50 tons Para Sempre

9 Capitulo IX – Olhos claros, de um azul brilhante


Notas iniciais
Olá como vcs estão? Primeiro: Peço desculpa por demora para postar mais minha internet resolveu não colaborar comigo :( Segundo: Eu amei os comentários obrigada a todas fiquei feliz demais Obrigado Juliana Vinhas; Agatha Oliveira Pasqua; Ana Castelli; Lylli; amei se sua malvada favorita rsrsrs Rosangela; Emily Maybe; Thalita Ramalho; Usagi; Aqui esta a continuação Ally; escrevi muito nesse capitulo LittleAngel Victória Carolinne e Alice Gomes você me deram boas inspirações que usarei nos próximos capítulos obrigado; Sol Gama, Mandinhabh e Jessie AMEI TODOS OS COMENTÁRIOS OBRIGADA ---------- Nesse capitulo vocês verão um pouco da Ana e antes que queiram me matar vai te a continuação do capitulo anterior. Espero que gostem

Pov Ana

Estou com um vestido branco, meus cabelos soltos, estou descalças estou em espécie de labirinto onde caminho por um longo tempo, nesse lugar não se passa o tempo é como senão houve dia e nem noite é um labirinto sem final onde eu me perco, quando vem o desespero eu saio correndo sem parar mais não consigo escapa, as vezes choro por hora eu odeio ficar aqui e muito solitário eu sinto falta dos meus amigos, minha família eu sinto falta de alguém que não consigo mais lembra quem é, faz muito tempo que estou aqui eu sei, só não sei o quanto.

Continuo a caminhar na esperança de encontra a saída.

Começo a escuta um sussurro de voz doce e meiga que me faz parar e segui-la

— mamãe – cada dia ela parece mais forte

— mamãe eu não vou deixa-la nunca – é uma voz calma é carinhosa que me conforta é me faz ter esperança de sair desse lugar

— Ana boa noite, eu te amo para sempre – a voz mudou é uma voz mais grossa é mais forte, mais também era uma voz triste, por que essa voz está triste

— Oi mamãe bom dia – a voz doce está de volta, eu gosto mais dela

— hoje o dia está muito bonito Ana você iria adora – é uma voz fina e doce mais também muito triste, por que estão triste

— mamãe – a voz doce e meiga a única que não estar triste e com medo, começo a segui-la

— mama eu vou conta uma história para você é a história do amor, o papai que contou, e eu vou conta ela para você — a voz meiga começa a falar, sua voz era de uma inocência tão pura

— Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a ‘alegia’, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros. — eu seguia a voz que contava-me a história

— Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser ‘inudada’ — sorrir com forma que a voz falou, pois se enrolava toda

— ‘apavolado’, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou: — Fujam todos, a ‘ila’ vai ser ‘inudada’ – a voz se alterou como se imitasse o personagem

—Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto – quando ele falou barquinho eu encontro a saída do labirinto é pareceu na minha frente havia um barquinho, olhei em volta só havia o pequeno barco e o labirinto que estava chegado onde eu estava, entrei rapidamente no barco e continue ouvido a voz conta a história

— Só o amor não se apressou, pois ‘quelia’ ficar um pouco mais na ilha, quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda – diferente do amor eu não tinha para quem pedi ajuda

— Estava passando a riqueza e ele disse: — novamente a voz se alterou

— Riqueza, leve-me com você. Ela respondeu: — Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber. – ele fez uma voz engraçada para a riqueza

— Passou então a vaidade e ele pediu: — Oh! Vaidade, leve-me com você. — voz parecia sofrida

— Não posso você vai sujar o meu barco, mas logo atrás vinha a tristeza. — Tristeza, posso ir com você? — agora voz era um sussurro

— Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha, também passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela – ele fez sons como estive em um festa. A voz ficou mais forte e mais próxima

— Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar – a voz estava muito próxima, mais uma grande onda me fez cair do banco e logo eu estava bem fundo, tentado nada para superfície para continuar a ouvi a voz doce nadei bem rápido, quando cheguei a superfície que abri os olhos havia pequenos olhos azuis claros que me olhava bem de perto, eles era tão lindo, o dono dos olhos eram mais lindo, era um menininho de pele clara com cabelos acobreados que me fitava com alegria

