A Baixinha E O Metaleiro
14 Especial –– Happy Birthday, Levy! ♥
Notas iniciais
E bem, claro que eu não ia deixá-las na mão. O aniversário é meu e vocês vão ter um belo presente.
Antes de lerem,ocês vão ficar um pouco confusas com esse especial, até porque nosso ship lindíssimo ainda não está se amando. SRFHAUEHRGN
Mas como um especial, fiz um aniversário bem fofinho para a Levy. Parabéns Levy, você faz aniversário no mesmo dia que eu. HAEUAHEUAHEA e-é
E como presente, nada melhor que uma recomendação ou um simples comentário, eu ficaria muito feliz. Usem a criatividade de vocês. ♥ ♥
Ah, e mais um bem-vindo aos novos leitores. *-*
Enjoy. =3
Especial –– Happy Birthday, Levy ♥
Eram 19h e eu estava sentada no sofá esperando algum movimento “sobrenatural” acontecer. Gajeel havia ido ensaiar com usa banda, talvez ele não lembrasse, achei que não fosse de seu feitio fazer algo que me deixasse, pelo menos, feliz de modo que nós nos uníssemos mais.
Era meu aniversário, Lucy, Jet e Droy haviam me ligado e trouxeram presentes lindíssimos para mim, Lucy me deu uma sapatilha dourada, Jet e Droy me trouxeram um belo vestido roxo que eu já usava, achei engraçado quando agradeci e os abracei, parecia que saia corações de suas cabeças, –– aproveitei para ver como eu ficava com a sapatilha também ––. Após eu me vestir pó completo, escutei meu celular tocar, eu corri até ele que estava em cima da cama e vi uma mensagem de Gajeel, meu coração já deu um grande pulo ao ver seu nome, ela dizia o seguinte:
“Oi, minha baixinha, tudo bom? Desculpa não ter te ligado, mas você pode vir até o terraço do apartamento? Eu e o pessoal da minha banda estamos compondo uma nova canção, vem ver? Beijos!”.
Pois é, ele nem sequer lembrou-se de meu aniversário, entristeci, mas fui até o terraço por curiosidade, era estranho de mesmo modo. Sempre que eu passava clandestinamente para o teto do prédio, eu me lembrava de Gajeel me levando até lá às escondidas para ver a movimentação das ruas, era lindo, tudo brilhava.
Ao me aproximar do local, não escutei nada, absolutamente nada, apenas grilos e afins. Cheguei a meu destino, fiquei um tanto confusa, será que foram embora sem avisar? Pensei. Me aproximei um pouco mais e virei à direita, lá havia uma mesa com duas cadeiras brancas, tudo estava iluminado a luz de velas, vi algumas pétalas de rosas azuis no chão, minha flor preferida.
Olhei para os lados muito confusa, mas não vi ninguém por perto, logo senti mãos grandes tamparem meus olhos, eu conhecia muito de quem pertenciam aquelas mãos tão macias.
–– Que bom que veio... –– indagou, ainda tampando meus olhos, sorri e mordi o lábio inferior.
–– Você me enganou? –– perguntei me virando.
–– Sim, sou um ótimo ator –– sorriu me roubando um beijo delicioso, retribuí. –– Feliz aniversário...
–– O-O quê? –– arregalei os olhos. –– Quer dizer que...
–– Eu não havia se esquecido de uma data tão especial. ––sorriu, me puxando até uma das cadeiras.
Fui meio sem jeito até a cadeira que ficava em frente à de Gajeel entre aquela mesa redondinha. Percebi que na mesa tinha macarronada, ri baixo me lembrando do dia em que tentamos fazer uma, mas no final acabamos pedindo por telefone. De mesma maneira, foi um dia maravilhoso para mim.
–– Foi você quem fez? –– perguntei olhando para meu prato.
–– Sim –– o vi corar, corei junto. ––, foi na casa do Laxus, Freed foi para ajudar, tive que refazer, pois coloquei queijo demais...
Esbocei um sorriso tímido. Gajeel havia feito tudo isso para mim? Ok, eu tinha um namorado perfeito, mesmo com seus grandes defeitos. Levei uma colherada para a boca e experimentei, estava ótimo!
–– Nossa! Está uma delícia. –– arregalei os olhos.
–– V-Verdade? Que bom... ––sorriu sem jeito.
–– Ei, então você não ensaiou com a sua banda só pra me fazer essa surpresa?
