50 tons Para Sempre

27 CAPITULO XXVI - Velhos Inimigo III


Notas iniciais
Olá boa noite espero que vocês gostem eu nunca postei um capitulo com duvida, mas esse me deixou com uma pulga atrás da orelha, tentei muda-lo varias vezes mais sempre voltava a mesma ideia, então deixei. Espero que Gostem, Espero comentários Bjus e vamos ao capitulo, não me matem :/ Flavia Fernandes espero que esteja grande o suficiente rsrsrsrsrs. Obrigada pelo comentário, obrigada a todas pelos comentários.

Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela.

Paulo Coelho

Pov Ana

Não sei as consequências de minhas decisões, mas lembro da expressão de Christian quando falei que queria um tempo longe dele, quando eu disse que tinha medo que precisavam compreender o que estava acontecendo e que não tiver tempo para isso. Sua expressão de desespero e ao mesmo tempo derrota não sai da minha mente, assim como suas palavras.

— Tudo bem Anastásia se assim que quer, eu desisto – seu rosto é de derrota

— Eu desisto, não posso mais, não mais – diz e sair da sala

Essas palavras me assombram.

Kate me levar para o apartamento que segundo ela, iriamos dividir mais nunca tivemos a oportunidade porque quando nos mudamos logo fui morar com Christian. Me instalo, Kate se propõem a ficar comigo mais não aceito, ela tem uma filha e um marido que precisa dela.

Os dias passam e as memorias são mais nítidas, já lembrei do apartamento, lembrei que chorei muito aqui, um choro de necessidade, de solidão e acima de tudo de saudade. Uma noite Elliot, Ava e Kate vieram me visitar com Teddy, no instante que fiquei com Elliot enquanto Kate trocava a Ava me lembrei dele em uma boate e junto a essa também tiver uma bela lembrança de como Christian cuidou de mim naquela ocasião.

Nessa noite fiquei com Teddy, meu menino me falou que estava com saudade de mim e que seu pai estava muito triste que sentia muito a minha falta.

— Um dia quando você ainda estava dormido mamãe meu pai começou a falar assim: — Por favor Ana acorda, por favor venham para mim, por favor, por favor, por favor — mais você não o escutava e eu sempre pedia aos meus anjos e a Deus que você voltasse porque o papai nunca sorria, nunca ficava feliz, minha tia Mia sempre me falou se eu pedisse com muita fé você ia voltar para nós e assim eu poderia ver o papai feliz como nas fotos do álbum.

Quando Teddy termina de falar engulo o choro e lhe dou um beijo, ele estava triste porque novamente seu pai estava triste por minha causa, quando eu consegui colocar ele para dormir, fui para sala e liberei todas as minha lágrimas.

Eu tinha que torna uma decisão e tinha que se o mais rápido possível, não poderia mais ver a pessoa que mais amo na vida sofre por algo que só eu era culpada.

Por Christian

— Eu desisto, não posso mais, não mais — foi o que eu falei para Anastásia quando me falou que queria um tempo. Os meus sentimentos por Anastásia são difíceis até para mim compreende eu a amo, não o amor é pouco, Anastásia é como uma parte mim, eu sou louco por ela, por que o amor passa, você pode amar uma pessoa sem tê-la, sem senti-la, sem vê-la, mais eu não posso viver sem ter, sem sentir, sem amar fisicamente a Anastásia.

O amor é um simples sentimento comparado ao que sinto por Anastásia. Fico pensado o que eu não faria por ela? Minha conclusão é simplesmente nada... Não existe nada que eu não faria por ela.

Eu seria de qualquer jeito e faria qualquer coisa para que ela estivesse disposta a me aceitar, eu não sou tão orgulhoso para admitir que qualquer coisa que ela me der, eu vou aceitar.

Quando ela me falou que queria um tempo de mim confesso que pela primeira vez desistir de lutar por ela, eu simplesmente aceitei fui contra os meus sentimentos, fui contra minha vontade de pega-la e levá-la para o quarto e tranca-la até entender que me ama e que apenas está confusa.

