A Bússola Da Morte

19 19 - Encontro a deusa da Sabedoria



Os confederados zumbis estavam começando a me irritar. Quando encontrei Campe ela nem esperou e plantou três de seus dentes trazendo a terra três confederados zumbi. Se não fosse pela Srt O'Leary eu estaria perdido. Ela estava me ajudando com os confederados zumbis enquanto eu ia atrás de Campe. Ela sacou suas espadas verdes e veio em minha direção. De começo eu estava com Ílios transformado em arco , mas já que Campe tinha duas espadas por que não fazer o mesmo. Ílios se partiu e se espandiu se transformando em duas espadas mortais. Ela deu o primeiro colpe e eu a bloqueei. Ela começou a voar , o que eu achei uma injustiça.


Agora eu estava com o arco e disparava flechas sem parar. Tentava economizar as flechas de meu pai ao maximo , mas eu precisava delas. Atirei uma flecha de luz no meio de sua testa. A flecha iradiou luz do sol por todo lado. Nem eu consegui olhar. Quando a luz cessou, Campe estava caída no chão atordoada. Suas espadas não estavam mais em suas mãos, estavam caídas a um metro dela. Chutei-as para longe e apontei uma flecha em sua cabeça.

_Onde eles estão? — perguntei, estava com muita raiva, e ainda preocupado com as caçadoras. Naquele momento elas já deveriam estar atrás de mim.

_Eu nunca vou dizer. — ela me deu uma rasteira com sua cauda me fazendo cair no chão. Ela levantou vôo e foi até suas espadas. Disparei uma flecha que acertou sua mão. Ela gritou de dor , o que deixou ela furiosa , e veio até mim com uma flecha cravada em uma mão e segurando uma espada verde na outra. — Eu nunca vou contar onde eles estão. Reia tem um plano pra cada um de vocês. Agora derrame seu sangue sobre meus pés.

_Talvez depois — disse apontando minhas mãos para a direção dela. Pensei no brilho do sol e de seu calor. Aquela grande esfera de fogo flutuante, e quando vi , consegui emitir um raio de sol tão forte que Campe se esquivou para trás as com as mãos no rosto.

_Meu olhos. — gritava ela — O que você fez com meus olhos. — ela desferia golpes no ar tetando me acertar. Levantei rapidamente. Parecia que ela iria demorar para recuperar sua visão , pois ela emitia gemidos como se aquilo tivesse doido.

Ótimo. Agora eu tinha um plano e tinha que coloca-lo em ação.

Eu vi meus irmãos fazendo isso no Acampamento Meio-Sangue. Nunca tentei , mas aquela era a hora certa.

_Eu a amaldiçoo com a maldição da poesia. — disse com tamanha firmeza apontando para ela. — Apartir de agora em minha presença você dira as palavras em forma de poesia.

Ela me fitou com aqueles olhos.

_Até parece que isso ira funcionar seu idiota. Venham aqui para eu te matar agora. — Ela arregalou seus olhos surpresa e tapou a boca. Até eu estava surpreso. Eu não sabia que aquilo realmente funcionaria. Agradeci a meu pai silenciosamente.

_Vamos brincar um pouco — disse em tom maligno. — Você vai me dizer a localização exata de onde meus amigos estão, se não você não vai descobrir como retirar essa maldição.

_Eu não vou contar onde Reia estas. — disse ela. — Mas eu li digo uma coisa. Você nunca saberas que seus amigos estão no Monte Talmapas. — Ela falou alguns palavrões em grego antigo e tapou a boca mais uma vez. — Maldito seja Apolo o deus da poesia. Eu odei seus filhos e filhas. — Ela gritava para o céu coisas piores que isso.

_Muito obrigado — disse — Eu não preciso mais de você. — me virei e comecei a caminhar até a saída.

