A Beautiful Lie
36 Cap. 34 - Inadmissível
Notas iniciais
Sorry a demora pessoas, explicações no final.
Obrigada pelos reviews incentivadores e MP's q recebi *--* Sério, fiquei tão feliz quando percebi q alguns sentiam minha falta *------------*
Quando comecei ABL pensei que quase não teria leitores. Era um terreno novo já que até então só lia fics de HP e nunca me arrisquei a escrever sobre os personagens, e agora, eu estou aqui, completamente surpresa pela forma como a fic cresceu e como eu também cresci. Sério, agradeço por todos os favoritos, recomendações que foram feitas com tanto amor e carinho, reviews deixados com tanta emoção (até mesmo os raivosos e agressivos aushauhs), agradeço a cada leitora linda que eu tenho, aquelas fofas que divulgam a fic por ai, néah Joyccer Andrade e Dani Ribeiro e a tantas outras que fizeram o mesmo e com isso mais leitores chegaram. Enfim, eu só tenho a agradecer, mesmo. Não, isso soa como um texto de despedida, mas não é u.u É só que eu realmente, mesmo, fiquei feliz quando abri a minha conta e vi todas aquelas mensagens e reviews. Muito obrigada, vcs são demais!
Agora, duas coisas mega importantes a dizer: Miwa, não vale acabar com o mistério, Putz, nem a Kathy adivinhou e vc vai e me diz o q é #ausaushausas
E... Por ultimo, mas muito, muito, MUITO importante, o Capítulo é dedicado a duas lindissimas e fofas: Dulcita Von Malfoy Westick e Lana Black M Obrigada pelas recomendações mega lindas e perfeitas amores *--*
Agora, sobre o cap.: Eu definitivamente, não sou boa com POV do Draco. Sei lá, sempre acaba ficando muito sentimentalista :/ Mas, espero que gostem.
Uma pergunta no final, oks?
Leitoras novas, sejam bem-vindas ;)
P.S.: Bia, Polliana e Loire cá estou eu ;)
POV Draco Malfoy
Não fiz nenhuma tentativa para manter uma conversa válida com Hermione. Sequer havíamos trocado mais do que murmúrios quando nos despedimos dos convidados. Naquele momento, a amiga ruiva de Hermione parecia ser a mais relutante em soltá-la, enquanto falava ao seu ouvido e olhava em minha direção como se tivesse algo para me dizer. Bem, eu sempre soube que ela não gostava de mim, então eu já tinha uma boa ideia de todas as coisas desnecessárias que ela me diria.
Eu olhei para Hermione que continuava imóvel na poltrona ao meu lado. Ela também não parecia querer qualquer tipo de conversa comigo. O livro estava aberto em seu colo, e ela o lia desde que havíamos entrado no jatinho. Durante o caminho até a pista de voo ela mal havia olhado em minha direção. Esperei que seu silêncio fosse quebrado quando estivéssemos no ar, mas o tempo passava enquanto ela permanecia em um silencio perturbador. Nem mesmo sua curiosidade para saber onde estávamos indo parecia ser o suficiente para que ela dissesse algo.
O livro parecia ser tão interessante que ela mal se movia. Seu cabelo agora solto cobria parcialmente seu rosto em alguns cachos variados. Um deles estava em suas costas, e eu detive minha mão a meio caminho, antes que eu a tocasse. Foi então que eu notei o que, realmente, seu cabelo cobria. Eu sorri, virando meus olhos para a janela, observando qualquer que fosse a paisagem.
– Não é de bom tom observar as pessoas assim, Hermione – eu lhe disse, e em seguida ouvi um som abafado. Ela havia fechado seu livro.
Não me virei e tampouco a olhei, mas seria capaz de apostar parte da minha fortuna de que ela estava de braços cruzados e com uma expressão furiosa e confusa.
– Você tem problemas, Malfoy, definitivamente! – ela disse, em um tom baixo, como se pudessem nos ouvir.
Finalmente me virei para ela, vendo os olhos castanhos mostrando a irritação que ela sentia. Os braços cruzados em frente ao peito.
– E você costumava fazer tentativas de me ofender melhores do que essa – respondi.
