A Baixinha E O Metaleiro

15 Capítulo 13 –– Fiesta Plazza's / Final


Notas iniciais
OLÊ, OLÊ, OLÁ. ♪Gente, meio que fiz esse capítulo no turbo, quase não deu tempo. u_uÉ que tipo, agora eu tenho ensaio de dança todos os dias, é para a feira cultural e só temos 1 semana. =/Enfim, acho que vão amar esse capítulo, é uma pena que o Nyah ferrou com os parágrafos, quando eu tiver coragem eu ajeito todos.E... PUTA MERDA OLHA QUANTA PALAVRA D=Aaaaaaaaaah, OBRIGADA A TODOS OS LEITORES QUE ME DERAM PARABÉNS, SEUS LINDOS ♥Esse capítulo é um presente pelos parabéns. u_u HAEUAHUEAHEBoa leituraaaaa *3*

Capítulo 13 –– Fiesta Plazza's / Final

–– Lu-chan, o que queria comigo? –– perguntei enquanto andava do seu lado um tanto confusa. Eu tinha muito vontade de olhar para trás e ver o que Gajeel fazia, mas tentei não dar muita bandeira.

–– Novamente –– riu. –– peço desculpas por interromper o casalzinho apaixonado.

–– C-Cale a boca, não estava rolando nada!

–– Ah, claro –– tossiu cinicamente. –– Enfim, quero que participe comigo do concurso que vai começar daqui a pouco!

–– Concurso? –– arqueei uma sobrancelha.

–– É, é para saber quem é a garota mais bonita da escola!

Oi?

–– Não, obrigada. –– soltei um tsc com a língua e me virei opostamente com um rosto emburrado. Lucy sabia muito bem que eu me achava feia e sem graça.

–– Vamos parar de draminha, ok? –– disse me puxando pelo braço. –– Você está linda demais com essa roupa e maquiagem, também não quero participar sem você...

–– Mas você é linda, Lu-chan, vai ganhar!

–– Como sabe? Existem garotas lindas na escola, e você é uma. Vamos logo.

Sem perceber, Lucy já estava me puxando para fazer a inscrição. O maior motivo de não querer participar era de que eu era totalmente despeitada e desencorpada, pelo menos a roupa que eu usava fazia meu corpo ficar um pouco mais avantajado, um pouco.

Ficamos em uma fila onde várias garotas da escola estavam, principalmente as mais bonitas e desejadas pelos garotos, senti vontade de sair, mas pela Lucy eu faria aquela vergonha toda.

Olhei os arredores para procurar Gajeel, eu estava curiosa para saber o que ele fazia. Depois de um tempo o procurando, vi-o conversando com um garoto de cabelos exoticamente verdes e roupas pretas com destaques vermelho, poderia ser um integrante da banda.

Quando finalmente nossa vez de pôr os nomes chegou, ainda pensei se fazia aquilo ou não, mas acabei aceitando por causa de Lucy que beliscava suavemente meu braço. Anotei meu nome e me virei para ela que dava pulinhos de felicidade.

–– Que bom que aceitou, Levy-chan!

–– Está me devendo uma. –– disse um tanto constrangida.

–– Ok, pode deixar –– olhou para os lados. –– Cadê o Gajeel sedução? Eu te ajudo a ficar com ele.

–– Como é? –– bati em seu braço, a mesma soltou um gemido fresco. –– Não quero ficar com ele! É a última coisa que quero fazer...

–– Claro, claro que eu acredito.

–– Mas é a verdade! Cadê o seu namorado?

–– Conversando com o Gray, sabia que ele está gostando da Juvia?

–– Sério? Aquela que vive perto dele?

–– Ela mesma, ela ainda cismou de que eu gostava dele, pensa só? Meus olhos são apenas virados para o meu Nat-kun. –– falou com em um gemido, ri.

–– Puxa, será que eles vão ficar juntos?

–– Espero que sim, a Juvia é realmente bonita, só um pouco stalker.

–– Verdade! –– rimos juntas.

Ficamos conversando mais um pouco até que um coordenador da nossa escola, Max, nos chamou para irmos até o lado oposto das cortinas vermelhas, minha maior vergonha era que Gajeel me visse fazendo aquilo. Deus me ajude...

Ficamos em fila com uma numeração, Max foi para frente das cortinas para dar início ao concurso, provavelmente não seria demorado. Ouvi a primeira ser chamada, era Mira, todos os garotos aplaudiram e assoviaram.

