A Beautiful Lie

33 Cap. 31 - Finalmente Entendendo


Notas iniciais
Então, eu to super ocupada agora, tanto q na outra fic q att nem coloquei nots iniciais ou finais, mas aqui eu preciso.
O capítulo tah enorme, sim. Está cheio de coisas e eu espero q vcs não se percam, mas eu odiaria dividí-lo ~ embora fosse o certo e.e #parei.
Oks, eu não posso falar muito aqui, mas, lembrem-se de lerem as notas finais antes de mandra eu ir me tratar ;)
Eu revisei o cap. ontem e hj, mas a minha dor de cabeça tah insuportável, assim como o meu tempo já que os professores me odeiam :/
Enfim, espero que gostem (ou ao menos não desistam da fic) D:

Eu apertei sua mão entre as minhas. Estava quente, enquanto as minhas nunca pareceram tão geladas. Eu quase não fui capaz de sentir meus dedos...

O leve subir e descer do seu peito eram um pequeno indicativo de que ela estava respirando sem a ajuda de todos aqueles aparelhos. Eu sorri, eu meio ao momento de alivio e paz. Minha mãe estava bem.

-Ela apresentou uma imensa melhora no seu quadro – o medico que estava presente ali disse – Os exames deixam isso evidente – falou estendendo-me uma pasta.

Olhei os exames, sem conseguir enxergar muita coisa. As lágrimas já deixavam minha visão turva. Eu entreguei tudo a ele novamente e voltei minha atenção para minha mãe, segurando uma mão na sua, e a olhando com tanta força que eu esperava ser capaz de que, com apenas aquele gesto, ela abrisse os olhos para mim. Eu sentia sua falta, muita, mas só havia percebido que aquele sentimento era muito maior quando a vi ali, deitada e praticamente imóvel. Eu sentia falta dos seus olhos e do seu sorriso. O meu sorriso. Aquele que ela me dava todas as manhas, mesmo quando acordava cansada. Sentia falta dos seus braços ao meu redor quando eu me despedia para dormir. Eu sentia falta da minha mãe perto de mim.

Os cabelos agora, que um dia foi cheios de vida, estavam opacos, assim como seu rosto. Toquei gentilmente sua bochecha, antes de me inclinar para ela e beijar sua testa.

– Quanto tempo mais ela vai precisar ficar aqui? – eu perguntei, engolindo o nó em minha garganta e tentando secar minhas lágrimas com as costas da minha mão livre que não segurava a sua.

– É incerto exatamente, mas acreditamos que dentro de dois meses no máximo ela já possa voltar para casa. Estamos fazendo o possível para isso, senhorita Granger. O tumor foi removido, mas o estado ainda é delicado. Precisamos ter certeza de que ela estará completamente curada e seu sistema imunológico restabelecido.

Assenti brevemente com a cabeça. Eu vi Draco, que estivera parado ao lado da porta por um longo tempo se mexer parecendo desconfortável em estar ali.

– Eu sei que estão – ele disse ao médico antes de me olhar – Temos que voltar Hermione – ele disse e eu olhei saudosamente para minha mãe. Quanto tempo eu tinha passado ao lado dela? Dez minutos? Cinco? Eu não saberia precisar. Havia sido pouco.

– Eu achei que quando viesse ela estaria acordada – falei sentindo as lágrimas rolarem – Faz ideia de há quanto tempo eu não a vejo e falo com ela? – eu perguntei, mas não queria uma resposta. Eu só queria ter uma forma de extravasar toda a frustração que eu sentia com aquilo. Ela estava melhorando? Bem, era isso o que eles diziam.

– Desculpe-nos por isso, senhorita, mas será melhor para ela se continuar sedada. Os remédios são fortes, mas é um mal necessário para que ela não sinta maiores dores – assegurou-me. Eu senti dois braços ao redor de mim, e vi Draco me abraçar de lado, me levando para fora do quarto. Quando olhei para trás, tudo o que eu queria era que ela pudesse me ouvir dizer que a amava e que faria tudo por ela.

Pegamos o jatinho particular de Draco para voltarmos para casa, onde estaríamos dentro de uma hora, provavelmente, e então teríamos que cumprir com nossos compromissos, mesmo eu estando com um pouco de sono por ter acordado muito cedo. Mas havia valido a pena. Eu havia visto minha mãe, afinal. Por pouco tempo, mas o suficiente para reacender todas as minhas esperanças.

Quando eu me sentei ao lado de Draco e o olhei vendo-o olhar pela janela, percebi que aquela visita também havia servido para me lembrar do porquê de me casar em breve. Eu tinha uma obrigação com as duas pessoas mais importantes na minha vida. Minha filha e minha mãe. E eu faria tudo por elas, principalmente, porque eu já estava fazendo o maior sacrifício da minha vida...

[...]

