A Beautiful Lie

28 Cap. 26 - Aprendendo Com Um Malfoy


Notas iniciais
Postando rapidinho amores. Bem, eu to agora no pc da minha prima e aí já viram como é a coisa, super rápido :(
Então, o capítulo é dedicado a Uvinha do Romance (gostei da foto hehehe) pela recomendação linda que eu amei *---*
Muito obrigada msm ^^
E, um obrigada a todos os meus leitores, pelos 603 reviews e pelos 62 favoritos, mesmo nem todos comentando ahsauhsa. Esses mais de 600 reviews significam muito para mim, sobretudo que estão gostando da fic *-*
Espero que gostem do cap. As coisas agora estão meio chatas, mas logo logo isso melhora ;)

Quando eu desci naquela manhã tudo parecia silencioso, exceto pelos empregados que andavam de um lado para o outro colocando as poucas coisas que estavam fora do lugar em ordem. Fiquei intrigada quando uma das empregadas passou por mim com alguns balões coloridos em suas mãos. Draco não estava em lugar algum e eu cheguei à conclusão de que ele já havia saído para a empresa. Seria mais fácil ficar naquela casa assim, se eu não tivesse que topar com ele a cada instante.

A mesa do café-da-manhã estava posta e sentado preguiçosamente em uma cadeira estava Zabini. Ele endireitou o corpo assim que me viu, acenando cordialmente com a cabeça em minha direção.

– Bom dia. – falei tentando ir sem ser notada para a cozinha, onde sabia que encontraria Susann.

Mas, antes mesmo que eu me afastasse da mesa, o amigo de Draco me chamou e eu me virei para ele. Não havíamos voltado a nos falar desde o meu noivado e eu ainda não o conhecia muito bem, por isso fiquei confusa quando Zabini me convidou para sentar com ele e tomar café-da-manhã.

Eu ainda estava com fome, já que não havia conseguido comer depois do que aconteceu no quarto e ainda tentava engolir o que Draco havia dito sobre minha mãe. Sentar com o amigo de Draco não era exatamente a ideia que eu tinha para um café-da-manhã tranquilo, então eu apenas lhe disse que estava ocupada. Ele sorriu assim que eu falei, como se não acreditasse no que eu havia dito.

– Ocupada? – perguntou em um tom de suspeita – E o que está te deixando ocupada?

Eu me mexi inquieta, querendo sair logo dali.

– Bem, eu ia ajudar Susann na cozinha. — expliquei

– Acho que Draco já disse o que queria para o almoço. – ele disse e então sua expressão ficou surpresa – Quer dizer, era isso o que você iria fazer, não é mesmo?

Eu abri a boca para responder, contrariando suas palavras e dizendo que aquele era o meu dever, mas como em um pequeno senso de lógica eu me calei, lembrando-me que eu não trabalhava mais para o Malfoy.

– Bem, então, acho que posso me sentar. – falei já puxando uma cadeira. Olhei para a mesa. Eu já a havia colocado tantas vezes que já havia memorizado tudo o que estava ali já que Draco sempre fazia as mesmas especificações, mas ainda sim, não sabia ao certo se queria comer alguma daquelas coisas que mesmo caras nunca me deslumbraram. Antes mesmo que eu levasse minha mão a qualquer coisa da mesa, uma empregada se postou ao meu lado, colocando alguns talheres a minha frente.

– Obrigada. – agradeci e a mulher apenas assentiu com a cabeça, antes de dar alguns passos para trás.

– Então, diga-me, — Zabini pediu inclinando sua cabeça para o lado, parecendo curioso — como você e Draco se aproximaram tanto ao ponto de estarem a poucos passos de subirem ao altar?

Eu comia um pedaço açucarado de papaia quando a pergunta veio, de forma que a fruta desceu pela minha garganta sem que eu pudesse mastigá-lo direito. Eu engasguei um pouco e meu cérebro trabalhava a mil, pensando em algo convincente, mas... O quê?

