50 Tons De Uchiha
15 Pequenos Furtos.
Notas iniciais
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Eu sinto muito por passar da hora do post, mas algo ruim aconteceu.
Eram 20h quando eu estava escrevendo a última cena do capítulo, acabou a luz. u.u O meu notebook tá viciado na bateria, então não deu pra terminar... Eu tive que esperar a força voltar. ;-;
Voltou 22h, mas depois caiu de novo. E cá estou eu, 1:15 da madrugada, trazendo para vocês o capítulo quinze. e.e
Mas, francamente, acho que tá legal. Então vocês provavelmente vão me perdoar! ;)
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Essa semana foi cheia (mesmo com os feriados), e eu não consegui cumprir minha promessa (não foi exatamente uma promessa, mas eu senti como se fosse. u.u) de postar terça-feira. Me perdoem por isso... ;-;
De qualquer forma, eu gostei muito do resultado desse capítulo (foi um resultado surpreendente até pra mim. q), então espero que ainda me amem. sz~
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Boa leitura, flocos de açúcar da tia Candy! ♥
Capítulo 15 – Pequenos Furtos.
Embora gostasse muito de elevadores, era a primeira vez que Sasuke tinha a oportunidade de aproveitar uma situação daquelas. Talvez por isso estivesse um pouquinho animado, e o beijo acabou sendo mais que um beijo.
Ele prensou o corpo de Karin contra o espelho longo que formava a parede e deslizou as mãos experientes por suas curvas; ela também parecia animada, então isso o animou ainda mais.
Graças à promessa que fizera à Sakura, e as dores de cabeça que a chegada de Obito lhe trouxera, fazia mais de um mês que o rapaz não tocava em uma mulher, mas ele só pôde perceber o quanto isso o estava matando diante das investidas da ruiva.
Karin era prima de Naruto, mas ainda assim, havia se candidatado para uma simples vaga de recepcionista na Uchiha Company. Segundo ela, queria “adquirir experiência”, mas todos sabiam que seu único desejo era correr atrás de Sasuke. Eles já tinham tido algo, e desde então era perdidamente apaixonada pelo rapaz, ainda que ele visivelmente não estivesse particularmente interessado.
Sasuke estava tão necessitado do carinho feminino, que só pôde perceber que haviam chegado ao térreo quando ouviu a risada abafada da mãe. Ele se afastou imediatamente, inicialmente constrangido pela mãe, mas a primeira coisa que viu ao abrir os olhos foram os grandes orbes verdes irritados, fitando-o fixamente, como se ela tivesse nojo dele. Ele sentiu o sangue fugir do rosto, e a única coisa que pôde verbalizar foi: — S- Sakura! – A sobrancelha rósea estreitou-se ainda mais alta.
- Há quanto tempo, senhor Uchiha. – Ela falou com um tom áspero, e Sasuke conteve o impulso praguejar.
- Ora Sasuke! – Mikoto exclamou sorridente. – Sabe que eu gosto de Karin, mas fazer esse tipo de coisa na empresa... – O filho suspirou longamente, e os dois saíram do elevador. A senhora Uchiha abraçou o empresário e a ruivinha em cumprimento, e olhou sugestivamente para Sak, esperando uma apresentação.
A rosada estava tão nervosa que sequer pôde relevar a presença da senhora Uchiha. – Mãe, está é Sakura Haruno. Sakura, essa é minha mãe, a senhora Mikoto Uchiha. – Sasuke se apressou em apresentá-las na tentativa de ocupar a mente da Haruno. Pareceu dar certo, já que ela corou e se curvou diante Mikoto com um ar de ansiedade.
- É um prazer conhecê-la. – Disse educadamente; a senhora correspondeu com um sorriso gentil.
- Nós somos-...
- Ele bateu no meu carro. – Sak o interrompeu de repente, sorrindo naturalmente. – Eu vim deixar a conta do hospital. – Sasuke estreitou as sobrancelhas e olhou-a dos pés da cabeça.
Definitivamente nenhuma mulher usaria um vestido curto vermelho para dar a conta de um hospital a um homem feito Sasuke Uchiha. Mas Mikoto pareceu engolir – ou então fingiu engolir – e riu sonoramente.
Sakura começou a fuçar dentro da bolsa não tão pequena, e depois de muito esforço, tirou um maço de papéis dobrados que entregou à Sasuke apressadamente. – Com isso, nossos negócios se encerram. – Ela lhe ofereceu um sorriso forçado e o moreno estreitou os lábios, insatisfeito.
