A Aposta
52 Valeu Amigo
Notas iniciais
Como vocês estão ? Comendo bastante chocolate nessa Páscoa ??
Então amores , nesse capítulo eu digitei algo meio meloso ( segunda cena , principalmente) porque eu estava ouvindo essa música
http://www.youtube.com/watch?v=XQ7iGRoEBKo
Então seria interessante pra vocês , que lessem o cap ouvindo ela , ok ??
Na segunda cena desse capítulo , tem trechos dessa música tbm ! (o título do cap foi dedicado a ela )
Quero agradecer e dedicar o capítulo a Karyne Oliveira , pela linda recomendação *-* Obrigada Flor !
Então , até lá em baixo !
-Você é uma boa companhia Harry – Disse o Ruivo enquanto devorava os doces que o amigo trouxera a ele – Mas você poderia ter trazido uma quantidade maior desse bolinho, pois isso só vai durar um dia.
- Vai durar umas cinco horas se me permite dizer, Senhor Weasley – Disse Dumbledore com seu conhecimento analítico enquanto ajeitava os óculos- Vinte quatro horas seria tempo demais.
Harry começou a gargalhar com a piada do mesmo.
-Os Elfostêm olhos do tamanho de bolas de golfe – Disse Harry enquanto ainda gargalhava –Obvio que eles iriam reparar na falta de comida se eu pegasse demais.
O menino Ruivo revirou os olhos.
-Você está diferente – Disse Rony inesperadamente enquanto ainda mastigava
Os risos do moreno cessaram de imediato.
Rony não parecia falar sério. Ele ainda degustava a comida que Harry havia trazido a eles naquela rápida visita.
-Como?
- Não estou gostando muito da sua cara de hoje.
-Você não é nenhum modelo fotográfico pra falar de mim Rony.
Dessa vez, foi a vez da risada de Dumbledore preencher o ar.
-Não é a sua aparência, seu idiota.Suas feições... Só está diferente do que costumava ser, quando eu ainda era vivo.
-Você está vivo.
-Só está diferente da época que eu morava no castelo como um estudante normal.
-Você está enganado – Ele se levantou do chão o qual estava sentado – Continuo o mesmo Harry.
-Eu concordo com o Rony, Harry. – Disse Dumbledore
Raramente Dumbledore pronunciava o primeiro nome dos dois em uma só frase. Foi quanto Harry percebeu que eles já estavam próximos o bastante para se portarem assim. Mas levaria muito mais tempo para Harry, começar a chamar Dumbledore de Alvo.
-O que o Senhor quer dizer?
-Que seus olhos perderam o brilho usual. Aconteceu alguma coisa?
-Não – Sua pele se arrepiou com a mentira – Só estou cansado. Eu contei pra vocês todas as novidades, Draco conseguiu a pedra para nós, e ele ainda está machucado e resmungando por aí e às vezes Hermione me manda fazer ronda junto com ela, para ele poder descansar e isso me esgota demais.
Inesperadamente um som nada agradável foi escutado.
-Urghh – Gemeu Rony colocando a mão do estômago – Droga.
O Ruivo levantou-se veloz e saiu correndo desembestado tropeçando nos degraus enquanto subia as escadas.
-O que foi isso? – Perguntou Harry sem entender
-Isso é péssimo – Disse Dumbledore jogando no chão bolinho que estava comendo – Provavelmente intoxicação alimentar.
-Rony está com diarréia por comer bolinhos? Por que você não está também?
-Por que eu só dei duas mordidas em um único bolinho.Já Rony comeu uma dúzia enquanto você falava as novidades.
-Lá em cima tem banheiro?
-Tem, mas não funciona.
-Eca. Então não quero estar aqui para sentir o cheiro.- Harry fez uma careta
-Vou precisar de sorte.
-Ou de um bom tampão de nariz! Vou te trazer um prendedor da próxima vez.
Dumbledore soltou uma gargalhada.