Eu sabia que deveria dizer algo, qualquer coisa. Eu busquei em minha mente, clássicos da literatura que eu já havia lido cujas histórias haviam me feito suspirar. O que não me obrigaria a mentir tanto.

– Malfoy tem o gênio forte e ele não desiste de algo quando quer. – eu disse totalmente a verdade e não havia nenhuma surpresa naquilo – Bem, acho que nos aproximamos mais depois da morte do seus pais.

Sua expressão ficou confusa.

– Mas você está grávida de quatro meses. – ele disse no exato momento em que eu parei para pensar direito.

– Bem, sim, quer dizer – eu peguei um pouco de alguma coisa salgada que estava sobre a mesa, à minha direita, e coloquei na boca, sem ter consciência do que era, apenas para ter tempo de pensar ema algo mais inteligente e arquitetado. Infelizmente, o que eu havia lido nos jornais me deu uma boa desculpa sobre isso – Antes disso tudo não era muito sério. Apenas depois que, bem, você já sabe sobre todo o conceito de nobreza entre os Malfoys. Então depois do que houve decidimos nos casar – a ultima parte saiu arranhando minha garganta. Aquilo parecia tão errado...

– Deve ter sido impossível – ele disse parecendo entender – Mas a questão é que o Draco não era tão liberal quanto a relacionamentos.

Eu instantaneamente entendi sua frase nas entrelinhas. Tentei controlar a expressão de desgosto que ameaçava cair. Era de se admirar que ele ainda não tivesse perguntando "Afinal, o que o Draco viu em uma empregada?".

– Isso é algo que você deve perguntar a ele. – disse.

Entrar em uma questão de classes sociais sobre o motivo de Draco ter 'gostado' de mim ao ponto de chegar ao casamento não era um terreno saudável. Eu poderia criar mentiras em cima daquilo, mas nenhuma delas me agradava.

– Eu vou perguntar – ele disse sorrindo e então mudou de assunto – Como está sua mãe?

Eu ergui minha cabeça, levemente alarmada.

– O quê?

– Bem, Draco me contou sobre o que está acontecendo.

– Ah, isso. Ela está... – eu busquei em minha mente o que Draco havia me dito mais cedo – melhorando.

Não havia mais o quê falar. Não havia nada que eu quisesse falar. Mas Zabini parecia empenhado em puxar assunto, já que sorriu e comentou, enquanto era servido pela mesma empregada que havia estado atrás de mim poucos instantes antes.

– Então, é uma menina, certo? – eu assenti para ele — Já escolheram o nome?

Eu balancei a cabeça em negativa.

– Ainda não. – eu disse, dando-me conta de que nunca havia pensado naquilo realmente – Mas eu tenho preferência por alguns. – falei mais para mim mesma do que para ele.

– Tenho certeza de que o Draco também tem as dele. – ele falou pensativo. Com aquela frase o sorriso mínimo que eu dava desapareceu.

– Tenho certeza de que ele tem. – eu disse sem dar importância àquele fato.

Zabini resolveu mudar de assunto, infelizmente voltando para meu relacionamento com Draco. Mas, desta vez, ele se limitou a fazer piadas sobre como nós éramos o mais improvável dos casais.

De modo feliz, o café-da-manhã acabou com Zabini me fazendo rir a todo o momento falando sobre como havia sido crescer amigo de Draco. Algumas histórias eu nunca havia tido conhecimento, como da vez em que Draco e Blás haviam alugado um iate para passar um dia todo lá. Outras, eu sabia muito bem do que acontecera. Eu me lembrava vagamente de uma festa que eles deram aqui, quando os pais de Draco estavam fora. Não havia muitas pessoas, mas o suficiente para que o ocorrido se espalhasse e caísse no ouvido do senhor Malfoy e ele castigasse Draco.

