50 tons Para Sempre
32 CAPITULO XXXI – Velhos Inimigo IV - Fim
Notas iniciais
Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.
Platão
Estou no quarto quando Christian se aproxima de mim e fala
— Você me quer Ana? – Christian sussurra de forma provocante em meu ouvido.
— Sim. – respiro com dificuldade.
— Diga!
— Eu quero você, Christian!
— O que você quer que eu faça Ana?
— Me tome! — Digo ofegante, quando inclino a cabeça para trás.
— Toma-la?
— Sim. — suspiro. – Me tome, foda-me, aqui, agora. – digo
— Ora, se a senhora, é ou não é uma criaturinha devassa? Eu vou cuidar de você, baby, mas devo lembra-la que estar de castigo.
— O quê? Por quê? Eu quero você agora! Eu preciso de você agora! – peço em tom de desespero
— Eu sei querida, eu vou cuidar de você.
— Por favor, Christian, — digo esfregando meu quadris contra sua ereção. Ele mal consegue se controlar.
— Acredite em mim, baby, eu quero transar com você, e eu vou te foder, mas tudo a seu tempo. – diz com um sorriso safado
— Quanto que você gosta deste vestido? – Christian me pergunta.
—Eu gosto bastante, a menos que você esteja disposto a substituí-lo. — respondo, e ele sorri. Com um movimento rápido os pequenos botões do meu vestido voam para todos os lados do quarto. Ele tira o que restou do vestido de mim e fico apenas com minha calcinha rendada e sutiã combinado. Christian me olhar sustentado seu olhar apreciativo por um minuto, se inclina para baixo e puxa as taças do meu sutiã em um movimento doloroso e lento ao mesmo tempo. Se inclina para baixo e com cuidado puxa meu mamilo em sua boca e habilmente agita-o para frente e para trás com a sua língua, e dentes me fazendo ofegar. Retira minha calcinha e voltado aos meus seios segura a parte inferior do meu mamilo alongado entre os meus dentes da frente, e a sua língua chupa ele implacavelmente. Seu dedo indicador e o polegar espelham suas ações sobre o outro mamilo. Eu gemo de prazer e dor, e envolvo instantaneamente minhas pernas em volta do seu torso.
Seus lábios se movem entre os meus mamilos, enquanto Christian dá pequenos beliscos e chupa pelo caminho até meu umbigo, e sondo minha barriga, fazendo-a apertar minha virilha. Descendo sua mão encontra o meu sexo, mergulhando um dedo e depois dois em meu sexo já encharcado. Sua boca desce para o seu cerne pulsante. Grito de prazer. Christian puxa meu bumbum para si.
Sua boca cobre meu sexo. Sinto sua língua mergulha nele, sem pressa seus dentes pastam sobre o seu clitóris. Levanto meu quadril para fora da cama na direção de sua boca acolhedora.
Sua língua mergulha mais profundamente primeiro em círculos, em seguida para dentro e para fora. Enquanto e com uma mão ele puxa minha bunda em sua boca, e com a sua outra mão provoca os meus seios.
Ele todo língua, dentes e mãos, me dando uma sobrecarga sensorial. Estou muito perto de goza mas Christian para
— O quê? Por quê? – protesto e Christian sorri
— Esse foi seu castigo Anastásia – me diz com um sorriso sarcástico — Agora vamos a bonificação para ambos, meu amor.
Ele rapidamente retira suas roupas, e me virar sob minha barriga.
— Levante essa bunda gloriosa baby! — diz enquanto levantar e separa as minhas pernas com suas abrindo espaço para ele. Ele entra em mim me fazendo ofegar, me preenchendo ficamos assim conectados, meus olhos estão fechados, suas mãos estão na bunda.
— Baby está pronta? — Me pergunta.
— Um segundo. – digo enquanto abro mais minhas pernas, movendo os braços para frente.
— Ok, eu estou pronta, pode se perder, e me leve com você! – digo, Christian se move. Primeiro lentamente, entra e sair, me empurrando enquanto impulsiono, mergulhando contra mim, encontrando os pontos sensíveis dentro de meu sexo, ambos gememos.