–Humpf! – ela bufou e virou a cabeça para o lado, como se estivesse decidindo se me responderia ou não. Finalmente o fez, segundos depois – Não foi uma tentativa de te ofender. Apenas a verdade! Eu juro que às vezes penso que não te conheço, Draco!
Eu iria perguntar o que estava acontecendo com ela e o motivo de toda aquela irritação, mas a última parte eu não esperava.
– E você algum dia pensou que me conhecia, Grang- — eu parei, assim que levei meus olhos para sua mão, vendo o anel ali e me lembrando de que as coisas, em muito pouco tempo, estavam mudadas.
– Sempre – ela respondeu a pergunta não terminada – Sempre que permaneço mais de cinco minutos em sua presença eu tenho a certeza de que te conheço o suficiente para me manter longe, mas então, momentos depois, você fica tão diferente que eu faço outro julgamento, e dessa vez acho você tão perfeito que... – ela parou abruptamente e então balançou a cabeça negativamente, antes de soltar seu cinto e se levantar – Com licença.
Eu apenas assenti, engolindo minha curiosidade pelo final da frase, ao menos por hora. Não devia alimentar o que quer que Hermione estivesse começando a sentir. Mesmo já fazendo ideia do que era. Eu sabia até onde poderia ir naquele jogo, ao menos, sabia antes das coisas ficarem contra mim.
Peguei o livro que agora estava em seu acento. Orgulho e Preconceito. Eu ri comigo mesmo e abri uma página qualquer. Logo Hermione estava de volta, parecendo inconformada com algo.
– Você poderia me dizer para onde está me levando? Já que todos aqui parecem não querer me dizer! – ela exigiu, puxando o livro de minhas mãos e se sentando novamente.
– Eu pensei que não quisesse saber. – respondi – Honestamente, Orgulho e Preconceito não é o tipo de leitura recomendada para você.
Ela crispou seus lábios.
– Não pedi sua opinião sobre o que deveria ler ou não, Malfoy!
– Você devia se lembrar de que também é uma Malfoy, assim como nossa filha também vai ser, antes de dizer meu nome dessa maneira. – eu respondi calmamente, vendo sua irritação, se possível, aumentar ainda mais.
– Vai me dizer para onde estamos indo ou não?
– Não – falei, me virando outra vez para o lado da janela e fechando os olhos, evitando qualquer outra pergunta que ela pudesse fazer.
Horas mais tarde, quando uma aeromoça se aproximou avisando que pousaríamos em instantes, Hermione já estava completamente diferente. O cabelo ainda solto, mas agora sem todos os cachos. Seu rosto agora totalmente livre da maquiagem. Ela também não parecia mais tão irritada, o que significava que em breve ela poderia estar falando outra vez comigo. Não que eu não quisesse ouvir sua voz, mesmo que fosse para me mandar calar a boca — e devo dizer que isso se tornou cada vez mais raro — mas eu estava procurando me afastar dela, cada vez mais. O suficiente para que quando tudo acabasse eu não sentisse sua falta. Eu estava falhando inteiramente nessa tarefa.
Transar com ela, quando estava em minha perfeita faculdade mental e completamente atento ao que havia acontecido, não deveria e nem podia ser classificado como um erro. Erros não costumam ser tão bons como o que nós havíamos feito. Mas com toda a certeza eu poderia dizer que a droga do sentimento envolvido ali foi o maior erro que eu pude cometer. Sentimentalismo não era permitido ali, não em um negocio perigoso como aquele. Eu não precisava me lembrar de que mesmo casada, Hermione ainda poderia aprontar alguma que me deixasse longe de Alicia e, consequentemente, sem o resto da minha herança. Ela não era confiável e também não deveria ser, não para mim. Percebi tarde demais que a escolha de destino para nossa lua-de-mel não havia sido das melhores. Eu devia ter escolhido qualquer outro lugar, menos Paris.
Hermione desceu as escadas bem atrás de mim, em completo silêncio. Somente quando estávamos já dentro do carro, a caminho do hotel, ela resolveu falar algo.
– Você já veio muitas vezes a Paris – ela comentou, olhando pela janela e parecendo deslumbrada com tudo o que observada, diferente de mim. Sentia-me entediado com aquilo, mas fiz o possível para parecer atento quando Hermione me olhou brevemente – Eu me lembro das fotos que sua mãe fazia questão de mostrar aos convidados nas festas que dava e também de falar sobre os leilões que comparecia com você e seu pai. Então, por que estamos aqui?
