A Aposta

19 Uma Réstia de Esperança


Notas iniciais
Olá Pessoas Amadas !
Está aqui mais um cap , feito pela Rynui !
Ela me avisou que seria interessante se vces puderem lê-lo com a música maravilhosa Skyscraper da Demi !
Acho que música combinou com o cap...
Preparem-se para mais drama meninas HSUAHSU'
Não fiquem muito esperançosas em relação ao titulo , só uma pessoa , saiu ganhando aqui - É melhor eu calar a boca se não eu falo o cap inteiro HSAUSH-
Boa Leitura e até lá em baixo ~

Todos os fantasmas se preparavam para deitar, logo mais seria o toque de recolher.

Os passos incertos ecoavam no corredor enquanto a garota se direcionava à antiga torre da Grifinória, com sorte ela conseguiria entrar lá antes da troca de senha.

Naquele momento tudo o que ela precisava era de Harry. Sua voz lhe parecia um calmante.

A castanha ansiava por ver os orbes esmeraldinos do melhor amigo. Aquelas duas palavras se contorciam dentro dela toda vez que ela pensava no moreno, afinal, se aquilo era amizade, então não havia nenhum problema em falar com ele.

Era egoísmo, ela bem sabia, mas naquele momento sua mente estava confusa, a grifinória não pensava direito, todo o seu ser clamava pela presença reconfortante do garoto.

Faltava pouco, o ar lhe faltava, lágrimas quentes escorriam por sua pele, mas logo esfriavam com o gelado ar que soprava pelos corredores de pedra bruta.

Raiva.

Humilhação.

Tristeza.

Um turbilhão de emoções a invadia de um jeito assustador, rapidamente a preenchia. Seu cérebro estava a mil.

Faltava muito pouco, mais alguns metros e poderia falar com Harry. Suas pernas se moviam com rapidez, estava de cabeça baixa, portanto não podia enxergar nada a sua frente, de repente se sentiu chocar contra algo duro, mas macio, provavelmente um corpo humano.

Caída no chão, sentindo o quadril e as mãos doloridos, Hermione olhou para cima. Seu coração parou por um segundo e começou a bater mais rápido. Entre abriu os lábios levemente, deixando o queixo “cair”.

-Harry... – o nome escapou por entre os lábios da garota.

-Mione? O que aconteceu...? – ele tentou perguntar.

-Ah, Harry! – a castanha grasniu e jogou-se contra o amigo.

Abraçou-o pelo tronco, enterrando o rosto no peito masculino e chorando. As lágrimas molhavam a camiseta do garoto.

-Shh... – ele fez, passou os braços entorno da mulher que amava e puxou-a para mais perto. –Vem... – murmurou levemente a puxando para uma parede qualquer.

Antes mesmo que eles se aproximassem, uma grande porta se materializou na pedra escura. Sem hesitar, o moreno tirou um de seus braços de Hermione e abriu a porta.

Empurrando-a para abertura, Harry entrou rapidamente. Naquele segundo tudo o que importava era acabar com a dor crescente que ele sentia ao ver a castanha naquele estado deplorável. A angústia o dominava completamente.

Quando fechou a porta e voltou-se para dentro do quarto, viu um grande sofá-cama. Na beirada do mesmo, Hermione se encontrava encolhida e ainda chorando.

Chegou perto da grifinória, e passou um braço por seus ombros, aconchegando-a contra si. Os braços da garota circundaram sua cintura, a cabeça feminina deitou na curva de seu pescoço.

A agonia o corroia, ele não sabia o que fazer para que ela melhorasse! Era tão irritante se sentir tão impotente!

Ali em seus braços aquela não parecia a garota que corajosamente estava sempre ao seu lado, a pessoa recostada em si não passava de uma menina assustada. Era tão medonho ver a grande e genial Hermione tão frágil, tão exposta, tão delicada... Tão quebrada.

Já fazia 20 minutos que chorava sem parar, mas gradualmente as lágrimas deixaram de sair, e a respiração deixou de ser entrecortada pelos soluços constantes. Agora estava meramente abraçada ao amigo, encaixando sua cabeça na curva de seu pescoço, enquanto o moreno estava na mesma posição.