-Os Elfos devem ter percebido que alguém roubava a comida e batizaram-na com alguma coisa que fez Rony ter essa intoxicação.- Concluiu Harry
-Mas não é sobre intoxicação alimentar e diarréia que eu gostaria de conversar com você, Harry.
A pele dele se arrepiou novamente. Encarar aqueles olhos azuis era mais difícil do que parecia.Eram profundos, um mar misturado ao abismo.
-Eu preciso ir.
-Não fuja de mim Harry. Rony não é o único intoxicado por aqui.
Harry entendeu o que ele quis dizer, mas forçou seu rosto a fazer uma careta para demonstrar a Dumbledore que não entendera.
-Não sou intoxicado Professor. Só não sou um menino sortudo.
-Você é um dos seres humanos mais sortudos que conheço, Harry.
-Como pode dizer isso? – Foi quase um rosnado – Meus pais morreram, passei anos deslizando das garras de Voldemort que estão cada dia mais fortes e perigosas e você ainda diz que eu sou sortudo? Onde você vê beleza nisso? Sorte? Eu acho que não! – A voz do menino era de alguém que tira satisfação.
-Exatamente– A voz de Dumbledore era ainda mais suave e surpresa – E mesmo passando por tudo isso, você ainda está aqui não está? Vivo e respirando.
-Respirando com dificuldade – Ressaltou Harry com a voz falha
Obvio que a frase fora uma metáfora para ele expressar sua dor. Sua respiração ainda era saudável. Mas seu coração não.
-Algo te impede de sorrir como antes. De brilhar como antes. E isso é algo que você não pode falar para o Rony.
Os olhos de Harry se arregalaram. Ele abriu a boca com puro espanto. Seus ouvidos ouviram a verdade.
Gina jamais seria assunto de conversa entre ele e Rony. Não enquanto Harry tivesse aqueles pensamentos em sua mente como uma tortura.
-Algo me perturba – Ele desabafou falando baixo o suficiente para que Rony no andar de cima jamais ouvisse – Uma pessoa.
-Uma pessoa te perturba? Quem?
-Creio que...- Ele coçou o topo da cabeça bagunçando os cabelos já rebeldes — ... Isso é algo que eu não posso dizer.
-Quebre o laço que te prende a essa pessoa então Harry – A voz de Dumbledore era doce – Se demorar demais você nunca mais será livre. Liberte-se.
Exagerado – Pensou Harry com a mente
Mas parte das palavras dele, ainda fazia sentido para Harry. O laço de ligação...
Seu relacionamento com Gina nunca esfriara, pois ele nunca foi forte o suficiente para ser quente.
Quente o bastante para sentir a pele arder quando um toca o outro. Forte o suficiente para fazer o chão te erguer pro o alto para voar nas nuvens do amor inexistente e forjado.
Antes que ele pensasse mais sobre o assunto que lhe fazia tão mal, Harry recuou.
-Eu já vou indo. Prefiro partir antes que o cheiro se espalhe por tudo.
Alvo sorriu como um menino.
-Tudo bem, volte sempre que puder, nós gostamos de visitas.
-Vou te trazer uma colônia para disfarçar o cheiro pela casa, se Rony tiver outra intoxicação alimentar.
-Eu ficarei muito grato.
E assim o menino moreno partiu em direção ao castelo.Ele uma tinha missão, um pensamento fixo.
As palavras idiotas de seu herói preferido ecoavam em sua mente.
“Quebre o laço que te prende a essa pessoa então Harry. Se demorar demais você nunca mais será livre. Liberte-se.”
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Lá estava ele. Como sempre, o menino moreno de cabelos bagunçados era a estrela de Hogwarts. Os olhos acinzentados faiscaram semicerrando.
Draco fitou o rival intensamente.
-Potter! – Gritou o Loiro antes que Harry saísse de sua visão com sua velocidade
-Agora não Malfoy, tenho algo importante pra fazer. – Resmungou Harry ignorando o chamado do Loiro.
