50 tons Para Sempre
26 CAPITULO XXV - Velhos Inimigo II
Notas iniciais
"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências."
Pov Christian
Desde que voltou do hospital, Anastásia estava estranhas, andava dispensa, parecia pedida de alguma forma. Quando perguntava o que estava acontecendo ela dizia que não era nada. As vezes pegava ela sorrindo ou com um olhar triste ou confuso. Sentia que Ana não confiava totalmente em mim, sentia que ela queria mas não conseguia, isso estava nos afastava de alguma forma.
Faz duas semanas desde do acidente e não toquei em Ana desde então ultimamente quando chego ela já estar dormido, desta vez não é diferente ao entra no quarto vejo uma cena linda, Anastácia com Teddy em nossa cama dormido, ele está deitado com a cabeça em seu colo, um sorriso se estala em meu rosto, fico observado eles dormirem, não sei quanto tempo fiquei olhando até que resolvo pegar Teddy e levá-lo para o seu quarto.
Estou saindo do banheiro quando ouço Anastásia gritar, um grito que me congela a alma
— Não me toque – É um grito de desespero, de medo de aflição, quando entro no quarto ela estar se debatendo na cama
— Não me toque, sair de perto de mim – tento acorda-la
— O que houve Ana, sou eu Christian? – ela abre os olhos e vejo medo, muito medo
— Sai de perto de mim Christian, por favor não me machuque – sua voz é chorosa, fico momentaneamente confuso.
— Eu... eu nunca – não sei como ela pode pensar que sou capaz de machuca-la — Deus Ana foi um pesadelo – estou totalmente apavorado por ela pensar que sou capaz de machuca-la.
— Sai Christian – ela grita
— Ana sou Eu... – antes que possa concluir, ela começa a falar
— Você me machucou Christian — fala diretamente para mim– Você me machucou
— Foi um pesadelo, eu nunca faria isso com você – tento me defende, mais ela continua falado
— Estávamos em um quarto vermelho cheio de objetos estranhos e você me colocou de joelhos sobre um sofá vermelho, me fez contar a cada palmada que me dava – meu pior pesadelo aconteceu, fico parada olhado para ela que fecha os olhos como se sentisse a dor que causei a ela naquela ocasião – doeu muito, ainda doe, posso sentir – ela começa a chorar, tento falar novamente mais não concluo
— Ana isso foi... – ela volta a falar
— Você me machucou, Christian — tento me aproximar e conversar com ela, porem Ana dar um grito de medo e sair correndo do quarto
— Não chegue perto de mim – Gritar
— Ana – sigo ela, até que suas palavras me fazem ficar momentaneamente paralisado
— Fique ai Christian não venha atrás de mim — ela corre para a biblioteca e fechar a porta, assim que me recupero a sigo entretanto a porta estar fechada
— Ana por favor abra a porta, eu posso explicar – estou desesperado– favor abra a porta Ana, confiar em mim – ouço ela chorado, fico sentado em frente a porta pedindo para ela abrir – Por favor Anastácia confie em mim, por favor – estou chorado, decido não bate mais na porta e fico apenas esperado ela se acalmar.
O telefone começa tocar me levanto como se eu fosse um robô e atendo
— Sim — falo automaticamente
— Christian posso falar com a Ana e a Kate — não consigo falar mais nada
— Christian? Aconteceu alguma coisa — continuo mudo, porque não sei o que houve
— Christian? Christian? – Katherine me chamar mais não consigo fala — Elliot aconteceu alguma coisa com o Christian ou com Ana – ouço ela falado com o meu irmão
— Christian sou eu, Elliot fala comigo o que houve irmão? – sua voz e de preocupação
— Ela lembrou de tudo e.... – Não consigo mais falar nada
— Estamos ido para sua casa – o telefone ficar mudo e eu continuo chorando
Escuto Taylor falado e logo depois entra Katherine e Elliot
— O que houve? – Katherine pergunta em tom de exigência.
— O que houve Christian fala droga – eu me mantenho de cabeça baixa chorado
— Deixa eu falar com ele Kate – Elliot se abaixa ao meu nível e fala
— O que houve irmão – sua voz e calma
— Ela começou a grita e correu de mim, ela tá com medo de mim, de mim
— Onde ela estar Christian – Katherine me pergunta
— Aqui, na biblioteca
— Leva ele Elliot, vou falar com a Ana
— Não – Grito — eu quero falar com ela
— Ela não quer falar com você e dependendo do que ela lembrou e melhor você não estar presente Christian – eu olho para Katherine por um tempo e ela tem razão, Ana lembrou da única surra que dei nela e estar confundido tudo. Me levanto e vou com Eliot para sala o que me resta agora é aguardar.
