50 tons Para Sempre
23 CAPITULO XXII– Momentos II - continuação
Notas iniciais
"Felicidade é ter algo o que fazer, ter algo que amar e algo que esperar..."
Aristóteles
Pov Christian
Acordei com um pressentimento ruim, uma angustia que ficou comigo o dia todo, não sei o que é, mas meu coração diz que tem ligação com a Ana.
O Dia transcorre como sempre, muito trabalho, reuniões intermináveis, eu quero que chegue logo o fim do dia para poder ir para casa ficar como minha mulher e meu filho para que essa angustia passe logo.
Assim que tenho uma folga mando um e-mail para Ana, mas ela não responde, mando uma mensagem e nada, resolvo ligar chama mais nada nem sinal dela, o que será que estar acontecendo.
Meu telefone toca e a Ana sinto um alivio de imediato
— Onde você estar? E porque não responde meus e-mail, mensagem e nem atende o telefone? – pergunto sem deixa espaço para ela responde
— Desculpe senhor – uma voz que não é da minha Ana fala
— Quem esta falando? E porque esta com o telefone da minha esposa?
— Senhor me chamo Jamie e sou atendente da Emergência do Seattle Medical Center, estou ligando para informar sobre um acidente que acabou de acontece com a ... – não prestei mais atenção no que a atendente falava, depois da palavra acidente.
— Estou chegado ai – digo ríspido e desligo antes de sair correndo do meu escritório
Algum tempo depois
Tudo estava uma correria naquele hospital. Eu só conseguia enxergar médicos e enfermeiros correndo, parentes de pacientes chorando e outros sorrindo felizes.
— Procuro por Anastásia Grey, me ligaram e falaram que ela sofreu um acidente – digo gritando com uma atendente.
— acalma-se senhor, vou avisar ao medico que esta a atendendo que tem um parente aqui, por favor, espere.
— Espera, eu quero vê-la agora — grito novamente
— Sr. Grey acalme-se – Taylon diz segurando meu braço
— Me acalma você só pode estar louco Taylon – digo sentido meu corpo todo treme, não sabe o que pode te acontecido para que ela esta ali me deixa louco. Alguns minutos depois uma medica vem em minha direção e diz:
— O senhor pode me acompanhar, por favor.
— Como ela esta? O que houve?
— O que aconteceu foi um acidente entre um caminhão e o carro da sua esposa, o mesmo atingiu mais três carros. Alguns dos atingidos estão no CTI, outros na sala de emergência. A sua esposa esta na sala de emergência, tivemos um acidente mais cedo e o CTI do nosso hospital não comportar mais pessoas.
— Ai! Meu Deus não, novamente não – sussurro
— O estado dela é delicado, ela necessita de atendimento intensivo, assim que tivemos uma vaga vamos transferi-la para o CTI
— Vamos transferi-la de hospital imediatamente – falo imediatamente para ela
— Senhor, acredito... – ela tenta contra argumenta, mas a interrompo.
— Ela será transferida de hospital – Falo em um mais serio que consigo – se não tem vaga para ela aqui, no hospital que vou leva-la tem. – ela parece aceitar o que falo
— O estado dela necessita de cuidados, mais. – a interrompo novamente
— Mais nada a decisão já foi tomada
Ela continua a falar mais só consigo pensar em Anastásia, encaminhamos entre os corredores para uma grande sala, nela se via macas por todos os lados e principalmente pessoas sangrando, e muito, ao final da sala estava minha doce Ana deitada com um tubo em seu rosto.
— É um tubo para ajuda-la a respirar – a medica fala ao ver minha cara de espanto
— Como tentei disse ao senhor, o estado dela necessita de cuidado porque o carro dela após se atingido pelo caminhão que bateu e o carro capotou, ela teve uma pequena fratura, por isso o tubo — ela diz apontado para o tubo — ela bateu a cabeça por isso os cortes no rosto, mais por ela estar usado o cinto de segurança e o carro te air bag não teve uma lesão pior...
— Doutora, precisamos de sua ajudar — a medica foi chamada para atende outro paciente e eu fiquei sozinho com Ana a única coisa que sentia ao olha-la e ver sua fragilidade era medo, medo que Ana volte ao estado que estava, medo dela não conseguir volta novamente para mim, medo simplesmente me resumo a isso
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