Gajeel parou de comer: –– B-Bem, é sim...
–– Obrigada –– sorri segurando sua mão, ele parecia nervoso assim como eu, afinal, era nosso primeiro aniversário juntos. ––, é o melhor aniversário que eu tive em toda minha vida.
–– Fico feliz que tenha gostado, mas ainda não acabou –– sorriu malicioso, tremi. ––, coma logo, daí eu te mostro.
–– O-Ok.
Voltamos a comer e conversávamos sobre qualquer coisa, namoro, escola, músicas, seu sobrinho... Quando terminamos, Gajeel se levantou e estendeu sua mão para mim, fiquei um pouco confusa, mas segurei-a e o segui até o outro lado do terraço. Só ali percebi seus trajes tão sociais, blusa cinza, casaco preto e calça de algodão. Chegando até lá, vi um pequeno som onde Gajeel deu play para tocar não tão alto uma bela música que eu conhecia muito bem, era I Don’t Wanna Miss A Thing de Aerosmith, eu sabia disso por conta que meu namorado sempre me falava da banda. Logo, Gajeel estendei novamente sua mão para mim e sorriu como se quisesse que eu aceitasse, a segurei, e em tração de segundos já dançávamos uma dança lentíssima que eu sempre sonhei em dançar com alguém que eu amasse, e esse alguém estava ali, na minha frente, sorrindo para mim e mostrando por onde eu devia me mover para que a dança ficasse de acordo com a música.
Coloquei minha cabeça em seu peito largo e senti a música entrar em mim, Gajeel beijava meus cabelos de vez em quando, sentir sua mão na minha era uma sensação deliciosa que nem eu mesma conseguia decifrar, foram barreiras e mais barreiras que lutamos para ter finalmente uma relação sólida e feliz.
–– Está gostando? –– perguntei entre a dança.
–– O que você acha? –– sorri. –– Estou amando.
–– Isso tudo é pra você saber que... bem, nunca quero te ver longe de mim...
Corei, mas não me movi, apenas sorri e senti vontade de chorar, mas de emoção. Finalmente minha vida estava se movendo como eu queria, bons amigos, bom namorado, bom eu!
–– Nunca vou ficar longe de você, só pra saber. –– soltei uma risada, ele também.
–– Ótimo, mas calma... –– disse se afastando um pouco de mim para pegar algo no bolso, fiquei um pouco confusa com o ato, mas esperei um tanto rubra.
–– O-O que foi?
–– Aqui... –– achou uma caixinha entre seu bolso, logo usou uma das pernas para se ajoelhar em minha frente, arregalei os olhos, seria possível...
–– Gajeel... –– sussurrei seu nome.
–– Levy, eu quero que saiba, todas as horas que estivesse ao seu lado foram, sem dúvidas, as melhores horas da minha vida. As que passamos longe um do outro quase me mataram de saudades e de tristeza. Nunca fui bom com palavras, mas você me mostrou um outro caminho, o caminho do amor, do desejo, da paixão... –– senti meus olhos se marejarem, Gajeel abriu a caixinha mostrando uma aliança de brilhantes, linda. –– Eu te amo, Levy, quer ser minha noiva e nos casarmos em um dia?
Meu coração acelerou, minhas mãos tremeram e suaram ao mesmo tempo, senti inúmeros calafrios em minha barriga, pela primeira vez alguém falava tantas coisas bonitas para mim. Eu não tinha o que dizer pela emoção, eu apenas comecei a chorar como uma criança. Ele quer que eu seja sua noiva! Ele quer casar comigo! Meu Deus, o que eu faço. Muitas perguntas vieram em minha mente.
–– L-Levy? Está chorando? O que houve? –– perguntou se levantando e pondo as mãos em meu rosto para limpar as lágrimas.
–– N-Nada... –– solucei. –– Eu apenas não sei o que dizer, eu te amo!
–– Isso seria um sim? –– sorriu.
–– Com certeza. –– sorri entre o choro e o abracei em um rodopio.
Depois de tudo, Gajeel pôs a aliança em meu dedo e voltamos a dançar como antes, pondo e repondo a música várias e várias vezes. Nós não queríamos que aquele momento acabasse, eu estava tão feliz que poderia morrer a qualquer momento, mas não, eu não iria morrer tão facilmente. Aquele com certeza com o melhor aniversário que eu tive em toda, mas toda a minha vida e que nunca pensei que teria...
... Gajeel, fique sempre comigo, por favor.

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