Pov Katherine
Resolvo ligar para Ana para chamar para saímos para gasta um pouco do dinheiro do Christian — o pensamento me faz sorri — e para ela me contar sobre a ilha, pois não tivemos a oportunidade de conversamos com calma. Mas assim que ligo a voz ou falta da voz de Christian me faz ficar alerta, algo de errado estar acontecendo e eu tinha razão estava mesmo. Quando chegamos ao apartamento deles, Taylor que super discreto estava mais branco que o normal, perguntei o que houve, ele apenas disse que ouviu gritos, encontramos Christian sentado ao lado da porta da biblioteca, estava de cabeça baixa e chorando muito. Faço perguntas a ele o meu tom e de exigência estou muito nervosa e não me responde Elliot intervêm antes que eu perca a paciência e me arrependa depois, ele fala como Christian como se tivesse falado com uma criança, quando Christian diz por alto o que houve, sua voz exala medo, muito medo, até o olhar que ele dirigiu para mim quando digo que vou falar com a Ana a sós e de desespero.
— Ana abra sou eu Kate –falo com a voz mais calma que consigo, assim que ela abre vejo seus olhos vermelhos de tanto chorar Ana praticamente se jogar em mim
— Graça a Deus é você Kate, me levar daqui, por favor, por favor Kate, me levar – fico surpresa com seu pedido
— Calma Ana me conta o que houve – ela olha para a porta e sinto que estar com medo
— Christian está com Elliot, você ficará mais calma se eu fechar a porta? – Ela faz que sim com a cabeça
— Pronto, agora me fale o que aconteceu — Ana me fala do pesadelo/lembrança que teve e me diz que desde do acidente tem tendo essas lembranças mais que essa foi a mais forte, ela me diz que está com medo do Christian por que ele a machucou, ela falar de um quarto vermelho, que continha objetos estranhos, segundo ela objetos de tortura
— Porque sorriu Kate? — sua pergunta me assusta
— Me desculpa Ana – ele abaixa a cabeça e sussurra
— Não acredita em mim – chego mais perto dela
— Claro que acredito e só que vocês faziam isso Ana
— Fazíamos o que Kate? — ela me olha confusa
— BDSM – falo em tom de segredo, seu olhar e assustado
— O que? — Agora ela estar no modo duvidoso
— Ana você está se lembrado e – ela me interrompe e falar já com voz chorosa
— Sabe do que me lembro Kate? – faço que não com a cabeça
— Pois bem, me lembro que sou Anastasia Steele que tenho ou tinha vinte e um ano, que nunca teve um namorado que era estudante de Literatura Inglesa na WSU de Vancouver que trabalhava meio período numa loja de material de construção e – Ela me olha — que dividia um apartamento próximo ao campus da universidade com Katherine Kavanagh, minha melhor amiga. – Ela respira e continua —Mais ai eu acordo Anastasia Grey casada com um marido bonito e bem-sucedido, um CEO que comanda um negócio multimilionário e que possui uma imensa fortuna. Eu sou casada com Christian Grey mais não é só isso sou casada e tenho um filho de quase três anos lindo que me amar incondicionalmente.
— Ambos Ana – sussurro, ela me olha e continua.
— Christian tem um comportamento extremamente controlador. – eu concordo — mais novamente eu vou dormi e descubro que ele me machucava que me batia e você me diz que era consensual?
— Te digo que quase quis matar ele quando descobri, mais você me disse que já tinha resolvido tudo e que o amava – quando digo essa palavra Ana me olha confusa
— Você não o amar mais Ana – Espero sua resposta que vem com lagrimas
— Sinceramente não sei Kate, o sentimento que tenho pelo Christian hoje é de medo, eu quero me afastar dele, quero ficar sozinha
— Ele vai surtar Ana – Já estou com pena do Christian
— Quero poder assimilar tudo que estou lembrado Kate — ela sussurra – E não quero estar perto do Christian, não quero mesmo.
Converso com Ana por mais ou menos uma hora, ela estar com sua decisão tomada, pobre Christian sei que ele vai surtar agora.
Continua
Fale com o autor