadinho:
O primeiro livro de Kurt foi "A Política De Tomar Banho", que questionava o porquê de falarmos "tomar banho" quando nós não bebemos a água que sai do treco, não é mesmo? O segundo livro foi uma continuação do primeiro, "A Política Do Gato Comeu Sua Língua", que questiona o porquê de dizermos "gato comeu sua língua" e etc. O terceiro livro, é "A Política Do Filho Da Mãe", que questiona o porquê de falarmos "filho da mãe" quando queremos insultar alguém. Por que não "filho do pai"?
O quarto livro é "Olhe Para As Estrelas", que fala de um garoto que sonha em ser astronauta, e que se apaixona por uma garota cega de um olho. Eles passam a última semana de visão da garota numa cabana no campo, onde o garoto a faz ter segundo a mesma a "melhor semana da sua vida". No final da semana, ela faz a cirurgia que lhe trata de seu problema - acabando por ficar sem visão totalmente. A continuação desse livro é "Mas Cadê As Estrelas?", onde o garoto mostra para a garota que não precisa ver para ver as estrelas.
O outro livro é "Não Dance Sozinho", que fala de um bailarino que acabou de perder a mulher e, então, prepara um espetáculo totalmente sozinho dedicado a ela - no entanto, ele não pode dançar sozinho.
Observação: as Políticas foram inspiradas numa fanfic que EXISTE sim, e é de uma amiga minha, então créditos totais a ela.
Observação 2: Kurt tem outros dois livros nesta fanfic, mas não mencionarei eles aqui pois eles terão um grande foco na fanfic então nem rola mencioná-los aqui ASHUEASHUE
Enfim, não deixem de comentar, okay anjos? Me deixem sabendo o que estão achando, me deixem sabendo se gostaram ou não. Favoritem também, não vão se arrepender (eu acho kkkkkkkkkkkkkk). Qualquer erro, qualquer erro mesmo, é só falar. Críticas construtívas e educadas são totalmente bem vindas ♥
Beijos e abraços, até breve,
Angel Black ♥
Fale com o autor