-Você não é a melhor companhia do mundo, mas eu estou fazendo um esforço. Você não pode fazer o mesmo?
Antes que Harry pudesse sumir na dobra do corredor, ele parou sua caminhada veloz.
-Você não cansa de me irritar?
-Não. – Ele sorriu galante enquanto andava na direção dele – Você é o meu alvo preferido, esqueceu?
Eu ouvi palavras ditas com carinho
De que na vida ninguém é feliz sozinho
E você é um alguém que sempre me fez bem
Me protegeu e me tirou de todo perigo
E quando eu precisei você chorou comigo
Valeu por você existir, é tão bom te ter aqui
- Deveria parar de me perturbar e fazer algo produtivo na sua vida – Disse ele virando seu rosto para os olhos chegarem aos deles para haver contato visual
- Você é uma brincadeira produtiva. – Ele mostrou os dentes faiscantes em um sorriso – Mas eu queria saber de uma coisa...Como o Cabeça de Cenoura e o Dumbledore estão?
Harry olhou para os lados rapidamente. Se referir dessa forma a alguém que já está aparentemente morto é realmente perigoso se alguém ouvir. Mas Draco,gostava do perigo e Harry sabia que não adiantaria em nada dar uma bronca nele por isso.
-Estão bem, obrigado. – Ele disse quase em um sussurro – Rony está com diarréia, mas tudo vai ficar bem.
-A pobre daquela casinha não vai agüentar tudo aquilo...- Disse Draco gargalhando ao imaginar a cena
-Você não se importa com nenhum deles. O que você realmente quer de mim, Malfoy?
Algo se mexeu. Nas profundezas daquele corpo aparentemente de pedra, algo se mexeu. Seu corpo se contraiu, se remexeu ferozmente e internamente.
As palavras daquela frase machucaram e surpreendentemente e quase arfante, Draco percebeu que Harry estava errado.
Ele se importava o suficiente para se sentir mal ao ouvir aquilo. Mas ele era orgulhoso o suficiente para admitir a mentira que não se importava.
Pobre coração Sonserino. Ali existia um ser humano, mas o semblante duro e liso de uma pedra.
Eu rezo e peço pra Deus cuidar
A sua vida abençoar
Vou correr Por você até o fim
Ele empinou o nariz.
-Você está certo. – Ele disse arrogante – Eu não me importo.
-Mas o que você quer?
Ele hesitou suavemente. Seu braço machucado ainda ardia suavemente, mas estava melhorando aos poucos. Porém seu corpo se retraia ao dizer. O que era aquilo nele? Uma sensação de ansiedade para dizer aquilo?
-Você me odeia?
-Que merda de pergunta é essa?! – A voz de Harry falhou
-Responda.
- Você não precisa ouvir de mim, pra ter certeza que você é o ser humano mais detestável que conheço.
-Isso, de certa forma, não responde a pergunta.
-Eu te odeio. E você sabe. – Harry respondeu como se fosse óbvio.
A boca de Draco se curvou em um sorriso maroto.
-Além de mentiroso é orgulhoso, hun?
-Aonde quer chegar?
A mão de Draco voou no ar. Totalmente em pânico Harry percebeu que a mão dele lhe tocou o ombro direito.
-É a porta dos sonhos de seu amigo-rival – Ele recitou a pista em voz alta – A pedra jamais apareceria para mim, se eu não fosse de fato seu amigo.
-Mas você não é – Ele respondeu num muxoxo.
-Oh Potter – Ele fechou os olhos azuis – Anos se enfrentando como rivais e ainda estamos vivos.
Me quis tirar do mal, eu percebi
Disse verdades que eu mereci
Então pra sempre amigos, sim
Se Deus quiser
Vou ter você guardado no meu coração
Até nos seus conselhos de irmão
E é pra você que eu dedico essa canção
-Mas agora estamos do mesmo lado.
-Você é meu amigo?