— oi mamãe, bem vinda – ele sorriu para mim e saiu correndo, logo entrou um homem tão belo quanto o menino ele ficou parado na minha frente, ele não falava nada apenas me olhava, depois entrou outro homem com uma senhora que levou a mão na boca, eu fitei uma imagem que estava em uma parede na minha frente, era a imagem do um menininho todo lambuzado de chocolate, ele estava rindo, fiquei perdida na imagem mais algo estava me puxado de volta, fecho os olhos — mesmo sem querer — mais escuto vozes elas me fazem sair transe que estava entrado, sem conseguir abrir meus olhos escuto o que eles dizem

— Ela abriu os olhos – escuto uma voz grossa falado

— Sim – escuto um sussurro

— devo chamar algum medico Sr. Grey? – a voz grossa pergunta

— sim ‘Talor’, chame a vovô e os ‘outos’ – uma voz alegre fala, é a voz doce e meiga que conta história, queria sabe o final dela, será que o amor consegui se salva assim como eu?

Continuação do Capitulo anterior

O que fazer quando a vida continua sem a pessoa que mais amamos? O que faz você sentir falta de uma pessoa?

Os minutos, segundos, horas, dias, meses e os anos sem a Ana matava-me ao poucos, seus beijos, seus toques de amor não fazia mais parte de minha realidade, apenas estava em minha mente, ah! como eu sentia falta de seu sorriso, era tão doce, assim como no retrato que comprei de Jose, eu tinha todos, mas esse dela sorrido e o meu favorito.

Três anos se passaram e Ana continua no mesmo estado, já tentei vários tratamentos mais nada, ela continua em coma ou dormido como Teddy diz, ele está esperto fala tudo, mesmo tão pequeno já tão cuidador, sempre estar com Ana quando tenho que ir a Grey House, ele diz que fica de olho nela, de um tempo para cá ele diz que tem que ficar com ela para quando ela acordar não estar sozinha. A única pessoa que consegue tirar ele do lado da Ana e a Mia mas mesmo ela não consegue afasta-lo de perto da mãe por muito tempo.

Um grito me tira de meus pensamento

— Papai – mais alto – papai vem logo – saio assustado, será o que Teddy fez agora

— Papai eu não falei, olha

Não acredito no que vejo, só pode ser um sonho é um sonho muito bom

Meu mundo para quando vejo os grandes olhos de Ana abertos, tudo é tão surreal, não tenho reação de nada – fico paralisado enfrente a ela – Teddy me olhar e olhar para Ana que tem olhos vidrados – ela olha para o nada, assim acredito — vejo tudo se locomover lentamente, vejo de relance Teddy sai e logo depois vejo Taylor entra com Gail que ficam tão chocados como eu – Mas logo Ana volta a fecha os olhos – é todo o inferno que vivo desde que ela entrou em coma volta para mim mais rápido e mais forte.

Lembro do início quando me falaram que ela não iria mais acorda que seu estado era permanente, lembro de quando decidi que era hora dela sair do hospital – a batalha com médicos para conseguir tira-la do hospital — foi Elliot que construiu o quarto para mim, ele cuidou junto com Gia do projeto — o quarto tinha uma cama hospitalar umas das mais modernas, ele era branco com um leve toque de azul, ao redor de sua cama tinha vários desenhos de Teddy, as paredes tinham fotos de Ana em vários momentos antes dela entra em coma com amigos, família e comigo em diversos momentos e vários momentos depois que ela entrou – fotos do primeiro banho de Teddy, do primeiro sorriso, do primeiro passo, dele dormido ao lado dela assim que ela não precisou mais usar o respirador, ele amava dormir com ela, fotos do crescimento dele, fotos minhas com ela em seus aniversários, nos meus aniversário, no nosso aniversário de casamento, eu queria que quando ela acordasse ela pudesse ver tudo que aconteceu enquanto ela dormia e que ela soubesse que eu sempre tive com ela mesmo ela dormindo — mas parece que o destino estava brincado comigo novamente me deu ela por alguns minutos e depois a tirou.

