Notas iniciais
Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee To de volta! Sentiram minha falta?? Voltei com um capítulo lindo e novinho para vcs. Acho q vcs vão gostar do final.

Damon

– Morre, morre, morre! — Elena gritava para a tela enquanto apertava descontroladamente as teclas de seu controle.

Eu teria rido de seu desespero... Se meu personagem não estivesse mesmo morrendo.

Céus, deveria ser contra as leis do universo uma mulher jogar videogame tão bem.

Me defendi dos golpes de sua Chun-Li da melhor forma que pude, me preparando para lançar o famoso hadouken.

Porém ela se desviou dele.

E me acertou.

E meu Ryu morreu.

– Há! — Elena gritou com uma felicidade notável — Eu ganhei de você!

– Eu deixei — menti com meu orgulho ferido.

Elena me encarou com uma sobrancelha erguida.

– Deixou? — repetiu — De forma tão humilhante? Seja homem e admita que perdeu, Damon.

Suspirei alto.

– Cansei de Street Fighter — falei, me levantando de seu carpete, onde normalmente sentávamos escorados na lateral de sua cama para jogar vídeo game por horas a fio. — Vamos jogar outra coisa.

Elena riu.

– Medo de perder de novo? — perguntou com bom humor, porém ela também se levantou e sorriu para mim amplamente. — Guitar Hero?

Bufei alto.

– É claro que não — retruquei. — Acabei de perder pra você em Street Fighter, não quero ser destroçado e humilhado em Guitar Hero também.

Ela deu de ombros, como se o que eu estava falando não fosse verdade.

– Não sou tão boa assim em...

– Hermosa — a cortei.

Elena riu.

– Ok — disse. — Já que insiste. Eu sou ótima. Jogo até com os olhos fechados. E ainda ganho feio de você.

Eu ri também, a empurrando de leve com os ombros.

– Vamos jogar Call of Duty — sugeri.

Então observei o sorriso de Elena se contorcer imediatamente até se transformar em uma careta.

Balançou a cabeça, negando firmemente.

– Seu idiota — reclamou. — Você sabe que sou péssima em jogos de tiro.

Isso não era verdade... Bem, não completamente. Mirar não era exatamente o ponto forte de Elena, porém, ela ainda conseguia ser melhor do que mais da metade das pessoas com que já joguei videogame.

Cruzei os braços.

– Não é justo — reclamei. — Está recusando o jogo em que eu sou melhor.

– Exatamente — retrucou. — Você recusou meu Guitar Hero, e eu recuso seu Call of Duty. Estamos quites.

Fiz uma careta.

– Não sei se gosto disso.

Elena riu e foi até a caixa onde ela guardava todos nossos jogos.

– É justiça poética, meu caro — disse, retirando algumas capas da caixa e lendo rapidamente o título de cada uma.

Eu suspirei, me jogando na cama e desistindo de discutir.

Era extremamente raro eu conseguir ganhar uma discussão com ela. Tão raro quanto encontrar um trevo de quatro folhas.

Observei o teto levemente descascado do quarto de Elena.

Imagens disformes se infiltraram involuntariamente em minha cabeça, e logo eu estava com os punhos cerrados ao reconhecer a memória. A imagem ficou tão lúcida em minha mente, que eu sentia como se pudesse alcançá-los.

Porque eu não conseguia esquecer Elena se agarrando com meu irmão?

Fechei meus punhos com mais força, se é que aquilo era possível, e senti uma vontade irracional de bater em meu irmão e arrancar-lhe a língua.

Qual era o meu problema?

– Ah-rá! — ouvi Elena gritar triunfantemente, desviando minha atenção para ela.

Ela segurava no alto, para que eu pudesse ler o nome impresso na capa do jogo.

Resident Evil.

Senti um sorriso se espalhando por meu rosto.

– Achei que não quisesse nenhum jogo de tiro — zombei, porém eu estava imensamente feliz com sua escolha.

Elena me olhou como se estivesse ofendida.

– Resident Evil não é “um jogo de tiro” — defendeu. — É simplesmente, o melhor jogo de zumbi do planeta. E a gente vai jogar.

Meu sorriso aumentou e eu me sentei imediatamente em sua cama.

– Já que insiste.

Como o Resident que Elena havia escolhido se jogava apenas de um jogador, eu fiquei esperando até que ela morresse ou completasse a fase para que eu pudesse jogar.

Eu sabia que ela não iria morrer, então esperei pacientemente até que completasse a fase.

Senti meu celular vibrando em meu bolso ao mesmo tempo em que Elena estourava a cabeça de um zumbi com a arma recém-adquirida.

Olhei para a tela de meu celular e franzi o cenho ao não reconhecer o número de quem havia acabado de me mandar mensagem.

Abri a mesma e a li rapidamente:

Olá, Salvatore.

Espero que tenha se cansado de brincar de casinha com a Gilbert, pois aquela noite na piscina não chegou nem perto de me saciar.

Eu sorri. Não precisava ser nenhum adivinha para saber de quem era aquela mensagem.

Katherine absolutamente era uma mulher atirada.

Ainda sorrindo amplamente, digitei uma resposta:

Querida Katherine,

Creio que esteja um pouco equivocada, eu não brinco de casinha. Prefiro brincadeiras menos tradicionais e mais... Prazerosas. E quanto ao seu estado insaciável, absolutamente temos que fazer algo a respeito.

E então enviei a mensagem no exato momento em que Elena me estendia o controle, indicando que era a minha vez.

Peguei o controle e ela olhou sugestivamente para meu rosto e então para meu celular.

– Quem era? — perguntou.

Dei de ombros, iniciando meu jogo.

– Katherine — respondi, como se não fosse nada demais.