– Eu não tenho certeza do que Lucius fez – Blás me disse distraído – Mas eu imagino que deve ter sido algo grave já que Draco nunca mais aceitou dar uma festa aqui ou em qualquer outro lugar que estivesse perto demais da sua família.

Eu mordi meu lábio inferior, sabendo exatamente ao quê ele se referia, mas não me sentia no direito de falar sobre aquilo.

– Foi tão feio assim? – ele perguntou, percebendo que eu sabia de algo.

Com um suspiro, eu apenas assenti, sabendo que se Draco não havia contado ao seu melhor amigo o que acontecera, não seria eu a dizer. Mesmo ele não tendo o mesmo tipo de consideração por mim nesse aspecto, eu não me meteria em sua vida pessoal e com seus amigos.

Os fatos naquela noite eram vagos, como a festa tinha acontecido ou os convidados dela. Lembro-me mais da faxina que tive de ajudar minha mãe a fazer quando o dia amanheceu. Lembrava também que Lucius entrou pela porta feito um furacão e olhou raivosamente para Draco, que estava sentado ao sofá e lia um livro calmamente. Em passadas rápidas Lucius o alcançou e o ergueu pelo colarinho da camisa enquanto gritava coisas rápidas e agressivas.

Eu não pude ver muito, já que Narcisa mandou minha mãe me tirar dali quando as agressões deixaram de ser verbais. Olhando por certo ângulo, eu era um pouco capaz de entender o porquê de Draco ser daquele jeito...

– Bem, seja lá o que for, tenho certeza de que Draco será um pai melhor do que Lucius – falou e colocou sua mão esquerda por cima da minha, que estava sobre a mesa. A apertou com delicadeza pouco antes de soltá-la.

Eu não sabia o que dizer quanto àquela afirmação. Draco realmente seria um pai melhor do que o que havia tido? Senti-me profundamente aliviada quando uma empregada parou ao meu lado, e se abaixou um pouco, falando baixo.

– Eu devo dizer para que Ísis Maleto suba e a espere em seu quarto, ou ele e sua equipe devem ir para outro lugar?

Eu franzi a testa em confusão. De quê ela estava falando? Quem era Ísis Maleto e sua equipe?

– Eu devia saber sobre isso? – perguntei, tentando obter uma resposta.

Escutei uma risada abafada de Blás e o olhei ainda mais confusa com aquilo.

– Draco, Draco... Sempre fazendo as coisas às escondidas. – ele se virou para a empregada – Diga para eles subirem, a Mione vai em alguns minutos.

Vi a mulher ao meu lado corar violentamente quando Blás piscou para ela. Ele mudou seu olhar para mim.

– Ele realmente não te falou sobre isso? – perguntou, e prosseguiu quando me viu ainda confusa – Bem, são de alguma coisa de vestidos de noiva ou algo assim, não me lembro do nome. Você não acha que vai se casar com um vestido que parece ter saído do armário da sua avó, não é? Quer dizer, sem ofensas a sua avó. – falou dando uma risadinha no final.

Eu não pude sentir-me ofendida com seu comentário. De alguma forma absurda aquilo nem ao menos havia passado pela minha cabeça. Casar e somente. Nada de preparativos. Eu não sabia o quanto se casar deveria dar trabalho, mas eu nunca havia parado para pensar verdadeira e profundamente sobre isso antes.

– Acho melhor você subir logo, esse pessoal não gosta de ficar esperando, mesmo que em breve você vá se tornar uma Malfoy, para eles, você ainda é uma perda de tempo — Ele se levantou, mas ainda sim notou meu ultraje e sorriu em seguida, como se tivesse achado graça. Eu não havia visto a mínica graça em ser atirada as cobras daquela forma — E é aí que você mostra o contrário a eles. – completou antes de sair andando.

Segundos depois eu também me levantei, refazendo o caminho até o quarto. Respirei fundo durante o caminho diversas vezes, não para me acalmar, mas para ter certeza de que seria capaz de aguentar aquela gente por algum tempo.