Suas mãos alcançam meus seios, provocando e puxando-os, se movendo e deslizando para dentro e para fora mim. Começo a gemer mais forte e sinto as contrações do meu sexo, meu corpo começa a convulsionar pelo prazer acumulado, Christian empurra e trabalha seus quadris em círculos, levanto minha sua bunda um ângulo para dar ao pau um melhor aproveitamento contra minha zona de prazer. Seu ritmo fica mais e mais rápido.
— Christian, por favor! – Eu grito.
— Isso é meu! – Ele diz segurando em meu sexo. — Você é minha!
— Sua! — gemo
— E eu sou seu! Não.Esqueça.Disso! — Ele diz se esvaziando em mim quando nós alcançamos os picos de nosso prazer.
Ele empurra mais uma vez dentro de mim, e, finalmente, eu colapso na cama, sem quebrar a nossa conexão Christian me puxa para seus braços, estou completamente saciada e feliz.
Antes que eu feche os meus olhos relaxados, eu sussurro para ele:
— Eu te amo, Christian. – Ele me o segura com força.
— E eu amo você, Ana! — sussurra baixinho – agora durma meu amor
~*
Um lindo dia de sol, estou deitada no chão ouço sorrisos, doces sorriso, quando me levanto vejo Teddy segurado de cada lado duas crianças, eles caminham em minha direção, mais quando estão chegando perto de mim, uma voz os chamam e eles a seguem tento correr até eles mais já e tarde demais eles sumiram
— Você tirou o Christian de mim nada mais justo que eu tire seus filhos não acha Anastásia?
— Não Elena me devolve eles — peço em tom de suplica a ela, fecho os olhos e quando abro não estou mais na campina agora estou em um quarto escuro
— Você nunca mereceu ele, nunca foi o que ele precisou, apenas foi um fardo que ele teve que carregar – ela diz
— Mamãe me ajude por favor — vejo um feixe de luz e sou atraída para ele quando vejo Teddy de joelho, ele está sozinho e chama por mim tento chegar até ele mas não consigo e como se tivesse presa
— Você não pode salva-lo Anastásia, Você é fraca e agora ele é meu – diz com um sorriso diabólico para mim
— Teddy meu amor a mamãe já vai – Grito para ele e tento chegar perto dele mais não consigo
— Mentira meu amor, ela não vai consegui porque é uma fraca, sempre foi – Elena diz acariciado o rosto de Teddy
— Solta ele Elena ou juro que te mato – tento me solta mais ainda estou presa, de repente Elena vem até a mim e me bate com um cinto, me junta e fala
— Você não pode nada aqui, eu sim posso sou sua dona Anastásia se submeta a mim – me bate novamente, tento chegar perto de Teddy e dessa vez consigo, mas quando chego perto vejo que é Christian ele está muito machucado, seu rosto estar com marcas roxas e vários hematomas pelo corpo, tento puxa-lo para mim mas sou puxada para longe dele
— Me ajude Anastásia, por favor – Christian sussurra
— Se submeta a mim que você terá ele de volta – olho para onde ele apontar e vejo Christian caído em uma poça de sangue
— Eu vou te matar, eu vou te matar...
— Ana acorde – Christian me sacode — Amor acordar
— Christian você está bem? – digo dando beijos nele — tive um pesadelo horrível, horrível Christian
— Calma e me conta com o que sonhou – tento ficar mais calma, mais sinto meu estomago embrulhar corro para o banheiro, ponho para fora tudo que tinha comido, estou muito nervosa, Christian vem atrás de mim e segura meus cabelos, tento ficar calma, mas a imagem de Christian em uma poça de sangue não sair da minha cabeça.