-Depende. Você seria amigo de um Grifinório? – ele franziu o cenho.
-Não.
Zangado Harry tirou a mão de Draco de seu ombro.
-Eu não seria amigo de um Grifinório. – Ele abriu os olhos marejados – Mas quem entende essa merda de amizade? Amigo não se escolhe seu idiota.
- Aonde quer chegar? – Harry perguntou, novamente, cansado.
-Somos parecidos Potter. Orgulhosos, nervosos...
-Você salvou minha vida. Duas vezes. – Harry se lembrou automaticamente do jogo de Quadribol – Por que fez isso?
-Que graça teria viver no castelo, sem meu alvo preferido?
Harry fechou os olhos.
-Quem está mentindo agora? – Harry falou emocionado olhando para o chão
Eu rezo e peço pra Deus cuidar, cuidar
A sua vida abençoar, abençoar
Vou correr Por você até o fim
Assim eu sei que pra você também
Sou alguém que te faz tão bem
Mais que amigo e irmão meu, valeu
-A verdade é que...- Ele bagunçou os cabelos loiros – Nós fomos feitos para brigar como rivais. Nascemos para nos odiar e brigar.Mas ainda sim...
Esmeralda e Tempestade.
Vidas opostas.
-Apesar de tanta merda, você me fez ser mais forte – Admitiu Harry – Alguém que me fez bem. Então...Francamente, eu nunca pensei que iria te dizer isso alguma vez na vida, mas obrigado por existir Malfoy.
Eu rezo e peço pra Deus cuidar, cuidar
A sua vida abençoar, abençoar
Vou correr com você até o fim
Assim eu sei que pra você também
Sou alguém que te faz tão bem
Mais que amigo e irmão meu, valeu
Ele sorriu.
-A pedra apareceu pra mim por que você me considera um amigo. Mas se perguntassem pra mim quem seria meu amigo rival... Você sabe que seria você.
-Sim.
-Valeu amigo. – Disse Draco com um sorriso batendo no ombro de Harry suavemente – Até mais.
-Vou continuar sendo seu alvo preferido?
-Sempre.
Quando todos se forem, eu vou estar lá com você, amigos até depois do fim!
Valeu Amigo!
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As estrelas estavam mais lindas que o usual e refletiam naqueles olhos azuis lindos e sonhadores.
- Não deveríamos estar aqui – Disse a voz masculina medrosa – Vamos levar uma detenção se formos pegos fora do castelo à uma hora dessas.
-Não seja covarde – Disse Luna – A vista do céu é muito mais linda aqui de fora.
-Se você diz...
A menina jogou a cabeça pra trás e aspirou o ar delicioso da noite que bagunçava seus cabelos longos e platinados.
-Estou feliz em tê-la como amiga Luna – Disse Cedrico apreciando a menina que era beijada pelo vento – É como se cada detalhe dessa vida fosse fascinante pra você.
-De fato são.
-Como você se sente? Em relação a tanta maldade que existe fora e dentro desse castelo? Voldemort está à solta.Como se sente? – Perguntou ele curioso.
A menina era tão doce, tão pura, tão ingênua...Como Luna se sentia ao saber que o perigo estava ali, tão perto ao ponto de tocá-la? Ao ponto de machucá-la?
- Não temo por mim. Temo relação às pessoas ao meu redor que são valiosas pra mim.
O vento soprou ainda forte e dessa vez Cedrico concentrou-se para senti-lo.
-Me sinto tão inútil. Você também se sente assim? Impotente? Covarde?
-Como assim?
-Ele está à solta por aí, matando todos os nascidos trouxas que ele consegue encontrar. Ele está tentando por anos, penetrar o castelo atrás de Harry, e o que eu faço? Merda nenhuma! Eu tomo café da manhã, eu estudo, eu me divirto e minha vida se resume a isso. Eu queria poder fazer a diferença, eu queria poder, sei lá, por um fim nele, nessa maldade que ele deixa onde toca, onde passa...
