A Beautiful Lie
24 Cap. 22 – Contraditório
Notas iniciais
Antes, vamos para os agradecimentos: Aos lindos dos meus leitores comentando e me alegrando com suas opiniões e alguns realmente me fazendo rir kkk' #A da cavalgada foi boa u_u
E... O capítulo tah mais do que dedicado a Sonimai e a Kathy Tets PELAS RECOMENDAÇÕES MAIS DO QUE LINDAS, PERFEITAS!!!! Sério gente, eu realmente fiquei contente, chorei de alegria quando vi :')
Voces são muito demais *-*
Agora, vamos há alguns avisos basiquinhos:
Tive que revisar rápido porque meu quarto tah sem luz graças a minha linda irmã que deu uma vassourada na lâmpada para matar uma barata ¬¬ E agora eu não posso forçar muito as vistas D:
Então, conterá diversos erros que serão arrumados amanhã o mais depressa possível.
Eu não tinha planejado esse cap., até porque a próxima att seria na terça-feira, com um cap. com fatos novos e tals, mas como alguns leitores pediram, aqui está. Eu escrevi ontem, e tentei fazer de maneira que não ficasse repetitiva ;)
Espero que gostem mesmo sendo pequeno, mas ele é só para que vocês entendam algumas coisinhas em relação ao Draco.
Até lá embaixo e espero que gostem. Lembrem-se sobre os erros kkk'
POV Draco Malfoy
Afrouxei minha gravata enquanto ia em direção a minha sala em passos rápidos e ignorava tudo ou o que qualquer um pudesse dizer sobre um assunto banal naquele momento. Chegando lá eu coloquei minha pasta sobre a mesa e me sentei em minha cadeira. Coloquei os braços sobre a mesa e minha cabeça entre eles. Finalmente me permiti respirar fundo. Aquilo não podia estar acontecendo, podia?
- Mas é claro que não Draco! – eu disse para mim mesmo e me levantei. Precisava fazer algo para esquecer aqueles pensamentos. Quanto mais eu andava em círculos por minha sala pior eu ficava. Mais coisas relacionadas a ela surgiam em minha mente e aquilo não estava certo.
- Senhor Malfoy eu preciso de uma-
- O que é? – perguntei praticamente gritando irritado para Rebecca que estava parada a porta da minha sala – Não vê que eu estou ocupado? – no instante em que falei isso ela murmurou um pedido de desculpas e saiu fechando a porta atrás dela.
Como tudo podia ter mudado tanto assim? Em uma hora eu me via com todo o jogo na palma da mão, controlando Hermione como uma peça de xadrez em um tabuleiro, e no outro eu sou obrigado a fazer alterações em meu próprio plano. Eu me sentei no pequeno sofá cinza que tinha escoltado no canto da sala, tentando colocar meus planos em ordem.
-Se eu não tivesse sido tão sentimental isso não teria acontecido.
Eu me lembrei do quão estúpido eu fui acariciando a barriga dela, me permitindo imaginar um futuro com ela. Não somente com a criança, mas também com a mãe ao meu lado. Patético! Como se em algum momento isso fosse acontecer!
Mas eu não podia negar a mim mesmo que havia gostado daquela sensação. A primeira vez que eu a tocava em um ato não premeditado para que outras pessoas vissem ou que não era pra machucá-la. Eu realmente fiz por impulso, claro, mas a sensação foi ótima. Não só por saber que era meu filho ali, mas também por que ela não se afastou ou me olhou com repulsa. Seus olhos ainda eram levemente alarmados, como se esperasse a pior atitude de mim, entretanto aquilo estava diminuindo de frequencia, os olhares rancorosos, eu digo.
Eu poderia teimar comigo mesmo e dizer quantas vezes eu pudesse e fosse possível que aquilo era coisa da minha mente. Que era apenas eu me sentindo culpado. No entanto não era. Não exatamente apenas aquilo. Era impossível não me lembrar do que eu havia feito com ela meses atrás. Era impossível que eu não me sentisse mal sempre que ela me lembrava do que eu havia feito. Mas aquilo não era o suficiente para que eu desistisse dos meus planos. Jamais seria.
