A Beautiful Lie
37 Cap.35 - Envolvidos
Notas iniciais
Eu to aqui agora, com sono, quase derrubando meu suco de maracujá no teclado, mas estou aqui hehehehe
Então, feliz Natal atrasado, eu espero que o de vcs tenha sido beeem legal e que ngm tenha dado uma boneca pra vcs #Cadeque minha mãe fez isso '-'
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Sobre o cap.: Me disseram q eu sou romantica, ainda to tentando decidir o quão bom isso é kkkk O fato é, eu tentei deixar uma coisa... quente, mas não muito... depravada não é a palavra certa, mas é quase auhaus Enfim, é algo apenas... Tah, é apenas algo ¬¬
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Capítulo de hoje é Dedicado a LINDAAA e seduzente da MIWA Mazur, ou só Miuá mesmo aushauhas. Que deixou uma super recomendação pra fic e que quase me fez chorar de emoção. Obrigada Miwa-chan ^^
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Feliz Ano Novo adiantado e comam lentilha, oks? u.u #Faz bem asuhusas
Espero que gostem ^^
Draco continuava parado com as mãos nos bolsos quando eu voltei ao quarto, pronta para dormir vestindo uma confortável camisola branca.
- Você percebeu que é a suíte nupcial? – ele perguntou, com os olhos fixos na cama quando eu joguei a grande quantidade dos travesseiros para o lado, tentando tirar as pétalas de rosas que estavam sobre a cama. Eu não poderia esperar nada de diferente. A garrafa de champanhe continuava no gelo, com as duas taças ao lado, intactas. Assim como os morangos e as outras frutas.
- O sofá é confortável – eu disse, entendendo o que ele quis dizer.
- Eu aposto que sim, mas você pode dormir na cama comigo se quiser – ele falou, entrando no banheiro como se o que tivesse dito fosse algo não discutível.
- Eu acho que você não entendeu Draco! – falei quando o segui. Ele me olhou pelo espelho, começando a desabotoar a blusa branca.
- Entendi sim. Somos casados. Ou dormimos na mesma cama ou alguém dorme no sofá.
- O alguém será você!- eu disse, apontando meu dedo para ele quando se virou.
Draco me olhava como se eu nem ao menos estivesse em sua frente. Com aquele usual sorrisinho de canto que me fazia perder o que me restava de paciência tão rapidamente.
Eu voltei para o quarto, deitando na cama com raiva e me cobrindo até o pescoço. Eu sabia que isso não seria fácil, mas eu esperei que durante a lua-de-mel Draco continuasse a me tratar como pouco antes do casamento me ignorando de toda e qualquer forma. Eu estava errada.
Eu já sentia minhas pálpebras pesadas e o sono me envolver quando senti o peso mudar na cama. Fechei os olhos com força, sabendo que brigar não iria adiantar nada. Além, é claro, de me deixar ainda mais irritada e fazer Draco se divertir as minhas custas. Eu me concentrei em meu sono e no quão cansada eu me sentia. Tudo foi por água a baixo quando senti Draco colocar um de seus braços em cima da minha cintura e encostar seu corpo ao meu.
Respirei fundo, contando mentalmente o máximo que eu poderia aguentar. Eu não fui muito longe quando senti um beijo molhado em meu pescoço.
- Oh meu Deus – eu sussurrei alto de mais, fazendo Draco rir.
- Você finge muito mal, sabia disso? – ele perguntou, não se afastando nenhum pouco. Sentia cada parte do seu corpo perfeitamente encostada ao meu.
Eu me desvencilhei de suas mãos e liguei a luz, me sentando na cama e o encarando.
- O que há com você? – exigi, vendo-o passar uma mão pelo cabelo louro, bagunçando alguns fios – Você esteve me evitando nos últimos dias. Você mal falava comigo! Por que isso agora?
- Porque estamos em nossa lua-de-mel – ele falou, sorrindo enquanto pegava em meu pulso e corria um dedo por ele. Eu o puxei de volta. Ele pareceu se irritar – O que foi agora?
- Às vezes eu não entendendo como você consegue, Draco. Você age como se não se arrependesse ou sequer se lembrasse daquilo. Como se tivesse sido com outra pessoa e não comigo. – eu não deixei que qualquer lágrima caísse enquanto o encarava. Ele sabia do que eu estava falando. Era obvio que sabia.
Como já esperado, Draco não falou nada e eu estava pronta para me virar e dormir quando ele finalmente respondeu.
- A resposta é sim. – ele disse, com um tom de voz convicto – Se você me perguntasse se eu me arrependo, a resposta seria sim. Não antes e muito menos depois de você ter aceitado se casar. Bem, lógico que eu me arrependia por ter feito aquilo, mas apenas porque eu sabia que seria algo que poderia destruir o meu nome e o da minha família. Mas agora eu me arrependo toda vez que você me olha e eu vejo a acusação. Arrependo-me antes mesmo que você toque no assunto. Não mais pelo meu nome, embora eu também seja consciente disso. – Sua mão desceu pelo meu braço, parando em minha mão onde ele tocou a aliança de ouro. – Eu sei o que eu te fiz e sei das consequencias que isso vai trazer.
Eu abri e fechei a boca diversas vezes, sem saber ao certo o que dizer ou como reagir perante suas palavras. E então, como em um clarão, eu me vi com a oportunidade perfeita para saber o que eu tanto queria e o que mais me deixara confusa.