-Obrigada... – a voz dolorida soou fracamente.

-Mi... – ele começou, seus olhos se encontraram. – O que aconteceu?

A grifinória ficou branca como o papel, parecia que havia uma bola de golfe na sua garganta. As duas esmeraldas de Harry a encaravam, deixando um amor sincero transcrito em seu brilho. A culpa a corroeu, mas depois daquele momento ela teve que sair correndo. Ela tinha de encontrá-lo.

-E-eu... – parou e tomou fôlego. Engoliu seco. – Eu nunca te contei algo que aconteceu, muito rápido e de um jeito que eu jamais compreenderei. Fui tão idiota. – apesar das palavras serem confiantes e cheias de personalidade, a voz da castanha estava quebrada, como se tivessem lhe rasgado a garganta.

-Com o quê? – perguntou confuso.

-Eu... Eu... – a coragem de dizer ao melhor amigo o que se passara com ela, faltou.

-O quê Hermione? – insistiu, a preocupação e receio ocupavam a seu semblante.

A garota o olhou profundamente, os olhos castanhos cheio de significados estranhos para o dono os orbes esmeraldinos. A castanha suspirou pesadamente e lágrimas voltaram aos seus olhos.

-Eu sou a pior! Devia me jogar de cima de uma vassoura! – um grito frustrado saiu entre a respiração e as palavras entrecortadas.

-Acalme-se. – por mais que a voz saísse reconfortante, era uma ordem.

A Granger respirou fundo e voltou a chorar.

-Shh, sh...

-Eu sou terrível, não mereço seu amor em nenhuma forma, tanto como amigo quanto como homem!

-Do que você está falando Hermione! – ele exclamou angustiado.

-Eu estava namorando com o Draco Malfoy.

Seu coração parou por um segundo, como se tivesse tropeçado, logo passou a bater num ritmo desenfreado. O ar parecia condensar, como se pesasse para respirar, o oxigênio fugisse restando-lhe apenas o carbono.

A cor sumiu do rosto do moreno, e Hermione notou essa diferença. Harry se levantou abruptamente, transtornado, podia se ver que a palidez dava lugar à um avermelhado furioso.

-Harry, eu...

-CALA A BOCA! – ele gritou a plenos pulmões. – VOCÊ PERDEU TODO O SEU JUÍZO? AQUELE FILHO DE UMA PUTA? VOCÊ ME TROCOU POR ELE? – a traição brilhava nos olhos escurecidos. – POR ACASO PERDEU O SEU AMOR PRÓPRIO?

-PARA DE GRITAR! – ele urrou em meio às lágrimas que caíam sem parar.

O grifinório a olhou. Naquele olhar Hermione conseguiu sentir toda a dor que o amigo sentia. Mágoa. Raiva. Medo. Desconfiança. Tudo estava embaralhado nos olhos esmeraldinos.

Sugou o ar com força, tentava se controlar, mas aquilo era tão impossível! Parecia-se com um pesadelo, ou uma piada de mau gosto. Fitou os olhos mogno, cujas íris agora estavam quase negras.

Soluços subiram em seu peito, a região de seu coração doía, tal como se tivesse sido espancado. Apesar de seu corpo tremer pelos soluços presos, nenhuma lágrima caía, como se todas estivessem secas, como se jamais tivessem existido.

-Hary...

-Shh... – ele fez. – Preciso de um minuto em silêncio.

O coração da garota estava a mil por hora. Ela observava o garoto de olhos fechados, maxilar travado e tenso.

Os cachos castanhos estavam desalinhados e os cabelos armados. Face rosada, cheia de rastros pegajosos, olhos vermelhos e inchados. Hermione se sentia estranha.

Harry suspirou pesadamente e abriu os olhos, agora mais brilhantes, a ponto de chorar. Comprimiu tanto os lábios que estes ficaram esbranquiçados. Apesar de a raiva arder dentro de si, tentou se controlar.

-Por quê? – foi o que ele conseguiu dizer.

-Não sei. – ela admitiu. – Aconteceu...

-Hermione. – disse exasperado. – As coisas não acontecem.