Ela fez uma careta tão feia que eu não consegui evitar rir da cara dela. Porém ela não disse nada, se concentrando no personagem que agora eu comandava na tela.

Quando uma horda de zumbis me atacou, meu celular voltou a vibrar, me assustando e fazendo com que três zumbis pegassem meu personagem e o matasse.

Elena suspirou alto.

– Primeiro elas te fazem morrer por ataque de zumbis — comentei. — Depois quebram seu coração.

Hermosa continuou fazendo uma cara estranha para mim quando voltou a pegar o controle o videogame para jogar a fase que eu havia fracassado de maneira humilhante.

Peguei meu celular e li a resposta de Katherine:

Nunca avisaram a você para não cutucar onça com vara curta? Agora estou extremamente ansiosa... E excitada. Talvez possa largar o que está fazendo e vir me encontrar.

De sua, completamente nua, Kath.

Suspirei alto, minha mente automaticamente criando diversas imagens de Katherine sem roupa na minha frente.

Elena me observou por um momento, compreensão atingiu seu rosto, que se moldou quase que instantaneamente em uma careta.

– Por favor — ela pediu, ignorando o personagem do jogo que logo teve sua cabeça arrancada pelo zumbi da serra elétrica. — Me diga que não está fazendo sexo com a vadia por mensagem, bem do meu lado. Eu não suportaria esse trauma.

Eu ri de seu desespero.

– Não chegou a tanto... — respondi, e então, apenas para irritá-la, acrescentei: — Ainda.

Sua careta se aprofundou consideravelmente.

– Acho que vou vomitar — reclamou.

Eu ri.

– Relaxa, hermosa — falei. — Não faço essas coisas. Prefiro sexo de verdade.

Então ela corou. Furiosamente.

Ri mais alto. Batendo de leve na canela dela.

– Quando fizer, você vai entender — provoquei.

O vermelho de seu rosto de espalhou por seu pescoço e ela desviou o olhar, obviamente envergonhada com o assunto.

Era tão raro ver Elena realmente vermelha, que eu desfrutava do momento.

Então eu lembrei dela na festa, bebendo e tirando a roupa. E também lembrei quando ela tirou a roupa na minha frente, quando já estávamos na minha casa. No meu quarto. Cantando aquela estúpida música de A Bela e A Fera.

Ela não parecia envergonhada quando ficou seminua para mim, ou quando gritou aos quatro ventos o quanto eu era sexy.

Lembro de ter ficado tão perturbado por causa do fato de ela ficar apenas de calcinha na minha frente, que considerei seriamente quebrar o espaço entre nós, e tê-la, ali mesmo.

Porém ela estava bêbada. E era virgem...

E era minha melhor amiga.

Foi então que me recuperei e a joguei dentro do meu chuveiro, tentando afastá-la daquele estado de embriaguez.

Elena desmaiou assim que eu enfiei ela na água.

Voltando ao presente, balancei a cabeça, tentando afastar da minha mente a imagem da minha melhor amiga, seminua... Com o corpo mais perfeito que eu jamais poderia ter imaginado.

– Minha vez de jogar — falei para Elena, ignorando meu subconsciente malicioso.

Porém quando eu inclinei minha mão para pegar o controle, ela o tirou de meu alcance.

Parecia que ela havia se recuperado de seu “momento vergonha”.

– Nem pensar! — ela retrucou, colocando a mão livre em meu peito e afastando o controle o máximo que conseguia de mim — Volte para seu tele sexo e me deixe jogar.

Ok, ela queria brincar? Então iríamos brincar.

Joguei-me contra Elena, não o bastante para machucá-la, mas o bastante para que ambos caíssemos em seu carpete e eu pudesse ficar sobre ela. Assim eu tinha certa vantagem.

Estiquei a mão novamente para pegar o maldito controle, mas ela o ergueu sobre a cabeça. Eu era maior que ela, porém quando tentei me esticar para pegá-lo de sua mão, ela mexeu a perna perigosamente perto de minha virilha.

Ela não ousaria...

Então eu suspirei. Sim ela ousaria.

Prendi suas pernas com a minha, tentando evitar maiores acidentes. Elena passou a me estapear com sua mão livre.

Não pude evitar quando um pequeno sorriso malicioso se espalhou por meu rosto.

– Ei — falei. — Vamos com calma tigresa.

Ela me fuzilou com os olhos antes de tentar soltar suas pernas novamente. Mas eu podia ver um pequeno sorriso lutando para despontar de seus lábios.

Abaixei meu quadril, a prensando contra o mesmo, esperando que isso a prendesse melhor.

Elena congelou abaixo de mim, seus olhos se arregalando em surpresa, antes de seu rosto ficar completamente vermelho.

Eu sabia o que ela tinha sentido quando grudei meu quadril ao dela e me amaldiçoei por isso.

Ela continuou me olhando espantada, sua boca ligeiramente aberta.

Olhei para sua boca e tive uma vontade maluca de beijá-la.

Lá estava eu, no chão, com minha ereção pressionando a barriga da minha melhor amiga, e eu queria beijá-la.

Porém eu não parei para ficar me perguntando qual era meu problema, ou me censurar por estar em tais condições com ela — logo com Elena! — Eu apenas segui o fluxo e ignorei a parte racional de meu cérebro.

Abaixei meu rosto e capturei seus lábios.

O céu explodiu em minha boca. E ele era doce.

Notas finais
E ai?? Gostaram? Quero agradecer pelas recomendações, gente, vcs são fabulosaaaas, de vdd E eu sei q prometi uma maratora, porém esse mês está puxado, provas e tudo mais, então vai ter q ficar para depois. Pfvrrr, n me matem E desculpem qualquer erro de português. xoxoxo Nana