- O que você sente por mim? – eu perguntei sem vacilar uma única vez – Realmente. Sem jogos ou motivos para nos casarmos – a pergunta pareceu pegá-lo de surpresa, mas ele se recuperou depressa.
- Eu me casei com você. Isso é algo, não acha?
- Não – eu disse, balando a minha cabeça – Você quis se casar por Alicia, mas não foi isso o que eu perguntei. O que sente por mim, Draco? – eu repeti, mais determinada desta vez – Porque eu sei que não é ódio.
Eu sabia o que estava procurando com aquilo e sabia que podia não gostar da resposta, mas ainda sim eu necessitava dela.
Draco me olhou e eu facilmente me perdi ali. Era castanho no cinza, um parecendo avaliar o outro. Tinha tantas coisas naquele olhar, mas nenhuma concreta que eu pudesse identificar. Eu o vi se aproximar e encostar sua testa na minha quando uma de suas mãos se postou em minha nuca.
- Eu não a odeio – murmurou, deixando que nossos lábios roçassem um no outro — Talvez antes, mas não agora.
- Algo diferente disso? – eu perguntei, notando apenas depois minha respiração descompassada, assim como as batidas do meu coração.
- Muito diferente – ele falou, no instante seguinte me beijando. E eu o entendi.
Levei minhas mãos até seu cabelo, o puxando para mais perto. Draco desceu uma mão para o meu pescoço, seguindo caminho para o meu colo e então subindo para o meu ombro e brincando com a alça da minha camisola. – Você devia saber, eu não sou uma boa escolha, Hermione – ele falou nos separando e me olhando. Sua língua estalou ao dizer meu nome, e eu percebi o quão sexy aquilo era. Draco desceu a alça lentamente, sem tirar os olhos de mim enquanto mordia o lábio inferior. Eu não me importei com o que ele quis dizer sobre não ser uma boa escolha. Eu estava envolvida demais para medir minhas chances de escapar.
Draco me empurrou para trás enquanto se movia para ficar em cima de mim, os travesseiros ficaram em minhas costas quando ele me pressionou ligeiramente contra o colchão, parecendo tomar cuidado quando voltou a me beijar. Eu gemi entre seus lábios quando o senti apertar meu seio e me deixar cada vez mais excitada.
Entre caricias e gemidos as roupas aos poucos foram saindo, deixando pele contra pele. Senti meu corpo queimar, implorando pelo toque de Draco. Mesmo tendo as mãos dele por todo o meu corpo, não parecia ser o suficiente. Não era o suficiente.
Sua boca estava por todo o meu corpo, e eu tentava a todo o custo não gemer e gritar enquanto ele me acariciava. A língua quente descendo pelo meu colo causando aquele frisson em meu corpo e aumentando ainda mais meu desejo. Estava a um curto passo de implorar para que ele fizesse algo e acabasse logo com aquilo. Eu sabia o que queria que ele fizesse.
Draco me olhava, analisando minhas expressões com um olhar que me faria sorrir, se eu não estivesse ocupada demais aproveitando as sensações de puro prazer que ele estava me proporcionando. Tudo ficou ainda melhor quando ele desceu mais.
- Draco – eu ofeguei, embrenhando minhas mãos em seus cabelos.
Sua língua tocou em minha intimidade e eu tive a nítida sensação de uma corrente elétrica percorrer meu corpo enquanto arfava. Não consegui mais conter meus gemidos e nem ao menos tentei. O senso de diferença entre certo e errado havia desaparecido ali e enquanto eu me entregada àquilo tudo parecia ser certo. Tudo parecia uma deliciosa tortura. Eu já estava chegando ao meu limite quando Draco voltou a subir, roçando seu corpo no meu e me deixando sentir sua excitação. Ele pressionou sua boca na minha.
- Você tem um gosto muito bom – ele falou, logo em seguida mordiscando minha orelha.
Eu não me permiti corar. Não me permiti sequer um pensamento de vergonha. Não quando no instante seguinte Draco me penetrava e se movia com maestria dentro de mim. O cheiro dele estava mais forte e melhor, me embriagava.
Eu o abracei mais, aumentando o contato e sentindo-o ir mais fundo.
- Hermione – ele gemeu apertando meu seio com a mão livre enquanto segurava firme em minha cintura com a outra. Ainda havia cuidado ali, mas mais do que isso, havia a vontade incontrolável de sentir ainda mais o corpo de Draco. Ele parecia partilhar dos mesmos pensamentos que eu.
Suas costas e braços estavam completamente marcados pelas minhas unhas.
Eu tentava conter o impacto das investidas deles, mas tudo o que conseguia fazer era aumentar ainda mais o prazer para nós dois.
Suspiros e sussurros ecoavam no quarto. Talvez minutos ou horas houvessem se passado, mas eu não saberia precisar o tempo. Minhas vistas estavam embaralhadas enquanto eu sentia Draco gozar e chegava ao meu limite máximo. Eram como mil fagulhas coloridas explodindo a minha frente, dançando em minha visão.
Quando Draco deitou ao meu lado, colocando um braço em baixo da minha cabeça enquanto sorria, eu me sentia completamente extasiada.
- Você ainda vai estar aqui quando eu acordar? – eu perguntei, descendo minha mão por seu peito e então subindo de novo e parando em seu ombro.
Eu senti seu corpo tremer com a sua risada e então ele se ergueu levemente para me olhar. O brilho de seus olhos intenso.
- Você não vai mais conseguir se livrar de mim, Hermione.
Notas finais
Se alguém quiser ler, fica a dica ;)
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