A Aposta
51 Sem Ar
Notas iniciais
Não demorei dessa vez né ??? O nyah está mudando bastante , quem aí já conseguiu se adaptar ??
Enfim , aqui está um capítulo novinho , espero que gostem !
Até lá em baixo
Os músculos de Draco ardiam e queimavam, ele se sentia em chamas.
Os feitiços voaram no ar. O efeito luminoso foi lindo. Mas as conseqüências não.
-Protego! – Rosnou Draco para se proteger
Olhou para o lado, mais bruxos desconhecidos pareciam flutuar em sua direção em meio à névoa traiçoeira.
-Estupefaça! – Gritou Draco
Seu feitiço golpeou apenas um Bruxo. Os outros vieram ainda mais ferozes em sua direção.
Cansado,suado, acabado Draco desejou que aquilo tivesse um fim logo. Afinal, ele já estava nisso faziam minutos.
Mais uma vez seus músculos arderam de dor. Um feitiço desconhecido atingiu o braço do Sonserino.Ele sentiu o sangue descendo quente em sua pele.
-Argh Merda! – Grasnou ele mordendo os lábios engolindo a dor o máximo que podia.
Mas ele ainda a possuía entre os dedos. Na mão direita ele tinha a varinha. Na esquerda a pedra ainda se mantinha firme em seus dedos precisos. Mesmo com o braço machucado seus dedos não eram capazes de soltar aquela pedra vermelho sangue.
Corajoso em sua corrida feroz, Draco olhou para trás por dois segundos para lançar outro estupefaça nos bruxos que corriam velozes em sua direção.
E ele olhou para os céus pedindo arduamente a Merlin que lhe tirasse daquele pesadelo maldito.
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-Luna isso não vai dar certo!
- Claro que vai! – A voz da menina era travessa
Os olhos azuis brilhavam. Afinal, daqui a poucos segundos a loira teria um motivo novo para gargalhar.
-Sua namorada vai desejar nunca ter nascido. – Disse Luna
-Ex Namorada. – Corrigiu Cedrico.
-Que seja – Ela revirou os olhos
-O que eu tenho que fazer? Que tipo de vingança estamos lidando?
-Uma vingança merecedora! – Disse Luna vasculhando sua mochila – Onde está hun? Onde...
-O que...
-Achei! – Disse a menina tirando da bolsa um pequeno embrulho de papel – Pegue isso.
O rapaz foi rápido. Pegou o pequeno embrulho de papel e o rasgou para ver seu interior. Era um doce típico daqueles que os Elfos faziam todos os dias no café da manhã. Um CupCake, lindo e delicioso.A cobertura de chantilly branca e cremosa parecia macia como algodão doce.
- Que droga eu vou fazer com isso? –Disse Cedrico completamente irado
- Entregue isso a sua Ex.
O rosto de Cedrico era realmente descrente.Os olhos se esbugalharam diante da face linda e encantadora.
-Você está brincando, não está? Quer que eu dê um doce a menina que me pôs um par de chifres?
-Sim – Ela sorriu – Confie em mim. Não foram os Elfos quem fizeram esse. Foram meus dedos.
Os olhos de Cedrico analisaram o CupCake aparentemente inocente demais.
-Em breve ela vai chegar – A voz de Cedrico era impaciente, suas sobrancelhas estavam unidas de preocupação – Eu sei que ela vai me dar falsas explicações.
-Exatamente. E aí,você mostra seu lindo sorriso a ela, e entrega esse doce!
Era a primeira vez que Cedrico e Luna conversavam ali em uma parte usual da escola que não fosse o Corujal.
Ele abaixou a cabeça desconfortável. Dois Lufanos do quarto ano sussurravam e soltavam risadinha olhando para os dois.Era claro como a água. Dessa vez o alvo não era Luna. E sim Cedrico. Provavelmente a história da traição ultrapassara níveis inesperados através da fofoca. Afinal a desgraça alheia sempre seria algo que desliza facilmente de boca em boca.
Ele estava perturbado.
