Notas iniciais
Oooi gente. Não demorei tanto dessa vez, ou demorei? Agora vem a notícia boa: Todas TODAS as minhas fics serão atualizadas nessa semana, então fiquem de olho, ok? Espero que gostem do meu Damon ciumento, pq é assim que teremos ele nesse capítulo. Espero que gostem

Elena

Passei o resto do dia em uma nuvem.

Só podia ser um sonho. Em que planeta Stefan Salvatore me beijaria?

Porém, se fosse um sonho, eu não queria mais acordar.

Eu estava tão feliz que nada podia me irritar, nem mesmo Damon fazendo gracinhas comigo ou Katherine que havia resolvido se aproximar de mim de repente mais cedo só para saber o tipo de relação que eu tinha com Damon.

– Elena! — ouvi alguém me chamando.

As aulas haviam acabado de terminar e eu ainda estava juntando minhas coisas quando lancei um olhar para a porta, de onde a voz vinha.

Meu sorriso se ampliou e ficou grudado em meu rosto enquanto eu acenava timidamente para Stefan.

Se Damon pudesse ver essa cena, ele riria de mim.

– Aconteceu alguma coisa? — consegui perguntar para o irmão gato do meu melhor amigo.

Rezei para que ele não percebesse o quanto eu estava vermelha por vê-lo. Porém, ao olhar para ele, eu só conseguia pensar no beijo que havíamos trocado mais cedo.

Stefan se aproximou de mim.

– Eu queria te perguntar uma coisa — ele disse, sorrindo sedutoramente.

Retribui seu sorriso.

– Pode perguntar — incentivei.

Stefan estendeu uma mão e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

– Você quer sair comigo hoje à noite? — perguntou.

Meu sorriso ampliou, de forma que quase rasgava meu rosto em dois e eu abri a boca, pronta para dizer “sim”, porém me lembrei de uma coisa que fez meu sorriso se desfazer.

Olhei para baixo, envergonhada.

– Hoje eu não posso — respondi.

O sorriso de Stefan também sumiu e ele levantou meu queixo delicadamente para que eu o olhasse nos olhos.

– Porque não? — quis saber.

– Terça-feira é o dia que eu jogo videogame com seu irmão — falei.

Stefan pareceu surpreso, me encarando com uma sobrancelha erguida.

– E não pode deixar para outro dia? — insistiu.

Balancei a cabeça, negando.

– É uma tradição, fazemos isso desde sempre — retruquei. — Mas podemos sair amanhã.

Stefan me deu um sorriso estranho, então assentiu, como se entendesse.

– Posso pelo menos te beijar de novo? — perguntou — Seus lábios não saem da minha cabeça.

Meu sorriso voltou e eu assenti timidamente.

Ele rodeou minha cintura com um braço, ainda firmando meu queixo com seus dedos e então encostou seus lábios nos meus.

Como da primeira vez naquele dia, esperei o formigamento que senti quando dei meu primeiro beijo, que havia sido com Damon.

Porém, o formigamento estranhamente gostoso não veio e eu o associei ao nervosismo da primeira vez.

Talvez eu nunca fosse sentir aquilo novamente.

Uma pena.

Stefan beijava bem, apesar da minha falta de experiência nesse quesito, eu conseguia perceber isso.

Ele pediu passagem com sua língua e eu entreabri os lábios, permitindo que sua língua encontrasse a minha.

Mentalmente, dei graças a Deus pelas aulas terem acabado por hoje e por a escola estar se esvaziando, inclusive dos professores, que provavelmente já iam embora.

Stefan deve ter pensado o mesmo, pois me virou e me prensou levemente contra a mesa, sua mão que estava em minha cintura, desceu direto para minha perna, a erguendo ao lado de seu quadril.

Entendi o que ele queria e, com a cabeça nublada pelo seu beijo, me sentei sobre a mesa.

Ele ficou entre minhas pernas, o que absolutamente era uma posição melhor, e me beijou mais rápido, com mais paixão e veracidade.

Me assustei momentaneamente com isso e levantei os braços, tentando afastá-lo pelo peito.

Ele se separou de mim, parecendo desnorteado, em seus olhos uma pergunta.

– Rápido demais — falei, ofegante. — Muito rápido.

Stefan assentiu, como se concordasse, mas em seus olhos vi certo desapontamento.

