50 tons Para Sempre
8 Capitulo VIII – Era uma vez
Notas iniciais
Capítulo 7: Capitulo VII – Era uma vez
A notícia do acidente da Ana ficou em segredo até o nascimento do Theodore, todos do hospital tinham assinado um contrato de sigilo, mas alguém falou e a imprensa começou a investigar e soltar notas sobre o acidente.
Ao que parece Christian Grey estar vivendo um inferno pessoal, segundo fonte sua esposa Anastácia sofreu um terrível acidente e estar em estado crítico. Denver News
Anastácia Grey entre a vida e a morte: segundo informações a Sra Grey estar em estado crítico de saúde, ela se encontra internada e sem previsão de alta.
Seattle Times
Parece que o amor de Christian Grey e Anastácia Steele está em prova – Anastácia Grey está em coma a 7 meses sem previsão de melhoras ao que se parece o estado dela e permanente – Pobre Grey
Post
Algumas notícias estavam perto da verdade outras eram só serviam venda, os jornalistas estavam acampando na porta do hospital, todos da família que entravam eram abordados, mas ninguém falava nada.
— Christian – Kate me chamou
— O que? – pergunto sem vontade
— você tem que fala com eles? – agora essa
— por que? Porque tenho que expor minha vida e a vida da minha família?
— é só questão de tempo para eles descobrirem o Teddy Christian, depois será um inferno – nesse ponto ela tem razão, era questão de hora para eles descobrirem sobre Teddy
— o que você sugere?
— dê uma entrevista, fale sobre o estado da Ana, conte sua historia – ela só pode esta brincado comigo
— eu não sei Kate, eu não quero reunir vários repórteres e falar sobre a Ana ou sobre o Teddy – não quero mesmo
— o que pensa fazer então? – ela pergunta calmamente
— emitir um nota à imprensa talvez – seria uma solução
— amenizaria um pouco – tenho uma ideia
— ou dar um entrevista a você – ela arregala os olhos
— a mim – fala assustada
— não a Ellen – ironizo, me já me imaginado na The Ellen DeGeneres Show limpo minha mente
— engraçadinho — fala com deboche
— bom faça suas perguntas e vou responde e finalmente você vai me entrevista senhorita Kavanagh
— nem me venha com essa Grey você me deve até hoje – agora sou eu que fico confuso
— por que? — pergunto
— por eu te ficado doente e Ana te que ir em meu lugar te entrevistar
— hum bom ponto Kavanagh, vou lhe pagar com um entrevista — pronto decidi
Dois dias depois Kate entrou em meu escritório com mais duas pessoas se sentou na minha frente e começou a me fazer inúmeras perguntas, do início da minha relação com Ana, do meio e da atual situação dela – a princípio me incomodou pois ela sabia todas as respostas, mas depois entendi seu ponto, ela sabia as resposta pela visão dela ou do que Ana lhe contava mais não do meu ponto de vista.
— O que sentiu quando a viu pela primeira vez?
— Medo, ela caiu assim que entrou em meu escritório, ela estava com vergonha por sua falta de jeito, ela falou seu nome de três maneira diferente – sorriu com a lembrança e Kate também – eu senti medo porque Anastasia sobre teve o poder de olhar minha alma
Kate continuo com as perguntas, uma mais surpreendente que a outra
— olhar para ela da forma que ela estar me matar aos pouco todos os dias, mais o amor que sinto por ela e maior e mais forte a cada dia por que eu sei que ela vai volta para mim para nossa família
Depois de mais de três horas de entrevista ela dar por encerrada a entrevista, três dias depois a reportagem de Kate e capa do jornal que ela editar na edição esta as perguntas com as minhas respostas, mais também um texto assinado por Kate – pego o jornal e leio para Ana
Era uma vez ... Um amor
Por Katherine Kavanagh
Quando criança sempre ouvimos história de amor e todas começam com o famoso Era uma vez, pois bem, Era uma vez um homem com 27 anos de idade que vivia em sua fortaleza de 20 andares cercado por aço e vidro, uma fortaleza que a primeira vista é intimidante, assim como seu dono, havia também uma jovem de 21 anos que dentre todas as suas virtudes a que mais se destacava era o amor ao próximo é foi por causa de sua virtude que teve que encara o homem da fortaleza. Uma queda, mãos delicadas e forte, os olhos que viam a alma, nascia entre a garota desastrada de alma pura e o cavaleiro negro o amor, o amor verdadeiro daqueles que todos querem ter, daqueles que mesmo com dificuldades consegue sobreviver e reviver, que consegue quebra regras, que consegue apagar marcas do passado e afastar monstros que vivem nos pesadelos, um amor que sempre o remetem as primeiras vezes, que os levam as alturas com um voo de planador na perseguição do amanhecer ou do entardecer em um helicóptero, mas como sempre mas historias temos vilões o dessa e o destino, a nossa mocinha com virtude que a fez encontra seu príncipe e o trazer para a luz, também o levou para a escuridão novamente, em um ato de heroísmo ela colocou sua vida para ajudar a outra e acabou que o destino usurpando da virtude de nossa mocinha lhe lançou um encanto que não se sabe quanto tempo vai dura, nossa mocinha assim como em uma estória semelhante dormi mas diferente dessa outra estória o beijo do príncipe não a fez acordar. Mais o destino vendo o príncipe que antes vivia feliz e que agora estava morrendo a cada dia sem sua princesa, lhe deu um presente, um com olhos azuis claros brilhantes que assim como o da princesa, mas com cabelos revoltos acobreados, o destino tinha unido as características mais marcantes do dois em um ser tão lindo e pequeno que já chegou brigando pela vida, que mesmo contra todas as adversidades conseguiu vencer e iria fazer companhia ao cavaleiro negro em sua espera por sua princesa adormecida.
O amor não separa, não trai, não ver com indiferença ele cuida, dar carinho e é único. O amor é majestoso, incondicional, um dom e não uma palavra a ser usada futilmente ou confundida com paixão, o amor gera vida e não morte é não se escolhe como a cor de um objeto, ele se constrói com o tempo, o amor não e temporário é para sempre é o ar para que a alma possa viver.
Assim que terminei de ler olhei para Ana e tudo que Kate descreveu era verdade Ana era única, ela era meu anjo e eu iria esperar ela, junto com Teddy a vida toda se fosse preciso.
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Capitulo VIII – Olhos claros, de um azul brilhante
O que faz você sentir falta de uma pessoa, os minutos, segundos, horas, dias, meses e os anos sem a minha Ana matava-me ao poucos, seus beijos, seus toques de amor não fazia mais parte de minha realidade, apenas estava em minha mente, ah como eu sentia falta de seu sorriso, era tão doce, assim como no retrato que comprei de Jose, eu tinha todos, mas esse dela sorrido e o meu favorito.
Três anos se passaram e Ana continua no mesmo estado, já tentei vários tratamentos mais nada, ela continua em coma ou dormido como Teddy diz, ele está esperto fala tudo, mesmo tão pequeno já tão cuidador, sempre estar com Ana quando tenho que ir a Grey House, ele diz que fica de olho nela, de um tempo para cá ele diz que tem que ficar com ela para quando ela acordar não estar sozinha. A única pessoa que consegue tirar ele do lado da Ana e a Mia mas mesmo ela não consegue afasta-lo de perto da mãe por muito tempo.
Um grito me tira de meus pensamento
— Papai – mais alto – papaiiii vem logo – saio assustado, será o que Teddy fez agora
— Papaiii eu não falei — ele aponta — olha
Não acredito no que vejo, só pode ser um sonho.
Continua.....
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