-Não consigo me conter – Ela podia ver o fogo queimando naqueles olhos – Ainda tento descobrir o que há de errado comigo.
-Não há nada de errado com você – A boca de Luna foi automática ao dizer isso – Por que diz isso?
-Se ela me traiu, significa que eu não estava satisfazendo seus desejos como deveria. Então ela procurou isso em outro.
- Se ela traiu você, significa que é uma vadia que não tem amor a própria vida e que não sabe escolher.
Ouvir aquele elogio foi bom para seu ego e para sua autoestima, que estava baixa demais. Mas ainda sim, aquilo não serviu para afastar a tristeza presa em Cedrico.
Ele deu um sorriso fraco para ela.
- Eu não sabia que você era tão bondosa assim. Ao ponto de fazer um homem como eu sorrir.
-Todos somos capazes de sorrir.
-Você me faz enxergar isso.
E inesperadamente, a multidão lentamente começou a surgir com a chegada dela.
Alta, loira, olhos verdes, indiscutivelmente bonita, Jennifer Permeck trazia consigo junto com sua caminhada,um pequeno grupo de seguidores leais. Ela caminhava na direção de Cedrico que se encolheu ao vê-la.
Ele estava certo. Ela iria procurá-lo assim que acordasse para lhe dar uma explicação fajuta. Mas agora ele tinha um CupCake para concertar as coisas.
Os olhos verdes de Jennifer fitaram Luna com nojo, ao ver que Cedrico estava sob a companhia dela.
- Querido, posso falar com você? – A voz de Jennifer soava confiante
-Caraca, agora a coisa vai ficar boa – Sussurrou alguém que estava ao redor deles observando a cena.
Os olhos de Cedrico procuraram os de Luna desejando que a força dela viesse para ele.
-Claro que sim – Ele forçou um sorriso ao dizer – Vamos a algum lugar reservado?
-Não – A menina se apressou ao dizer – Quero que nossa conversa seja na frente de todos. Uma desculpa pública e justa.
Por que aquilo? Por que expor sua dor assim? Para qualquer um ver? Por que seu coração tinha que passar de mão em mão até ser completamente estraçalhado pela humilhação?
-Ok. – Ele tomou fôlego procurando por alguns segundos os olhos de Luna mais uma vez – Seja rápida.
Jennifer sorriu mais uma vez confiante e começou a tagarelar:
-Eu peço desculpas do fundo do meu coração.Eu fui uma idiota. Foi um beijo de segundos e eu não senti absolutamente nada. Você faz meu coração palpitar e não ele. Por favor, eu lhe imploro, perdoe essa garota que te ama tanto e que te deseja de volta. Foi um erro, só isso. Perdoa? – Ela mudou o rosto tentando soar inocente e convincente
- Se ele faz seu coração palpitar porque merda você foi trair ele? – Luna foi corajosa ao jogar a verdade com palavras tão honestas e diretas
A menina não respondeu a pergunta. Ficou dois segundos calada antes de voltar a falar com Cedrico, porém dessa vez, com a voz mais irritada.
-Por que você está andando com alguém como ela?
-Ela é melhor que você.
Uma enxurrada de risos soou ao redor da pequena platéia que os rodeava. E depois dessa grande declaração até mesmo Luna corou.Cedrico disse as palavras de maneira tão honesta. Ninguém, nem mesmo Zabine, a tinha defendido publicamente daquela forma. Seu coração se picou em pedacinhos. Alguém como ele, com aquela doçura e carisma, nunca deveria sentir a dor de uma traição.
Jennifer desesperada olhou para sua multidão de seguidores em um pedido mudo para eles calarem a boca e parassem de rir.
-Eu queria lhe dar um ultimo presente – Disse Cedrico para Jennifer lhe estendendo o CupCake
–Espero que goste.
Os olhos da menina brilharam um pouco pelo gesto dele.
-Você ainda é doce como eu me lembrava. – Ela disse tinhosa enquanto dava a primeira mordida no pequeno bolinho.
Luna mordeu a boca para não rir.