Eu duvidava que Draco pudesse precisar fazer aulas de dança. Eram vívidas as lembranças das festas que sua mãe fazia e do quão bem ele dançava. Infelizmente ele sabia que eu não era tão boa quanto ele. Claro, eu sabia o básico, mas mesmo assim, quando eu tinha uma mão firme de Draco em minhas costas e a outra segurando minha mão eu não conseguia dar dois passos sem pisar em seu pé. Queria acabar logo com aquilo. Dentro de duas horas eu tinha uma consulta marcada e a inquietação que sentia não me deixava prestar muita atenção ao que eu estava fazendo.

– Você tem dois pés esquerdos, é isso? – ele perguntou baixo, fazendo uma pequena careta quando eu pisei em seu pé pela quinta vez.

– Desculpe – murmurei – mas não é você quem está tendo que andar com estes saltos. – falei apontando para os sapatos na cor vinho.

Draco revirou os olhos e olhou ao nosso redor. Casais rodopiavam no salão, alguns no mesmo nível em que eu estava e constantemente tinham a instrutora ao seu lado. Outros dançavam tão bem que era impossível não me sentir medíocre em minha vã tentativa de dançar junto com meu parceiro.

– Você os vê? – perguntou meneando com a cabeça na direção de um casal que estava no meio do salão. Dançavam em perfeita sincronia juntos como se previssem os movimentos um do outro e eu desejei ter aquela mesma harmonia com Draco – Ela não está dançando, – ele prosseguiu – se você prestar atenção vai notar. Apenas se deixa levar e honestamente, está bem óbvio que ele está praticamente a arrastando.

Eu o encarei confusa e então voltei meu olhar para o casal. Eles ainda pareciam dançar perfeitamente, até que eu vi, quando eles giraram e a saia da mulher se ergueu levemente, mostrando que ela estava praticamente em cima dos pés do parceiro.

Eu olhei para os sapatos italianos de Draco e então olhei em seus olhos, em dúvida quanto ao que ele podia ter sugerido.

– Não é isso! – falou dando um passo para trás parecendo com medo de minhas ações – Não precisa arruinar mais um de meus sapatos, Hermione, é só se deixar levar! Não fique tão dura, mas também não tão mole para que eu tenha que sustentar todo o seu peso – sua mão que estava em minhas costas desceu um pouco, ficando mais perto do meu quadril e a outra segurou com mais firmeza minha mão. Ele deu dois passos, ficando bem próximo a mim – Agora, é só se mover seguindo meus movimentos...

Ele foi para trás, me levando junto com ele e então mais outro. Sorriu parecendo feliz em não me ter em cima de seu pé novamente.

– Cabeça erguida, Granger! – ele falou quando me girou e me puxou de volta. Eu duvidava de que estávamos seguindo o ritmo do som do piano que tocava, mas eu estava feliz com meu progresso e Draco também não estava se importando com a música.

Eu ergui a cabeça, encontrando seus olhos acinzentados.

– O que estão fazendo? – eu ouvi a instrutora perguntar e a olhei, confusa. Ela soltou minha mão da de Draco – Se aproximem mais, é uma dança lenta, não podem dançar assim tão longe. – Ela me empurrou levemente para Draco – Vamos! A filha de vocês não se incomodará com a proximidade, garanto.

Draco colocou as duas mãos em minha cintura e eu tive que praticamente me obrigar a colocar minhas mãos em seus ombros.

– Isso! – a mulher disse parecendo satisfeita e indo ajudar outros casais que estavam em uma situação mais precária que a nossa.

– Não olhe para eles – Draco falou em meu ouvido – Eu sei que está apenas desviando a atenção, então, não olhe para eles.

Voltei meu olhar para ele mesmo um pouco contra a minha vontade. Eu não queria olhá-lo tanto quando estávamos tão próximos que eu sentia sua respiração em minha pele. Não havíamos tocado mais em qualquer assunto que fizesse alusão ao que havia acontecido no quarto, mas eu não me sentia segura quando estávamos juntos. Não estava certa sobre o que eu temia. Se medo do que ele poderia me forçar a fazer ou medo do que eu queria fazer.

– Eu estava pensando – ele falou, tirando um braço de minha cintura e tocando em meu rosto, retirando uma mecha castanha que estava ali e em seguida colocando novamente a mão em minha cintura – O que você acha do nome Alicia Malfoy?

Minha boca se abriu em espanto e eu parei de me mover, voltando apenas segundos depois quando ele me puxou gentilmente.

– Por que está perguntando isso a mim agora?

– Bem, você é a mãe – falou dando de ombros e então nos separou, me girando pela mão e então me pegando pela cintura, enquanto todos os outros casais faziam o mesmo – É normal que eu aprecie sua opinião.

– Você não parecia estar pensando nisso quando agiu como se já tivesse escolhido.

– Eu escolhi, na verdade – admitiu descaradamente.