Ela se despediu com um aceno de cabeça e virou bruscamente para se retirar; para seu azar, tropeçou em seus próprios pés, e cairia de cara no chão, se o Uchiha não a segurasse pelo antebraço. – Ei, ei! Quer quebrar o pé de novo? – A voz dele foi severa; Sak se desvencilhou do aperto, dando-lhe mais um olhar irritado; se recompôs e deu passos firmes em direção à saída sem se despedir.
O Uchiha respirou fundo; coçou a nuca e praguejou baixo. – Sasuke? – Mikoto chamou-lhe, fazendo-o virar-se bruscamente, corado e nervoso.
- D- Desculpe mamãe. Ela é uma amiga. – Mentiu. Ele podia pensar em algumas classificações para sua relação com Sakura, mas “amizade” não era uma delas. – Está irritada porque estraguei seu carro. – A senhora Uchiha arqueou uma das sobrancelhas, demonstrando estar ciente de que aquilo não passava de pura balela. Mas, por fim, deu os ombros, sem se importar. Seu semblante ficou tenso e ela se apressou em perguntar:
- Seu avô veio aqui?
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Kasumi bocejou longamente antes de se levantar da mesa de trabalho.
Aquele tinha sido um longo dia, e isso era ótimo. Significava que ela estava cansada e, portanto, dormiria feito um bebê, logo após deitar a cabeça sobre o travesseiro – coisa que não acontecia há algum tempo – sem que precisasse lembrar que seu maldito pai era Obito Uchiha, o tio preferido do homem que amava.
Ela estreitou a sobrancelha, incomodada.
Não, ele não era. Podia até ser, mas ela não poderia – e nem pretendia – ter certeza da possibilidade sem um exame que comprovasse, e a jornalista definitivamente não pretendia se prestar àquilo.
Após terminar de organizar os seus pertences dentro da bolsa, ela se reprovou por estar pensando naquela história mais uma vez, e quando seguiu para o elevador estava decidida a se distrair.
Tentou focar sua mente no trabalho – pois era tudo o que tinha, no fim das contas – mas não foi muito efetivo.
Não porque ela não tivesse coisas para pensar, mas pelo simples fato de que, após alcançar o térreo e seguir para o estacionamento, encontrou o seu suposto maldito pai parado perto de seu carro.
Ela estreitou as sobrancelhas, irritada. Havia proibido a entrada daquele homem no prédio mais de uma vez, mas imaginou que o dinheiro podia fazer com que os porteiros se “esquecessem” de suas ordens.
Suspirou longamente, mas seguiu na direção do automóvel, tentando não cruzar o olhar com o do homem; estava decidida a ignorá-lo. – Você não me ligou, fiquei preocupado. – Ele tentou ser educado, e manteve uma distância segura.
- Eu pensei ter dito que não o procuraria. – Foi tudo o que ela respondeu; abriu a bolsa e começou a vasculhar em busca de seu molho de chaves.
- Kasumi, nós precisamos conversar. – Obito insistiu, mas ela não queria ouvir. Já sentia todos os seus músculos trêmulos.
- Não, não precisamos. – Ele suspirou exasperado.
- Pelo amor de Deus! – Exclamou. – Você não é uma jornalista? Devia ser mais curiosa! – Ela revirou os olhos. – Você é minha filha! – Ele prosseguiu. – Não tem nada que queira saber sobre sua origem, sua história?! – Kasumi apertou os punhos, deixou a bolsa cair no chão – na verdade, praticamente jogou-a no chão – e virou-se para encarar o Uchiha.
- Eu sei de tudo sobre os Uchihas. E também sei de tudo sobre você. Portanto, posso imaginar a minha clássica história de vida: aposto que era um fanfarrão, como Sasuke é e como Itachi também foi um dia, aposto que adorava aproveitar-se de todas as pobres garotinhas que encontrava, e alguma, por azar, acabou se descuidando. E então, “pum”! – Ela apontou para si mesma. Tinha um sorriso frustrado no rosto. – Eu nasci. – Obito estreitou os olhos e Kasumi se apressou, tornou a pegar a bolsa e vasculhá-la. – E então eu posso apostar que o vovô Uchiha – ela usou uma ironia cruel ao dizer; puxou a chave da bolsa abriu a porta com as mãos trêmulas – não gostou nada disso, e decidiu livrar-se da bastardinha indesejada! – E se calou quando o sentiu segurar seu antebraço.
Seu coração palpitou e ela sentiu uma imensa vontade de chorar, ainda assim, não conseguiu desviar os olhos dos dele. Obito estava sério, extremamente sério, e muito magoado... A mágoa dele conseguiu desarmar sua própria mágoa, e ela não soube o que fazer. – Você não é uma bastarda. – O homem fez questão de esclarecer.
Kasumi piscou rápido, contendo as lágrimas incômodas, se soltou do aperto do pai e apressou-se.
