50 Shades Of Swan Queen
5 Forbidden fruit
Notas iniciais
Então... eu tinha dito que esse capitulo seria o ultimo, mas achei melhor fazer mais um depois dele. pra finalizar direitinho.
Emma entrou no Grannys apressada, tinha acabado de deixar Henry na escola e tido uma conversa nada agradável com Mary sobre David, agora que ela sabia que eles eram seus pais era muito mais difícil ouvir como eles não conseguiam ficar juntos. A xerife só queria pegar seu café e ir direto pra delegacia, mas não esperava encontrar Regina lá. A prefeita estava sentada ao balcão, pernas cruzadas e sua usual pose de autoridade.
– Hum... Ruby, um café, por favor. – As coisas também estavam estranhas com Ruby, mas Emma não queria que a rainha soubesse disso, então forçou sua voz para soar o mais natural possível.
– Emma... – Regina se virou imediatamente ao ouvir a voz da loira.
– Como você tem coragem de sair de casa e encarar todas essas pessoas?
– Emma, por favor... se eu pudesse eu desfaria tudo. Por você...
– Por mim? – Emma sorriu com desdém. – você acha que me engana... eu sei que tudo era fingimento. – Ao ouvir isso a raiva tomou conta da prefeita.
– Vem aqui! – Ela levantou e arrastou Emma ate o banheiro, sem que ela tivesse uma chance de protestar. – Você acha que eu poderia mesmo fingir tudo aquilo?! – Regina disse fechando a porta atrás de si. – Você acha mesmo que eu não gostava de ficar com você? – Ela se aproximou de Emma. – de te tocar... – ela tocou gentilmente o rosto da loira, que permanecia imóvel, travando uma batalha interna. – de te beijar... – Regina puxou Emma e extinguiu a distancia entre seus lábios, suas mãos apressadas saíram da cintura da xerife e foram em direção ao seu sexo, massageando-o por cima do jeans.
– Regina... eu não...
– Não, o que? – Regina disse afastando seus lábios só o suficiente para conseguir falar. – Se for não quer... então já pode parar de rebolar na minha mão. – ela disse com cinismo. – você me quer Emma, não importa se eu sou a rainha má dessa história, eu poderia ser o próprio Darth Vader e você iria continuar me desejando. E quando estiver pronta pra admitir isso me procure. – A prefeita beijou a xerife mais uma vez e então saiu, deixando-a sozinha.
– Droga! – Emma se recostou contra a parede e deslizou ate sentar no chão.
– Emma... o que está acontecendo? – Mary disse saindo de um dos Box do banheiro.
– Ma... Mary... – Emma disse se levantando com um sobressalto. – o que você ouviu?
– Bom... tudo... me desculpe, eu não pude evitar.
A ultima pessoa com quem Emma queria falar sobre Regina era sua mãe, mas Mary não sabia que era sua mãe e a xerife precisava tanto de uma amiga no momento que ela se permitiu desabafar com a princesa. Excluindo é claro a parte do porque elas terminaram, ou Mary acharia que ela estava ficando louca.
– Emma... eu não fazia ideia, mas o motivo pelo qual vocês terminaram é tão serio assim? – Mary disse em um tom preocupado.
– É, se eu continuar com ela, vou machucar muitas pessoas... e alem disso ela fez coisas muito ruins... e eu não sei se posso perdoá-la.
– Eu tenho uma pergunta pra você. Você a ama?
– Eu... não devia.
– Mas a ama não é? Eu posso ver pela sua aflição.
– Sim...
– Essas pessoas que você diz que vai machucar se ficarem juntas... se elas são pessoas importantes pra você então elas te amam e se te amam vão querer te ver feliz, não importa quem seja a pessoa que te traz a felicidade. E quanto ao não conseguir perdoá-la, bom... eu não sei se você sabe, mas amor é sobre perdão... só podemos amar realmente alguém quando conseguimos perdoar. Perdoar uma dada esquecida, um dia de mal humor, perdoar um erro. O perdão é o que mantém o amor vivo. Então a questão é: você a ama, mas ama o suficiente para perdoá-la?
– Amo... – Emma estava as lagrimas. Mary a abraçou. – Mas eu não sei se ela merece que eu a ame o suficiente.
– Bom, querida, isso só você pode decidir. – Snow disse plantando um beijo no topo da cabeça de Emma. – o que quer que você decida eu estou aqui por você.
– Obrigada... – Emma abraçou Mary mais forte e teve que reprimir o enorme impulso de chamá-la de mãe.
***
Mais alguns dias se passaram. Emma evitava a qualquer custo encontrar com Regina, pois a rainha não perdia a chance de provocá-la. A xerife entrou na delegacia, com seu café na mão, seria mais um longo e tedioso dia, foi o que ela pensou a principio, é claro que ela não esperava dar de cara com a prefeita esperando-a.
– O que faz aqui? – Emma disse na defensiva.
– Bom, eu sou a prefeita da cidade e vim saber porque a xerife não comparece mais as reuniões do conselho.
– Serio senhora prefeita, você está gastando seu precioso tempo com isso? Não tem nenhum subalterno para fazer coisas assim? – A voz da xerife era carregada de sarcasmo.
A rainha desceu da mesa onde estava sentada, andando em direção a loira, como se fosse uma leoa prestes a atacar sua presa. – Bom... eu tenho, mas achei que seria mais divertido eu vir pessoalmente. – Ela disse passando o dedo pelo queixo de Emma só para irritá-la.