Eu suspirei. Aquilo não era nenhuma surpresa. Draco sempre parecia querer estar por cima das coisas, e, consequentemente, ele sempre me contava tudo depois.

– Eu gosto de Alicia, – falei vendo um sorrisinho em seu rosto – mas –

– Eu sei, eu sei. Devia ter falado com você. Fico feliz por termos entrado em um acordo.

Eu parei, olhando-o cuidadosa.

– Não entramos em um acordo, Malfoy.

– Entramos sim. Você acaba de admitir que gosta do nome – apontou.

Eu o empurrei, tirando suas mãos de mim.

– Só porque eu gosto não significa que esse vai ser o nome da minha–

– Nossa.

– Para com isso, Draco!

– Tudo bem, vamos falar sobre a escolha do nome de Alicia depois – ele massageou o braço quando eu lhe dei um tapa forte.

– Idiota!

Ele abriu a boca e eu tinha certeza de que me daria uma resposta espertinha, quando olhou em volta e parou, dando um sorriso estranhamente doce, como se eu não tivesse dito nada a ele.

– Não se esqueça que você ama esse idiota – falou segurando meu queixo e me dando um beijo rápido. Antes que eu dissesse algo, notei algumas pessoas com os olhos grudados em nós. Alguns desconfiados e outros parecendo achar aquilo normal.

Eu aceitei que teria que me acostumar com aquilo, ao menos por um tempo. Fingir estar apaixonada por Draco era um preço a se pagar. E eu estava começando a ver o quão alto ele era.

***

Draco praticamente voou para ficar ao meu lado quando eu estremeci.

– O que você está fazendo? – ele perguntou a doutora e eu o olhei, tentando mostrar que estava tudo bem.

Por que ele tinha que parecer sempre tão preocupado? Quando ele fazia aquilo, parecendo pronto para se jogar na frente de qualquer coisa que poderia estar me machucando, eu sentia algo em mim se esquentar, se agradando com o gesto. Eu sabia que aquilo podia significar algo que eu não estava pronta para admitir.

– Estou apenas vendo se está tudo bem, ninguém está machucando sua noiva. – ela disse, retirando a mão de cima da minha barriga e sorrindo.

Ele relaxou minimamente, mas eu ainda sentia seus olhos em cima de nós, como se esperasse por qualquer coisa de ruim que pudesse acontecer.

Minutos depois, quando eu me vesti e me sentei ao lado da cadeira de Draco eu realmente me surpreendi com o quão preocupado ele parecia.

– Eu não acho que tomar sol vá ser um problema – Draco respondeu quando eu me sentei e ele prontamente segurou minha mão, embora ainda mantivesse sua atenção na doutora. Ele somente olhou para mim quando eu soltei nossas mãos, fingindo tirar uma pluma do meu casaco.

- Você já sentiu o bebê mexer? Algo parecido com bolhas estourando levemente dentro da barriga?

Eu neguei, sentindo-me infeliz por ainda não ter sentido nada parecido com o que ela descreveu. Ela assentiu brevemente antes de anotar algo em seu bloco.

- Não há nada com o que se preocupar, ainda está cedo, mas você deve começar a sentir já nas próximas semanas – eu toquei meu ventre, ansiando por sentir aquela sensação, mesmo não sabendo exatamente como seria – As vitaminas são apenas essas. Se tomá-las corretamente creio que não haverá problema algum – ela destacou a folha do bloquinho e o carimbou antes de entregar ao Draco. A doutora sorriu para mim e eu sorri de volta, ciente do que deveria fazer. O sorriso se desvaneceu quando Draco resolveu fazer outra pergunta,

– E quanto ao sexo? – o mesmo sorriu quando eu me voltei para ele, engasgando com minha própria saliva. Ele nem ao menos olhou em minha direção – Você sabe, vamos nos casar dentro de alguns dias e vamos ter uma lua-de-mel que-

– Draco! – eu ralhei envergonhada, sentindo meu rosto pegar fogo.

– O que foi querida? Acho que todos nós somos adultos, certo? – perguntou com um sorriso malicioso quase imperceptível no canto boca, mas eu o conhecia para saber que ele estava se divertindo com aquilo.

O que ele queria falando algo como aquilo? Melhor do que eu ele sabia que não aconteceria nada depois do casamento.

– Ah, claro! Quanto a isso não há com o que se preocupar. O sexo está totalmente liberado. Se incomodar em alguma posição é só trocar e-

Eu não achei que pudesse ficar mais envergonhado do que aquilo.

– Entendemos! – eu disse a interrompendo e pegando a mão de Draco – Não há nenhuma outra pergunta e já que está tudo certo com nossa filha, acho que podemos ir, não é Draco? – eu perguntei, olhando em seus olhos, torcendo desesperadamente para que ele não fizesse nenhuma outra pergunta que fosse constrangedora.