Obito praguejou ao vê-la entrar no automóvel, aproximou-se e tentou impedi-la de partir. – Por favor, Kasumi! – Viu que ela estava chorando, mas não sabia se isso era bom ou ruim. – Nós precisamos conversar! – Insistiu; desesperou-se ao vê-la colocar a chave na ignição, e sem pensar, colocou-se diante do carro da filha.
Kasumi sentiu-se furiosa. Aquele monstro queria vê-la chorar, não tinha outra explicação. Estava tão furiosa, tão fora de si, que não conseguiu raciocinar direito, apenas deu partida, acelerou e o atropelou.
Ouviu o grito de dor do Uchiha, mas não conseguiu parar para socorrê-lo; ao invés disso, puxou o celular do bolso e discou o primeiro número que conseguiu pensar. – Itachi... – Ela tentou controlar a voz chorosa, mas não foi muito efetivo.
- Kasumi? O que aconteceu?! – O rapaz ficou realmente preocupado, porque não conseguia pensar em um motivo que não fosse realmente sério para que a amada chegasse ao ponto de procurá-lo.
- Eu atropelei o seu tio!
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Hinata estreitou as sobrancelhas, duvidosa. – Vamos! – Kiba instigou ansioso.
- Kiba, eu não sei se vou conseguir... – Ela confessou num murmúrio. O rapaz revirou os olhos, subiu no palco e se pôs ao lado da namorada.
- Hina, você conhece todos da Time Oito. – Ele a lembrou com um sorriso. – É algo entre amigos, não se preocupe. – Mas simplesmente não havia como não se preocupar quando estava em pé, sozinha em um palco em frente a pessoas que ela não conhecia bem.
O grupo de Kiba era inicialmente formado por quatro pessoas: Um tal de Sai, que tocava baixo e ficava como segunda voz, Shino Aburame, o isolado garoto da bateria, Kurenai Sarutobi, a mulher da voz de ouro e o próprio Kiba. A senhora Sarutobi, no entanto, havia deixado o grupo logo após seu casamento, e atualmente era secretária de Sasuke e futura mamãe. Ainda assim, nunca deixava de frequentar os ensaios.
Hinata ainda não entendia o motivo de a banda chamar-se “Time Oito” quando só havia quatro integrantes oficiais, mas sinceramente não importava. Naquele momento, tudo com que ela conseguia se importar era com a possibilidade de passar vergonha na frente de toda aquela gente desconhecida.
Não que cantasse mal... Ela sabia que tinha uma voz agradável, mas nunca ninguém havia lhe rasgado tantos elogios como Kiba vinha fazendo ultimamente.
Ele estava claramente tentando convencê-la a fazer parte do grupo – que estava incompleto desde a saída de Kurenai – mas não poderia oficializar o convite até que os demais integrantes a ouvissem.
Não que ela quisesse fazer parte daquilo.
Só a ideia de aparecer em publico era apavorante para alguém como Hinata Hyuuga, que havia passado a maior parte da sua vida trancada dentro de casa com um pequeno círculo de amigos.
Lembrava-se das poucas vezes em que ela, Naruto e Sasuke haviam se encontrado em karaokês, e embora o Uchiha sempre a elogiasse, Naruto nunca fazia nenhum comentário realmente agradável além de “até que é uma boa voz”.
A lembrança a irritou, mas de alguma forma, a fez tomar coragem para cantar.
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Sasuke nunca se sentiu tão idiota na vida, quanto estava se sentindo naquele momento, enquanto se dirigia em direção à residência de Sakura.
Definitivamente ela não poderia ter escolhido pior hora para procurá-lo, e ele não pensava isso por ter sido flagrado – embora ele se sentisse um idiota por ter permitido que algo tão estúpido acontecesse – mas por ir visitá-lo justamente no mesmo dia, e na mesma hora que Mikoto.
Sasuke amava a mãe sinceramente, do fundo de seu coração, e sabia que toda a preocupação dela era sincera, mas era simplesmente insuportável ouvir as especulações da senhora Uchiha. Especialmente sobre os possíveis casos amorosos dos filhos com suas “sinhas”.
Mikoto Uchiha era uma mulher surpreendentemente sagaz, quando se tratava da vida sentimental dos filhos, portanto entendeu imediatamente que Sakura Haruno era muito mais do que “uma amiga”. Depois de conversar sobre a visita de Madara, ela ainda havia passado mais duas horas tentando sondá-lo no intuito de descobrir se aquela era a garota das matérias, mas Sasuke imaginou que tinha conseguido contornar a situação muito bem.