Luna se encolheu. Ela não se sentia como Cedrico. Muito pelo contrário. Fazer parte daquela AD significava muito pra ela. Significava que ela fazia a diferença, que ela contribuía mais a cada dia, a destruir o mal na terra. Mas e ele? Ela podia sentir a dor que o corroia. A vontade ardente de procurar por alguma coisa útil e perigosa para sua existência fazer algum sentido.
-Não se preocupe – Ela sorriu observando a Lua Nova – Você será útil.
-Como? Aqui sentado com você apreciando o céu? Existe gente que morre nas mãos dele enquanto conversamos...
-Shhhh- Ela colocou os dedos na boca dele – Amanhã vou te mostrar um lugar.Você fará parte de algo que nunca vai esquecer.
-O quê? – A voz dele era definitivamente incrédula
-Esqueça. Amanhã eu te mostro. – Ela deitou na grama apreciando o céu em outra posição
-Tudo bem. Só espero que seja bom. – Ele deitou-se do lado dela – Se formos pegos aqui fora, eu vou colocar a culpa em você!
Ela gargalhou.
-Covarde. – Ela riu com a piada – Eu desminto e digo que foi você quem me arrastou para cá.
Ele sorriu.
-Bom...- Ele não perdia a mania de começar a frase com a mesma palavra – Posso te perguntar uma coisa Luna?
-Claro.
- Quando nós conversamos pela primeira vez no corujal você comentou comigo que aquele era seu lugar preferido do castelo...
- E daí?
- E você disse que de certa forma, estava usando aquilo para fugir de alguém em especial.
Ela não respondeu. Continuou olhando o céu.
-Somos amigos agora, mas eu entendo se você não quiser me contar...- Disse Cedrico
-BlaizeZabine.
-O quê?
- BlaizeZabine. Era dele que eu me escondia sempre que ia ao corujal. Na verdade, até hoje, eu evito qualquer contato possível.
Era notável que aquele assunto a destruía. Mesmo com a presença de todas aquelas estrelas lindas de morrer e com aquele vento deliciosos que lhe envolvia naquela noite de verão, apenas o fato de tocar no assunto a deixava em pedaços.
-Você não é menina de fugir – Ele analisou – Tem coisa errada.
-Eu não fujo dele exatamente. Mas eu sei que se eu o ver, eu irei me sentir mal, então eu evito.
-É um cara da Sonserina, não é mesmo? Amigo de Draco Malfoy?
-Esse mesmo.
-Por que você está evitando ele?
-Por que eu o amo.
O choque. Assim a resposta tão rápida e veloz. Luna Lovegood amando um Sonserino? Por mais que Cedrico tentasse, as palavras soavam ridículas em sua mente.
-Eu sei que é estranho, mas nós tivemos...Hmm... Um breve romance, por assim dizer.
-E por que terminou?
-Bem...A família dele não me aceitava e...- A menina se encolheu com uma lembrança obscura demais – Eu fiquei com medo que por estarmos juntos a família dele mexesse com o meu pai.Por isso me afastei dele e faço isso até hoje.
Cedrico analisou a situação na sua cabeça.
Eles ainda continuavam lá sob a grama gelada tendo o céu como teto.
-Isso está errado.- Ele disse – Ele ama você? Zabine?
A menina fechou os olhos.
-Eu não sei. – Ela sussurrou – Mas de uma maneira muito egoísta e idiota, mesmo que não podemos de fato ficarmos juntos, eu desejo arduamente que ele pense em mim.
-Por que não podem ficar juntos? Luna isso não faz sentido algum!
-A família dele... Eles...- Ela inclinou seu corpo para olhá-lo – Eles podem ferir meu pai para me atingir.
-Você é destemida Luna. Francamente né? Você fez eu dar um CupCake pra minha ex namorada que fez o lábios dela incharem e agora estamos aqui fora as duas da manhã quebrando no mínimos uma dúzia de regras da escola, e você ainda tem medo da família de Zabine?
