Notas iniciais
Então gente, sei q a fic é hot, mas nesse capitulo não coube me perdoem, mas não adianta ter hot e não ter historia né? eu acho assim haha
Tem ceninha fofa pra compensar

– Faça tudo voltar!

– Eu-não-posso! – Quase assim que fechou a boca Regina sentiu a carga de energia percorrer o seu corpo.

– Você fez isso! Você tem que saber desfazer! – Jefferson gritava. – Eu quero minha vida de volta!

– Você esta reclamando com a pessoa errada, queridinho. Gold, foi quem criou a maldição.

– Rumplestiltskin. – Ele quase cuspiu a palavra. – Pelo visto você vai ter companhia logo, logo.

– Não perca seu tempo... ele não tem suas memórias.

Jefferson sorriu com desdém. – Você se tornou a Evil Queen, mas ainda continua ingênua não é? Você acha mesmo que ele faria uma maldição que o fizesse esquecer o porque quis fazer tudo isso?

– Eu sei que ele se preveniu contra a maldição, mas não mantendo suas memória. Eu não idiota para achar que ele não colocou algo a seu favor na maldição.

– Se preveniu como? – Jefferson perguntou com raiva. E Regina percebeu que tinha falado demais. A carta na manga de Gold era Emma, ela já tinha constatado isso, mas ela não falaria o nome da xerife, não importava o quanto fosse torturada. – Me diga!

Regina ficou calada, uma nova descarga de energia tomou seu corpo, que convulsionou inteiro. O padrão pergunta, depois descarga elétrica durou por muitas tentativas, ate Jefferson perceber que não tiraria nada da rainha. – É, acho q vamos mesmo ter que testar se Gold perdeu a memória.

Regina estava beirando a inconsciência quando viu seu captor sair do quarto escuro onde estavam.

***

Já era noite e a busca desesperada de Emma continuava. Ela tinha mobilizado o maior numero de pessoas possível para procurarem por Regina, mas nenhuma pista de seu paradeiro havia aparecido. A xerife dirigia seu fusca amarelo pela estrada que passava pela floresta, quando avistou ao longe uma casa, quase escondida, bem afastada da cidade. Um fio de esperança passou por seu coração e quando ao longe ela avistou o carro de Regina na entrada, seu coração bateu mais rápido. Regina só podia estar lá. Mas e se ela estivesse machucada? Ou pior... não, não, ela não queria pensar nisso

Emma estacionou o carro afastado da casa. Ela andou silenciosamente ate os fundo, felizmente essa não era a primeira porta que ela tinha que “destrancar” na vida. A casa estava silenciosa, quase aterrorizante de tão silenciosa. A xerife tirou sua arma do coldre e caminhou pelo longo corredor, abrindo porta após porta e não encontrando ninguém, por fim ela chegou a cozinha de onde avistou um alçapão no chão, ela guardou a arma e com cuidado o abriu revelando uma escada que levava ate um porão úmido e escuro. Emma desceu devagar as escadas tateando a parede, quase no meio do caminho ela encontrou um interruptor, ela o apertou e o lugar foi iluminado, a visão que Emma teve a fez ficar em choque. Regina amarrada a uma espécie de maca.

A xerife correu em direção a rainha. – NÃO, NÃO, NÃO. – Ela parou ao lado de Regina, lagrimas corriam o seu rosto. – Meu amor, eu estou aqui... – ela segurou o rosto da morena em suas mãos. – acorde... por favor... eu não posso perder você...

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Levou um tempo para Regina se dar conta do que estava acontecendo, lentamente ela abriu seus olhos e encontrou os olhos verdes a encarando cheios de aflição e medo. Emma tinha vindo salvá-la. Sua Emma.

– Regina... por deus, eu pensei que... você está bem? – Emma disse começando a desamarrá-la.

– Emma... – Regina começou a dizer, mas sua voz falhou miseravelmente.

– Vai ficar tudo bem, eu estou aqui, vou te levar pra casa. – Emma disse plantando um beijo na testa da rainha.

– Não... fuja... ele não pode saber de você... – Regina se forçou a dizer.

– Fugir? Não, nós vamos sair daqui juntas. – Emma disse e começou a ajudar Regina a se levantar. Foi um longo processo ate elas conseguirem passar pela escada.