_Volte aqui já — disse Campe correndo em minha direção. — para que eu possa te matar. Quando ela estava a poucos metros de mim eu senti um vento forte. Quando olhei para trás Campe não estava mais lá. Ela estava embaixo das patas da Srt O'Leary. Aquele vento era ela tentando me preoteger. Campe virou uma pilha de pó dourado.

_Estou te devendo essa — disse eu a ela. — Me lembre de te dar um biscoito canino quando chegarmos no Acampamento Meio-Sangue. — ela lambeu meu rosto. Ela nunca tinha feito aquilo. Acho que nossa richa acabou. — Agora vá pra casa, você precisa descançar. — ela começou a fungar — Não precisa se preocupar , vou trazer Percy e os outros devolta. Ela me fitou com aqules grandes olhos vermelhos querendo dizer Por favor. Eu pedi para ela seguir entre as sombras até o Acampamento. Ela era acostumada a fazer isso com facilidade. Ela mergulhou nas sobras com um grande latido. — Cuidado garota. Percy não me perdoaria se algo acontecesse a você. — eu me senti um pouco idiota por falar sozinho. Eu olhei em direção ao monte Talmapas.

_Pessoal , eu já estou chegando.

Chegar aquela motanha não era tão trabalhoso assim. Quando cheguei a sua base , já estava escuressendo. Chegar no pico da motanha, essa sim seria uma coisa difíil de fazer. Nem a Srt O'Leary poderia ajudar a resolver esse problema. Não sabia se existia algum deus de escaladas mas rezei pra esse mesmo assim. Coloquei uma mão na encosta da montanha. Já ia colocar um pé para começar a subir , mas uma voz feminina soou atrás de mim.

_Você seria muito ingênuo se tentasse fazer isso.

Eu quase cai com o susto. Quando olhei , tinha uma mulher em pé bem a minha frente. Ela usava uma armadura de batalha completa , carregava uma lança e um escudo. Seu elmo dourado deixava os cabelos caírem sobre seus ombros. Ela tinha cabelos negros e olhos cinzentos como nuvens de tempestade. Sua pele era de um branco rosado. Em sua armadura uma coruja transluzia em seu peito. Era Atena , a deusa da sabedoria e da guerra.

_Qual será seu plano? — disse a deusa — Ir até lá , enfrentar Reia e salvar seus amigos? Pense um pouco. Você não pode fazer isso. Não agora.

_Mas é o único jeito de acabar com isso. Se eu for lá e enfrentar Reia eu poderia evitar uma guerra.

_Você não entendeu? Uma pequena guerra se aproxima, mesmo com Reia aqui ou não. Além disso ela é uma Titã, não tem como dete-la. Você deveria saber disso.

_Mas como vou salvar meus amigos? Sua filha esta lá. Eu não posso deixa-los aqui e simplesmente voltar pro Acampamento Meio-Sangue de mãos vazias.

_Eu não estou dizendo que você deveria abandonar seus amigos. Se você tentar enfrentar Reia agora , você poderá provocar a morte de todos vocês. Espere até a hora certa.

Eu não queria adimitir mas Atena estava certa. Todos nós poderiamos morrer nas mãos de Reia. Além disso como discutir com a deusa da sabedoria e da estratégia em batalha?

_Você tem razão. — disse frustado. — Mas eu vou subir lá e salvar meus amigos. Nem que eu tenha que morrer para conseguir isso. Eles são a única família que eu tenho. Eu não enfrentar Reia agora , mas você não vai impedir que os salve.

_Você já deve ter escutado que seu destino está celado nas mãos das Parcas. Muitos já devem ter dito que sacrifícius crueis vocês deveram fazer. Você entende o que eu quero dizer?

Não, era o que eu queria dizer, mas eu sabia. Morfeu me deu uma dica.

_Eu...eu vou morrer nessa guerra. Esse será um dos sacrifícios.

_Você fará seus aigos sofrerem com isso, se sentirem culpados. Mas você pode reverter isso. Sua jornada não acaba por aqui. As batalhas também não. As Parcas já prepararam seu destino. Espero que estaja preparado para ele.

