Notas iniciais
Mais uma fic pra vocês.
É engraçado que eu nunca termino nenhuma mas continuo postando fics novas... Mas relaxem, não abandonarei nenhuma. Nunca.
A idéia dessa fic veio do nada então resolvi escrever, espero que gostem.

- Está falando sério? — perguntou.

Assenti.

Damon arqueou mais a sobrancelha.

– Está me perguntando — disse de forma irônica, — se eu me apaixonei pela garota que tentou me esfaquear quando terminei com ela?

Ri alto com a lembrança.

– Ok — me rendi, — pergunta estúpida.

Virei meu corpo para que ficasse de frente para Damon e o encarei.

– Você deve ter se apaixonado por alguém — insisti, — no mínimo gostado. Não se namora cinco garotas por semana sem gostar de pelo menos uma.

Ele suspirou e se deitou na mesa em que nos sentávamos.

– Não sou como você, Elena.

– O que quer dizer com isso?

Damon deu de ombros.

– Nada — respondeu, — é só que... Sei lá. Você se deixa levar muito pelas emoções. E eu sou mais pela diversão.

– Não é verdade! — me defendi — Eu também nunca me apaixonei, então isso não tem nada a ver.

Ele riu alto abaixo de mim.

– Isso, porque — ele disse, — você ainda está esperando um princípe encantado aparecer e roubar seu coração. Adimita.

– Não precisa ser um principe — sussurrei.

Ele riu mais alto.

– E esse é o porque de você — ele explicou, — assim como eu, nunca se apaixonar. Provavelmente iremos ficar sozinhos pelo resto da vida. Você e seus setenta gatos e eu e meu videogame... Não seria tão ruim.

Fiquei com raiva e o estapeei com força.

Damon soltou um sonoro "Ai!", que eu ignorei.

– Posso me apaixonar na hora que eu quiser — garanti, — por quem eu quiser. Você é que vai morrer sozinho com a porra do seu videogame.

Isso fez com que Damon voltasse a ficar sentado.

– Se eu quisesse me apaixonar por alguém — ele retrucou, — eu me apaixonaria, ok? Porque eu posso ficar com a garota que eu quiser. Agora você? Eu duvido muito.

Me levantei e estufei meu peito.

– Duvida que eu consiga o cara que eu quiser, ou que eu possa gostar dele?

– Os dois.

Enfiei um dedo no peito dele.

– Eu consigo os dois. Você é que não consegue.

Ele se levantou.

– Quer apostar?

– Ah, eu quero sim!

Notas finais
Desculpem os erros gramáticos, esse computador não tinha corretor automático e enfim...
Gostaram? Ou devo apagar isso?