– Emma... eu... – Regina começou a dizer quando as duas alcançaram a porta dos fundos, mas sua visão começou a ficar turva e ela desabou nos braços de Emma.

– Regina?! – Emma disse em desespero. Por sorte a rainha era leva, a xerife conseguiu a colocar em seus braços e leva-la ate o carro da prefeita que estava mais perto. Cuidadosamente ela colocou a rainha no banco de trás.

– Ei! Pra onde vai levando minha convidada especial? – Emma se virou para encarar Jefferson. Ela tinha uma arma na mão. Gold estava ao seu lado, rosto machucado e mão presas por uma corda.

– Você... seu maluco! O que fez com ela?! – Emma disse cheia de fúria.

– Ela é minha convida, já disse,vamos ter uma festinha partícula. Eu, ela e meu amiguinho aqui, Rumplestiltskin.

Emma ergueu a sobrancelha. Rumplestiltskin? Mas ela precisava manter Jefferson falando enquanto imaginava um plano pra tirar todos dali, então usou isso. – Rumplestiltskin? Você já esta em um estagio avançado de loucura não é?

– Você não sabe de nada. – Jefferson disse com desdém. – Quem você seria em nosso mundo?

“Nosso mundo? Ele fala como Henry” Emma pensou. – Que mundo é esse que você está falando?

– O mundo de onde ela nos trouxe. – Ele apontou para Regina inconsciente. – A rainha apagou a memória de todos, então ninguém sabe quem realmente é.

– Acontece que eu não sou daqui, não tive minhas memórias apagadas. – Emma continuou, ela dava passos lentos em direção a Jefferson.

Por um momento ele pareceu confuso, então seu rosto se iluminou. – É você... – ele olhou pra Emma. – a chave... é ela não é? – Ele virou para Gold. Então foi tudo muito rápido, o homem mais velho se jogou por cima do outro e os dois começaram a rolar no chão, ate que um tiro foi ouvido e o corpo de Jefferson ficou imóvel sobre o de Rumple.

– Você o... – Emma disse se aproximando de Gold.

– Eu nos salvei, ele é um louco.

Emma ajudou Gold a se levantar e desamarrá-lo.

***

– Então... foi isso. – Emma terminou de contar a historia a Regina. – mas o mais importante é que você está a salvo e agora não corre mais nenhum risco.

Regina ouviu a historia toda em silencio, sua consciência gritava para que ela contasse a verdade a Emma, mas sua parte egoísta gritava que ela perderia a xerife assim que o fizesse.

– Hum... eu vou deixar você descansar... – Emma disse levantando da cama. – acho q agora você não precisa de mim o tempo todo...

– Emma... espere... – Regina soltou uma respiração que não sabia que estava segurando. – você está certa, eu não preciso mais de você aqui o tempo todo. – ela disse, então o olhar de Emma se desviou do dela e a xerife começou a se virar para sair novamente. – mas eu quero... eu quero você aqui...

– Você quer? – Emma se virou para a morena, com os olhos lutando para segurar as lagrimas.

– Sim, quero que fique comigo. Quero que durma aqui comigo essa noite. Quero acordar nos seus braços... – “pelo menos uma única e ultima vez” Regina pensou, mas não completou a frase.

Emma andou ate a cama de Regina e sentou a seu lado devagar, como se estivesse com medo de machucá-la. A rainha por outro lado tinha pressa e se lançou nos braços da xerife, que a colheu. As duas trocaram um beijo doce e demorado e aos poucos foram se acomodando na cama, Emma com Regina em seus braços, acariciando seu cabelo. – Você nunca me deixou ficar antes... – Emma disse depois de um tempo.

– Agora é diferente... – foi tudo que Regina disse, ela tinha se decido a contar a verdade para Emma no dia seguinte e sabia onde isso as levaria. Emma iria odia-la. – Eu tenho uma pergunta... – a prefeita disse depois de um tempo.

– Qual?

– Quando você me encontrou no porão... você disse mesmo "meu amor", ou eu estava delirando?

– Hum... eu... bom...

– Sim ou não, Emma?

A xerife se virou para encarar Regina. – Sim...

– Você me ama?

– Sim. – Emma respondeu dessa vez sem medo. Regina lhe deu um sorriso que pareceu meio triste e então voltou a descansar a cabeça em seu peito.