Eu dei de ombros, desviando meus olhos dela.
– Você nunca veio aqui. Achei que fosse uma boa oportunidade. – respondi, omitindo a parte em que eu lhe dizia sobre minha mãe ter me dito, temos atrás, que ali era um dos lugares mais belos que já havia visitado.
– J'espère que vous apprécierez votre séjour. – o motorista disse, em francês, enquanto sorria com exagero para nós – On dit que cette ville est parfaite pour les amateurs.
– On ne pense que je ne m'en souviens maintenant. – respondi. O motorista me olhou parecendo embasbacado, mas quando eu lhe disse que voltasse sua atenção para o que estava fazendo, disfarçou a expressão surpresa.
– Je ne me dérangerait pas rentrer à la maison maintenant – ouvi Hermione dizer e a olhei, surpreso, tanto pelo novo idioma quanto pelo tom desgostoso – Aprendi alguma coisa observando você ter aulas particulares em casa – respondeu a dúvida que certamente estava em meus olhos.
– Certo –falei, no mesmo instante em que senti o carro parar – Acho que você vai ter um bom tempo para praticar seu francês – falei, descendo do carro e dando a volta nele para abrir a porta. Hermione segurou em minha mão, parecendo confusa com meu gesto, mas logo balançou a cabeça.
– Deixe-me adivinhar; um dos momentos em que você muda seu julgamento? – perguntei, lembrando-me de nossa conversa no jatinho.
– Quase isso – falou, com um pequeno sorriso nos lábios. Ela olhou ao nosso redor, parando seus olhos no pequeno barco que estava encostado ao cais.
– Acredite você terá uma melhor vista da cidade se formos assim. Não é um caminho longo até nosso hotel – falei quando percebi a careta que ela fazia.
– Tudo bem. Eu só nunca pensei que poderia ficar enjoada justo no rio Sena – falou, como se algo fosse a pior coisa que pudesse esperar dali.
Eu reprimi uma risada e ela me olhou feio.
– Vamos logo e, se você não vomitar em cima de mim novamente, eu te dou um presente quando chegarmos – eu pisquei para ela, que revirou os olhos. Entrei no barco e estendi minha mão para ela, que a segurou firmemente, evitando olhar para a água.
– Você não vai me comprar com presentes, Malfoy – falou, sentando-se e segurando-se a borda do barco. Sentei ao seu lado e esperei que um homem com uma blusa em preto e branco começasse a remar.
Já era noite e Hermione virava a cabeça para todos os lados, apontando os pontos turísticos e dizendo como tudo era ainda mais lindo de perto. Não foi nem ao menos preciso que o homem que remava lhe dissesse por qual ponto estávamos passando. Era difícil acreditar que Hermione nunca estivera ali quando conhecia mais do eu próprio sobre a cidade. Limitei-me apenas a ficar calado assistindo seu deslumbramento. Para mim, Paris era um bom centro financeiro. Em todas as vezes que havia tirado 'férias' com minha família ali, nunca realmente passeei pela cidade. Olhando como Hermione parecia praticamente ser atraída por aquilo tudo, eu imaginei que, talvez, ambos pudéssemos conhecer a cidade juntos. Balancei a cabeça, recriminando-me por aquele pensamento tolo.
Minutos mais tarde, o barco bateu na parede do cais, em frente ao hotel em que ficaríamos.
– Pensei que tivessem uma casa aqui – Hermione comentou, quando eu a ajudei a descer e ela olhou para o hotel.
– Está em reforma, e eu não gosto de ficar lá, de toda forma. Este é o melhor hotel da cidade e-
– Tudo bem – ela me interrompeu. Observava o hotel compenetrada, de forma que não percebeu a cara feia que fiz.
– É irritante quando você me interrompe assim!
Ela me olhou de volta, e então se aproximou, segurando minha mão. Ergui uma sobrancelha com seu gesto quando ela passou um dedo sobre a aliança. Por um momento, me perguntei por quanto tempo ainda ela permaneceria ali...
– Muitas coisas te irritam, Draco, principalmente quando é sobre desafiar alguma coisa estúpida que somente você acha importante.