O telefone da minha sala tocou e eu olhei para ele, decidindo se deveria ou não atender. Aquele não era um bom momento para falar de negócios ou o que quer que fosse relacionado à empresa, porém ainda assim eu atendi.
- Escritório do Malfoy. – falei atendendo e me sentando de volta a cadeira. Olhei para um vidro que separava minha sala da de Rebecca e ela deu de ombros quando a olhei reprovador. Era ela quem deveria atender e repassar ou não minhas ligações, não eu. Uma parte minha que estava começando a se livrar da raiva me lembrou de que ela havia tentado me dizer algo quando a expulsei daqui. Provavelmente era isso...
- Draco, sou eu Hermione – eu ouvi sua voz suave e um pouco rouca. Mas é claro, quem mais me ligaria quando eu estou praticamente sem saber o que fazer com a minha vida?
- Aconteceu alguma coisa Granger? – perguntei tentando soar impassível. Ela não podia perceber que tinha algo errado com o que eu queria. Claro, eu estava sendo obrigado até mesmo a mudar os planos do casamento por causa dela.
- Ah, não é nada, na verdade. – pelo jeito que ela falava eu diria que ela estava levemente constrangida. Provavelmente corada naquele exato momento. – É que eu resolvi aceitar aquela proposta. – ela falou.
Proposta? Que proposta? Do que ela estava falando? Eu vasculhei mentalmente nossas antigas conversas tentando me lembrar de algo que eu pudesse ter lhe proposto. Foi como um estalar de dedos a minha frente. Eu me endireitei na cadeira giratória. Havia proposto a ela na saída do hospital para que já começássemos a morar juntos, a final, o casamento estava bastante próximo. Já havia lhe perguntando isso antes, mas ela sempre parecia relutante e agora estava aceitando. Finalmente uma boa noticia. A menos que tenha algo por detrás disso...
- Isso é ótimo. – eu falei ainda pensando no que poderia ter lavado ela a aceitar — E você não precisa levar todas as suas coisas se não quiser. –disse.
Se eu fosse até o fim com tudo ela não ficaria em minha mansão mais do que o necessário para a criança nascer. E eu vou até o fim com isso, não vou?
- Claro – falou e só então eu percebi que sua voz estava parecendo um pouco abalada, como se ela tivesse chorado ou algo do tipo. Reprimi a vontade de perguntar se estava tudo bem.
- Bom, eu te vejo mais tarde. Passo ai e te ajudo no que precisar.
- Tudo bem. – ela concordou. O telefone ficou mudo e então eu o coloquei de volta no lugar.
Havia acontecido algo, certamente. Ela nunca me ligaria se não tivesse algo errado.
- Esqueça isso, Draco. – ordenei a mim mesmo. Não podia deixar que a castanha povoasse tanto os meus pensamentos dessa forma. Se havia algo errado o problema era dela, não meu!
Levei minhas mãos a cabeça e baguncei meu cabelo o deixando completamente desgrenhando. Eu não poderia me deixar preocupar tanto com ela.
Uma frase de Blaise por algum motivo ecoou em minha mente: "Vocês são completamente o oposto um do outro e é por isso que combina tão perfeitamente como casal."
Blás não poderia ter estado mais errado. Claro, éramos opostos, mas isso nunca daria certo. Eu não queria que desse. Já imaginaram como seria irônico eu me apaixonando pela minha ex-empregada que sente um ódio mortal por mim? Claro, isso porque o meu sentimento por ela é o mesmo e tão intenso quanto. Seria um milagre se depois de casados ela não voltasse a declarar sua antipatia infringível por mim.
Ela me odiava, eu mal suportava sua presença. Teria de fazer um enorme esforço para não gritar com ela quando a mesma se mudasse para a mansão. Não combinávamos em nada!