A porta do quarto de Draco — que seria durante os próximos meses meu — estava com aberta e eu parei, decidindo-me se poderia cancelar aquilo, mas eu sabia que não deveria. Eu não queria deixar que eles falassem ainda mais do que já estavam falando.

– Ora, vejam só se não é nossa Cinderela. – um homem alto e magro falou caminhando em minha direção com passos lentos e breves, como se me medisse dos pés a cabeça enquanto se aproximava. Seus olhos pareceram desagradados quando pararam no vestido que eu usava. – Teremos que fazer mais do que um trabalho de fada madrinha aqui, não acham meninas?

Atrás dele, vi três mulheres que aparentavam ter entre 30 e 35 anos, e todas pareciam seguir o mesmo padrão. Cabelos pretos e presos em uma trança de lado, blusas pretas com calças lisas na mesma cor e salto alto. Elas concordaram com o homem, soltando alguns risinhos.

– Bem, pois me parece que você fará apenas a sua obrigação. – ouvi uma voz dizer bem ao meu lado, e não foi preciso olhar. Eu sabia que tinha sido Blás. Bem, eu também tinha uma resposta para aquilo, mas ela com certeza não teria o mesmo efeito no homem, que ficou estático por um momento, como se não soubesse o que fazer. E então ele mudou completamente seu comportamento.

– Sou Ísis Maleto, completamente ao seu dispor, senhorita Granger – falou, curvando-se brevemente para mim, em um ato exagerado. Eu escutei Blás rir baixinho pelo seu nome e contive meu próprio riso.

Esperei que as próximas horas fossem uma completa tortura, mas não foi exatamente assim. Ísis Maleto, mesmo se mostrando ainda arrogante, fez o possível para não fazer caretas sempre que eu perguntava sobre o detalhe de um ou outro vestido, ou contestava sobre a escola das flores do buque. Resolver sobre se eu deveria ou não usar véu foi uma discussão realmente acalorada.

Eu estava experimentando o sexto vestido daquele dia. Não seria o que eu usaria para me casar, mas, como ele havia me dito, seria apenas para dar uma ideia de qual o modelo que mais combinaria para mim.

– Eu já disse que não vou usar um véu enorme no casamento – falei encarando o homem irritadiço pelo espelho. Ele parecia tão irredutível quanto eu.

– Isso seria um disparate! – falou passando uma mão pelos seus cabelos grisalhos. Com esse movimento eu pude ver alguns anéis brilhando em seus dedos – É tradição que todos os Malfoys se casem com véu, senhorita Granger.

– Bem, então diga a Draco que use um! – falei cruzando os braços sobre o peito.

Eu vi Blás, que estava sentado em uma poltrona no canto, explodir em risadas. Estas foram interrompidas quando eu ouvi a voz do próprio Malfoy.

– Eu até usaria um querida, se essa fosse minha função. – Draco falou entrando no quarto. Ele me olhou dos pés a cabeça rapidamente, antes de olhar para Ísis — Diminua o tamanho do véu. Não será tão grave assim. Afinal, as pessoas já não esperam um casamento comum para um Malfoy.

– Logo se vê que não será um casamento comum – Ísis disse com ar cansado.

– Bem, eu tenho certeza de que se o senhor não se acha apto para isso, tem mais meia dúzia querendo essa mesma tarefa e que são melhores do que você! – falei irritada com seus comentários. Quem aquelas pessoas pensavam que eram para dirigirem aquelas palavras a mim?! Elas ao menos sabiam pelo que eu havia passado para estar parada ali, em frente a elas e fingindo que estava tudo bem me casar com o homem culpado pela grande maioria dos meus problemas?!

– Desculpe-me, senhorita Granger. Não foi minha intenção ofendê-la – falou aquiescendo com a cabeça, como se aquilo fosse me fazer esquecer o que ele havia dito.

– Ah, teve sim. Se não tivesse nem ao menos teria aberto a boca. Então, para que os dois continuem bem, e, sobretudo o senhor com seu emprego, eu sugiro que de agora em diante só dirija a palavra a mim quando eu pedir, estamos entendidos?