_Sim, eu estou. Se morrer salvará a todos , então sim eu morrerei. — engoli em seco. Eu iria mesmo morrer. Atena deixou isso bem claro.

A deusa me olhou com pena. Ela praticamente deveria estar pensando como eu sou estúpido. Mas nada importava agora. Eu iria trazer meus amigos para o acampamento custe o que custar.

_Eu aprecio sua coragem — disse ela. — Mas saiba que se você fizer um movimento errado , é o fim. Se é isso mesmo que você quer então eu irei te ajudar. — ela asuviou. Por um momento não aconteceu nada , mas então asas gigates apareceram acima de nós. Eu não sabia direito o que era. Se era um grifo ou uma aguia gigante. Quando a criatura pousou ao lado de Atena , eu percebi que se tratava de uma enorme coruja. Ela era cinza com grandes olhos amarelos. Ela deveria ter três metros de altura , e com as asas abertas sete metros de largura. — Essa é uma de minhas mascotes. — disse ela — Ela vai te ajudar a subir lá em cima, claro se é isso que você quer.

_Eu quero. — Eu fitei a deusa , ela realmente não estava me dando confiança.

_Mas é claro. Quando chegar o momento certo ela te deixara no topo da moontanha. — ela fez uma pousa pensativa. — Já para voltar, pessa minha filha , ela sabera o que fazer.

_Tudo bem então, vamos. — a coruja me deixou subir em suas costas. Ela era macia como a Srt O'Leary. Enquanto levatavamos vôo , a imagem de Atena desapareceu no ar. Uma voz soou dentro de minha cabeça : Seja sabio, se usar sua inteligencia saira de lá vivo. — Eu vou — disse. — Acredite Atena. Iáááá. — gritei para o coruja , que correspondeu com um grande Uh Uh.

O topo estava mais e mais perto. Uma entrada estava bem no topo. As nuvens espiralando ficavam mais violentas ao longo de minha chegada. A coruja de Atena parou nessa entrada. Eu saltei de suas costas e ela se foi tão rápido quanto o vento.

O Monte Talmapas era imprecionante e assustador ao mesmo tempo. Colunas de mármore negro se espandian do chão até o teto. Tudo era coberto de mármore negro e decorado com imagens douradas . Imagens de batalhas violentas. Não havia nenhum sinal de Reia ou de qualquer outro inimigo. Ao longo dali havia um homem securando algo que parecia ser o céu. Ele estava gritando e sofrendo. Parecia uma horrivel tortura. Ele não me notou entrar no monte dos titãs.

Amarrados a ferro, estavam meus amigos , sentados em um tipo de palco para um caxão. Eu não estava a pessoa mais bonita e limpa do mundo. Minha camisa do acampamento estava rasgada e os jeans esfarrapados. Mas meus amigos estavam pior. Eles estavam com olheiras nos olhos e pareciam cançados. Suas roupas estavam um pouco sujas e eles estavam com uma aparencia de quem não comia por muitas horas.

Nenhum sinal de Reia. Isso me preocupava um pouco , parecia fácil demais andar até meus amigos e salva-los. Não era tempo de pensar nisso. Fui até eles. Estava com uma flecha armada, qualquer coisa poderia acontecer. A medida que eu ia me aproximando , meus amigos ficavam mais desesperados. Por que eles estão agindo assim ,pensei. Aquilo era muito estranho. Eles tentavam falar alto mas estavam cançados demais.

Quando cheguei até eles,comecei imediatamente a cerrar aquelas cordas de ferro com minha adaga , mas não estava nada fácil. Eles estavam me encarando e sussurrando algo. Eu não conseguia entender o que era. Cheguei perto o suficiente e não gostei muito do que ouvi.

Corre! Era o que eles estavam dizendo.