É. Muita doçura , as vezes , pode fazer mal.
Na terceira mordida Jennifer sentiu sua boca começar a formigar.
Desesperada e com os dedos trêmulos ela tocou sua própria boca.
-O que está acontecendo? – Ela berrou ao não sentir sua boca
-Oh Merlin, a boca dela está inchando – Disse uma das seguidoras leais.
Foi quando Luna descobriu que o ingrediente especial que ela jogou enquanto fazia o CupCake fez efeito. Lentamente a boca dela ganhou forma e cresceu cerca de dez centímetros ganhando volume e forma gelatinosa.
-Gatinha, você está como a Angelina Jolie – Disse algum seguidor leal que provavelmente deveria ser nascido trouxa- Do jeitinho que eu gosto.
-Concluído – Disse Cedrico saindo da pequena multidão arrastando Luna consigo
Luna parou de prender o riso. Ninguém mais disfarçava. Quase todos daquele corredor soltavam uma gargalhada decido os lábios nada naturais de Jennifer.
-Seria errado, da minha parte, dizer que... Foi... Prazeroso fazer isso ? – A voz de Cedrico era mais doce do que nunca
Ele tinha um sorriso doce e travesso nos lábios.
-Não é errado. Fique tranqüilo.
-Ela não vai beijar ninguém por um bom tempo – Disse o menino jogando o braço ao redor do ombro dela enquanto ainda andavam
A menina loira jogou a cabeça para trás gargalhando ainda mais.
-Sem dúvida!
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Uma luz ofuscante saiu do quadro de Medusa iluminando todo o corredor.
Hermione ficou cega pela luz forte demais.Os olhos vermelhos e cansados se fecharam para a luz.
Inesperadamente a luz some e o corpo de Draco é jogado no chão com brutalidade.
-Oh Merlin! – Disse Hermione com os olhos arregalados.
E lá estava ele. Com o corpo destruído. Tão diferente do conhecido e inabalável sangue puro Draco Malfoy.
Tremula e totalmente sem ar Hermione observou a profundidade dos ferimentos dele. Havia sangue por toda parte.
-Her...mione . – Se esforçou Draco ao pronunciar
As mãos de Hermione foram velozes. Antes que alguém aparecesse ali para fazer parte da festa, ela limpou com um feitiço todo o sangue do chão e delicadamente ajudou Draco a passar pelo buraco do retrato para o mesmo posicionar seu corpo exausto do sofá mais próximo.
-Eu não sei o que fazer! – Gritou Hermione desesperada
Seus olhos se encheram de água antes que ela pudesse evitar. Ali gemendo de dor estava o homem que ela amava, e ela não sabia como ajudá-lo.
-Eu... Estou... Bem – Disse Draco em meio aos arquejos enquanto segurava o braço ensangüentado que deveria ser o que mais lhe machucava
Recuperando todo o ar que lhe fora ocultado pelo susto Hermione tratou de colocar seu cérebro para funcionar.
-Rápido tire a camisa – Ela foi veloz e posicionou-se as costas do sofá Pará ajudá-lo a fazer isso
-Não chore, Hermione...não...chore – A voz cansada dele teve de dizer enquanto ele ainda tirava a camisa
Ela ainda estava chorando? Por que o desespero de vê-lo completamente machucado como aquilo a deixava assim sem ar? Sem fôlego, aos prantos, totalmente incapacitada?
-Vou amarrar sua camisa ao redor dessa ferida – Disse a voz da menina urgente – É para estancar o sangramento.
-Ok. – Ele fechou os olhos para engolir a dor enquanto a menina amarrava firmemente o tecido de sua camisa na ferida que o feitiço desconhecido lançado por aquele bruxo fizera em seu braço
-Volto logo! – Gritou Hermione correndo até o banheiro para pegar alguma coisa
Os dedos dela tremiam para pegar tudo que ela precisava. Infelizmente, a pressa era inimiga da perfeição, mas ainda sim ela conseguiu ser precisa, voltando para Draco rapidamente.