– Tudo bem, não vamos ter problemas em encontrar uma boa posição, certo querida? – meu horror, assim como a vergonha, foi mascarado quando Draco me puxou pela cintura e me beijou. Calmo e lento, e mesmo eu tendo apreciado o toque, eu o empurrei para longe. Ainda sentia a raiva borbulhar em mim.

– Nos vemos na próxima consulta. – eu disse e me despedi da doutora, lá fora, enquanto andávamos pelo corredor repleto de fotos de crianças e mulheres grávidas eu me virei para Draco, furiosa.

– Não olhe assim para mim, estava tirando uma dúvida tanto minha quanto sua – falou antes mesmo que eu tivesse a chance.

– Minha? Eu não tinha uma dúvida sobre... Isso – falei baixo, e então o puxei pela mão para andarmos mais rápido, mas ele relutou e continuou mantendo o ritmo lento.

– Deus, você realmente tem que parecer tão recatada quando esse é o assunto? – perguntou sarcástico.

Eu o soltei, olhando-o pela ultima vez antes de deixá-lo para trás e caminhar com passos duros. Onde eu estava com a cabeça quando pensei que Draco poderia facilitar aquilo para mim?

Eu andei furiosamente para o carro e esperei até que Draco abrisse a porta do mesmo para mim. Não trocamos nenhuma palavra durante o caminho e eu não fiz nenhum esforço para fazer daquilo agradável.

– Amanhã eu tenho um jogo de pólo – ele avisou quando entramos na mansão e eu dei de ombros – Você quer ir?

– Tanto faz! – eu falei curta e grossa e fui para a biblioteca, um dos únicos lugares em que eu conseguia ter paz ali.

Peguei um dos livros que estava em uma das várias prateleiras, sem me importar realmente com o título. Eu queria me distrair e esquecer o que o Malfoy tinha dito. Aonde ele andava com seus pensamentos?! Como se fossemos ao menos ser realmente marido e mulher! Como se ao menos ele gostasse de mim e não tivesse, certa vez, declarado aos quatro cantos que me odiava impiedosamente. Como se houvesse outro motivo para nos casarmos ao não serem duas pessoas que nem ao menos poderiam se defender. Eu coloquei o livro de lado e me acomodei melhor ao sofá quando percebi que de forma alguma conseguiria me concentrar.

O que estava havendo comigo? O que tinha acontecido com eu não me importar com o Malfoy? Agora, tudo o que eu fazia, dizia ou pensava de alguma forma idiota e surpreendente estava relacionada a ele.

Eu ouvi passos soarem no piso, e no instante seguinte o vi entrar na biblioteca e fechar as portas. Suspirei, sabendo que deveria me preparar para o que quer que ele fosse dizer. Acomodei-me melhor no sofá e coloquei o livro em frente ao meu peito, sabendo que, embora fosse uma pena, eu não hesitaria em acertá-lo em sua cabeça caso ele fizesse algo que não deveria.

Ele rondou por entre as estantes por um tempo, parecendo indiferente a minha presença enquanto procurava por algo. Depois de algum tempo em que nada havia sido dito, seu olhar caiu sobre mim, em direção ao livro que eu ainda segurava fortemente. Ele apontou para ele enquanto caminhava em minha direção.

– Era isso o que eu queria.

Eu entreguei a ele o livro quando ele estendeu sua mão.

– Você é um péssimo ator – eu disse, dando a ele espaço para ele se sentar.

– Eu apenas me adapto a ocasião, Granger, e você devia saber disso – ele falou em um tom áspero.

– Vá direto ao ponto Draco – eu pedi, desejando que ele fosse breve para que não entrássemos em uma grande discussão.

– Tudo bem – ele disse e me olhou seriamente – Eu preciso que você assine alguns acordos e concorde com alguns termos e condições antes de nos casarmos.

Eu franzi a testa. Confusão e desconfiança eram as únicas coisas que eu sentia, enquanto Malfoy parecia determinado observando minhas reações.

– Que tipo de acordos? – eu finalmente perguntei.

Ele limpou a garganta e levou as mãos a gravata, afrouxando-a um pouco ao redor do pescoço.

– Acordos, simples assim. É para o caso de chegarmos a nos separar. O que não vai acontecer – ele acrescentou a última frase dando um sorriso para mim, e eu não me enganei com aquilo – Claro, se isso, por ventura, chegar a acontecer você vai sair do casamento muito bem financeiramente. Você também não vai precisar se preocupar com Alicia, já que ela vai ficar muito bem comigo. Você pode ficar com a casa em-

– O quê? – eu o interrompi, não querendo ver até onde iria ser discurso.

-Mas se você quiser eu deixo você escolher outra casa e-

– Não essa parte, a outra! Em que você diz que minha filha vai ficar com você!

– Ah, isso? – ele fez seu tom parecer desinteressado – As visitas serão negociadas, você deve ter uma noção de com isso funciona. Visitas uma vez por semana, exceto que não irá vê-la quando estiver em um colégio interno.