Depois dela todas as outras que estavam na minha frente foram chamadas, inclusive Lucy, ela foi como uma diva até o palco e disse algumas coisas no microfone para Natsu, o amor é lindo... Logo, chegou a minha vez, fiquei um pouco travada, mas fui empurrada por algum ser atrás de mim para andar mais rápido, parei pelo palco com alguns tropeços, mas vendo Gajeel logo me ajeitei, ele me olhava assustado, corei.

–– Então, Levy McGarden, o que você pode fazer para nos agradar? –– perguntou Max pelo microfone.

–– E-Eu... eu... –– eu estava tão nervosa que não conseguia falar.

–– Eei! –– gritou Cana na plateia totalmente bêbada –– Voocê já chupooou o paau gostoso do Gaaajeel?

Ok, meu rosto todo ficou em chamas, senti até vontade de correr, mas não queria passar mais vergonha. Gajeel mandou Cana calar a boca, todos riram com o jeito dela, meu coração batia em descompasso, acho que eu tinha fobia por palcos. Senti muita raiva de Cana por aquilo e tive vontade de xingá-la.

–– Ér, Cana, acho que você está um pouco bêbada demais. –– disse Max, comecei a abrir minha boca para falar algo.

–– B-B-Ba...

–– O que foi, Levy?

–– B-B-Ba-Baka! –– gritei como uma criança um tanto alto demais, minha cabeça estava baixa e eu segurava o vestido com demasiada força, logo, a plateia ficou em repleto silêncio.

–– AAAH, KAWAII! –– todos gritaram em coro, menos Gajeel, que me olhava sem reação.

–– O-O quê? ––olhei para o pessoal que me olhava de um jeito fofo.

–– Levy já ganhou! –– gritaram Droy e Jet, desde quando eles estavam lá?

–– Nossa, parece que já temos uma vencedora, mas pela fofura, é claro.

Apareceram do nada, duas garotas com uma coroa de princesa. Ok, eu é que não ia usar uma coisa constrangedora daquelas. Tentei me afastar, mas as duas vieram com maestria em minha direção.

–– SAIAM! NÃO QUERO USAR ISSO! –– gritei, mas não de um modo fofo. Na verdade, saiu um grito feio e desesperado, todos riram.

Minha intenção no momento era não ganhar aquilo, e foi o que aconteceu, gritei de um modo nada fofo, então, Lucy acabou ganhando em meu lugar, foi até melhor daquele jeito. Saí daquele palco terrível e fiquei conversando com Lucy e Natsu em uma mesinha que tinha ali. Demorou um pouco para que o pessoal esquece aquele mico, mas depois de algum tempo eles pararam de comentar.

Eu já estava com fome, então deixei os pombinhos namorarem a vontade e fui procurar algo para devorar. No percurso encontrei Gajeel, ele parecia querer me chamar, mas virei o rosto rapidamente com uma vergonha incrível pelo acontecido mais cedo. Cheguei até a seção melhor da festa, a comida, comi algumas jujubas. Mentira, comi várias e aproveitei que não tinha ninguém por perto, peguei um Marshmallow com um palitinho e coloquei em uma cascata de chocolate, estava uma delícia, peguei um copo de refrigerante e comi junto de alguns salgadinhos de carne e misto.

–– Puxa, como cabe tanta comida em um ser tão pequeno? –– perguntou Gajeel se enfiando em meu pescoço, me virei assustada.

–– E-Eu só... –– engoli o salgado por inteiro, chegou a doer minha garganta.

Comecei a tossir desesperadamente, fiquei entalada...

* * *

–– Está melhor? –– perguntou ele pegando um copo de água da minha mão. –– Não precisa se assustar tanto...

–– Desculpe... –– dei uma última tossida.

–– Tudo bem. Ei, por que participou daq...

–– Não –– o interrompi. ––, não fale disso, por favor, foi apenas Lucy que me chamou...

–– Ok, entendo –– entortou os lábios, o encarei um pouco sem perceber, o mesmo se virou para mim e me pegou no flagra. –– Que tal a gente ir naquele lago que você ficou tão curiosa de ver?

–– Sério? –– arregalei os olhos. –– Você não estava ocupado?

–– Não exatamente, a conversa estava bem chata. –– sorriu.

–– Ah... então vamos.

–– Vem. ––ele estendeu sua mão para mim, pensei um pouco, mas a segurei.

