50 tons Para Sempre

25 Capitulo XXIV - Velhos Inimigos


Notas iniciais
Olaaaaa Boa noite, Volteiiiiiiiii, Primeiro: acabou minhas aulas, agora só TCC (Só felicidade aqui ^.^ /) por causa do primeiro o Segundo: é que vou postar com mais (tipo umas duas vezes por semana ou mais veremos). Terceiro: Gente o capitulo anterior não era o fim. Sejam Bem vindas novas leitoras ou leitores (fantasmas) Vamos ao capitulo, vi que vocês gostaram que a Ana finalmente começou a lembrar, mas nem tudo será flores, velhos inimigos irão aparecer... Esse capitulo é pequeno vejam ele como uma introdução para os próximos ok? Bom capitulo e novamente (como de costume) OBRIGADA a todas que comentam e recomendaram, você me fazem relembrar o motivo de escreve em cada palavra que deixam para mim. :* Bjus e até o próximo e não queiram me matar. Ps: Luar, Desculpa, Flor pela demorar e muitíssimo obrigada por acompanhar sempre.

Estou no apartamento, estou correndo no apartamento, correndo de Christian – Por que estou correndo de Christian?

Ele parece que estar se divertido em estar me perseguindo, conversamos enquanto ele tentar me pegar, mais consigo fugir, tento ouvi o que conversamos

— Qualquer pessoa acharia que você não quer que eu te pegue – Christian fala

— Eu não quero. A questão é essa. Sinto-me em relação à punição do mesmo jeito que

Se sente ao ser tocado por mim – Por que ele não gosta de ser tocado?

—É esse o seu sentimento? – sussurra ele

— Quero machucar você. – Ele quer me machucar? — Mas não além do que você é capaz de aguentar

— Por que?

— Eu simplesmente preciso disso – Porque precisa disso?– pergunto para Christian mais é como se eu fosso um fantasma eles não podem me ver. Do nada mudo de lugar, começo a observa esse lugar, ele tem cheiro de couro, madeira, cera com uma leve essência cítrica. A iluminação é suave e sutil emite uma luz acolhedora. As paredes e o teto são de um tom de vermelho-escuro bem fechado, dando ao quarto espaçoso uma sensação de aconchego, e o chão é de madeira muito antiga. Há uma grande estrutura de madeira em forma de X presa a parede em frente à porta. Ela é feita de mogno muito polido, e tem corrente e grilhões reluzente. Estão presas a parede como paus de cortina, e delas pende uma impressionante variedade de pás, varinhas, chicote de montaria e divertidos objetos emplumados. Há uma cama que domina o quarto com quatro colunas com dossel. Embaixo do dossel mais correntes e algemas. Há um sofá vermelho- escuro em frente a cama para que serve tudo isso me viro para cama e começo a observa a cruz não sei quanto tempo fiquei apenas olhado, sou despertada pela voz do Christian

—Estou fazendo isso para você se lembrar de não fugir de mim, e, por mais excitante que isso seja, eu não quero nunca que fuja de mim

— Você revirou os olhos para mim. Você sabe o que eu acho disso — me vejo fechado os olhos e Christian me bater, sinto a dor que a correada me causa, grito junto com a Anastásia do meu sonho, me vejo aspirado uma enorme tragada de ar.

— Conte, Anastásia — ordena ele

— Um! – gritamos juntos para ele, que torna a bate, a dor lateja e ecoa ao longo da correada

— dois! – gritamos

— Três — lágrimas brotam em meus olhos, olho para mim mesma e vejo lágrima de seus olhos

— Quatro! — gritamos, e a correia torna a estalar

— Cinco! – não aguento mais dói muito, dói minha alma

— Seis — sussurramos, sentindo de novo na pele a dor abrasadora, levanto minha cabeça e vejo Christian largando a correia atrás de mim, e ele está me puxando para seus braços, todo ofegante e compassivo... Não Ana corra, ele vai nos machucar novamente – Grito, parece que eu me ouvi

— Não. Solte-me – me vejo me debato para me desvencilhando dele, o empurro, lutando com ele

— Não me toque- sibilo

— É disso que você gosta? de mim, assim?

— Ana, acorde, Ana – ouço Christian me chamado

— Não me toque – Grito

— O que houve Baby – pergunta ele preocupado

— Não me toque, sair de perto de mim – me levanto me afastado de perto dele

— O que houve Ana, sou eu Christian?

— Sai de perto de mim, Christian, por favor não me machuque – falo com voz chorosa

— Eu... eu nunca... Deus Ana foi um pesadelo – posso sentir pavor em suas palavras

— Sai Christian

— Ana sou Eu...

— Você me machucou Christian — falo olhado diretamente para ele – Você me machucou

— Foi um pesadelo, eu nunca faria isso com você

— Estávamos em um quarto vermelho cheio de objetos estranhos e você me colocou de joelhos sobre um sofá vermelho, me fez contar a cada palmada que me dava – fecho os olhos, ainda posso sentir a dor – doeu muito, ainda doe, posso sentir – sinto minhas lágrimas caindo

— Ana isso foi... — Ele não concluir

— Você me machucou, Christian — ele se aproxima

— Ana eu...- Ele começa se aproxima

— Não chegue perto de mim – Grito com medo, saio do quarto correndo

— Ana – Christian vem atrás de mim

— Fique ai Christian não venha atrás de mim — corro para a biblioteca, fecho a porta no momento que vejo Christian chegado mais perto, o que eu faço

— Ana por favor abra a porta, eu posso explicar – fala ele exasperado — me encolho em um canto da biblioteca, não sei quanto tempo estou ali, mais Christian parou de bate, ouço vozes e alguém bate na porta

— Ana abra sou eu Kate – Graças a Deus, levanto e corro até a porta, ao abri me jogo em seus braços

— Graça a Deus é você Kate, me levar daqui, por favor , por favor Kate, me levar.

(Continua)

Notas finais
Comentem, favoritem, reclamem e se eu merecer recomendem :* Bjus