– Você enlouqueceu? – eu perguntei, sem me preocupar em controlar meu tom de voz para falar. O que ele havia dito era um completo absurdo! – O que o faz pensar, por um momento, que eu deixaria minha filha com você?!

– Eu não sei – ele disse com um sorriso de deboche – Talvez porque ela seja minha filha e eu terei maiores condições de criá-la?

Eu me levantei e o vi engolir em seco, prevendo o que viria a seguir.

– Pois eu acho melhor você mudar seus planos, Malfoy. Eu não vou assinar nenhum contrato que renuncie minha filha!

Ele se levantou parecendo com raiva.

– Granger, você não está pensando com a razão!

– E você está? Que eu saiba só esta pensando em seus interesses! Mas, afinal – eu sorri, cinicamente como já o havia feito fazer tantas vezes para ele – ,não há nada com o que se preocupar correto? Vamos nos casar e não deveríamos nem pensar em nos separarmos, não é mesmo?

Eu ainda mantinha o sorriso em meu rosto quando ele assentiu minimamente. Foi quando eu finalmente pensei em algo: aquele era o meu plano. E se ele tivesse pensado o mesmo que eu? O seu objetivo nesse casamento era a filha, não eu.

– Claro que não, Granger. – ele respondeu – Não nos separamos facilmente em nossa família, mas você precisa pensar nessa opção e é por isso que deveria assinar o contrato.

O sorriso que eu mantinha forçadamente morreu.

– E eu já disse que não vou assinar nada! Minha filha vai crescer ao meu lado e não em um colégio interno!

– Eu passei grande parte da minha vida em um e não vejo problemas – rebateu ainda parecendo prestes a estourar.

– Não compare minha filha a você, Draco! Se seu pai fez isso, não significa que eu vá deixar você fazer o mesmo com a minha filha!

Eu dei alguns passos para me afastar, não chegando a ir muito longe quando ele me puxou pelo pulso o prendendo nas minhas costas e me olhando desafiadoramente quando nos estávamos praticamente colados. Se ele esperava que aquilo me faria temê-lo ele estava terrivelmente errado. Devolvi o seu olhar, mesmo que meu pulso já tivesse começado a latejar quando ele não o soltou.

– Você não consegue me obedecer uma maldita vez não é?

– Isso porque você não manda em mim! – eu respondi, mesmo que não precisasse. Ele já sabia daquilo, mas insistia em me tratar como se eu tivesse que obedecê-lo e seguir cada frase do que ele dizia.

Ele me surpreendeu com sua próxima atitude, principalmente por que ele ainda parecia com bastante raiva.

– Não teria muita graça se eu mandasse – disse sorrindo antes de beijar meu pescoço e apertar mais ainda meu pulso. Eu tinha certeza de que ele ficaria um bom tempo marcado com os seus dedos.

– Se você não me soltar eu vou –

– Sabe o que é engraçado? – ele me interrompeu e perguntou com a boca próxima ao meu ouvido. Eu estremeci, mesmo que tentando convencer a mim mesma que eu não deveria reagir daquela forma. Ele continuou, sem deixar que nenhum espaço ficasse entre nós. – É que você fala como se não gostasse de mim, Granger – eu fraquejei quando senti uma mordida de leve no lóbulo da minha orelha. Ele olhou para mim, e eu vi seus olhos brilharem. Olhos que eu deveria odiar sobre qualquer coisa no mundo – Mas ambos sabemos a verdade. – sussurrou quando pressionou seus lábios sob os meus e soltou meu pulso para colocar um braço ao redor da minha cintura e levar outra mão a minha nuca.

Eu gelei. As dúvidas me impedindo de reagir imediatamente para afastá-lo. Por que ele estava me beijando novamente? Não estávamos discutindo pouco antes? Ele não estava falando até mesmo em separação como se aquilo fosse algo certo? Então, porque me beijar quando ele estava agindo de forma violenta quando me segurou daquela forma?

Eu sabia que não teria minhas respostas para aquelas perguntas tão cedo, mas tão logo em interrompi meus pensamentos e abri a boca em busca de ar, eu senti a língua de Draco sobre a minha explorando aquela área. Foi só ai que eu percebi que desde o que havia acontecido no quarto, eu queria aquele contato novamente. Aquela vontade passava por cima até mesmo de todos os meus receios quanto ao Draco. Talvez não todos, mas grande parte deles.

– Ei – eu disse, ou tentei quando nossas bocas se separaram por milésimos de segundos.

– Shii! – ele fez erguendo o olhar até o meu. A mão que estivera em minha nuca posou em meu queixo, o erguendo para que eu não pudesse quebrar o contato visual, embora eu não quisesse. Eu não queria desviar meus olhos dele naquele momento. Os olhos cinza nunca me pareceram tão claros e intensos como naquele momento. Quando ele voltou a me beijar foi com mais afinco, determinado a algo que eu não fazia ideia do que era. Mas, quando eu senti as borboletas em meu estômago, fazendo eu me sentir como se pudesse criar asas, eu o beijei de volta.