Fomos sorrateiramente até o local, talvez fosse para que ninguém fizesse piadinhas sem graça, tive um pouco de medo de já ter algum casal namorando por lá, mas como eu estava sendo levada pelas emoções, nem me toquei muito.

Chegamos até lá, abri a boca em “o”, parecia uma casinha de boneca, mas sem portas nem janelas, era um teto meio triangular e sua área era arredondada, de lá dava para ver um lago que refletia a luz da lua.

Sem perceber, Gajeel me puxou com força pelo braço até que eu me encostasse a seu peitoral. Foi em milésimos de segundos que senti seus lábios pressionado os meus, o susto foi tão grande que eu nem sequer me mexia, até porque aquela sensação era deliciosa, mas errada. Pouca delonga já foi possível para sentir sua língua se infiltrar em mim, e eu boba, claro que deixei, Gajeel me puxava até a ponta da varandinha em que havia aquele belo lago, logo, ele meio que me sentou lá para que eu ficasse “quase” da sua altura, o beijo já era tão intenso que era capaz de que eu esquecesse meu próprio nome.

Segundos, minutos se passaram até que nos separássemos, eu ofegava muito por conta da falta de ar, Gajeel estava igual. E agora? O que eu dizia? Será que nós poderíamos para sempre ficar nisso de beijar sem compromisso? E se ele me deixasse? Não era óbvio que ele iria me deixar? Muitas perguntas vieram em minha cabeça, mas eu queria dizer algo que estava na ponta da língua.

–– Gajeel...

–– Hm? –– perguntou querendo me beijar mais uma vez.

–– E-Eu gosto de você!

Me arrependi forte após ter dito aquilo, não era certo! Não! Gajeel arregalou os olhos para mim como se não acreditasse que aquilo fosse verdade. Provavelmente ele achava que eu não gostava dele, apenas cedia a seus encantos.

–– O que-

–– Não! Q-Quer dizer... E-Eu não quis... Eu... –– eu não sabia o que dizer para desmentir aquilo.

–– Levy, eu estou indo, vou falar com... o pessoal... –– disse com um tom nervoso, como se não soubesse o que dizer, tentei falar algo, mas ele já havia saído as pressas, comecei a chorar.

Me sentei ao banco que havia perto de mim, ainda chorando muito, agradeci por minha maquiagem ser a prova d’água. Gajeel era um idiota sem coração. Era o que eu pensava no momento, como pôde fazer isso? Mesmo que ele se explicasse corretamente eu aceitaria, mas correr sem dizer nada? Não, aquilo foi demais.

De repente ouvi alguns passos vindos em minha direção, será que era Gajeel voltando para se desculpar? Ainda tive essa mínima esperança, mas na verdade era Lucy.

–– Levy-chan? O que houve? –– perguntou muito preocupada se sentando do meu lado.

–– O-O Ga... jeel. –– minha voz era arrastada.

–– Deus, o que ele fez agora?

Expliquei tudo a Lucy, ela parecia ficar com raiva e me disse que o viu saindo de lá com um rosto nervoso e desesperado, logo ele foi até uma das mesas para conversar com uns garotos, mas não parecia muito normal.

–– Pare de chorar, ok?

–– Obrigada por ficar aqui...

–– Tudo bem, sou sua amiga, mas venha, esqueça esse idiota, têm muitos garotos lindos aqui, que tal tentar dançar com um deles na valsa que vai ter?

–– Valsa? Jamais, depois dessa eu vou pra casa...

–– Como é? Não vai mesmo. Nunca se rebaixe para homens, sinta-se melhor que eles. –– sorriu ajeitando meus cabelos.

–– Acho que meu rosto já entrega tudo.

–– Passa isso! –– disse me entregando um pó. –– Você vai ficar nova em folha.

* * *

Saímos do local em que eu estava, tentei fazer um rosto tranquilo, vi que Gajeel estava conversando com Sting, ele havia me contado que ele também estava em sua banda mesmo tendo saído da Fairy Tail.

Fui até uma mesa distante de onde ele estava, mas ainda conseguíamos nos ver, não olhei para ele, então eu também não tinha ideia se ele estava ou não olhando para mim. Eu, Lucy e Natsu ficamos conversando um pouco até que a música agitada que tocava passou para uma bem lenta, Natsu estendeu a mão para Lucy que se despediu temporariamente de mim para poder dançar, sorri em resposta.