– Apenas para constar, você agir como se soubesse de tudo também me irrita – falei. Ela soltou sua mão da minha, mas fui mais rápido e a puxei de volta. Passei um braço pela sua cintura e inclinei minha cabeça para baixo.
– Draco! – ela disse, como se fosse para me repreender. Mas o seu tom baixo e um pouco sobressaltado teve um efeito inverso em mim.
Eu apenas encostei meus lábios aos dela, e ainda sim senti como se precisasse alimentar o fogo que se apresentou dentro de mim.
Aproveite, Draco, pensei, você não vai tê-la por muito tempo, de qualquer forma.
Antes que eu pensasse no que poderíamos fazer quando estivéssemos a sós, Hermione me empurrou para que me afastasse. Minha parte sensata e racional o fez de bom grado.
– Eu preciso de uma cama – murmurou antes de me deixar para trás e entrar no hotel.
A frase havia sido inocente, mas não foi isso o que eu pensei quando pensei no mesmo que ela. Sentia-me como se todo e qualquer esforço que eu pudesse fazer para me afastar dela fosse inútil. Até mesmo pensar em seu nome me fazia esquecer qual era o objetivo naquilo tudo. E aquilo estava se tornando cada vez mais fora de controle. Cada vez mais inadmissível.
***
Bem, há algum tempo, duas leitoras me pediram uma coisa. Uma delas pediu que eu fizesse um cap. pelo POV do Draco da cena da biblioteca, e outra me pediu uma do casamento, também pelo Draco Malfoy. A pergunta é: qual delas vocês preferem? Porque a que vocês preferirem, irei postar como um extra. Na verdade, eu ainda estou pensando se posto no blog, ou envio por MP já que odeio postar capítulos extras no meio da fic (no final é mais legal e.e). Enfim, me digam que na terça-feira, eu posto o capítulo novo e já mando para vocês ^^
***
Notas finais
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Então, antes que alguém me soque, ou ameace cortar minhas unhas, aqui vai o motivo de mais de um mês sem post.
Primeiro, eu tive provas, e depois mais provas. Passei direto, graças a Deus *--* Ai, provas na UFU e depois tava envolvida em uma pesquisa (colhi antes de ontem arroz, minha mão direita está doendo muito e minha perna esquerda pior ainda) e então, o pior de tudo:
Meu pc estragou o/ Não, ele não simplesmente deu defeito, ou algo assim. No inicio do mês ele precisou de formatação e eu paguei, depois, o estabilizador queimou e eu comprei outro e, por ultimo, minha irmã linda deixa a CPU cair no chão o/ ~ não sei até hj pra que q ela foi pegar nela :/ Ai, cheguei a conclusão de que era melhor comprar outro do que mandar arrumar.
Enfim, apenas nessa segunda a mamis linda resolveu me dar um pc novo, falando q era de natal adiantado e pelo meu esforço durante o ano *-*
Ou seja, coisas do outro pc; capitulos, fics, ones (chora) e trabalhos passados de escola, ficaram inacessíveis. Por isso só estou postando hj, pois foi quando consegui terminar os capítulos pra atualizar minhas fics juntas.
Eu mandei uma mensagem para os leitores, avisando sobre o que havia acontecido. Quem não recebeu, foi porque a caixa de mensagem estava cheia, ou porque meu tempo no pc dos outros havia acabado mesmo :(. Mas ainda sim, tinha um aviso no meu perfil. Eu até cometi um erro escabroso de português lá :( .Eu não podia postar aqui porque isso é contra as regras e o Nyah ia me dar uma bela de quatro advertências aushuhsasashaus Sorry, mesmo, mas a culpa não é minha #parte dela.
Enfim, é só '-'
Mentira, só uma coisa a dizer: Mesmo que eu demore (juro não demorar mais assim, a não ser que algo de muito ruim aconteça) eu vou terminar essa fic, oks?
Agora é só.
Bjs, té o proximo, comentem, recomendem, soltem fogos de artifício *o* AUHSUAHSAHSAS
Bjs amores, é bom estar de volta :)
P.S. AVISO PRA QUEM ACREDITA NO FIM DO MUNDO: Então, se vc acredita, que tal fazer sua ultima boa ação da vida e recomendar a fic? Ou, se for leitor fantasma, aparecer? *---* auhsauhsauhsuahsuahsa #Parei '-'
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