Entrelacei meus dedos em seus fios louros e o puxei para mais perto, embora isso fosse praticamente impossível. Um gemido rouco escapou da minha garganta quando eu ele levou seus lábios ao meu pescoço, chupando e mordiscando a minha pele. Eu puxei o ar com força quando o senti fazer uma leve pressão em minha cintura, e enfiar uma mão por baixo da minha blusa, tocando a pele com a ponta dos dedos. Não importava a intensidade do toque, eu sabia aonde minhas ações naquele momento me levariam para o futuro. Eu o puxei de volta, colando nossos lábios, buscando por mais contato.

Levei minhas mãos até sua gravata, tentando desfazer o nó que estava ali. Minhas mãos tremiam e o motivo era incerto para mim. Quando Draco percebeu minha dificuldade ele me ajudou naquela tarefa já que ele tinha mais habilidade e parecia mais paciente do que eu. A mão que fazia um carinho em minha cintura subiu indo parar em cima do meu seio direito. Ele fez o movimento parecer quase imperceptível, mas eu estava atenta a cada movimento seu. Eu mordi seu lábio inferior quando ele fez uma leve carícia naquela parte, fazendo meus pelos se eriçarem. Ele gemeu e nos separou por um momento. Ainda nos mantínhamos perto o suficiente, mas a pouca distancia foi o suficiente para que meu corpo reclamasse pela falta do calor. Tão logo ele retirou sua camiseta branca ele voltou, desabotoando os botões da minha e a jogando no chão, onde já estava a sua.

– Você não faz ideia do que é capaz de fazer comigo – ele disse, me deixando confusa e sem dar chance para que pudesse responder. E o que eu diria? Mal conseguia pensar em qualquer coisa coerente. Era difícil pensar quando tudo o que eu sentia era desejo, um desejo delirante que eu não sabia ao certo explicar.

Eu devolvi ao seu beijo, tentando seguir seu ritmo enquanto sua língua se movimentava sem pudores em minha boca.

Senti minhas pernas baterem no sofá, mas antes que caíssemos sobre ele, Draco nos rodou, ficando por baixo de mim quando nos deitamos nele. Ele me ajeitou sobre ele, deixando cada uma de minhas pernas ao lado de sua cintura e eu mordi meu lábio inferior com força quando ele roçou seu corpo no meu e eu senti sua excitação, mesmo com aquela quantidade de roupas que diminuía o contato.

Quando eu me inclinei para seu pescoço alvo meu cabelo castanho se soltou do coque que eu estava usando e caiu entre nós, formando uma cortina como se estivesse deixando aquele momento só nosso. Suas mãos ainda percorriam cada parte do meu corpo, se insinuando para tirar as peças que ainda faltavam.

Estava tão óbvio porque eu não odiava como pensei por muito tempo. Tão claro que eu só podia estar em um estado de estupor para não ter visto antes! A forma como eu o segurava, agarrando-o como se eu estivesse prestes a cair de um prédio e ele fosse à única coisa que pudesse me salvar. Eu correspondia aos seus beijos como se o ar não importasse, e realmente, naquele momento, não importava. E então, quando eu finalmente me permitia separar dele para respirar, o ar entrava, queimando meus pulmões, fazendo com que a urgência ficasse ainda maior. Ele beijou meu colo, descendo com as mãos até a calça preta fina que eu usava e a tirando rapidamente quando me levantou do seu colo.

Ele olhou em meus olhos por um momento, e eu me vi presa ali, em toda aquela magnitude. Mas além do desejo evidente, também havia outra coisa. E isso foi o que me alarmou.

– O que foi? – eu perguntei.

Ele balançou a cabeça rapidamente, seus olhos cinza perderam qualquer vestígio do que poderia tê-lo perturbado. Eu comecei a me afastar, achando que havia feito algo de errado quando ele me puxou de volta.

– Não! – ele me abraçou contra seu peito e eu novamente senti as descargas elétricas em cada ponto do meu corpo – Não é nada, eu só...

– Só? – eu incitei quando pareceu que ele não iria continuar. Ele suspirou. Seu peito que estava em baixo do meu inflou, mostrando que alguma coisa realmente o incomodava. Eu me separei para olhá-lo.

– Você – ele tocou em minha barriga, subindo com a mão até meu seio onde cobriu o local antes de beijá-lo.

Eu tentei manter a concentração quando suspirei. Duvidei de que aquela fosse realmente uma conversa, mas eu não podia me entregar quando algo o incomodava, mesmo eu temendo o que quer que fosse.

– O que? – minha voz soou baixa e rouca, mas ainda sim ele escutou.

– Você é instável – ele disse, deixando-me tensa e confusa – Você faz parecer que quer, mas amanhã vai se arrepender disso.