Fiquei sentada na mesma cadeira olhando os casais dançando; Gray beijou Juvia enquanto dançavam, isso surpreendeu até a mim, Jellal dançava (obviamente) com Erza, parecia que os dois não havia se entendido o suficiente ainda.

De repente senti uma mão tocar meu ombro, me assustei um pouco e me virei rapidamente, era Romeo, um garoto da minha classe que era ex-namorado de Wendy, os dois brigavam muito, mas sempre voltavam por uns tempos.

–– Romeo? –– perguntei.

–– Oi, Levy, quer dançar?

–– Ér, eu não sei dançar valsa...

–– Eu te ensino, é fácil. –– sorriu galanteador.

Pensei por um momento, não havia problema, certo? Era até bom conviver com outros garotos. Pensar em Gajeel me fazia mal. Sorri de volta para Romeo e estendi minha mão a ele, quando pensei em levantar, ele apareceu.

–– Gajeel, o que quer? –– perguntou Romeo, Gajeel havia aparecido em minha frente se virando para ele.

–– Ela já tem companhia, procure outra. –– disse um tanto estressado.

–– Como é? Eu não vejo nenhum nome seu nela.

–– E daí? Ela prefere ficar comigo!

–– Ei, que história é es-

–– Levy, não se intrometa. –– disse ele. Até parece que esse metaleiro idiota mandava em mim.

–– O quê? Vá à merda.

–– Ouviu o que ela disse, não é? Parece que ela não quer você.

–– É? –– disse Gajeel com um sorriso sarcástico, logo deu um soco forte no rosto de Romeo, dei um pequeno grito e segurei o braço dele.

–– PARA COM ISSO!

–– Então vem. –– disse Gajeel me puxando para longe, Romeo dizia vários palavrões enquanto tentava se levantar.

Corremos até o lado oposto do Buffet, mais uma vez me derreti por segurar as mãos dele, que ódio de mim...

Paramos depois de correr um tanto demais, estávamos ofegantes, eu não conseguia encará-lo por causa de muitos motivos; vergonha, raiva, nervosismo, amor...

–– Por que fez isso? –– perguntei.

–– Ora, eu que vou dançar com você. –– disse segurando minha mão novamente e começando a “dançar”, se é que poderia chamar aquilo de dançar, não aguentei ver Gajeel tentando falhamente uma valsa e comecei a rir.

–– Que horror! –– disse ainda rindo desesperadamente.

–– O que é?

–– Você não dança nada... –– continuei rindo, ele emburrou a face. –– Era para eu estar com essa cara... –– fiquei com um rosto sério e parando de dançar.

–– Desculpe –– disse ele, o vi corar um pouco, estranho. ––, eu queria falar com você sobre isso...

–– Isso...?

–– Sobre o que você disse, Levy eu confesso que fiquei muito confuso e...

–– Não, Gajeel, não diga nada –– me separei dele e ameacei chorar. –– E-Eu sei que você não gosta de mim, mas não precisa ficar se-se aproximando de mim, entende? Desse jeito não vou conseguir te esquecer!

–– Mas Levy, eu quero dizer que...

–– SE QUER QUE EU NÃO GOSTE DE VOCÊ DAQUELE JEITO, PARE DE FICAR ATRÁS DE MIM! –– gritei e corri para fora do Buffet.

Eu poderia até ter sido um pouco dramática, mas eu havia cansado de ficar gostando daquele idiota que não retribuía meu amor. Ouvi-o gritar algo, mas não olhei para trás.

Pensei em várias maneiras de como seria se eu e Gajeel namorássemos, com certeza não daria certo, ele era ativo, popular, experiente em várias coisas em que eu nunca fiz na vida. Mesmo que tenha aquele ditado que diga que para tudo tenha a primeira vez, eu não me sairia bem em um namoro, ainda mais com ele.

De repente começou a chover. Continuei correndo pelas ruas com a intenção de chegar em casa, mas a chuva piorava, e só ali me lembrei de que minha casa não era próxima, e mais uma coisa, eu não sabia por onde ir. Pensei em voltar para o Buffet, mas já seria constrangimento demais, continuei andando. Fiquei com um pouco de medo de onde eu estava, até porque eu não conhecia aquele lugar, fui tentando descobrir o lugar em que eu estava pelas ruas, algumas eu conhecia, outras não.