-Hermione – Sussurrou ele enfiando os dedos sujos no bolso de sua calça – Nós conseguimos.
E lá estava ela. A razão para tudo aquilo acontecer. A pedra ainda estava ali nos dedos dele brilhante com seu tom vermelho sangue hipnótico.
-Não Draco – Sussurrou Hermione – Você conseguiu.
Devido à pressão da camisa diretamente na pele, o sangramento diminuiu consideravelmente.
-Para onde você foi? – Perguntou Hermione curiosa enquanto molhava uma bola de algodão em uma espécie de remédio trouxa – Eu fiquei tão preocupada... sabe como foi difícil assistir a todas as aulas fingindo que tudo estava bem ? Tive que inventar desculpas novas para todos os professores dizendo que você estava doente... – Ela passou o algodão nos ferimentos que ele tinha nas costas enquanto ele mordia os lábios com a ardência – Eu vinha correndo a cada intervalo de aula para o corredor, cheguei a brigar com Medusa várias vezes mandando ela te trazer de volta...
-Eu... — Ele gemeu baixinho devido o remédio que ardia em suas feridas abertas – Era uma espécie de outra dimensão. A partir do momento que eu toquei na pedra eu fui jogado imediatamente para lá.
Ela observou que determinados cortes na barriga e nas costas dele eram grandes demais então ela limpou e resolveu cobrir com uma gaze e algodão. Os ouvidos dela ouviam com riqueza de detalhes as palavras de Draco enquanto ela trabalhava duro em seus ferimentos mais trabalhosos.
-Era uma espécie de teste, eu acho. Não é nada maligno ou amaldiçoado. Essa dimensão não tem nada a ver com Voldemort. Era um feitiço. Eles queriam me testar para ver se eu era forte o suficiente para resistir a esse lugar. Se eu vencesse, eu poderia ficar com a pedra, pois eu seria digno de possuí-la.
-O preço foi alto demais – A menina observou com tristeza o corte grande que ainda sangrava no braço dele – Todos vão reparar nessa marca. Vamos ter que inventar uma desculpa.
Ela molhou uma toalha de rosto em um balde de água que ela mesma conjurou e limpou parte das costas dele que estavam sujas e sem feridas.
-Você disse que assistiu a várias aulas... quanto tempo que fiquei lá ?
-Umas cinco horas.
-Devagar ai – Advertiu ele enquanto a menina voltava a limpar os ferimentos dele com o algodão encharcado – Isso dói.
-Se eu não fizer isso vai doer ainda mais futuramente.
E ele abaixou a cabeça se encolhendo como um criança com dor.
-Estou... orgulhosa. – Disse Hermione aproveitando a oportunidade dada, pois ela estava limpando os ferimentos das costas dele e assim seu rosto não poderia ser visto por ele.
Ele sorriu.
A menina terminou o trabalho e foi na parte da frente colocar curativos no peitoral e no abdômen do Sonserino.
-Arrume sua postura – Advertiu ela – Assim facilita o meu trabalho.
Hermione ouviu os ossos dele estalarem quando ele arrumou sua postura corretamente.
Ela soltou um riso.
Rapidamente ela começou a colocar os curativos.
-Seus dedos estão tremendo – Analisou ele
Ela sentia os olhos dele ardendo em sua face enquanto ela tentava “trabalhar”
-Você me deixou tão preocupada. – Ela suspirou enquanto se concentrava em um machucado em especial no peitoral dele – Eu não o que sabia fazer. Pensei que você...
-Que eu estava morto? – A voz dele estava melhor do que antes
Afinal aquele sofá era mais confortável do que o chão duro e frio da outra dimensão. Ele já estava melhor. Porém os ferimentos ainda ardiam provocando dor.
Os olhos da menina se encheram de água. Os dedos trêmulos e desengonçados tentavam fazer o curativo que não parava no mesmo lugar devido sua tremedeira.
-Eu nunca iria me perdoar...Eu... Eu não saberia o que fazer...Hogwarts jamais seria a mesma sem você.