Assim que a mãe decidiu voltar para a mansão, ele pôde enfim respirar, e após avisar à Karin – que era atualmente sua secretária – que voltaria para casa, seguiu para procurar Sak, e assim poder tentar desfazer aquela bela burrada, mas as coisas acabaram não saindo como o planejado. – Como assim eu não posso entrar?! – Ele questionou frustrado à Ino.
A Yamanaka estava na frente da porta, encostada ao portal, com os braços cruzados e expressão irritada. Ela deu os ombros. – Eu não sei, mas a Sakura não quer te ver. – Sasuke bufou.
- Você sabe que ela nunca quer me ver, mas sempre quer me ver. – E lhe ofereceu um de seus melhores sorrisos. – Vamos, Ino... Por favor... – Pediu, aproximando-se perigosamente.
A loira suspirou longamente, mas negou.
Sasuke xingou baixo e alisou os cabelos, exasperado. – O que foi que você fez, hein? Ela saiu daqui animada, decidida a ser sincera contigo... – O Uchiha gemeu de desgosto, e sentiu-se ainda mais estúpido do que estava se sentindo mais cedo.
- Uma bela cagada, foi isso que eu fiz. – Ele assumiu com a voz cheia de frustração. – Por favor, Ino! – Ela estreitou as sobrancelhas.
- Sasuke, mesmo se eu deixasse você entrar... Ela está trancada no quarto desde que chegou. Não abriu nem para mim.
- Talvez abra para mim. – Ele insistiu, embora soubesse ser impossível.
- Ela passou a tarde inteira gritando aos sete ventos que “odiava aquele maldito riquinho imbecil”. – Ele estreitou os olhos, e Ino suspirou. – Escute... – Disse lentamente. – Espere até que ela se acalme. Tente voltar outro dia... Eu nunca vi a Sakura tão irritada, vocês vão acabar brigando se conversarem agora. – Sasuke concordou com muito custo, mas não estava disposto a esperar.
Já havia esperado um mês inteiro!
Quando voltou para o seu carro, estava decidido a fazer qualquer coisa, menos esperar Sakura e sua boa vontade de vê-lo, então puxou o celular do bolso da calça e digitou o número do melhor amigo na discagem rápida. – Naruto? Você se lembra daquele bar que você tinha me dito?... Pode me levar hoje?
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Suzuki era o nome da filha mais jovem da Madara Uchiha, e sua favorita. Ela era uma boa moça, muito obediente, calma e bondosa, mas que ainda assim, acabou se casando – como o irmão mais velho – muito jovem, e por conveniência.
Vivia com o marido há anos, tinha-lhe dado duas belas filhas, mas nunca chegou a amá-lo realmente.
Hiashi Hyuuga era seu marido, seu companheiro, mas nunca foi seu amor. Mesmo assim, vivia bem e feliz. Tinha o amor das filhas, que era tudo o que podia pedir; era uma presença constante na vida da família Uchiha, e tinha um belo relacionamento com todos, exceto Obito.
Não que ela desgostasse do irmão. Na verdade, eles haviam sido inseparáveis na infância, mas não o contatava desde que ele havia decidido abandonar a Uchiha.
O motivo daquela história sempre lhe despertou curiosidade, mas como era considerada “jovem demais” na época do ocorrido, nunca soube o verdadeiro motivo. Mas ela estava cansada de ficar no escuro, e depois de presenciar aquela terrível cena, decidiu procurá-lo por si mesma.
Para isso, procurou por Itachi. Ele e Obito tinham uma boa relação desde seu nascimento, então devia saber do paradeiro do empresário.
Ela estava no seu apartamento, conversando com o sobrinho quando ele recebeu a ligação estranha. – Kasumi? O que aconteceu?! – Ele pareceu surpreso e assustado, duas emoções que Suzuki nunca o havia visto expressar. – Você o quê?! – Ele praticamente gritou, e aquilo surpreendeu a tia. – Volte esse carro agora, e vá socorrê-lo!... Eu estou longe!... Pelo amor de Deus, Kasumi! – E então ele afastou o celular do rosto, chocado. – Ela desligou... Ela desligou! – Exclamou para si mesmo, antes de se levantar, furioso, e pegar as chaves do carro que descansavam sobre a estante.
- O que aconteceu? – Suzuki também se levantou. – Era sua namorada? – O sobrinho fez uma careta; aquela era uma pergunta que ele realmente não sabia responder.
- O tio Obito foi atropelado. – Ele disse simplesmente, e isso bastou para tomar a atenção da senhora Hyuuga.
- O meu irmão o quê?! – Mas Itachi não respondeu, ele estava ocupado demais ligando para uma ambulância; avisou o endereço, explicou a situação e desligou a ligação em cerca de dois minutos e meio.