– Chega de joguinhos, Regina. Eu sei quem você é, não vou mais cair no seu plano.
– Você acha que sabe que eu sou, mas você não sabe nada, Emma.
– Eu sei o suficiente pra saber que não devo ficar com você.
Regina sorriu com divertimento. – Então você sabe que não deve ficar comigo... bem, você nunca ouviu a frase tudo que é proibido é mais gostoso? – A morena falou se aproximando da xerife a cada palavra, por fim seus lábios estavam a milímetros dos dela.
– É errado... – Emma murmurou como uma lembrança para ela mesma.
– Mas você quer... admita. – Regina levou suas mão a cintura de Emma, puxando seu corpo contra o dela.
– Eu quero... – Emma disse com um suspiro abafado e então beijou a rainha. A morena imediatamente tratou de tirar a jaqueta da xerife enquanto beijava seu pescoço. A rainha empurrou a loira contra as grades da cela, enquanto sua boca explorava a pele macia de Emma.
Regina tirou a camiseta de Emma e começou a sugar seus seios com tamanha voracidade que a xerife conseguia apenas se segurar nas barras e gemer. – Ahhh Regina... isso, chupa... – O desejo a consumia tanto que ela só se deu conta do que estava acontecendo quando sentiu o metal frio em seu pulso. Regina tinha tirado a algema presa em seus jeans e a prendido na grade da cela. – Regina, não. Isso não tem graça... – ela tentou protestar.
– Claro que tem. – A rainha sussurrou contra a orelha da loira. – Agora você está inteiramente a minha mercê. E posso... – ela beijou o pescoço da xerife. – fazer... – deu uma leve mordida. – o que quiser... – ela alcançou os lábios de Emma, lhe dando um beijo apressado, cheio de vontade. – Você é minha miss Swan. Minha. – As mão de Regina desceram ate os jeans de Emma. Ela o desbotou e desceu lentamente a peça ate o chão. Em seguida se ergueu para encara a loira novamente. – Agora vamos ver o quanto você me quer miss Swan. O quanto você que seu fruto proibido. – Ela correu sua mão pelo abdômen de Emma ate alcançar o seu sexo.
Regina sorriu e provocou o sexo da xerife. – Você me quer tanto assim, mis Swan? – Ela levou a mão que estava no sexo da xerife ate o lábios e sugou seus dedos lentamente.
– Isso é tortura...
– É mesmo? E não foi tortura você me ignorar todos esse dias? Você foi uma menina má, Emma. – Ela disse segurando o rosto da xerife com uma mão, ao tempo que a empurrava contra a grade. – Estou pensando sobre o seu castigo. Porque sabe... eu não gosto de esperar e você não foi me procurar.
–Eu queria... mas
– Olha estamos progredindo. – Regina disse com divertimento. – você queria, mas foi covare demais pra ir atrás de mim, era isso que ia dizer?
– Não. É só que... isso não é certo.
– É uma linha tênue a que separa o certo do errado, Emma. E as vezes você só pode ter o que quer se cruzá-la. – Regina falava com os lábios tão próximos da xerife, que esta estava prestes a beijá-la e encerrar toda aquela conversa.
– Regina, eu não sei se posso esquecer quem você é, ou o que você fez. Eu não sei se eu posso cruzar essa linha, mas agora... a única coisa que me importa é que eu PRECISO de você. De qualquer jeito...
– Quem está implorando agora em? – Regina sorriu e então capturou os lábios da loira com os seus, suas mãos vagando por cada parte do corpo de Emma que podia alcançar.
– Só essa vez... – Emma murmurou contra os lábios da morena.
– Só essa ultima vez. – Regina disse de volta. Então ela começou a baixar-se diante da loira, suas mãos descendo por sua cintura, ate alcançar as alças da calcinha branca que ainda cobria Emma. Ela tirou a peça do caminho e abocanhou os sexo da xerife sem aviso, sua língua a invadiu desejosa e voraz.
– Oh God... – Emma gemeu apoiando suas costas contra as grades. Regina ergueu uma perna de xerife colocando-a sobre o seu ombro, para que pudesse ter um melhor acesso. A rainha chupava o clitóris da loira ao tempo que seus dedos a invadiram, estocando-a tortuosamente lento.
– Regina... – Emma gritou alto, totalmente dominada pelo prazer que sua rainha a proporcionava. Regina entendeu que a xerife estava perto, então aumentou a velocidade e a profundidade de suas estocadas, enquanto ainda a chupava.
Regina sentiu o corpo da loira convulsionar a sua volta e então sentiu o gosto dela em seus lábios, mas ela não parou de chupá-la ate saciar seu próprio desejo. Por fim ela se levantou encarando Emma que ainda lutava para reestabelecer o ritmo de sua respiração.
O olhar das duas se cruzaram e elas se encararam em silencio. – Foi a ultima vez porque você escolheu assim. – Regina disse tirando a chave das algemas do seu bolso e libertando a xerife. – Eu não vou mais te procurar... se é o que você quer. Eu só queria que soubesse que... eu esperei por você. Eu acho que acreditei mesmo que você me amava... que viria por mim... – a rainha deu um sorriso triste e então deu as costas para Emma, deixando a delegacia.
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