Olhei para trás e não vi ninguém, será que Gajeel havia me seguido? Pensei enquanto andava por uma rua totalmente deserta. Ao passar por outra rua senti alguém me puxar para a calçada, dei um grito. Esse alguém me colocou na parede e me beijou. Socorro, agora eu vou ser estuprada! Pensei.

Quando o homem me soltou, arregalei os olhos ao ver que não era ninguém menos que Gajeel, o empurrei desesperada dando um tapa em sua cara.

–– Ai! Isso dói!

–– IDIOTA! QUER ME MATAR DE SUSTO?

–– Você não me viu? –– perguntou assustado.

–– CLARO QUE NÃO!

–– Tá, agora para de gritar.

–– Por que você me beijou? –– perguntei cessando a voz e corando.

Gajeel demorou para responder, mas abriu a boca um tempo depois.

–– Eu também, Levy.

–– Como é que é?

–– E-Eu também gosto de você... –– corou, tremi com a tonalidade de sua voz, parecia sincero.

–– Tá certo, como pensa que eu acredite? –– disse tentando rir ironicamente, ele permanecia do mesmo jeito.

–– Levy, você acha que é fácil dizer que eu gosto de você? Eu nunca disse isso a nenhuma mulher! Falar essa merda é bem difícil!

–– Ah, então quer dizer que gostar de mim é uma merda? –– franzi o cenho.

–– Eu não sei –– aumentou o tom de voz ––, mas de todas as garotas que eu conheci você foi diferente, você mexeu comigo.

–– Claro, claro. Só que não! Isso só acontece em filmes, Gajeel.

–– Tem certeza? Bem, a verdade é que eu queria realmente só te seduzir. Quando eu te conheci você foi bem rude e mal educada comigo, e aquilo só me fez ficar mais excitado de te perturbar a ficar comigo e acabar indo pra cama!No dia em que você foi dormir no meu apartamento foi a oportunidade de te agarrar –– corei ––, mas o seu jeito comigo foi diferente, você não se mexeu comigo nem nada. Até que eu te perguntei se você gostava de mim e você respondeu que não, eu acreditei naquilo, achei que você só andava ao meu lado, porque queria ser minha amiga, nada mais. Daí você se declarou pra mim e me deixou sem reação, até porque muitas garotas já se declaram pra mim na outra escola e nessa também, mas só você me deixou na dúvida! Eu morro de ciúmes de você com outro cara, tenho vontade de matá-lo, Levy... –– parou pegando ar.

Eu nem sabia o que falar, minha cabeça estava com um nó terrível, será que era verdade? Foi como eu pensei? Poderia também ser uma mentira como ele fazia com outras, mas isso eu só descobriria tentando. Olhei em seus olhos e o mesmo repirava forte por causa da chuva, eu estava igual.

Gajeel acariciou meu rosto e depositou um selinho breve em meus lábios, como se estivesse pedindo uma resposta, eu cedi seu beijo e fechei os olhos, Gajeel se afastou e apoiou seus dois braços em minha volta contra a parede, eu não podia fugir.

–– E-Eu... não sei o que dizer...

–– Você aceita ter um relacionamento comigo? Um namoro? Não sei, para tentarmos...

–– E se você estiver mentindo? –– ousei perguntar.

–– Terá que descobrir. –– sorriu um pouco malicioso.

–– E se eu disser que... –– gelei, não, eu não ia dizer aquilo.

–– Que...?

–– Que eu te amo –– parei e olhei para ele extremamente corada. Droga, bela hora de dizer aquilo, ele me olhou assustado –– Q-Quando você começou a sempre andar comigo e quando demos nosso primeiro beijo, senti uma sensação estranha, não sei, como se...

–– Você gostasse de mim?

–– É...

–– Eu senti a mesma coisa. –– sorriu novamente.

–– E-Então tudo bem...

–– Isso é um sim a minha pergunta?

–– Pode-se dizer que é. –– sorri timidamente ficando na ponta dos pés, logo ele me beijou brevemente.

–– Vamos pra casa. –– disse ele erguendo sua mão a mim, segurei-a.

–– Vamos.

E dali começou uma das melhores épocas da minha vida.

Notas finais
Tentei ajeitar os parágrafos, mas não sei se ficou bom. Beeeijos e comentem, ou eu excluirei a fic. AHEUAHEUAHEUA Mentira, eu amo vocês ♥Agora sim a fic tá ficando boa =9 AHEUAHEAUHEA