- Parece que alguém já chamou a ambulância... Ele está a caminho do hospital, parece que só quebrou a perna... Vamos, tia. – A mulher não questionou, apenas pegou a bolsa e seguiu o filho de Fugaku.
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Era hora de fim de expediente quando Naruto e Sasuke estacionaram seus carros na frente de uma boate que havia sido aberta há pouco mais de dois meses. Em circunstâncias normais, eles não só seriam conhecidos, como muito populares, mas nunca haviam frequentado o lugar.
Sasuke não havia tido um dia de paz desde que Sakura e Obito decidiram atrapalhar sua rotina, e desde que Hinata havia decidido começar a movimentar sua vida, a de Naruto estava parada.
O Uzumaki simplesmente não tinha mais nenhum humor para frequentar aquele tipo de coisa, e de repente todas as mulheres com quem se envolvia eram cansativas.
Ele continuaria em casa, trabalhando, se Karin, sua prima, não o tivesse mandado uma mensagem avisando que seu amado “Sasuke-kun” estava com problemas. Então, quando o senhor Uchiha o ligou, sua velha amizade o obrigou a acompanhá-lo.
Embora estivesse ali para o caso de o amigo precisar de apoio moral, teve que admitir: sentia-se muito bem por voltar àquele ambiente tão familiar. A música alta, o salão lotado de pessoas dançando e uma considerável seleção de beldades... Era como se estivesse voltando para casa.
Ele provavelmente teria tido uma recaída – como Sasuke estava tendo naquele mesmo instante, enquanto flertava com alguma modelo desconhecida – se não tivesse encontrado sua querida irmã menor de idade sentada no bar ao lado de sua atual cúmplice: Hanabi Hyuuga.
Quando Naruto sentou-se ao lado delas, parecia muito divertido com as expressões assustadas das moças por terem sido flagradas. – Vocês não deviam estar no teatro, ou alguma coisa assim? – Menma enrubesceu.
- Você não vai contar aos nossos pais, vai?! – Hanabi questionou apavorada, mas o loiro deu os ombros. Isso a aliviou.
- O que vocês estão fazendo aqui? Eu sei que não são perdidas, como Sasuke e eu éramos na sua idade. – Ele chamou o barman e pediu qualquer coisa não muito forte.
- Não viemos beber! – Menma pareceu ofendida, e ele sentiu-se aliviado por isso. – Só que a Hanabi queria ver sua adorada banda... – A Uzumaki revirou os olhos azuis. – Eu não podia deixá-la vir sozinha a esse lugar.
- Não fale com desdém da time Oito! – A Hyuuga pediu emburrada. – E eu vim aqui pela onee-chan... – Naruto engasgou.
- Hinata está aqui?! – Ele questionou ansioso. Hanabi enrubesceu, percebendo a idiotice que acabara de falar.
A música parou de repente, e tudo escureceu. Naruto revirou os olhos, e estava se preparando para sair quando a música voltou, e luzes coloridas seguiram até o palco.
E a voz de Hinata soou.
Sasuke estava extremamente entretido com a presença de uma modelo que não parecia ter muita massa cinzenta, quando uma pessoa o chamou atenção.
Ino estava deslumbrante, como sempre, e dançava loucamente com um rapaz que Sasuke não conhecia, mas não foi isso que fez com que Sasuke ficasse animado em vê-la. Foi o fato de que ela estar ali sozinha era sinônimo de Sakura estar em casa, sozinha, e só pensar nisso o deixou ansioso.
Ele deu uma desculpa qualquer à moça com quem flertava e se apressou para encontrar o melhor amigo.
Foi quando Hinata começou a cantar.
Assim como Naruto, Sasuke reconheceu a bela voz da prima instantaneamente, e ficou realmente surpreso.
Ele se apressou em encontrar Naruto e sua intuição não falhou: o loiro estava em choque.
O Uzumaki reconheceria a voz de Hinata em qualquer lugar.
Desacreditado, ele subiu na cadeira do bar apenas para enxergá-la em cima do palco, e nem notou que Sasuke, Hanabi e Menma fizeram o mesmo.
Era Hinata, mas definitivamente não parecia sua Hinata.
Ela estava no centro do palco, na frente de todos, com um vestido estupidamente curto e extremamente decotado, botas até os joelhos e uma liga na perna.
Os longos cabelos azulados estavam enrolados, e ela usava uma maquiagem surpreendentemente pesada. Estava praticamente irreconhecível, com exceção da voz.
Ela andava pelo palco animadamente, mexendo os quadris de acordo com o ritmo da musica, olhando para a plateia corajosamente, com um sorriso que Naruto nunca havia visto estampado no rosto, e ele sentiu-se paralisado.
