Notas iniciais
Eu quase não acreditei quando vi a letra dessa música haha! AVISO: A leitura desse capítulo pode causar calores e alucinações. Sexy back – Justin Timberlake You see these shackles? Baby I'm your slave I'll let you whip me if I misbehave! It's just that no one makes me feel this way. Você vê essas algemas? Garota, eu sou seu escravo Eu dexarei você me chicotear se eu me comportar mal É que ninguém nunca me fez sentir assim.

Castle: Bom dia! – Castle disse ao avistar Kate na cozinha, tomando uma xícara de café. Ela sorriu em sua direção.

Kate: Bom dia!

Ele a beijou e a abraçou por trás.

Castle: Primeira vez que acordo sem você em uma semana, não gostei da sensação. Acho que você me mal acostumou.

Kate abriu um sorriso. Ela não conseguia esconder a felicidade em que se encontrava naqueles dias. Castle estava fazendo sua suspensão da NYPD ser um período maravilhoso.

Kate: Eu também me acostumei. Só saí da cama porque meu telefone tocou e eu não queria te acordar. – ela disse beijando-o.

Castle: Então por que a gente não volta pra lá e faz nosso exercício matinal?

Kate riu. Os dois não tinham conseguido se largar um minuto naquela semana.

Kate: Você está gostando, ham?

Castle: Pra ficar perfeito só falta uma coisa.

Kate o olhou séria. No que ele estava pensando?

Castle: Eu ainda estou esperando aquelas algemas… — ele falou sexy, mordendo os lábios, e Kate riu.

Kate: Sério?

Castle: Seríssimo. Fantasio com isso desde o primeiro dia.

Kate: Então eu acho que você não vai gostar de saber que eu não tenho algemas.

Castle: Claro que você tem! Você é uma policial!

Kate: Sim, uma policial em suspensão, e minhas algemas estão na delegacia junto com meu distintivo e minha arma.

Castle: Mas você deve ter umas algemas de couro por aí…

Kate: Você acha mesmo que eu sou pervertida a tal ponto?

Castle: Espero que sim.

Kate riu.

Kate: Castle, lamento te informar mas eu não tenho algemas de couro. Mas se te deixa feliz, quando eu tiver minhas algemas de volta a gente brinca um pouquinho com elas – ela disse sedutora, e ele sorriu, imaginando.

Castle: Vem, você toma um banho comigo?

Kate: Eu já tomei, mas faz assim, você vai para o banho e eu preparo um café para você.

Castle: Você está me mal acostumando, Kate.

Kate: Eu vou cobrar tudo depois – ela piscou sedutora, e ele se arrepiou.

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Castle: Kate, você tirou minhas roupas daqui? Eu tinha deixado em cima da cama – Castle disse saindo do banheiro, só com uma toalha amarrada na cintura. – Eu jurava que tinha deixado minha roupa aqui – pensou alto, mas antes mesmo que pudesse se virar para sair do quarto, sentiu seus braços sendo puxados para trás, presos por uma algema. Sorriu antes que pudesse dizer qualquer coisa.

Castle: “Você acha que sou pervertida a tal ponto?” – ele disse imitando a voz dela.

Kate: Você tem o direito de permanecer calado, senhor Castle. – ela falou com voz dura, em seu ouvido.

Castle: Sério? A policial malvada? Estou adorando isso!

Kate: Acho que é um pouco cedo para dizer que está adorando.

Castle: Ah eu tenho certeza que vou adorar…

Kate o virou e empurrou para a cama. Ela estava usando apenas uma lingerie preta, e Castle delirou com a visão.

Kate soltou uma das algemas e prendeu na cama, e depois a outra. Ele observava tudo em silêncio, sorrindo.

Castle: Kate… você está uma delícia…

Kate: É Detetive Beckett para você.

Castle: Hum… ok, detetive. E o que você pretende fazer comigo?

Kate: O que eu faço com meus prisioneiros.

Castle a olhou sério, e ela sorriu, vitoriosa.

Castle: Você não vai me maltratar, vai?

Kate: E você já me viu ser boazinha com algum prisioneiro?

Castle sentiu um calafrio percorrer sua espinha. “Mas ela está blefando” – pensou.

Kate se sentou em cima de sua barriga, encarando-o.

Kate: Deixa eu ver por onde começo… — ela falou deslizando os dedos pelo peito dele.

Castle: Por qualquer lugar…

Kate: Quieto, Castle. Você fala quando eu permitir.

Castle: Você sabe que só me deixa mais louco né?

Kate: E você sabe que está me desobedecendo né?

Ele a olhou sorrindo. Ela sorriu, e foi se movendo em direção à sua boca, até deixar seus lábios se encontrarem, e dar uma mordida nos lábios dele.

Castle: Ai, isso doeu!

Kate: Isso não é nada perto do que eu posso fazer.

Castle a encarou.

Kate: Que foi Castle, está com medo? Você não queria as algemas?

Ele fez que sim.

Kate: Então agora você vai aguentar as algemas!

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Kate desceu até os quadris dele, desamarrando a toalha em volta de sua cintura. Sentiu que a excitação tomava conta do corpo dele, mas ela queria mais. Deslizou as mãos na parte interna de suas coxas, antes de subir beijando-as, desviando de seu membro que já estava ereto. Passou por ele e subiu na barriga, no peito, até chegar ao pescoço. Castle respirava ofegante, e segurava a vontade de gemer alto.

Kate: Você quer me dizer alguma coisa, Castle?