Eu parei, assim como suas caricias. Ele descansou suas mãos em meus quadris, subindo e descendo de vez em quando, pausando com ousadia perto da minha bunda.

Fechei os olhos para recuperar o controle dos meus pensamentos. Talvez ele estivesse certo. Talvez eu realmente me arrependesse de tudo o que estava fazendo. Eu não devia me entregar daquela forma. Mas, se eu saísse dali naquele momento, eu me sentiria ainda pior. Eu o queria, ali, naquela hora. Por motivos recém-conhecidos. Eu não queria me apaixonar, mas todas as minhas escolhas havia me levado aquilo.

Talvez, eu pensei, eu não precisasse fugir dele quando nos casássemos. Ele não era tão ruim como eu havia pensando. Draco era uma boa pessoa, se você soubesse como e também esperasse para ver isso.

Eu sorri e acariciei seu rosto, descendo meus dedos até chegarem aos seus lábios ligeiramente vermelhos.

– Talvez eu me arrependa – admiti – mas eu vou me arrepender muito mais se eu não tiver minha certeza agora.

– Qual certeza? – ele perguntou, quando eu beijei seu rosto. – A de que me odeia pelo que te fiz?

Eu tomei uma respiração profunda antes de respondê-lo, queria ter certeza do que eu diria. Mas eu estava uma confusão de sentimentos. E então, depois de segundos que se pareceram horas, eu finalmente respondi simplesmente.

– Não, uma que é completamente diferente disso.

– Você não vai fugir outra vez, vai? – ele perguntou hesitante, com seus lábios próximos aos meus. Eu não ousei desviar meus olhos dos seus, tamanha a intensidade com que ele me olhava. Levei uma mão até seus fios louros e sedosos. Ele encostou sua bochecha na minha.

– Não desta vez – eu sussurrei em seu ouvido, antes de puxá-lo para um beijo.

Ele não fez mais perguntas, apenas enlaçou suas mãos em minhas costas.

Eu não corei dessa vez quando ele tirou meu sutiã, embora certamente estivesse quente pelas sensações que ele causava em minha pele. Arrepios e tremores pareciam percorrer meu corpo a cada novo toque ou carícia e rastros de fogo pareciam ser deixados por esses caminhos imaginários. Evitei olhá-lo quando o ajudei com sua calça — embora não fosse preciso —, mas foi praticamente impossível manter meu olhar em sua face quando ele guiou uma de minhas mãos para seu membro e o ouvi ofegar no mesmo instante. Senti meu rosto corar violentamente com aquela visão. Eu não sabia se estava fazendo aquilo certo até o momento em que ele sorriu e sussurrou algo incompreensível em meio aos gemidos. Eu retirei minhas mãos dali quando senti seus dedos descerem para minha intimidade e fiquei instantaneamente tensa.

– Relaxa – ele sussurrou em meu ouvido quando percebeu e continuou a estimular meu sexo, deslizando dois dedos para dentro de mim.

Eu mordi a boca, tentando inutilmente conter os sons que saiam da minha boca, mas que logo em seguida escapavam a todo o momento.

Ele selou nossos lábios por um tempo, sem língua, apenas um sentindo a textura dos lábios um do outro. A fragrância de almíscar em minhas narinas. Era o cheiro dele. O cheiro que eu amava, e estava admitindo aquilo, ao menos para mim mesma. Os movimentos de seus dedos pararam e eu soltei um muxoxo, reclamando pela falta da sensação prazerosa que ele tinha me proporcionado.

O sorriso arrogante que ele me deu como se soubesse que eu precisava dele naquele momento fez com que eu cravasse minhas unhas em seus ombros com força, marcando a carne. Ele soltou um meio gemido alto entre uma mistura de dor e prazer. Minha boca encontrou seu peito, quando eu o senti me penetrar devagar. Eu o arranhei levemente com minhas unhas e ele forçou seu corpo sobre o meu, fazendo seu membro entrar até o fundo e soltamos um gemido ao mesmo tempo. Vi gotas de suor escorrer de sua testa enquanto ele mantinha um ritmo lento. Eu não estava preparada para as sensações que se abateram sobre mim. Se eu tinha duvidas quanto ao que eu sentia, por menores que fosse, acabaram naquele momento.

Seus quadris se movimentavam em um ritmo lento em direção aos meus, era torturante, mas aquilo não importava o momento sim. Ele ergueu uma de minhas pernas, colocando-a em volta de seu quadril, nos forçando a ter mais contato.

Draco parou no momento em que percebeu a careta em meu rosto.

– Está doendo? – ele perguntou preocupado e eu neguei com a cabeça antes de responder.

– Eu não sei. Está... Desconfortável – eu expliquei por fim, evitando corar envergonhada quando ele olhou para os nossos quadris que ainda permaneciam juntos. Um vinco se formou em sua testa.