Anastásia tem que compreende que eu preciso dela, que ela é tudo que eu penso, tudo que eu sinto, às vezes, é difícil até funcionar. Se eu pudesse amar ela mais, eu não sei se conseguiria fazer qualquer outra coisa, só sei que ela estaria comigo 24 horas 7 dias por semana.

O tempo passa e me resumo ao um projeto de homem, vou trabalhar apenas porque tem pessoas que dependem de mim, não tenho vontade de fazer nada quando chego em casa apenas quero beber e dormir, quando Teddy está comigo por que as vezes ele ficar com a Mãe lhe dou atenção, mais não estou feliz e sei que meu filho sentir isso. Um dia desse ele me perguntou se sua mãe e eu éramos separados, quando eu perguntei da onde ele tinha tirado isso a sua resposta foi que quando os pais estão separados os filhos ficam um tempo com um e um tempo com o outro.

Pensei no que ele disse realmente estamos nos comportado como divorciados sem nos divorciamos.

Durante a nossa separação as poucas notícias que sei da Ana são que ela foi morar com a mãe em Savannah — Georgia, e só sei disso porque Carla me ligou pedido para que Teddy fosse passa um tempo lá com a ela e Anastásia.

Agora estou aqui nesse apartamento sem minha mulher e sem meu filho, nem quando Ana estava em coma me sentir assim, tão solitário.

Pov Ana

Estou na ilha de Tybee Island que fica menos de 20 minutos saindo de Savannah, estou caminhado em uma praia um pouco afastada da ilha, sempre que vinha visitar minha mãe eu vinha aqui para pensar é um belo lugar para isso e eu nesse momento preciso disso, preciso pensar em tudo que lembrei sobre mim e sobre Christian, me sinto uma idiota por te fugido dele, estou me odiado por tudo que fiz com ele.

Por minha culpa nos dois estamos sofrendo, meu filho estar triste, peguei ele falado para minha mãe que ele era filho de pais divorciados e que ele nunca queria ter saído da ilha porque lá éramos felizes e uma família o que agora não somos mais. Quando eu escutei isso do meu pequeno, com sua voz calma e ainda de bebê falado de uma maneira tão triste, me quebrei por dentro, pedir para minha mãe ficar com ele que ia dar saída, ela a princípio perguntou se eu estava bem, dei o meu mais falso e convincente sorriso é disse que sim e ela acreditou assim acredito.

Continuo caminhado, logo lembrei de que quando estávamos na ilha, em uma manhã em que fizemos amor era uma manhã muito especial.

— Bom dia — digo timidamente

— Bom dia – ele sorri para mim

— Sinto que estou esquecendo algo muito importante, só não sei o que

— Eu sei o que é

— O que? – pergunto divertida

— Você não me deu um beijo hoje sabia? – diz se aproximado de mim

— Foi? – ele sacode a cabeça em gesto afirmativo

Ele me pegar nos braços, dou um grito de surpresa e seguimos para o quarto

—Vamos deixa-la nua, baby – ele diz e eu confirmo com a cabeça o imitado

Quando chegamos ao quatro Christian mostra a língua e sem introduzi-la na minha boca, passeia com ela lentamente pelos meus lábios. Estou ardendo. Seus dedos apertam minha cintura e, aproximando-se do meu ouvido murmura:

— Não se preocupe, Anastásia, eu vou te amar como você gosta. Se abra para mim e me deixe te dar prazer — eu estou com a respiração irregular e o coração acelerado, seus dedos correm pelo meu corpo e minha mão vai para o seu zíper e, imediatamente, minha mão está dentro de minha cueca, esfregando sua ereção. Ele geme alto e empurra seus quadris vorazmente em minha mão. Ele retira minha roupa e em seguida a dele quando acho que vai dizer alguma coisa, me pegar no colo, me coloca na cama e penetra com rápido movimento, ele ruge e eu grito surpresa. A penetração é tão forte e profunda que o ar abandona meus pulmões. Minha costa se arqueiam, e suas mãos me seguram firme.

Com todos os esforços, os cabelos de Christian ficam úmido e um fino brilho de suor cobre nossos corpos. Meus lábios viajam para seu pescoço e ele vira a cabeça para o lado para me permitir um acesso mais fácil.