– Isso torna tudo um pouco mais difícil... – Regina sussurrou.

– O que fica mais difícil?

– O que eu tenho que fazer. Mas por hoje... chega de perguntas. Me deixe apenas dormir em seus braços, ok?

– Ok. – Emma plantou um beijo no topo da cabeça da morena e esperou ela adormecer.

***

Regina acordou muito antes de Emma, mas ela não se moveu, ficou exatamente como estava, envolta nos braços da sua xerife, se ela pudesse congelar o tempo, aquele momento seria sua escolha. Emma se moveu e a rainha percebeu que ela estava acordando, ela tirou uma mecha de cabelo que cobria o rosto da loira e sorriu gentilmente para ela. – Bom dia, Emma.

– Bom dia! – Emma disse com um sorriso maior ainda e puxou a rainha para beija-la. – sabe... eu nunca pensei que só dormir com você seria tão bom. – Ela disse fazendo Regina soltar uma gargalhada, mas ainda assim seus olhos permaneciam tristes e logo Emma percebeu isso. – O que foi, amor? Você parece triste...

– Emma... – Regina disse sentando na cama e Emma imitou seu movimento, as duas ficaram sentadas de frente uma pra outra, a rainha segurou as mão da xerife. – Eu preciso te contar uma coisa...

***

– Você acha que eu vou acreditar nisso? Se não quer ficar comigo apenas diga, não precisa usar a fantasia do Henry como desculpa.

– Não é fantasia, Emma! É verdade, tudo é verdade! Eu sou a Evil Queen e você... você é a filha da Snow White e príncipe Charming... eu sinto muito... eu afastei você da sua família.

Emma ficou em silencio avaliando tudo. Ela andou ate Regina e a seguro pelos braços, sacudindo-a. – Você esta falando a verdade?!

– Sim... – lagrimas corriam livremente o rosto da rainha.

– Você é um monstro! – Ela disse se afastando de Regina como se sentisse nojo dela. – você não só me separou da minha família como fez eu me apaixonar por você... você é... é louca!

– Emma, por favor... eu não planejei isso. Eu não planejei você se apaixonar por mim... eu não faria isso...

– Eu sou uma idiota... ontem eu disse que te amava e você não me disse de volta, eu deveria saber que tinha um motivo... eu só não pensei... como eu poderia imaginar? – Emma falava mais pra ela mesma do que pra Regina. – Como eu faço para todos terem suas memórias de volta? – ela exigiu.

– Eu não sei... eu não sei o que quebra a maldição. Eu só sei que você é a chave.

– Por que eu deveria acreditar que você não sabe?

– Eu não mentiria pra você...

Emma sorriu com desdém. – Claro que não. – Ela se virou para ir embora.

– Espere... onde você vai?

– Eu vou ver minha família.

– Eles não lembram de você...

– Isso não importa, eu vou dar um jeito. E vou levar Henry comigo!

– O que? Não! Você não vai levar meu filho a lugar nenhum!

– Ele é meu filho! E eu não vou deixá-lo com um monstro como você! – Emma se virou sem mais nenhuma palavra foi embora.

– Emma... não vá... eu te amo... – Regina disse baixinho, enquanto sentava na cama e suas lagrimas livremente.

***

Dias se passaram sem que Emma conseguisse uma solução para quebrar a maldição, ela não conseguia pensar em nada, ainda mais quando sua cabeça era completamente ocupada com pensamentos sobre a rainha. Ela sabia que deveria odiar Regina, mas a verdade é que sentia falta dela, sentia falta do seu sorriso, do olhar, do seu toque, do seu cheiro, do seu corpo. – Droga, Emma, pare de pensar nela! – Ela disse pra ela mesma frustrada. – Ela não te ama, era tudo parte da vingança. – a xerife já tinha repetido isso para ela mesma milhões de vezes, mas não podia mentir pro seu próprio coração, nem para o seu desejo. E ela deseja Regina, com todas as suas forças.

Notas finais
Gostaram? :) espero que sim. Próximo capitulo sera o nosso ultimo, então fortes emoções nos aguardam haha

PS: Amo o Jefferson, mas eu precisava de um vilão

PS: Vcs viram o box da 2ª temporada ja ta em pre venda e o livro tambem. Essa serie vai me deixar pobre