A Beautiful Lie

11 Cap. 9 - Reencontro - Parte II


Notas iniciais
Yo, como vão pessoas? Ah, to bem. Ou melhor, tão bem quando se pode ser dps de ser ameaçada via msn por Miwa Ogasawara e, pelo blog por Fan Belikov,
Mas, enfim, leitores novos, sejam bem-vindos: more1weasley, Nanda, rosa, Vander, Thaa, Letícia Aguiar e Priscilla Vitori.
Não me abandonem, ou eu lanço avada em td mundo u_u
Agora, o cap. é dedicado as lindas que me fizeram gritar e dar pulos em casa: Fran Belikov (russo sexy hehehehe) e Thaa. MUITO obrigada msm pelas recomendações, eu chorei com cada uma :')
E ninas e nino, muito, muito obrigada mesmo pelos reviews.
Como prometido, aqui vai:
P.S.: Gostaram da Capa Nova?

\"\"

~*~POV — Draco Malfoy~*~

Eu dirigia a algumas horas, mas, por incrível que pareça não me sentia cansado ou pronto para uma parada. O motivo era claro para mim. Eu não queria perder mais tempo. Não sabia ao certo o que faria quando a visse, mas de uma coisa eu tinha certeza: A Granger não ficaria com aquela criança.

Não me importa o fato do que aconteceu há alguns meses. Se aquela criança realmente existisse eu não deixaria que ela fosse criada pela Granger.

Eu olhei para o papel em minha mão enquanto dirigia, procurando ver se estava no lugar certo. Manobrava por uma rua cheia de casas, todas elas muito parecidas. Era claro para mim que eu não deixaria meu filho crescer em um lugar como aquele... Procurei pelo número da casa e não demorei a encontrá-lo.

Era uma casa simples, completamente ao contrário do que eu esperava encontrar já que mesmo a Granger tendo sido contra aceitar minha proposta eu havia me encarregado de postar uma boa quantia em sua conta bancária. Ao que parece, dinheiro não é algo que a agrada muito...

Eu parei o carro do outro lado da rua e sai.

Já se passavam das seis da tarde e a rua estava um pouco movimentada. Estava começando a caminhar em direção a casa quando escutei meu nome e me virei, vendo uma mulher de meia idade com uma mangueira nas mãos. Ela tinha um enorme sorriso no rosto enquanto acenava para mim.

-Desculpe, nos conhecemos? – a pergunta foi mais por educação do que qualquer outra coisa. Eu não a conhecia, tinha certeza disso, e também, não tinha quaisquer interesses em fazer amizade com alguém que morava no subúrbio.

-Ah, não senhor. – ela disse, seu sorriso foi morrendo aos poucos. – Eu apenas vi no jornal, sobre a morte de seus pais. Eram pessoas muito boas, uma pena o que houve.

Eu não havia acreditado quando vi a manchete nos jornais de Londres. A maioria deles havia denegrido a imagem do meu pai enquanto ele estava vivo sobre a origem do nosso dinheiro, e então, depois do ocorrido, o trataram como um bom homem que se foi cedo demais.

-Claro. Uma pena. – eu falei concordando. Era incrível a mania de algumas pessoas em falarem sobre algo que não sabia e sim julgavam.

Eu voltei a andar em direção a casa em que a Granger vivia quando novamente a mulher resolver falar, mas desta vez ela teve toda minha atenção.

- A senhorita Hermione não está em casa. – falou e eu me virei. – Acho que só chegará em algumas horas.

Bom, ela não poderia ser assim tão descartável, afinal. Tentando parecer gentil e não muito interessado, eu voltei minha atenção para ela.

-Ela costuma trabalhar muito?

-Não muito, mas é que ela vai e volta com a filha mais nova dos Weasleys já que não tem carro.

Aquele nome me soou familiar, mas não soube dizer ao certo de onde.

- O senhor a conhece de onde? – perguntou.

-De nenhum lugar exatamente. – falei e vi seu sorriso amigável se transformar em decepção, provavelmente por não ter mais nada a especular. – Agradeço pelas informações. – disse já dando a volta no carro e entrando novamente nele.

Eu fechei as janelas e liguei o som, impedindo qualquer tentativa futura de conversa.

Perdi a conta do tempo em que passei ali dentro, olhando para sua casa. Tudo em que eu pensava era em como em breve eu a veria novamente. Aquele reencontro seria desagradável para ambas as partes, mas não havia como evitá-lo. Ao menos não para mim. Ela tinha algo que eu queria — e precisava — e eu não podia abrir mão disso.

Eu poderia não querer exatamente um filho, mas saber que todo o meu futuro estaria junto com uma criança que há dois dias eu não sabia da existência mudava muitas coisas em toda essa história.

Sabia que havia prometido nunca mais procurar a Granger, mas dada a circunstância, isso era irrelevante agora. Os postes de luz iluminavam a rua, e então, eu vi com perfeição quando um carro parou do outro lado da rua, em frente a casa que eu estava a espreitar durante algumas horas.

Granger saiu. No mesmo instante minha respiração pareceu ficar mais pesada. Ela estava tão diferente de como estava acostumado a vê-la... Tinha alguma coisa muito diferente nela toda e que eu num sabia dizer o que era. Talvez fossem as roupas que não eram nada parecidas com o usual uniforme que ela usava...

Ela estava rindo com uma garota ruiva que estava no banco da frente, e então se virou, caminhando em direção a casa. Eu não perdi tempo e logo sai silenciosamente do carro.

Ela não olhou nenhuma vez para trás, parecia estar cantarolando baixinho uma música que eu não fazia a mínima ideia de qual era.

Somente quando ela abriu a porta foi que eu resolvi chamá-la. O nome saiu com naturalidade, exatamente como deveria ser.

No mesmo instante ela congelou. E então, lentamente, ela se virou para me olhar. Choque e horror preencheram suas feições quando seus olhos caíram em mim.

-Draco... – ela balbuciou.

-Podemos conversar? – fiz uma pergunta, embora soubesse que ela se negaria.

Sem esperar resposta, eu a peguei pelo braço e empurrei pela porta já aberta. Assim que entramos, eu fechei a porta, agradecendo por ela parecer tão surpresa que nem ao menos tentou resistir. Não gostaria de ter de lidar com vizinhos furiosos a essa altura...

Eu não conseguia ver seu rosto já que lá dentro estava completamente escuro, mas quando subitamente a luz se acendeu, eu olhei em volta, notando que estávamos, ou melhor, que ela estava encostada contra a parede ao lado a porta. Notei sua mão sobre o interruptor de luz enquanto ela ainda me encarava, parecendo se decidir se eu era real.

-Bela casa. – eu falei, e então, como se estivesse saindo daquele estado de estupor ela puxou seu braço com um solavanco e me empurrou com um pouco de força, enquanto saia de perto de mim.

-O que faz aqui?

Notas finais
#É aquele momento em que vcs pensam: Eu vou comer ela viva.
#Não Me Matem!
#Ameaças liberadas ;)
#Quem quiser me matar eu aceito uma recomendação no lugar :)