50 tons Para Sempre
33 CAPITULO XXXII – Mrs. Robinson
Notas iniciais
Nada é tão flexível como a língua da mulher, nada é tão pérfido como os seus remorsos, nada é mais terrível do que a sua maldade, nada é mais sensível do que as suas lágrimas.
Plutarco
Pov Anastásia
— Oi Mia – digo sorrindo
— Oi Ana, estou tão animada – sua voz é de total alegria
— Não só você o Teddy não fala em outra coisa – digo sorrido para meu pequeno
— Tia Mia o casamento será lindoooo — ele abre os braços enfatizado o lindo
— O mais lindo de todos querido – diz Mia sorrido
— Teddy não é um casamento é uma renovação de votos – Tento parece seria
— Dá no mesmo Ana
— É – digo encabulada
— Sim e será o melhor de todos
— Bom Mia estou chegado ao colégio do Teddy já falo com você ok?
— Tudo bem, boa aula meu querido e faça lindos desenhos para mim
— Claro titia linda, beijos
— Beijos lindo
— Até mais titia linda – digo imitado o Teddy é Mia cai na risada
Deixo Teddy no Colégio converso com a professora e com algumas mães de outros alunos e saio vou comprar um presente para o Christian quero dar uma notícia para ele e já sei como fazer. Saio do colégio com sorriso de orelha a orelha quando sou abordada.
— Fique quietinha – Elena me diz
— Elena o que você está fazendo?
— Apenas o que deveria ter feito a 3 anos atrás – ela fala enquanto me empurra
— Do que você estar falando? – pergunto querendo saber do que ela falando
— Estou falando que quando se quer algo bem feito você tem que fazer – será que Elena tem houve com o que houve comigo
— Está me dizendo que você que armou o meu sequestro a três ano atrás? Que você estava por trás do Jack? – Ela para, pensa e fala
— Infelizmente não, ele chegou na minha frente e fez tudo errado —Elena para de repente e fala — não que eu não tenha contribuído para que Lincoln soubesse que Hyde era um desafeto do Christian e que tal contribuição servisse para que Hyde fosse solto.
— O que vai fazer comigo Elena? – minha voz é um sussurro
— Você não imagina mesmo Anastácia – Ela me olha — Agora vamos e não tente nem uma gracinha ou eu te mato sem nem pisca, não tenho nada a perder Anastácia
A última coisa que lembro é que estamos próximo ao um carro preto e que um homem alto e forte me agarrou e tudo ficou escuro.
— Vamos acorde – uma pessoa fala comigo
— Acorde Anastásia – levo um tapa
— Onde estou? – sussurro e lentamente abro os olhos, vejo que estou em um casebre e que estou amarada, meus braços estão levantados e presos por correntes, meus pés estão presos por algo que não o que é — Me solta – começo a gritar
— Que bom que já está desperta – vejo agora que é a Elena
— Me solta Elena — tento me mexer
— Não, Anastásia você vai sofre um pouco – ela começa a me deferi tapas
— Para Elena — grito
— Eu te odeio Anastásia, você roubou o Christian de mim e mesmo depois que você entrou em coma continuo roubado ele, quando fiquei sabendo que você tinha entrado em coma fiquei super feliz, pensei que poderia te o Christian de volta, ficar com ele enquanto você estivesse dormido – ela me dar um soco na barriga e volta a falar – mais você deixou o pestinha, uma ligação de vocês dois.
— Não tenho culpa de amar o Christian e que ele corresponda a esse amor
— Você afastou ele de mim e eu ia afastar você dele, mas deu errado e novamente fiquei longe dele
— Você tentou me matar e matar meu filho o que queria? que ele abrisse a casa para você e te oferecesse um café?
— Eu queria que você morresse e mais agora eu vou conseguir — Elena começa a me bater e só posso gritar e chorar que Deus possa me proteger. Ela me bater por muito tempo, até que tudo fica escuro.