-Está certo... – murmurou pesando os acontecimentos. – Foi uma aposta. Se ele me conquistasse, a Vadia Parkinson seria dele. – ganiu com sua voz gutural por causa do choro.

O garoto de olhos esmeraldas arregalou-os e disse:

- Eu posso ajudá-la nisso Hermione. – houve um lampejo de esperança. — Eu posso provar, o quanto eu te amo e você acabará por esquecê-lo... -Disse se aproximando perigosamente.

- Não sei ainda Harry, estou confusa... – murmurou.

Havia um feitiço, um laço mágico, uma química que os unia. Era tão poderosa! Tão inevitável! Ela queria tanto ceder ao desejo e mandar todo o resto para o inferno! Ela se sentia fraca, quebradiça, e lá estava Harry, pronto para oferecer-lhe conforto e segurança! Qualquer uma se sentiria tentada, não é mesmo?

-Eu não sei... Não posso fazer isso com você!

Abaixou a cabeça, deixando as fartas madeixas lhe cobrirem o rosto. Ainda sentia o olhar esverdeado sobre si.

Sem saber o que fazia, Harry se aproximou de Hermione e levantou seu queixo, fitando-a nos olhos sussurrou:

-Mas eu não ligo. Eu te amo. Hermione, por favor... – a voz morreu.

A castanha não sabia se era porque estava carente, ou se era a voz de Harry, mas ao viu a dor em seu semblante, quando o garoto se afastou, algo remexeu dentro dela. Uma pontada forte de dor. A mesma pontada que ela sentiu alguns anos antes quando os amigos iam ser atacados por Lupin em sua forma licantropa.

Num mero impulso, a Granger se levantou e rodeou o grifinório com seus braços femininos. Olhou-o ternamente nos olhos e disse:

-Sim, eu aceito. – uma lembrança lhe veio à mente. – Mas infelizmente não prometo te amar como você me ama, tudo o que eu posso fazer por você é tentar...

-Não importa. – disse com um tom decisivo. – Eu vou fazer você me amar. – a obstinidade queimou nos olhos esmeraldinos.

-De verdade Harry, a última coisa que eu quero é te machucar.

-Não sou feito de vidro, Hermione. – o tom dele vacilou entre mágoa e confiança.

Percebeu que ainda era abraçado pela garota, e acabou por rodeá-la com os braços.

Ali, entre os braços fortes, pelo Quadribol, Hermione se sentia protegida, segura, confortada, como se nada jamais pudesse abalá-la. Ali naqueles braços foi uma das principais diferenças entre Draco e Harry, nos braços do segundo ela se sentia protegida, e nos do loiro, a incerteza e expectativa do perigo a fascinavam... Que sensações estranhas.

...oOo...

Draco entrou como um furacão no salão comunal da Sonserina, o ódio saía por seus poros, ele mal conseguia acreditar no que havia acabado de acontecer, aquilo lhe doía tanto! Seus olhos estavam nublados de raiva e ódio, mas nada podia fazer quanto aquilo.

Não era culpa de Zabine, nem de qualquer um que fosse. Provavelmente o Lorde sorriria ao constar que a dor o corroia.

Trincou os dentes com força, por sorte não havia ninguém lá. Por sorte ele não teria de dar explicações a nenhum babaca. Tudo o que ele queria era ficar deitado em um dos sofás luxuosamente macios e pensar um pouco. Aliás, seria ótimo que nesse tempo ninguém de sua casa aparecesse e também que ele pudesse voltar a seu dormitório de monitor com a mesma facilidade que ali chegara.

Bruscamente se jogou em um dos sofás e fechou os olhos, inspirando o ar quente que envolvia a lareira. Estremeceu involuntariamente, o gelado em seu corpo aos poucos foi dando lugar a um calor.

Sentou-se e olhou para a abertura onde entrara há alguns minutos, ele não sabia por que tinha ido até a torre de sua casa, saudades? Não, possivelmente era só a sensação de nostalgia que ele sentia assim que adentrava lá. Era a coisa que sempre ouvira desde pequeno... Seus pais sempre falavam da beleza rica e esplendorosa daquela sala comunal. Agora era sua vez, aquela era a sua casa.