Ele tocou os dedos dela tirando os de seu peitoral.Com a outra mão ele tocou na bochecha dela. A pele estava mais fria que o usual.
O rosto dele estava com pequenos machucados também. Mas os olhos eram os mesmos, azuis e profundos.
-Não chore Pequena – Sussurrou ele enquanto via as lágrimas saindo desesperadamente dos olhos mogno
-Vamos parar com essa palhaçada Draco – Implorou Hermione enquanto o choro se tornava mais forte – Vamos desistir. Voldemort venceu.
-O que está dizendo? – Sussurrou ele sem entender
- VOCÊ PODERIA ESTAR MORTO! – Berrou ela – Eu não... Isso... Ele venceu. Vamos deixar assim.
-Eu estou bem aqui, ouviu? – Apesar de ser um sussurro aquilo era urgente e forte – Eu não vou morrer.
-Ele não vai nos perdoar... Fomos longe demais...- Ela falava as palavras velozes à medida que a mente dela entrava em surto de desespero – Ele vai nos matar e matar a todos que amamos e eu não quero que...
As palavras foram interrompidas.
Completamente em choque.
A boca de Draco interrompeu Hermione colocando seu lábios no dela.
-Somos fortes – Sussurrou contra a boca dela
Ela começou a tremer
Fazia meses que eles não se tocavam. Assim, tão íntimo, tão forte, tão intenso...
Inesperadamente Hermione sorriu ironicamente, sentindo-se uma idiota. Se afastou suavemente dele limpando suas lágrimas com os dedos.
-Isso é ridículo – Disse ela com um sorriso frio – Era para eu te consolar. E não o oposto. Você quem está machucado.
-Machucado ou não, eu sempre estarei aqui.
Amolecida.
Por que ela se sentia assim com cada palavra dele?
-Tudo bem – Ela suspirou tentando colocar a mente em ordem o sabor dos lábios dele ainda estavam suavemente em sua boca a deixando tonta – Vou terminar seus curativos.
-Tem algo me incomodando aqui – Ele apontou para sua cocha direita –Está ardendo. Acho que é uma ferida.
-Vamos ver...
Tentando ao máximo não estragar tudo com seus dedos trêmulos, Hermione observou o lugar que Draco apontara. Na cocha dele o tecido da calça estava rasgado e pelo corte podia-se observar outra ferida que Draco descobrira ter naquele instante.
-Tire as calças. – Ordenou Hermione voltando a pegar a seu pequeno Kit de primeiro socorros
Draco sorriu malicioso.
-Opa! É assim que eu gosto – Disse ele desabotoando a calça
-Não se anime muito – Disse a menina impossibilitada de não rir junto com ele – Sua pele vai arder e você não vai gostar.
-Aposto que não irei sentir nada – Disse ele como uma criança birrenta se fazendo de forte
-Vamos ver. Eu aposto que você vai chorar.
-Eu não – Ele fez uma careta – Homens não choram. E eu sou homem.
-Nisso, eu concordo com você. – Ela sorriu quando as calças dele caíram ao chão – Você está mais animado do que deveria. Talvez precise de um banho gelado depois que terminarmos.
Ao se ver completamente de cueca, Draco entendeu o que ela queria dizer.
E em meios aos risos e a piadas sem graça, Draco estava sendo curado pela sua pessoa preferida no castelo inteiro. E ele não iria chorar, pois ele era um homem forte. E Hermione sabia disso.
Notas finais
- Reparem que a amizade entre Luna e Cedrico está ficando a cada mais forte e doce. Algum palpite sobre o que será que isso vai dar ?? Gostaram da pequena vingança dos dois ??
-Este capítulo sem dúvida alguma é a prova de que Draco é forte e um Bruxo nato e poderoso. Apenas um homem corajoso como ele conseguiria sair daquela dimensão vivo e com a pedra nos dedos.
Enfim ! Deixem a opinião de vocês nos reviews , vou adorar ler e responder !
Beijos de Chocolate
sasu_hina
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