-Eles são poderosos.
-O amor de vocês também pode ser.
-Mas meu pai...
-Seu pai é crescidinho o suficiente para se cuidar sozinho.Não deixe o amor verdadeiro escapas pelos seus dedos Luna...
Oh, ele era doce.
Cedrico era, sem dúvida, o melhor amigo que alguém poderia ter.
-Eu costumava pensar que eu estava melhor sozinha.Mas eu estava errada. Nós dois juntos soa muito melhor pra mim.
Luna sempre foi a menina solitária e ela nunca se importou com isso. O contato humano não era a melhor coisa do mundo pra ela. Mas Cedrico, fazia ela pensar o contrário.
-Também fico feliz em tê-la comigo. – Ele pegou o queixo dela com os dedos – Não esqueça nunca disso Luna.Você é destemida e Zabine será seu amanhã.
A menina sorriu.
-Não depende só de mim.
Cedrico revirou os olhos.
Algo sendo arrastado pela grama foi escutado. Os sentidos dos jovens foram rápidos, eles ergueram-se de prontidão e forçaram os olhos a enxergarem no escuro.
‘miiiiaaaaaaaaaaaaau
Inesperadamente uma luz ofuscante os cega completamente.
Era um lampião enorme sendo segurado por um braço masculino. Aos pés do dele existia um gato amarelo ranzinza e fiel.
Madame Nora.
Desesperados, eles sabiam que foram descobertos.
Filch, o zelador curvou o sorriso mostrando seu dentes amarelados.
Choveria detenções e o castelo inteiro saberia que Cedrico e Luna, foram visto a noite juntos fora do castelo. Mas o que não se poderia jamais prever, era que essa notícia deixaria um certoSonserino enfurecido e zangado.
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-Gina! Veja isso! – Disse Hermione apontando com os dedos trêmulos uma linha em especial do jornal que ela estava lendo – Leia em voz alta.
A Ruiva se prontificou.Olhou a pequena sessão do jornal que a amiga escolheu e leu em voz alta exatamente como ela havia pedido.
“ Penúltima Capa da Invisibilidade Destruída . Item entrando em extinção.
Rara no universo da magia, ao todo foram confeccionadas sete capas da invisibilidade no mundo inteiro e cinco delas foram destruídas com o passar dos anos, restando apenas duas. Nessa ultima Quarta-Feira um Bruxo procurado por Azkaban, chamado Théo Meetcorf, destruiu a sexta capa com um feitiço para conseguir matar um Auror que o procurava e perseguia por anos...Théo foi aprisionado em Azkaban por tempo indeterminado. Agora, só existe uma capa da invisibilidade solta por aí na mão de algum sortudo, que apartir de agora possui um item mágico único e raríssimo.”
-Entende o que isso quer dizer? – A voz de desespero de Hermione deixava Gina nervosa
-N-Não!
-Uma das relíquias da morte era uma capa da invisibilidade! – Disse Hermione com a voz urgente – Uma relíquia da morte não pode ser destruída facilmenete como todas as seis ultimas capas foram. Só resta uma e está com Harry...
-Não estou entendendo, você quer dizer que... – A ruiva ficou muda
Sua pele ficou vermelha como os cabelos quando Hermione assentiu.
-Exatamente. Se só resta uma capa da invisibilidade então é a do Harry e esta é a segunda Relíquia que achamos!
A ingênua esperança ardeu nos corações das meninas mais felizes do que nunca.
Notas finais
Nesse capítulo teve algumas coisas importantes:
- Antes do Draco , interromper Harry para falar com ele , o Moreno iria terminar com a Gina , devido a pequena conversa que ele teve com Dumbledore. Mas agora que a interrupção aconteceu...
- Luna e Zabine não tem sorte alguma.Filch vai ser a pedra no sapato.
Enfim , espero que tenham gostado !!
Beijos de Chocolate
sasu_hina
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