— Eu te amo tanto Ana, obrigada por estar comigo hoje – não entendi e quando ia pergunta ele capturou o meu mamilo com a boca, começou a chupar forte e profundamente me fazendo gritar seu nome em voz alta.

— Christian! Por favor! — me olhar sorrindo maliciosamente com um dos meus mamilos entre seus dentes o puxando suavemente e o soltado para e me olha e, quando vê que eu recupero o ar, me arrasta mais até seu pênis e me apertar com violência. Eu cravo minhas unhas nas suas costas com desespero. Esse movimento me excita. Nos dois queremos mais profundidade. Grito de novo de prazer, enquanto ele suspira e inclina a cabeça procurando minha boca. Seu corpo relaxa e o meu se prepara para uma nova penetração. Esta chega e eu grito. Christian sai de mim e volta a entrar com força. Suspiro... Ele abandona meu corpo e, antes que volte a entrar, grito exigindo mais.

— Christian, por favor, me leve!

—Tudo a seu tempo baby... Quero fazer amor com você. — murmuro.

A mistura de dor e prazer é indescritível. Nunca havia sentido algo assim. Nunca tinha feito amor com essa entrega, nunca quero deixar de fazer assim. Um novo impulso atinge o fundo do meu ser. Seu gemido pelo esforço me arrepia, ele começou a diminuir a velocidade.

— Por favor, eu quero muito. Eu estou quase, por favor – empurro meus quadris para cima para encontrar seu pau, mas ele me impede apertando seu corpo entre minhas pernas.

— Devagar, baby, bem devagarinho... Quero saboreá-la, agora – ele me provoca. Sua boca cobre a minha e seus movimentos mais calmo me causa inúmeras sensações eu gemo em resposta de puro prazer é quase celestial, somos agora um só corpo e uma só alma. Nossos lábios se encontram e lentamente começamos a nos beijar, combinando nossos ritmos.

Lentamente, sem pressa, saboreando, sentindo cada pequeno movimento, querendo fazer isso durar para sempre. Nossos lábios moldados um no outro, ele chupar meu lábio inferior e novamente eu gemo de prazer na sua boca, isso o provocar eu ergo o quadril automaticamente, fazendo com que seu pau encontre um local mais profundo.

Envolvo minhas pernas entorno dele, empurrando sua bunda, pedindo por um pouco de mais atrito e limitando seus movimentos. Ele gira seu quadril, sem puxar para fora, esfregando em lugar especial em círculos e sinto meu prazer sendo construído. Christian aumentar o ritmo e velocidade. Seu pau entra e sai incansavelmente, nossos lábios colados, eu grito de prazer em sua boca quando ele me faz chegar ao meu auge, ele geme meu nome repetidamente durante sua libertação. Quando finalmente, relaxamos ele estar sobre mim estamos completamente satisfeitos.

— Obrigado Ana – Christian sussurra – Obrigado por esta aqui

— Por nada – Sorriu para ele

Naquele dia não sabia o porquê do agradecimento, mais hoje eu sei era o aniversário do Christian 8 de junho, depois de três anos estávamos juntos, nos amando e feliz e hoje depois de três meses quase perto do meu aniversário sinto que uma parte de mim está faltado e sei que essa parte se chama Christian Grey, meu primeiro homem, meu primeiro namorado, meu marido e meu primeiro e único amor.

Depois de muito pensar revolvi que vou te que lutar pela confiança, pelo amor e pela felicidade de Christian, que vou ter que lutar por minha família.

Minha decisão é que meu presente de aniversário sou eu que vou me dar e ele se chamar Christian Grey.

Notas finais
O que acharam, espero muitooooo comentários ok? Essa e a 3 parte de 5 o próximo capitulo será um bônus. Como sempre Comentem, favoritem, reclamem e se eu merecer recomendem :* Bjus Ps: Teve uma menina que me pediu a parte da carta da Kate para por na sua fanfic, não me lembro se respondi, se sim por favor me mande um email com sua fanfic flor o endereço e annefanfic2@gmail.com