Pov Elena
Desde que vi Christian pela primeira vez sentir algo por ele, algo que sabia explicar, ele era um garoto de apenas 15 anos, mais nada que me impossibilitasse de leva-lo para o BDSM, eu atuei como sua Ama por seis anos, Christian acreditava que eu era sua terapeuta, que eu o ajudei a concentrar suas energias na escola e a diminuir suas tendências violentas, mais ele não gostava de compartilhar e chegou um momento que sua submissão já não existia mais – isso se ela alguma vez existiu – e ele se tomou um dominador e colocou em pratica tudo que aprendeu comigo, conheci algumas de suas submissas, mais com Anastásia era diferente.
Anastásia o fez crer que eu era um monstro, uma pedófila, que eu me aproveitei dele, de um adolescente perturbado, ela o convenceu que o causei mais danos, sendo que fui eu que o convenceu a voar para vê-la na Georgia, minha esperança era que Anastásia visse quem era o Christian seu lado dominador, queria fazê-la terminar o relacionamento, porem as coisas entre eles ficaram mais intensa, tentei enfrentá-la, tentado falar com ela na festa de caridade da Grace, dei meu número e e-mail porem, tudo vinha contra mim, Christian me queria longe dela e me falou que ela não gostava de mim e que achava o que fizemos foi errado, quem era ela para dizer o que era certo e errado.
Meu ódio por Anastásia ficou maior no dia do aniversário de Christian foi quando ele anunciou a todos que Ana tenha consentido em se casar com ele, o que foi um choque absoluto para todos, especialmente, para mim, eu sempre disse para ele que o Amor era uma besteira, que era uma fraqueza e lá estava eles anunciado um casamento. Eu implorei para Christian não se casar com ela, tentei mostrar para ele e quão incrível o estilo de vida BDSM era e que Christian adorava quando fazíamos isso, felizmente Grace ouviu tudo e uma amizade de anos acabou e todas as ligações financeiras que tinha com Christian também.
Me senti muito bem quando ela sofreu o acidente, Hyde ainda lembro dele, queria machucar meu Christian, mas o levei a acreditar que se ele ferisse a Ana ele machucaria muito mais o Christian, porem a garota sobreviveu e ainda estava grávida, tentei me aproximar de Christian mais ele não queria me ver e me acusou de muitas coisas me chamou de monstro e disse que me odiava, paguei uma enfermeira para me passa sempre um boletim com os progressos da Ana e quando o pestinha nasceu fui até o hospital, não sabia ao certo o que faria, mas quando vi o bebe deles me veio a ideia de leva-lo ninguém saberia, mais fui interrompida, só me restou acabar com a vida da Ana, mais novamente meus planos foram frustrados e ainda fui condenada a fim longe deles, não podia me aproxima até agora.
Conheci o Álvaro a dois anos e contei toda minha história, ele é um dominador e é conhecido por pegar bem pesado com suas submissas, mostrei uma foto da Anastásia e o convenci a me ajudar e em trocar deixa-la com ele. É aqui estamos a dois dias nos divertido com ela, aliás eu estou me divertido, ele ainda não a tocou, mais quando o fizer tenho até pena – aliás não tenho.
Anastásia estar desacordada quando Álvaro me chama e diz minha foto estar em todos os noticiários como a sequestradora da Anastásia e que estão pagando uma fortuna por qualquer informação.
— Eles estão procurado por ela, e você e a principal suspeita – ele diz serio
— Como assim? Ninguém nos viu – digo assustada com a noticia
— Uma pessoa te viu e passou a descrição
— O que faremos?
— Você tem que parar com a seção de tortura e se livrar dela, vamos solta-la
— Não ainda não terminei com ela e você ainda não brincou – digo com um sorriso
— Elena no estado que ela se encontra não vai sobreviver as minhas brincadeiras, vamos solta-la
— Não, ainda não – digo exasperada
— Elena a garota estar desacordada a horas, vamos solta-la antes que seja tarde — diz se aproximado
— Será que ela entrou em coma novamente?
— Não sei, mais tudo pode se possível, tenho certeza que ela está com algumas faturas bem graves – esboço um sorriso, mais solta-la não estava nos meus planos
— ou você a solta ou estar sozinha, você escolhe
— Se ela não acorda até amanhã a soltamos ok?
— Ok, agora vem aqui que estou bem excitado veja – Álvaro põe minha mão em sua excitação e vamos nos divertir.
O que me resta agora e só espera que ela acorde ou não.
Continua ...
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