— Ela abriu os olhos – escuto Taylor falar

— Sim – sussurra a senhora Jones

— devo chamar algum medico Sr. Grey – pergunta para mim

— sim ‘Talor’, chame a vovô e os ‘outos’ – diz Teddy sorrindo

Olho para ele e balanço a cabeça em sinal afirmativo – um tempo depois entra no quarto minha mãe com outros médicos – ela me pede para sair do quatro eu faço que não com a cabeça — acho que não consigo andar – Elliot me puxa pelo braço – ao que parecem horas os médicos estão com Ana quando finalmente eles saem do quarto dela eu levanto e passo Teddy que estava em meu colo para Mia

— Christian podemos ir ao seu escritório – pede minha mãe –faço que sim com a cabeça e os conduzo para o escritório

Quando todos estão sentados a Dra. Celest a neurologista que acompanha Ana desde que entrou em coma começa a falar

— Eu como medica sou moldada a não acreditar em milagres ou seja nós somos céticos, mas o caso de sua esposa a cada ano me fez acreditar em milagre, primeiro foi quando não necessitou mais do respirador e agora isso

— o que “isso” – faço aspas com as mãos – significar?

— significar que Ana está saído do coma para um estado de consciência plena, você estava certo Sr. Grey ela acordou, mais...

— sempre tem um mais, não e mesmo? – digo sendo irônico

— sim Christian sempre tem um mais – fala a Dra. Celest com um levantar de sobrancelhas

— então qual é desse mais agora? – digo

— pode não parecer mais é como se ela tivesse voltado para uma estrada a estrada da consciência é cabe a nós preparar da melhor forma esse caminho para ela

— ela não consegue falar e nem fazer nenhum movimento Christian – fala minha mãe

— ela acordou, já um passo não é? – minha Ana deu um grande passo, estou orgulhoso e feliz

— um grande passo Christian, todos esses anos dedicados a medicina e ao caso de sua esposa, eu posso dizer ao senhor que eu nunca pensei em dar esta notícia ao senhor, eu nunca pensei nem que fosse possível mas sua esposa acordou e tem todas as possibilidades, embora eu saiba que muito difícil prevê o que vai acontecer com a Ana – será que terá sequelas, sejam quais forem ela acordou isso que importar

— ela terá sequelas? – pergunto com uma voz baixa quase com medo da resposta

— ela passara por um longo estagio de reabilitação Sr. Grey mas com a ajuda da fonoaudiologia, dos fisioterapeutas e psicólogos – ela apontar para os outros médicos que estão na sala, a fonoaudiologia e uma medica loira Dra. Smith é seu nome, os fisioterapeutas eu já conhecia são o Dr. Bernandes e a Dra Juno os psicólogos são Dr. flynn e a Dra. Clarita — ela vai conseguir fica da melhor forma não tenho mais dúvida disso.

—Christian nós achamos melhor transferi a Ana para o Hospital – minha mãe fala com um certo receio

— Por que? – pergunto

— La ela será melhor assistida, tem equipamentos que não tem aqui e – se esse e o problema eu resolvo

— qual equipamento? Eu compro mãe, mais ela ficara aqui na casa dela

— ok Sr. Grey vamos fazer o nosso melhor aqui – Fala a Dra Celest não querendo briga

— posso vê-la

— sim, mais ela não estar respondendo a nada Sr. Grey

— Ok

Eu estou ciente de vozes abafadas, muitas vozes abafadas. Mas elas estão no fundo, como um zumbido distante. Eu não ouço as palavras. Tudo que eu posso ouvir, tudo o que posso focar, é na minha Ana e minha doce Ana que voltou para mim depois de tanto tempo.

Notas finais
E ai que acharam? querem me matar? :D devo fugir? comentem Próximo Capitulo Quarta, mas se eu recebe muitos comentários quem sabe pode vim antes :*