Menma e Hanabi começaram a gritar do seu lado, exclamando elogios e palavras de motivação à Hyuuga, e um grande grupo começou a imitá-las. As garotas, e até mesmo Sasuke pareciam orgulhosos, mas ele simplesmente não conseguia pensar.
Quando a musica finalmente acabou, ela fez uma reverência rápida e, com o rosto avermelhado, sem dizer mais nenhuma palavra, correu para fora das vistas da plateia.
Kiba tomou o microfone com um sorriso estúpido. – E essa foi miss Hyuuga, pessoal. – Disse a todos. – Minha namorada é um pouco tímida, mas algum dia vou convencê-la a participar efetivamente da Time Oito. O que acham disso? – Sua resposta foram gritos animados.
Naruto estreitou as sobrancelhas, incomodado, desceu da cadeira e sem avisar a ninguém, seguiu para os bastidores.
Sasuke sorriu, satisfeito, e puxou o antebraço de Menma. – Avise ao seu irmão que eu tive que ir embora. – A garota assentiu. – E diga à sua mãe que eu ganhei a aposta. – A garota Uzumaki lhe revirou os olhos, mas sorriu de maneira maliciosa.
- Você acha? – O moreno assentiu. Menma suspirou fingindo se lamentar. – Meu irmão é um fraco. – Sasuke riu, despediu-se das garotas, exigiu-lhes que tivessem juízo e correu para o carro com uma expressão muito animada.
Ele definitivamente faria Sakura lhe ouvir.
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Hinata respirou fundo ao alcançar o camarim.
Ainda tremia, mas sentia-se estupidamente feliz consigo mesma.
Aquela tinha sido uma experiência terrível, mas também muito satisfatória. Em cima do palco ela não se sentia a Hinata boba e tímida, sentiu-se outra mulher: mais corajosa, mais bonita, e até um tanto sensual.
E aquilo era... Estranho.
Enquanto estava lá, cantando, ela não conseguiu ver nada à sua frente, além das luzes. Estava assustada, mas a agitação interior a deixou excitada. – Acho que estou ficando louca... – Ela disse para si mesma, rindo por se lembrar das sensações.
- E eu concordo plenamente. – A voz de Naruto a fez enrijecer.
Ela virou o rosto lentamente, e sentiu o estômago doer ao vê-lo na entrada do camarim, deslumbrante com suas vestes sociais, com os braços cruzados e uma expressão de puro desagrado. – N- Naruto! – Ele estreitou os lábios.
- O próprio. – E se aproximou com uma postura ameaçadora; Hinata recuou, até as costas baterem na parede, e se surpreendeu quando ele, ignorando suas expectativas, puxou-a pela cintura nua.
Ela sentiu-se tremer com o toque da pele dele, e Naruto ficou verdadeiramente satisfeito com essa reação; puxou-a ainda mais, de modo com que seus corpos roçassem um no outro e abocanhou os lábios pintados de rosa.
Foi como se tudo sumisse: o barulho que vinha do show, o rancor que vinha tentando guardar pelo amado durante as últimas semanas e principalmente o esforço de Kiba em tentar fazê-la gostá-lo.
Naruto deslizou a mão por suas costas, até sua nuca, e possessivamente puxou-a para mais perto. Ela devia saber que, mais tarde, se odiaria por amá-lo, se odiaria por retribuir, e se odiaria ainda mais por puxá-lo quando ele fez menção de se afastar.
O rapaz prensou seu corpo contra a parede e nem por um instante cessou os beijos; arranhou sua cintura e sentiu-se no céu quando ela acariciou-lhe o rosto.
Só se afastaram quando foi necessário, e Hinata pareceu despertar ao fazê-lo. Ela empurrou-o, chocada consigo mesma. – O- O que está fazendo?! – Praticamente gritou. O Uzumaki estreitou as sobrancelhas, confuso, já que a resposta era óbvia. – Você me agarrou! – Acusou.
- Nós nos agarramos. – Corrigiu com um sorriso maldito. Ela estreitou os olhos.
- Saia daqui. – Comandou, mas ele negou com a cabeça.
- Você vai ter que me obrigar. – O sacana estava se divertindo às suas custas!
- Se não sair daqui agora, eu vou chamar o Kiba! – O loiro riu alto, mas pareceu finalmente afetado.
- Eu adoraria que você fizesse isso. – Garantiu. – Mas o cachorrinho está cantando, e você é boa demais para atrapalhar o trabalho dele. – Zombou com um sorriso irritante.
Hinata estreitou as sobrancelhas, furiosa. – O que você quer?! – Perguntou agonizada; sentia que podia chorar a qualquer momento, e sua expressão frágil o desarmou.