Meu coração parecia a ponto de sair pela boca enquanto eu cerrava meus punhos, tentando não tremer. Eu ainda encarava o homem firmemente, quando na verdade brigava comigo mesmo por dentro. Tudo bem que eu havia me irritado, mas não era do meu feitio tratar as pessoas daquele jeito.

Draco me olhava com um orgulho assombroso em seus olhos, e um sorriso torto na boca, como se aprovasse aquela minha atitude. Atitude esta, que tanto me lembrava à dele e eu tanto repudiava.

– Claro. – Ísis disse, depois de alguns segundos em que ele parecia completamente chocado. – Agora, senhor Malfoy, poderia se retirar para que continuássemos nosso trabalho? Já basta que a tenha visto vestida de noiva, não precisamos que veja também como será o vestido. – falou me encarando ainda, como se esperasse outras coisas vindas de mim. Eu senti vontade de pedir desculpas pelo que havia dito, mas permaneci calada.

– Está bem. – ele revirou os olhos, como se não se importasse com aquilo — Vamos Blás. – Draco virou-se, mas parou quando Blás falou.

– Pode ir você Draco, eu não represento perigo nenhum para o casamento. – falou sorrindo para mim sem olhar para Draco.

– Não, para o casamento não representa, mas eu realmente acho melhor vir comigo. – Draco disse, em seu tão conhecido tom autoritário.

Blás finalmente o olhou. Por breves segundos eles trocaram olhares entre si, como se estivessem tendo uma conversa apenas entre eles. E então ele se levantou, jogando uma revista de vestidos de noivas que ele esteve folheando durante um tempo em cima do sofá.

– Muito bem, vejo você depois Hermione. – falou acenando com a mão quando passou pela porta.

Olhei para o Draco esperando que ela também saísse, mas, ao contrário disso, ele caminhou em minha direção. Não foi uma grande surpresa quando ele tocou minha bochecha, fingindo afeto, mas foi um grande sobressalto quando ele se abaixou um pouco, diminuindo a distancia entre nós e fazendo com que eu pudesse me enxergar no fundo de seus olhos cinza. Um calafrio percorreu meu corpo quando uma de suas mãos pousou em minha cintura. E, mesmo com o tecido do vestido branco, eu podia jurar que era capaz de sentir perfeitamente o toque de seus dedos queimando minha pele. Ele sorriu calidamente, instantes antes de encostar seus lábios aos meus, em uma rápida caricia, sem aprofundar o beijo como ele havia feito nas outras vezes. O que não impediu que meu coração acelerasse durante o tempo em que ele esteve me segurando e movia seus lábios com delicadeza em cima dos meus. Nem ao menos foi preciso que eu o impedisse, já que ele simplesmente se afastou enquanto ainda sorria.

– Nos vemos daqui a pouco, querida. – falou virando-se e saindo do quarto, fechando a porta em seguida.

Eu tinha certeza de que meu rosto estava uma confusão só, tanto pelo beijo, já que Draco não parecia realmente interessado naquilo, quanto pelo jeito que eu pensara durante aquele breve momento.

Desde quando eu me importava se os dedos de Draco eram quentes ou frios contra minha pele ou se seus lábios eram gentis ou rudes?


______

Uma forma super simples de agradecer a vocês por tudo: http://lylacmiller-fanfics.blogspot.com.br/2012/10/parte-extra-do-capitulo-26.html


Notas finais
Oks, erros, por favor, me apontem. Eu estou tentando terminar uma outra fic minha, ai a coisa fica fora de controle já que eu só consigo pensar nela e não me concentro para nada D:
Bem, Bjs e até amanhã.
Sí, sí (não humilhem meus idiomas u_u) Amanhã, e durante toda a semana eu não terei aula *--* Então, postagem amanhã o/
Bjs amores de mi vida o/