Fitou o fogo crepitando, sentia que essa noite seria impossível. Draco comprimiu os lábios. Levantou-se e andou até a porta e abriu-a, preferia correr o risco de ser pego por algum professor do que algum colega vir irritá-lo, se ele tivesse sorte ao permanecer lá, seria alguém que não o amolaria tanto quanto Zabine ou Pansy o fariam.

Com passos decisivos ele andou até a porta e abriu-a, não tinha como ficar lá, mesmo sendo o lugar onde normalmente ele se sentia seguro e confortado, a possibilidade de alguém vir perturbá-lo foi o suficiente.

Andando o mais rápido que podia, Draco ia em direção do dormitório de monitor-chefe, provavelmente ela não apareceria por lá até de manhã, o que lhe daria algum tempo para pensar e ficar a vontade.

Quando se deu conta corria, tinha sorte que todos os quadros estavam estranhamente silenciosos, se não logo Filch apareceria com alguma maldita detenção nova para ser testada, ou teria de limpar a biblioteca.

Estava agora na última curva, podia até enxergar Medusa encostada em uma pilastra, com os olhos fechados e os fios de cobra sibilando no que se parecia com um suave ronronar.

Com um delicadeza imprópria de si mesmo, Draco, apontou a varinha para o grande e enorme quadro que de inicio parecia não ter mudado nada, mas logo que o loiro estendeu uma mão em sua direção, a mão do sonserino desapareceu, como se tivesse passado através do quadro.

Sem qualquer hesitação, e com uma pontadinha de orgulho, o loiro atravessou-o e apareceu em seu salão comunal, onde o silêncio reinava. Suspirou e fitou o lugar onde agora estavam sofás e se lembrou daquela noite, todos os beijos desesperados e das carícias ousadas.

Lágrimas pinicaram em seus olhos, a respiração se tornou entrecortada pelos soluços que subiam retumbando em seu peito. Uma dor forte em seu coração parecia que ia rasgá-lo de dentro para fora, era algo como se tivesse sido esfaqueado.

Logo deixava lágrimas rolarem por seu rosto, sem qualquer vergonha ele se permitia chorar, e a única testemunha de seu sofrimento era sua cobra, a qual saiu assim que percebeu a ordem muda de seu mestre.

As lembranças dela em seus braços ocupavam a sua mente de um modo avassalador, a dor latejante em seu peito se parecia com facadas cravadas em seu coração.

Draco andava lentamente pela sala onde ele a tivera pela última vez e sentia cada toque, cada beijo, cada carícia e ouvia cada gemido roucamente no fundo de sua consciência. Tudo parecia tão real. “Pena que o que é bom, dura pouco.”- pensou com sarcasmo.

Sorriu de canto, era a maior ironia, ele que sempre tanto odiara a grifinória com sangue-sujo, agora chorava pela mesma. Sentou-se no sofá e jogou a cabeça para trás. Preso em lembranças que jamais haveriam de voltar.

De repente sentiu uma fisgada dolorida em seu braço, era a marca que queimava. Aos poucos seu corpo todo começou a arder, mas sem vontade de atender aos seus apelos instintivos, o loiro abraçou a dor que o consumia com fervor.

Aquela queimação era quase que um conforto para ele. Draco conseguia sentir o Lorde olhando suas lembranças, não resistiu aos olhos ofídicos que tanto vasculhavam sua mente a procura dos vestígios da ordem que lhe fora feita.

Ele sentia a frustração que o Mestre sentia ao ver que ele não a humilhara publicamente, e tampouco sua invasão o machucava. Aquela dor era tão reconfortante, ela parecia tão simples e fraca perto daquela que lhe corroia o peito por dentro!

Chorou durante algum tempo que lhe pareceram horas, parecia que a dor não iria mais acabar, mesmo depois que estava só em sua mente, seu coração doía como louco e parecia que ia explodir em pedacinhos.

Mais alguns minutos ou horas se passaram e ele fitou a lareira apagada à sua frente. Por mais que ele quisesse protegê-la, por que parecia tão errado? Algo dentro de si gritava para que ele fosse atrás dela e explicasse o ocorrido, nem que fosse meramente para ser esbofeteado.