Ele suspirou e então me segurou firme pela cintura antes de nos girar no sofá para que ele ficasse por baixo, o que exigiu algum esforço e certa destreza. O sofá era grande, mas não havia sido feito para aquele tipo de coisa. Eu evitei pensar no que os pais de Draco diriam se soubesse do que havia acontecido naquela biblioteca, sobretudo o senhor Malfoy...

– Às vezes eu queria saber o que você pensa para corar com tanta facilidade – ele disse, mas não como havia feito naquela manhã em um tom ríspido, desta vez foi realmente curioso.

Ele moveu seu quadril de encontro ao meu, enviando ondas de prazer pelo meu corpo. O cenho franzido mostrando que ele estava lutando para seguir o ritmo com os movimentos. Seus olhos cravados em meu rosto observando cada reação e não me deixando desviar o olhar, mesmo quando eu me sentia envergonhado por tê-lo me olhando daquela forma.

– Melhor?

Eu apenas assenti, não confiando em minha voz naquele momento em que minha garganta parecia incrivelmente seca.

Depois disso, o diálogo se baseou em palavras incompreensíveis que nem eu ou Draco estávamos dispostos a saber quais eram. O suor escorria frio pela minha pele quente e se misturava ao dele. Os gemidos se tornavam mais altos conforme as carícias e os movimentos de nossos quadris também aumentavam, embora estes fossem lentos e cuidadosos.

Quando eu me inclinei para ele, praticamente me deitando, ele roçou seu nariz em meu pescoço, deslizando-o por todo o local.

– Eu amo o seu cheiro – ele murmurou entre um gemido e outro.

Eu sorri.

– Ama?

Ele fez um som concordando e então passou os dentes em meu pescoço, me fazendo tremer.

Quando eu senti meu corpo fraquejar em cima do dele, Draco me segurou, mantendo-me firme e controlando o ritmo enquanto eu sentia as primeiras ondas do orgasmo tomar conta do meu corpo, tomando conta dos meus sentidos. Eu não consegui controlar o grito que saiu da minha boca quando cheguei ao ápice. Senti Draco se sentar embaixo de mim e me abraçar, meu cabelo grudando em seu ombro suado.

Draco murmurou meu nome entre meus cabelos, se agarrando mais forte a mim. Senti uma mão sobre meu seio que estava mais do que sensível naquele momento, e quando senti uma pressão neles, só fez com que a sensação do orgasmo durasse alguns poucos e perfeitos segundos mais. Ele gritou meu nome quando se derramou dentro de mim. Meu coração estava batendo forte, em um ritmo forte e frenético e quando ele caiu sobre o sofá, me levando junto, eu percebi que ele estava no mesmo estado que eu.

Eu fiz um esforço para ergueu meu rosto e olhá-lo, embora me sentisse cansada. Ele estava ofegante com a face corada. Um sorriso surgiu em seus lábios quando ele me puxou mais para cima, beijando-me lentamente e eu me deliciei com aquilo.

Deitei minha cabeça novamente em seu peito, que subia e descia enquanto seu coração e respiração voltavam ao ritmo normal.

Eu fechei os olhos quando ele passou uma mão em meus ombros. Não tentei negar o próximo pensamento que me veio a mente. Era loucura, idiotice e eu sabia o que estava em jogo com aquilo, mas eu o amava. Eu amava Draco Malfoy, ciente de que eu não tinha o mesmo significado para ele. Ciente de que, depois que saíssemos daqui, ele voltaria a ser tão frio e indiferente comigo como sempre fora.

Notas finais
Aquela parte em que a maioria grita: ALELUIA!!!
E a Kathy (e os que não se manifestaram) gritam: eu vou matar essa autora!
Defesa: é, eu não posso dizer nada sobre o q acontece depois disso, desculpa #oks, vou contratar um advogado melhor. Maaaaaaas, saibam q td acontece por um motivo #maldita linha de pensamento que é verdade e.e
SOBRE A TENTATIVA DE HENTAI: eu tenho 16 anos (muito recentes u.u) e não, não sei fazer coisas fofas (a não ser OaO, caso a parte) mas hentai, realmente, não é comigo. Eu tentei fazer algo inocente e romantico (Pke é a Mione, oras) mas tbm tentei fazer algo mais... sensual? E sim, eu SEI que falhei, culpem minha professora de redação por não ensinar essa parte a nós u_u
Eu vou melhorar, prometo e.e
E, nem tudo são flores. E vcs tbm não têm que se preocupar em saber pke disso e.e
Enfim, please, não me enviem ameaças, eu já recebo tantas, tenham pena de mim, eu sou tão legal *--*
E, oks, vcs podem dizer que esse é o pior cap. da fic, e que estão arrependidas por terem chegado até aqui.
Oks, acabou o drama, tenho q voltar para meu trabalho.
Bjs e não se esqueçam, antes de me matarem, que eu amo vcs *-*