_Corre? — perguntei — O que vocês querem dizer com... — Fui interrompido por um grande estrondo atrás de mim. Com o canto do olho vi uma figura musculosa e desajeitada. Quando me virei consegui ver com mais clareza. Ele tinha seis metros de altura, era todo sujo e usava uma roupa feita de lã com um botom escrito Bode são demais. Ele estava com um grande martelo em suas mãos e fedia a bode molhado. Ele tinha apenas um olho , que ea leitoso e me olhava com certa dificuldade.

_Sinta a furia de Polifermo. — O ciclope rugiu com furia para mim. Minha respiração falhou. Ele era o ciclope mais feio e grande que eu já vira. — Mais um para minha coleção? Obrigado grandiosa Reia.

_Eu não sei quem você é — consegui falar — mas se foi você quem fez isso com eles , você vai pagar.

_ Ha! E será você que vai me deter?

_Acho que sim — respondi.

Atirei uma flecha em seu peito. Ela não pareceu ter efeito pois ele nem a percebeu. Ele tentou me acertar com martelo mais eu corri para o lado. Onde eu estava agora tinha uma grande rachadura. Atirei mais flechas em sua direção mas ele apenas as rebateu como se fossem insetos. Tentei me aproximar mas era quase impossível. Ele era praticamente cego , como conseguia evitar meus movimento.

_Como você... — fui interrompido por uma martelada a minha direita. — ...consegue me ver? — Ele não me respondeu me respondeu.

_Fique parado. — disse ele. Ele calsou um pequeno tremor abaixo de meus pés me derrubando. — Agora sim. Diga adeus a seus amigos.

_Espera um pouco. — Estreitei meus olhos e percebi que algo brilhava em um bronza intensso perto dos ouvidos de Polifermo. Era um pequeno passaro, ele estava literalmente abrindo o bico para falar a direção que Polifermo tinha que ir e acertar. O passaro tinha garras de bronze. É isso. Eu só tenho que acertar o pássaro.

Armei uma flecha mas Polifermo foi mais rápido. Ele abriu uma cratera perto de mim. Eu ia me afastando cada vez mais dele.

_Não adianta fugir! — rugiu ele — Eu vou e pegar e você será o primeiro a morrer.

Com a ajuda do pássaro ele era rápido e agil. Eu olhava para cima a procura de algo que eu poderia subir , mas só havia as colunas de mármore negro. Vai ter que dar certo , pensei. Comecei a escalar uma das colunas. As vezes eu parava e atirava flechas explosivas de som nele. Isso deixava ele confuso pois não conseguia escutar o pássaro. Quando cheguei ao topo da coluna esperei o momento certo.

Fiz Ílios se transformar em uma espada como Contracorrente. Eu me segurava firmemente na coluna enquanto ele se aproximava. Quando ele estava a um metro e meio de onde eu estava , eu saltei em sua direção. Ele pareceu surpreso mas quando o pássaro informou onde eu estava ele me acertou em pleno ar com seu martelo , me jogando em uma grande parede rochosa. Tudo a minha volta girava , meu corpo estava todo dolorido. Eu não conseguia me levantar. Ílios não estava mais em minhas mãos. Apenas a adaga de Ártemis estava a meu favor.

Agora ele se aproximava com um grande sorriso maléfico em seu rosto.

_E agora , pequeno semideus? Qual são suas últimas palavras.

_Só uma — disse. — Diga adeus à seu pássaro. — Com muita dor me levantei e me forcei

a pegar a adaga de Ártemis. Rezei para Ártemis e lancei a adaga naquele maldito pássaro fofoqueiro. A adaga o acertou em cheio e o passaro explodiu deixando um pilha de pó nos ombros do ciclope.

_Mas , o que você fez? — queixosse o gigante. — Cade aquele pássaro?

Me forcei a andar vagarosamente até Ílios. Polofermo estava confuso e desferia golpes por todo lado. Aproveitei e coloquei um pouco de ambrosia dentro da boca. Aquilo melhorou um pouco a dor no corpo , mas eu ainda estava com dificuldades.