O loiro coçou a nuca, constrangido, e suspirou longamente. – Eu não sei. – Confessou. – Mas quando te vi lá em cima... – Ele comprimiu os lábios, irritado. – Não sei como me controlei. – Os olhos perolados desviraram-se dos azuis.
- Por que você interfere tanto na minha felicidade?! – Questionou-o com um tom rancoroso, mas Naruto sabia que só estava magoada.
Ele tornou a se aproximar, dessa vez com cautela. – Não gosto de vê-la se expondo... Fico irritado.
- Isso não é assunto seu... – Ela respondeu entre um suspiro. O rapaz tornou a puxá-la, e roubou-lhe mais um beijo, agora calmo, e tão carinhoso que Hinata não conseguiu resistir.
Quando se afastou, alisou as faces enrubescidas da moça gentilmente. – Você é minha... – Murmurou, e ela sentiu o estômago contrair.
- Eu nunca fui sua... – Respondeu-o lentamente, tristonha. – E já estou saindo com alguém então, por favor, Naruto-.... – Mas foi interrompida por mais um beijo.
- Você é minha... – Ele tornou a afirmar quando se afastaram. – Pode fingir que não, mas sabe que sim... – Hinata suspirou longamente, agonizada. – Eu sei o que está tentando fazer... – Ele roçou o nariz no dela, carinhoso. – Está tentando se afastar de mim... Tentando me esquecer, mas eu não vou permitir isso. – Ela estreitou os olhos e encarou-o, furiosa.
Com muito esforço, empurrou-o; Naruto estava pronto para agarrá-la mais uma vez, mas sentiu-se paralisado quando ela acertou seu rosto com um tapa.
- Como pode ser tão egoísta?! – Gritou. – Nunca me quis, e agora, só porque eu estou seguindo em frente, você de repente decide correr atrás do prejuízo?! – E tornou a empurrá-lo, dessa vez com mais força. – Como eu pude me apaixonar por você?! Como eu pude ser tão idiota a ponto de te amar?! Você não passa de um egocêntrico maldito! Só pensa em si mesmo! – O loiro estreitou os lábios e puxou-a pelo antebraço, decidido a calá-la da melhor forma possível, mas se conteve quando a viu chorar. – Saia daqui! – A Hyuuga gritou, furiosa. – Você nunca me retribuiu! Por que está brincando comigo agora?! – O loiro suspirou, odiava vê-la naquele estado.
- Hinata, eu só não queria te magoar...
- Mas é exatamente o que está fazendo agora! – Ela acusou enquanto tentava – inutilmente – se esquivar. – Está me magoando, me machucando! Por favor, me deixe viver em paz! – Mas ao invés de ser decente e se afastar, Naruto tornou a puxá-la, tornou a beijá-la, e o fez de uma maneira avassaladoramente apaixonada.
- Já que você quer tanto, eu posso sair... – Ele murmurou entre os lábios da moça, que assentiu freneticamente. – Mas antes... – Agachou-se, fazendo-a enrubescer.
Naruto deslizou o indicador pela parte nua de sua coxa, e ela se controlou para não arfar. Ele desceu a liga preta lentamente, sedutoramente, fazendo com que Hinata prendesse a respiração. Após livrá-la do acessório, pressionou os lábios carinhosamente contra sua pele. Hina tremeu, mas foi forte o suficiente para não dizer nada. Quando o amado se levantou, ainda sorria. – Vou guardar isso com carinho. – Prometeu; a Hyuuga desviou os olhos, mas arrependeu-se ao sentir os lábios dele deslizarem por seu pescoço. – Eu sei que você me ama... – Ele sussurrou contra a pele dela, fazendo-a ofegar. – E é por isso que eu não vou me afastar coisa nenhuma. – Depositou um beijo suave próximo ao seu queixo. – Eu não vou permitir que ele a tire de mim...
- Por favor, saia... – Ela implorou entre lágrimas, e após selar seus lábios uma última vez, num beijo gasto e rápido, Naruto a obedeceu.
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Sakura só saiu do quarto após ter certeza absoluta de que Ino estava fora, e o senhor Yamanaka estava na cama.
Depois de um dia inteiro bancando a rebelde e xingando enquanto trancada no quarto, ela se sentia uma completa idiota. Não só por sua atitude imatura, mas também por seus sentimentos imbecis.
Sim, ela devia ser muito idiota para pensar em levar a sério alguém como Sasuke Uchiha, que já tinha se mostrado um belo crápula.
Ainda assim... Por que ela não conseguia parar de pensar nele?! Sempre havia julgado as mulheres que se envolviam com pessoas assim como criaturas no mínimo idiotas, e agora estava naquele estado! – Não vou nunca mais julgar ninguém. – Ela prometeu a si mesma, enquanto preparava um capuchino na máquina de café.