- Está ocupado agora? – ouvi a voz fanhosa de Rebecca e nunca me senti tão aliviado em vê-la. Rebecca ultimamente tinha para mim o mesmo significado que a palavra trabalho.
- Nenhum pouco – eu falei e ela entrou hesitante em minha sala.
- O senhor está pronto para a reunião? – perguntou e só então eu me lembrei dela.
Já havia me esquecido completamente que hoje teria de falar com aqueles abutres. A empresa ainda permanecia em minhas mãos, mas eles não tinham por mim o mesmo medo que tinham por meu pai. Provavelmente ainda pensavam que eu perderia a empresa para eles se o casamento fosse cancelado. Não poderiam estar mais equivocados do que isso.
Eu arrumei minha gravata no lugar e tentei colocar meu cabelo da mesma forma que estava antes ou ao menos ficar apresentável.
Quando abri minha maleta para pegar os relatórios e os novos projetos propostos por mim vi Rebecca puxar da minha mão algo que eu certamente deveria ter jogado fora. Ou não.
- O que é isso? – ela perguntou curiosa, antes que eu arrancasse o ultrassom de suas mãos.
- Minha filha – falei me lembrando do momento em que a vi naquela tela. Não parecia ser um bebê para mim, no entanto eu sabia que lá estava ela – É uma menina. – informei e o guardei de volta em minha maleta.
- Mas os jornais diziam-
- Informação errada — falei e comecei a caminhar para fora da sala com Rebecca em meu encalço.
Foi impossível não me lembrar e até mesmo sorrir do olhar acusatório que Granger me lançou quando estávamos fora do hospital. Realmente engraçado. Não foi preciso muito para que ela soubesse que eu tinha algo a ver com aquilo.
Pouco antes de entrar na sala para falar com o médico que cuidava de sua mãe eu encontrei Verônica que me felicitou pelo casamento. Foi fácil cobrar um favor a ela já que nos conhecíamos há algum tempo. Aliás, foi o único meio que eu encontrei. Hermione não dava nenhum sinal de que queria saber o sexo do nosso filho.
Acertei sobre a mudança de hospital da mãe dela o mais rápido que pude e paguei o valor que devia. Dinheiro não estava sendo o problema enquanto eu ainda o tinha e teria mais ainda quando nos casássemos e eu pudesse colocar a mão no resto da minha herança.
Quando cheguei à sala em que Hermione estava sua expressão foi de puro choque. Eu só não imaginei que ela realmente pudesse ficar tão irritada com o que eu tinha feito, mesmo eu sabendo que ela estava feliz com aquilo. Estava praticamente estampado em seu rosto a alegria. Seus olhos brilharam enquanto ela olhava para o monitor.
Nossa filha.
- Ela vai puxar a beleza e a educação do pai. – Rebecca falou e eu olhei seriamente para ela. Ela claramente não gostava de mim e aquilo havia sido apenas uma brincadeira idiota.
- Vai ser tão inteligente quanto à mãe. – eu falei percebendo que não valia a pena rebater sua ironia e abrindo a porta da sala para que ela entrasse. Todos já me esperavam lá dentro. Estava na hora de me concentrar em meu trabalho e esquecer Hermione Granger. Ela já havia me atrapalhado mais do que eu deveria permitir por um dia só.
Claro, era isso o que eu planejava, mas meus olhos me traiam a cada novo minuto quando eu olhava em meu relógio, ansiando para o momento em que a veria. Talvez eu devesse ter insistindo em saber o que tinha de errado com ela no telefone...
Eu balancei minha cabeça e tentei voltar a prestar atenção no que um dos meus administradores dizia. Essa se tornou uma tarefa praticamente impossível para mim.
Notas finais
Próximo cap.: Motivo da Mione ter aceitado morar com o Draco, e algumas outras surpresas hehehehe
Prox. cap. sai na terça sem falta, oks?
Bem, é isso.
Até terça meus amores fofitos *-*
Ahhh, e podem continuar mandando sugestões de nomes, eu estou adorando alguns q recebi, realmente lindo *------*
Bjs Bjs ^-^
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