Peguei Ílios e o transformei em uma grande corde de bronze com um peso em sua ponta. Se usar sua inteligencia saira de lá vivo , foi o que Atena disse.

_Tudo bem então. — comecei a correr em direção a Polifermo e a balançar a ponta com o peso da corda. — Se prepare para cair grandalhão.

Ele olhou na minha direção mas já era tarde demais. Lancei Ílios em sua canelas que se enrolou nelas e comecei a correr envolta dele.

_O que você está fazendo? — perguntou ele. — Me amarrar não vai adiantar nada.

Eu o ignorei completamente. Quando a corda já estava enrolada nele o suficiente , puxei com toda a força que tinha mas o gigante nem se movia.

_Por favor — disse — tem que funcionar. De repente , Ílios começou a brilhar intençamente em um tom dourado. Em minha cintura a adaga de Ártemis cintilava em um tom prateado. Use-a com sabedoria . As palavras de Ártemis ecooavam em minha cabeça.

Transformei a corda em uma adaga exatamente do tamanho da adaga de Ártemis. Agora eu carregava duas adagas em minhas mãos. Polifermo virou para minha direção.

_Aí está você. Não vou te perdoar pelo o que fez com meu pássaro.

Minhas duas adagas brilhavam no mesmo tom. Uma prateada e a outra dourada. O gigante começou a investir contra mim. Eu permaneci no mesmo lugar.

_Você ira sofrer muito em minhas mãos — disse o gigante.

Cruzei as adagas segurando-as acima da cabeça. As adagas brilhavam intenssamente. Apolo e Ártemis. Sol e Lua.

_Te vejo depois. — Eu parecia bem confiante.

Comecei a avançar em direção a Polifermo. Quando ele chegou perto o suficiente , desferi um único golpe com as duas adagas. Quando elas tocaram Polifermo, uma escuridão se espalhou pelo Templo dos gigante. A escuridão de um eclipese.

Quando a luz das tochas voltou a iluminar a caverna , não havia nenhum sinal de Polifermo a minha frente. Nem mesmo uma pilha de pó dourado estava por perto. Acho que meu ataque o mandou direto para o Tártaro , e algo me dizia que ele iria ficar lá por muito tempo.

As adagas pararam de brilhar. Meus amigos estavam espantados com tamanho poder. Eu mesmo não acreditava no que aconteceu. Agora só havia eu , meus amigos e aquele homes segurando o céu.

Quando consegui cortar aquela corda de ferro , ela se dissolveu em minhas mãos. Meus amigos tentaram se levantar mas estavam fracos demais. Eu lhes entreguei um pouco de néctar e ambrosia. Suas olheras começaram a sumir e eles começaram a se levantar.

_Reia nos forçou a lutar com ele os dois dia que ficamos aqui. — disse Percy. — Quando estavamos prestes a mata-lo ela nos prendia devolta.

_Vocês devem ter sofrido bastante — disse — Mas agora vamos voltar pro acampamento e contar para eles a história inteira.

_Para onde você foi? — perguntou Riley. — Você não veio com agente.

_Reia me mandou devolta para o acampamento. — contei a eles a minha viagem até eles. Quando disse que fui capiturado pelas Caçadoras de Ártemis e disse que Thalia estava lá , Annabeth me encarou como se quisesse saber mais. Por fim contei a eles sobre meu encontro com Atena.

_Uma coruja gigante? — perguntou Grover. — Isso parece perigoso.

_Mais foi bem legal. — disse. — E Annabeth , sua mãe disse que você saberia o que fazer quando eu os libertasse.

_Eu? Mas... — ela se interrompeu por um momento , pensando em algo. — Já sei o que fazer. — ela foi até a entrada da caverna e olhou para o céu concentrada. Asas gigantes voltaram a aparecer e a coruja de Atena pousou ao lado de Annabeth. Annabeth a cariciou e disse para subirmos nela. A coruja parecia grande o suficiente para carregar cinco passageiros. Montamos nela e voamos em direção ao Acampamento Meio-Sangue.