— Ana está melhor? – Me perguntar preocupado, faço sinal positivo e começo a falar tudo que sonhei
—Calma Ana, foi um sonho ruim nada mais, Elena não pode nos fazer mal
— Porque tem tanta certeza disso? Desde que encontramos com aquela Vaca loira — Christian esboça um sorriso e eu continuo– no restaurante, ela sempre vem em meus pensamentos de alguma forma, tenho o pressentimento que em algum momento ela vai nos fazer mal de alguma forma, em algum momento – Christian me olha, pensar e finalmente começa a falar
— Eu estava desesperado quando soube do seu acidente, sair sem rumo uma noite quando os médicos deram seu diagnóstico e nessa noite encontrei Elena em um bar – não acredito no que me diz, respiro com dificuldade, mas peço que continue — Ela ficou me perguntado o que tinha acontecido e porque eu estava daquela forma
— Você disse a ela – pergunto sussurrando
— Não Ana eu não falei a ela, disse que não era da conta dela e que não a queria perto de mim, ela tentou me tocar, mas seu toque me trouxe medo, aflição não sei definir me trouxe insegurança, ela viu como fiquei e paro de me tocar mais ficou tentando conversa comigo, segundo ela me dar ânimo, mais eu estava destruído, acabei falando coisas horríveis para ela em resumo falei que ela era maléfica para mim e que não queria que ela chegasse perto de mim, porque você era a única que me completava.
— Mas ela disse que a última vez que me viu eu estava com tubos e o Teddy na incubadora – pergunto confusa e Christian continua
— Ela tentou te fazer mal uma vez, a você e ao Teddy, foi quando a notícia do seu acidente vazou, ele ficou em segredo até o nascimento do Theodore, todos no hospital tinham assinado um termo de sigilo, mas alguém falou e a imprensa começou a investigar e soltar notas sobre o acidente e um dia após eu ter que sair para resolve um problema sobre sua transferência e de Teddy para casa, Elena com a ajuda de um funcionário consegui entra em seu quarto e se não fosse o Taylor teria feito mal a você – Christian fecha os olhos quando relembra a cena
— O que ela tentou fazer Christian? – pergunto aflita
— Taylor foi avisado por uma enfermeira que acho a atitude de uma outra enfermeira muito suspeita, segundo ela essa enfermeira tentou retira o Teddy da incubadora, mais graça a ela não conseguir e como seu plano foi frustrado ela seguiu para o seu quarto, conseguir entra e desligou o seu aparelho de respiração – Sinto a tensão de Christian quando falar do que aconteceu
— Ai meu Deus! – exclamo assustada enquanto Christian segura minha mão
— Taylor chegou a tempo e o plano dela novamente não deu certo
— O que houve com a Elena?
— Ela não estava mais no quarto quando Taylor entrou, mais as características que a enfermeira passou mais as imagens que tivemos acesso, era a Elena, só que não pudemos denuncia-la, não tínhamos provas suficientes já que as imagens não eram nítidas
— Ela poderia ter feito mal ao Teddy Christian, poderia ter levado ele — Meus olhos se enchem de lagrimas
— Calma Ana, consegui uma liminar de restrição, ela não pode chegar perto de nós, tem que manter uma distância de no mínimo 500 metros, além de eu fecha todos os negócios que tinha com ela, assim que descobri que Lincoln pagou a fiança do Jack e que Elena tinha falado com ele, acabei com a empresa de Lincoln e com os negócios que tinha com Elena, mais não pude acusa-los formalmente, só conseguir a liminar porque ela não parava de vim atrás de mim — o que será que houve com Jack? Resolve perguntar a Christian
— O que houve com o Jack?
— Morreu – diz secamente
— Como? – pergunto surpresa
— Quando chegamos até aonde você estava, corri a te você e não vir Hyde caído no chão, ele pegou a arma e ia atira em mim – levo minhas mãos a boca, mas Christian continua a falar — mais os policiais foram mais rápidos e atiraram nele primeiro, ele morreu a caminho do hospital e Elizabeth estar presa como cúmplices ainda tem muitos anos a cumprir.
— Espero que ela cumpra a liminar e nos deixe em paz Christian
— Ela vai querida, não se preocupe, mas se ela continua nos importunado vamos encontra um caminho certo? – faço sinal afirmativo com a cabeça
— Nós sempre encontramos um caminho. – sussurro e aproximo meus lábios selando os seus, ambos se calando.
E me sacudindo de volta à vida e a existência. Christian rolar sobre mim, puxado minha camiseta para fora do meu corpo em um movimento rápido penetra fundo meu corpo com o dele.
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