A campainha soou.
Ela estreitou as sobrancelhas, olhou para o relógio e concluiu que talvez fosse Ino, voltando bêbada de alguma boate qualquer.
Sakura suspirou profundamente, e balançou a cabeça como se lamentasse. Deixou a máquina trabalhar sozinha e foi atendê-la.
Ela não deveria, mas surpreendeu-se ao ver Sasuke lá. Ele estava encharcado, graças à chuva consideravelmente forte, e mesmo que não a agradasse, Sakura não conseguiu não se preocupar.
Ainda assim, ela estreitou as sobrancelhas, teimosa, e não o convidou para abrigar-se. – O que você quer? – Perguntou depois de cruzar os braços.
- Ahn... – Ele olhou para o céu sugestivamente, e depois a fitou com um sorriso ansioso. – Antes de qualquer coisa, eu gostaria de sair da chuva. – Sugeriu, mas Sakura não sorriu, nem deu nenhuma resposta.
O Uchiha suspirou longamente. – Você vai mesmo me deixar aqui?
- Eu poderia fazer isso. – Ela deu os ombros. Sasuke estreitou os lábios, puxou-a pela cintura e a fez se molhar com as gotas fortes da chuva.
- E- Ei! – Sakura tentou se esquivar, mas ele obviamente era mais forte.
- Já que não me convida, — ele disse com um sorriso – então vai me fazer companhia. – Os olhos verdes reviraram.
- O que é que você quer?! – Ela praticamente gritou.
- O que você foi fazer no escritório? – Ele questionou de repente sério, e ela enrubesceu. – A propósito, eu adorei aquele vestido... Mas você parece muito melhor agora. – Ele olhou-a sugestivamente, com um sorriso malicioso nos lábios.
Sakura agradeceu aos céus por seu pijama de seda ser preto. Podia estar agarrado ao corpo, mas pelo menos não estava transparente. – Você é um idiota. – Foi tudo o que ela pensou em responder. Sasuke riu, e ela não pôde deixar de sorrir.
Era estranho, mas ela gostava de vê-lo rir. Não o sorriso debochado... Mas a risada natural. Sentiu o corpo tremer quando ele alisou seu rosto. – Eu senti sua falta. – Disse-lhe sinceramente; a rosada virou o rosto e mordeu o lábio inferior quando ele beijou-lhe o canto da boca. – Você sentiu a minha? – Ele questionou em um murmúrio que a fez estremecer, e ainda que Sakura continuasse muito irritada, anuiu timidamente.
Aquilo o surpreendeu. Tanto, que ele cessou as tentativas de sedução.
O silêncio dele lhe deu coragem. Envergonhada, ela voltou a olhá-lo com os grandes olhos verdes. – Eu senti sua falta. – Confessou, seu coração começava a acelerar.
Ele continuou a olhá-la, bestificado, com os lábios entreabertos como se fosse dizer algo, mas sem pensar em nada; então Sak esticou-se na ponta dos pés, segurou seu rosto com ambas às mãos e carinhosamente roubou um beijo dos lábios do senhor Uchiha.
Notas finais
Bom, eu também não esperava. q A ideia inicial era de fazer o Sasuke esperar na chuva eternamente, mas~... As coisas saíram desse jeito! q
Particularmente, eu gostei muito.
A Sakura deve estar adorando surpreender o senhor Uchiha! Q
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Algumas pessoas me perguntaram sobre a Suzuki Hyuuga, a relação dela com os Uchihas... Bem, simples: ela é irmã caçula do Obito e do Fugaku, o que faz da Hinata prima de primeiro grau do Sasuke. :3
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E, sim. Os Nohara e os Haruno tem um parentesco distante, mas se dão como família. u.uv
Imaginem a cara de Sasuke e Sakura quando descobrirem que eles tem uma prima em comum? q
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NaruHinas, me amem. sz
Eu sou uma NaruHina, e estou em amando. q ADOREI fazer a Hinata poderosa ♥~
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Enfim! Foi um capítulo agitado, mas eu adorei escrever! XD Espero que vocês também tenham gostado.
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Agradeço à todos os comentários que eu infelizmente não consegui responder (desculpem por isso. ;-;)! E a todas as sete pessoas que recomendaram 50tonsU! sz~
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Dúvidas? Críticas? Sugestões? Por favor, fiquem a vontade. Eu posso demorar, mas vou tentar responder todos! XD
Lembrem-se que os reviews são a felicidade do autor, e a gasolina da história! sz~
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Até semana que vem, meus doces leitores! *-*v
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