A Beautiful Lie

26 Cap. 24 - Rompimento de Laços


Notas iniciais
Oi, oi, oi, então, como de costume, lá vai o capítulo saindo de noite, Desculpem, mas é o único tempo livre q tenho, aliás, notas finais, por favor ^^
Hey, leitoras novas, sejam mega bem-vindas ^-^ Logo logo dou a recepção q merecem ;)
Sobre o cap. eu realmente acho q o nível dos meus ultimos cap. tem caído, sei lá, mas novamente, vamos falar sobre isso lá nas ultimas notas ;)
De qualquer forma, espero q gostem. Eu dei o meu melhor nesse cap., mas eu não ando gostando de nada que ando escrevendo :/
Então, é.
P.S.: Quem gostar do Rony, é aconselhável q pule o cap. hehehehehehe

POV Draco Malfoy

– Eu já disse que nada de festa. – repeti me cansando daquela conversa. Eu já havia dito não ao Blaise, mas ele não parecia levar a sério minhas ordens. Olhei no relógio que estava em meu pulso, constatando que Hermione já deveria estar me esperando há algum tempo.

– Bem, acho que se eu colocar uma faixa com uma mensagem de boas-vindas e um-

– Isso também não. – o interrompi logo.

– Ainda temos a opção do bolo. Sua emprega disse que pode confeitar um enquanto-

– Zabini, se você gosta de respirar eu sugiro que não se faça de desentendido. – falei em um tom sério e escutei sua risada no fundo.

– Hermione realmente deve te amar para aguentar esse seu humor. – ele falou ainda parecendo se divertir.

– Você não faz ideia do quão bem ela lida com meu humor.

Blás me irritava por cerca de cinco minutos sobre como a Granger merecia uma festa de boas-vindas quando chegasse à mansão comigo. Ele pareceu ter ignorado todas as minhas ordens e ameaças, e eu não duvidava que mesmo ele sabendo o que eu faria ainda sim armasse algo. Eu virei na rua da Granger e parei o carro do outro lado da calçada, como sempre fazia.

– Tudo bem, se ela não se sentir bem aceita nessa mansão a culpa não vai ser minha – seu tom de voz tinha uma pequena nota de coerção, e quando pareceu ver que ela não faria efeito ele prosseguiu parecendo desistir – Tudo bem, você é irredutível, falo com os dois mais tarde.

Eu desliguei o celular pronto para sair do carro quando minhas mãos se detiveram na porta, não acreditando completamente no que estava vendo. Ou talvez, só com muita raiva por saber que o Weasley realmente estava caminhando até a casa de Hermione. Será que ele não sabia o que era manter distancia? Meus dedos foram se apertando a porta do carro conforme eu via seus passos incertos contra o concreto. Eu o acompanhei com os olhos até que ele parasse em frente à porta da casa dela. Momentos depois a porta se abriu e eu vi Hermione. Ela parecia apreensiva, surpresa e nenhum pouco feliz com aquilo. Lembrei-me de como ela soava inquieta ao telefone mais cedo. Do quê se tratava aquilo? Eu deixei de me interessar sobre o que eles poderiam estar falando quando eu vi aquele maldito tocar nela. Não, ele apenas não tocou nela, ele a beijou enquanto suas mãos imundas a seguravam.

Eu saí do carro tão rápido que só me dei conta do que havia feito quando senti o vento frio bater em meu rosto, mas eu já segurava o Weasley pelo colarinho da camisa que ele usava. O mesmo me olhou parecendo atônito e tentou falar algo. Tarde demais. Meu punho acertou seu nariz em cheio e ele grunhiu, mas eu não me importei com aquilo.

Como ele ousava tocar nela?! Mais dois socos se seguiram até que eu sentisse uma mão em meu braço. Eu soltei o Weasley no chão enquanto ele gemia de dor e empurrei Hermione para o lado.

– Fique fora disso! – vociferei.

Hermione me olhou parecendo assustada com minha atitude, e eu teria agido mais calmamente se eu não tivesse me lembrado que ela estava beijando aquele ruivo idiota bem na minha frente.

– Você realmente se acha, não é mesmo Malfoy? – eu o ouvi falar, enquanto lutava para tentar se levantar.

Me movi para pegá-lo e Hermione segurou em meu braço novamente e eu desviei. Não teria feito isso se soubesse que o Weasley teria tentando puxá-la para perto dele.

Eu a puxei de volta a colocando para trás de mim. Aquela história já havia ido longe demais.

– Eu já disse antes para não tocar nela, seu nojento! – falei e o segurei pelo pescoço enquanto ele me olhava divertido. Minha vontade era de sufocá-lo até que ele implorasse por ar.

– Quem é o nojento aqui Malfoy, eu que a amo ou você que nem ao menos se preocupou quando a violentou? – sua voz falhando algumas vezes.

Involuntariamente minhas mãos ao redor de seu pescoço amoleceram enquanto absorvia o que ele havia me dito. Tempo o suficiente para que ele pensasse estar em condições de tentar me bater.

Eu torci seu punho para trás e Hermione entrou no meio novamente segurando seu amigo pelo braço e tentando mantê-lo afastado de mim.