Me senti mal por isso, mas o que eu podia fazer? Não parecia certo irmos tão longe. Não quando eu nem sabia o que ele sentia por mim.

Ele se afastou um pouco, me dando espaço para que eu descesse da mesa. Peguei minha mochila e a coloquei no ombro a tempo de ouvir alguém limpando a garganta na porta da sala, a poucos metros de nós.

Virei e vi que era Damon, que nos encarava com uma sobrancelha arqueada, talvez tentando imaginar o que fazíamos naquela sala, sozinhos.

Senti meu rosto esquentar e me amaldiçoei por isso. Desde quando eu ficava corada tantas vezes no mesmo dia?

– Desculpe interromper — Damon disse, sua voz soando fria, — mas achei que hoje fosse nossa “Noite do Videogame”, Elena. Mas parece que prefere brincar de professor com meu irmão, então...

E ele se virou, fazendo menção de ir embora.

– Espera! — gritei, então corri na direção dele. — Qual é o seu problema?!

Ele parou pouco antes de chegar na metade do corredor e virou para mim, me encarando.

Escutei passos atrás de mim e soube imediatamente que Stefan tinha nos seguido.

– Meu problema? — Damon repetiu ironicamente — Eu não tenho nenhum. Sou perfeito. Tetef que tem um objeto minúsculo entre as pernas.

Stefan fez um som estranho atrás de mim, como se estivesse bufando do que o irmão mais velho havia dito sobre ele.

Ignorei os dois.

– Porque diabos está fazendo essa cena? — questionei Damon, começando a ficar irritada — Eu não cancelei a droga do nosso videogame, ok? Nunca cancelaria. É uma tradição. Mas se não parar com essa merda que está fazendo, não vamos mais fazer nada. Entendeu?

Damon deu de ombros, como se não se importasse.

Virei para Stefan e sorri minimamente para ele, apesar da situação estranha em que eu me encontrava.

– Tenho que conversar com Damon — falei. — Nos vemos amanhã?

Ele assentiu e retribuiu meu sorriso.

– Posso te ligar? — perguntou.

Meu sorriso aumentou.

– Pode — falei baixo, mas sabia que ele podia me ouvir.

– Então, tchau — disse, se aproximando de mim e dando um beijo de leve em meus lábios. Então se virou para Damon: — Te vejo mais tarde, irmão.

Damon balançou a cabeça de qualquer jeito para se despedir dele, mas continuou me encarando.

Esperei Stefan sumir no corredor para poder virar para ele e confrontá-lo.

– O que foi isso? — perguntei.

– Você se agarrando com meu irmão em uma sala de aula vazia, ou ele te iludindo em um corredor? — retrucou.

Contive a vontade de estapeá-lo.

– Você com ciúmes! — berrei.

Damon deu um passo para trás, como se estivesse assustado.

– Não estou com ciúmes — se defendeu. — Não tenho ciúmes de ninguém.

Eu ri, apesar de estar estressada, então respirei fundo, tentando me acalmar.

Me aproximei de Damon e o abracei. Esse simples gesto terminando de acalmar qualquer resquício de raiva em mim.

– Bobo — falei com o rosto em seu peito.

Depois de alguns segundos, senti ele hesitar antes de seus braços me rodearem como ele sempre fazia quando eu o abraçava.

Senti seu coração voltar a bater normalmente enquanto ele próprio se acalmava.

– Não sou bobo — reclamou, mas eu sabia que ele estava sorrindo.

– É sim — acusei. Então me afastei apenas o suficiente para ver seu rosto. — Não importa com quem eu esteja — falei, — seja seu irmão ou o Johnny Depp, você continua sendo meu melhor amigo e ninguém vai substituir você.

Seu sorriso aumentou.

– Então vamos jogar videogame? — perguntou.

Eu ri.

– Não consigo imaginar nada melhor para fazer agora.

Notas finais
Como podem ver, minha criatividade pra nome de capítulo não melhorou kkk fazer o que, né? Gostaram? Quero fazer uma proposta para vcs: Se a fic tiver alguma recomendação até semana que vem, eu faço uma maratona com três capítulos pra vcs. (Spoiler) No fim dessa maratona algum dos nossos dois personagens cabeça dura, vai perceber seus reais sentimentos e vai tentar conquistar o outro. Vão querer esperar três semana pra isso? Acho q não kkk Então, quais são suas apostas? Quem vai perceber primeiro, Damon ou Elena? xoxoxo Nana