Ainda deitado no sofá, ele se virou de lado e estirou um dos braços para frente. Hermione era inalcançável, ela era tão boa e pura, mas ao mesmo tempo tinha um ardor forte e atrativo, um equilíbrio perfeito entre os dois.

Esticou e flexionou os dedos da palma que estava estirada, ele se lembrava da sensação de tocá-la. Fechou os olhos com força e sentiu a cobra se arrastar e deitar a cabeça sobre seu estômago. Respirou profundamente e fechou os olhos.

“Boa noite, meu amor...” – foi a última coisa que ele pensou antes de dormir.

...oOo...

Ele estava definitivamente atrasado.

O quarto dos monitores era perto então Hermione pode rapidamente se esgueirar para lá, mas o seu era longe. Aliás, a Torre da Grifinória era longe, e sabe-se lá porque a maldita sala precisa foi abrir no corredor ao lado do quarto de Hermione.

Dobrando a penúltima curva e logo estaria em seu corredor, sentiu-se esbarrar contra alguém, e uma sensação de dejavú o preencheu, mas ao invés dos cabelos pretos escorridos, ele viu fios marrons escuros, olhando para o rosto daquela com quem trombara, ele logo reconheceu a sonserina nojenta.

-Oh, desculpe Harry. – Pansy usou a voz mais doce possível, tanto que era enjoativa.

O moreno estreitou os olhos, mas nada disse, não daria trela pra sonserina. Meramente acenou com a cabeça e pôs-se rumo à Torre da Grifinória, sem notar o olhar malicioso que recebeu de Pansy, que arquitetava seu plano para conseguir Draco. Tudo era uma questão de estratégia, e quem melhor que uma sonserina para o assunto?

-Não foge de mim, Harry! – ronronou alto, logo depois gargalhou, enquanto o grifinório se afastava a largas passadas.

Um pouco longe dali, em outra dobra de corredor, Blaise Zabine observava a amiga em ação. Um sorriso sarcástico lhe enfeitava os lábios. Ele estava se divertindo, definitivamente era muito engraçado ver como Pansy e Draco eram impulsivos e agiam como crianças, fazendo de tudo, para conseguir o que queriam.

Quando será que seus amigos iriam aprender? Balançou a cabeça como se fosse superior a tudo aquilo, já tivesse passado por todas aquelas coisas.

O sorriso lá permanecia, intacto, até que ele se virou e deu de cara com dois olhos cor de lapiz lazulli o fitando. A corvinal com a voz delicada disse:

-Você não devia ficar xeretando na vida dos outros.

-E você está fazendo o que agora? – retrucou.

-Indo até o salão principal. – disse como se fosse óbvio.

Luna Lovegood passou saltitando por Zabine, quando o som das passadas estava minguando, a voz da loira se fez presente:

-Cuidado para que esse ego não te cegue!

Estático, Blaise fitou o nada por alguns segundos. Ego? Era possível que ela soubesse algo sobre as apostas? E se soubesse? Arregalou os olhos, mas se convenceu que aquilo era impossível, provavelmente a Lunática estava falando de alguma outra coisa que veio a mente daquela menina.

Chacoalhou a cabeça para se livrar daqueles pensamentos inúteis e seguiu o caminho antes tomado pela loira.

Notas finais
E ai gostaram ?
Quando li o cap , me deu uma dor no peito , e senti MUITA falta dos lindos momentos Dramione...
E ai o que acharam da Pansy sendo deixada no vaco , pelo Harry ? Eu adorei HSAUHSA'
Coloquei esse título - Uma Réstia de Esperança - Devido ao Harry.Ele certamente ficou beeeem esperançoso agora que a Hermione está a sua merce.
Bom vou parar de tagarelar ! Não se esqueçam dos reviews , faz bem ao coração do autor , e se acharem que merecemos adoraríamos uma recomendação !
Rynui e eu estamos carentes de indicações ultimamente, e vces não sabem como nossos olhos brilham quando ganhamos uma HSAUSAHSA'
Beeijos e Obrigada por ler ;**