– Vamos lá, Hermione, saia da frente para que eu mesmo dê uma lição nele! – eu o ouvi dizer parecendo nervoso.

Eu segurei seu braço a trazendo para mim e ela tropeçou nos próprios quando finalmente seu corpo bateu contra o meu corpo.

– Você disse a ele, não disse? — eu perguntei e apertei um pouco mais seu braço quando percebi que ela ainda olhava para seu amigo. – Você contou a ele quando deveria ter permanecido de boca fechada. – Nós tínhamos um acordo e ela havia quebrado ele. Como ela pode confiar um segredo nosso para alguém como ele?

– Não, eu não disse-

– Ela não precisou. E duvido que algum dia fosse contar isso a alguém. – ele se colocou de pé e olhou para Hermione que agora me fitava quase como se tivesse medo de mim. Eu me odiei durante alguns segundos por fazer aquilo, mas era insuportável a ideia de que ela confiasse tanto em alguém – Ela é pura demais para alguém desprezível como você.

Se eu ainda tinha alguma intenção de deixá-lo vivo ela se foi assim que vi a maneira terna como ele a olhou.

Ignorando completamente Hermione, eu senti meu punho se chocar contra o rosto do Weasley e antes que eu pudesse me dar conta, estávamos embolados no chão. E à medida que eu deixava meu punho acertá-lo, eu sentia que não era o suficiente.


POV Hermione Granger

Meu braço foi puxado violentamente para fora da briga quando Draco avançou para cima de Rony. Os dois se batiam no gramado que antes não parecia tão pulverizado como enquanto eles brigavam. Mas eu realmente não me importei com o gramado, me importei que um deles fosse sair realmente machucado daquilo.

– Oh meu Deus, chame a policia senhorita Granger. – eu ouvi minha vizinha de meia idade dizer enquanto olhava tudo com uma curiosidade explicita.

Não sabia realmente o que fazer. Se eu me aproximasse muito poderia acabar levando algum daqueles socos que Draco dava em Rony.

Onde está sua coragem Granger? Honestamente, eu não julgava inteligente me meter em meio a uma briga de homens extremamente furiosos. Ainda incerta quanto aquilo em tentei me aproximar deles que já estavam perto de um pequeno canteiro de algumas rosas que tinham ali. Novamente eu senti uma mão se enrolar em meu pulso e me afastar daquilo. Fiz uma nota mental para verificar se hoje era o dia de todo mundo me segurar.

Eu vi Arthur Weasley segurar Draco que estava por cima do seu filho e tentar tirá-lo de lá. Finalmente ele conseguiu separá-los. Draco ainda parecia ter aquele brilho psicótico no olhar, como se estivesse pronto para pular em Rony na primeira oportunidade. Seu cabelo estava uma enorme bagunça e quando eu vi Rony se levantar com um pouco de dificuldade eu vi que seu estado era ainda pior. Um filete de sangue escorria do canto de sua boca e ele passou as costas da mão ali, limpando o sangue.

– Ronald Abílio Weasley, o que pensa que está fazendo? – a voz veio de traz de mim, e eu me virei rapidamente, vendo que era Molly quem me segurava.

– Não foi sem um motivo. Pergunte o que esse monstro fez com ela! – falou nervoso e logo em seguida se curvou sobre o próprio corpo enquanto colocava uma mão sobre o estômago e cuspia no chão algo que pareceu ser sangue.

– Você merecia bem mais do que isso apenas por chegar perto dela. – Draco falou e fez menção de se aproximar novamente dele, mas Arthur colocou um braço a sua frente.

– Não precisa de mais isso rapaz. – falou e lançou um olhar sério para o filho – Vamos embora Ronald, já tivemos confusões demais por hoje.

–Como você pode ser tão mau-caráter? – Rony perguntou olhando para Draco como se lhe fizesse mal apenas aquilo – Como consegue acordar todos os dias sabendo que fez tanto mal a ela e ainda sim a toca?

– Isso não lhe diz respeito! – Draco falou secamente. Vi suas mãos se fecharem em punhos.

Eu só conseguia ficar parada, queria dizer para que Rony voltasse para casa, onde lá ele estaria seguro, mas eu não conseguia dizer nada e minhas pernas não pareciam me obedecer.

– Você merece mais do que ele, Mione. – Rony falou como se esperasse alguma atitude minha.

Deus, até mesmo eu esperava algo de mim. De preferência alguma atitude que acabasse com todos os meus problemas. Algo totalmente impossível de acontecer.

– E quem ela merece? Você? Afinal, o que você pode dar a ela, uh? Um emprego em uma editora que ela não pode ter a mínima expectativa de melhoras? Ora, francamente! – Draco falou rindo alto. Quem escutasse por fora certamente pensaria que eu estava me casando por dinheiro ou que, pior ainda, concordasse com aquele pensamento preconceituoso dele.

– Cuidado com a língua, senhor Malfoy, cuidado com a língua. – Molly falou em um tom duro.

– Claro, Claro. – Draco falou balançando a mão em um gesto de puro desdém.

Meus olhos estavam em um ruivo que ainda me fitava.

– Rony, — finalmente consegui pronunciar com a voz soando fraca – Talvez você devesse ir com seus pais. – falei me sentindo bem por finalmente fazer algo que me desprenderia dele. Não por mentir, mas por saber que eu iria até o fim agora. Não havia nada mais que me impedia. Talvez eu nunca mais tivesse a amizade dele, mas seria melhor assim, ao menos por enquanto. Draco era o que eu poderia chamar de escolha certa se eu queria ajudar minha mãe e minha filha.

– Faça como quiser Hermione, — sua voz não tinha como ser mais fria e indiferente -mas daqui a algum tempo, quando se arrepender de tudo isso e ver o quanto o odeia, não tente voltar atrás. – falou cuspindo as palavras antes de sair de lá sem me olhar novamente

Eu quis dizer para que ele voltasse e me ouvisse, quis ir atrás dele e dizer que ele ainda era meu amigo e que eu não o queria com raiva de mim, mas como dizer tudo isso a ele quando eu mesma me odiava? Meu casamento com Draco seria uma farsa e todos poderiam ver isso à distância, não era necessário que soubesse do que havia acontecido como Rony agora sabia. Éramos incompatíveis não apenas na aparência, mas também e principalmente na personalidade. Aquilo era algo que tinha que ser feito.

– Eu não sei o que deu nele para se comportar desse jeito. – ouvi Molly dizer em um tom pensativo. Arthur e Draco conversavam baixo o bastante para que eu não pudesse ouvir, mas eu realmente não estava interessada no que quer que seja que eles podiam estar conversando.

Sentia minha cabeça dar voltas e mais voltas. Um gosto amargo me subiu a garganta como ácido e eu me curvei vomitando a pouca comida que havia em meu estômago.

– Pobrezinha, essa sempre é a pior parte.

Meu cabelo foi enrolado e tirado do meu rosto enquanto eu tentava parar aquilo. Eu senti uma mão envolta da minha cintura me apertando e aquilo só fez com que outras ânsias de vomito viessem.

– Não a segure com tanta força. – ouvi Molly dizer naquele seu mesmo tom maternal.

Passei as costas de minha mão esquerda na boca. Eu realmente precisava escovar os dentes agora. Tentei me levantar quando achei que era seguro e respirei fundo, esperando que o ar gélido fizesse aquele mal-estar passar

– Bem, eu vou ter de ligar para casa e dizer a Susann que cancele o salmão. – ouvi Draco dizer parecendo próximo a mim e foi quando notei que foi com ele que Molly falou para me segurar com menos força. Ele olhava para mim e tinha uma leve coloração esverdeada no rosto. E dessa vez, quando eu me curvei, pude ouvir seu grito de indignação quando vomitei sobre seus sapatos que aparentavam terem custado caro.

– Meu Deus, Hermione!

– Desculpe-me por isso. – falei em um sussurro ainda me mantendo um pouco abaixada.

– Tudo bem, são apenas sapatos. – seu tom afiado e curto era uma contradição com suas palavras.

Senti sua mão gelada passar em meu pescoço e ele me apertou um pouco mais, me ajudando a ficar completamente ereta.

– Essa confusão toda não faz bem para o bebê. – Molly falou e olhou para Draco – E onde estavam com a cabeça quando resolveram brigar logo perto dela? Já pensaram que ela poderia ter se machucado?

Draco me olhou parecendo de repente preocupado. O gramado parecia se ondular embaixo dos meus pés e tudo a minha volta parecia que estava rodando.

– Eu não acho que ela esteja bem. – ouvi Draco dizer soando realmente temeroso. Sua voz parecia cada vez mais longe de mim do que ele realmente estava. Um suor frio desceu pelas minhas costas e eu senti tudo ficar borrado. Pouco antes de tudo ficar escuro em senti alguém me segurar enquanto uma voz murmurou algo como 'Acostume-se com isso papai. '.



Notas finais
Oks, podem dizer o quanto o cap. ficou ruim, eu suporto, até porque eu própria não ando gostando de como os últimos cap. estão ficando, mas vamos as explicações.
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Eu entro em semana de provas agora e eu realmente devo estudar. Sério, o caso é, quando eu to no nyah, não consigo me concentrar e escrever um cap. bom pke to pensando nas provas, e quando to na escola o contrário acontece, ou seja, eu não estou conseguindo fazer nenhum dos dois bem feito. Então, eu vou ficar até o dia 30 sem postar em nenhuma das minhas fics #Exceto por AP que eu ainda não atualizei essa semana# e ai, quando esse período de tensão na escola passar, eu volto a postar regularmente e o melhor: com capítulos realmente bons, como eram antes, eu acho ausahuhsas
Sei que alguns vão ficar irritados, mas é o melhor q posso fazer por mim e por vcs, afinal, não quero que voces leiam algo cheio de erros e de péssima qualidade.
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Bem, é isso.
Bjs mi amores, realmente vou sentir falta de vcs durante esse tempo, mas é necessário. Tenho certeza de que vão até gostar do próximo cap. q já está planejado, mas eu resolvi esperar um tempo pra escrever, será melhor assim.
Bjs *---* e até a próxima :)