Castle: Quero. Isso vai ter troco.

Kate: É mesmo?

Castle: Você é malvada, detetive Beckett.

Kate: E você adora, não é?

Castle: Eu quero você – ele gemeu.

Kate sorriu, descendo para os quadris dele de novo.

Kate: Você me quer?

Castle: Sim, eu quero, por favor.

Kate: Só porque você pediu por favor…

Kate segurou firme o membro dele, e ele gemeu ao primeiro contato. Ela encarava seus olhos e seu membro, se demorando nesse jogo, o que o deixava mais desesperado. Quando viu que ele não podia mais aguentar, começou a beijá-lo e sugá-lo com vontade. Castle gemia e seu corpo todo tremia, em êxtase.

Castle: Kate… — ele gemeu e ela o soltou.

Castle: Beckett… detetive Beckett – ele corrigiu, e ela continuou, até perceber que ele não aguentava mais. Soltou-o e subiu pelo seu corpo de novo, parando em seu peito.

Castle: Não faz isso…

Kate sorriu maliciosa, e desceu os lábios até sua boca. Se fosse em outra situação, Castle já a teria agarrado e virado por cima dela, com toda a força que o dominava. Mas ele estava preso, e Kate brincava com o intenso desejo que ele sentia. Ela manipulava suas sensações, fazendo subir ao ápice, mas sem deixá-lo alcançar.

Kate: Você não está sentindo um calor, Castle? Eu estou.

Ela tirou a lingerie preta e jogou perto de seu rosto. Ele se excitou ainda mais ao vê-la nua sobre ele. Ela desceu até sua boca, beijando-o de novo. Depois foi deslizando seu corpo por toda a extensão do corpo dele. Aquele contato o estava matando de desejo. Ele queria segurá-la, penetrá-la e fazê-la gemer até encontrar seu ponto alto de prazer, mas ela não permitia isso.

Kate estava deitada sobre ele, os dois corpos nus se tocando totalmente, e ela o encarando.

Kate: Você está gostando, Castle?

Castle: Eu preciso de você, Kate.

Ela arqueou a sobrancelha.

Castle: Beckett.

Kate sorriu com sua tortura. Os olhos dele eram imploradores.

Castle: Por favor.

Ela sorriu mordendo os lábios. Voltou-se para os quadris, e de novo alcançou seu membro com a boca, fazendo-o gemer alto e pedir que ela não parasse. Ela poderia torturá-lo por horas, mas também o queria, também sentia seu corpo arder de vontade de tê-lo dentro de si. Tirou o membro da boca e escalou o corpo dele de novo, chegando perto de seu rosto.

Castle: Por que você faz isso?

Ela sorriu e encaixou-se nele, dando um longo gemido, seguido de um gemido dele. Começou a movimentar-se devagar, mas os dois já estavam enlouquecidos de desejo, e ela ia aumentando a intensidade dos movimentos. Ele gemia e chamava pelo nome dela, que nem o corrigia mais. Os dois estavam em transe, apenas entregues à sublime sensação de estarem conectados, encaixados por inteiro, e de quererem mais.

Continuaram nessa dança até atingirem o máximo de prazer, e Kate sentiu-o gozar dentro dela, ao que ela gemeu deliciada. Deixou seu corpo repousar sobre o dele, que ainda respirava ofegante.

Kate levantou os olhos e o encarou, sorrindo. Beijou seus lábios e se levantou.

Castle: Ei, onde é que você vai?

Ela só o olhou de canto, mas não respondeu.

Castle: Kate, não me deixa aqui! Kate!

Um minuto depois, ela voltou com a chave das algemas, se sentando na cama e as abrindo.

Castle: Pensei que você ia me deixar aqui pra sempre.

Kate: Até que não seria uma má ideia – ela disse rindo.

Castle, se vendo livre, a puxou para a cama e prendeu embaixo de si.

Castle: Você sabe o que faz, heim detetive?

Ela sorriu maliciosa.

Castle: Mas vai ter troco, ouviu? Essas algemas ainda vão parar nos seus pulsos.

Kate: Haha. Até parece que eu vou te deixar me algemar, Castle.

Castle: Tudo bem. Eu não preciso te algemar. Eu sou mais forte, lembra? – ele disse levantando os braços dela para cima, apertando ainda mais os seus quadris. Ela gemeu, confirmando que, sim, se ele quisesse dominá-la, não precisaria de algemas.

Castle a soltou e os dois sorriram, se beijando.

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Minutos depois, na cozinha…

Castle: Eu já posso colocar no número 1 do nosso TOP 10?

Kate: Você não acha que uma semana é pouco para fazermos um TOP 10?

Castle: Se considerarmos o número de vezes que praticamos…

Castle riu safado, puxando Kate para si.

Castle: Só que agora… eu fiquei pensando uma coisa…

Kate: O que?

Castle: Você já usou essas algemas com alguém mais?

Kate se afastou.

Kate: Você está mesmo me perguntando isso?

Castle: Estou.

Kate: E você acha que está pronto para a resposta?

Castle pensou um minuto.

Castle: Sim. Qualquer que seja ela.

Kate: Depois não diga que eu não avisei…

Castle o olhou com olhos aflitos.

Castle: Eu estou pronto.

Kate riu.

Kate: Eu nunca usei com ninguém, Castle.

Castle: Mentira!

Kate: Verdade!

Castle: Como isso é possível?

Kate: Talvez porque você seja o único pervertido com quem eu namorei.

Kate falou automaticamente, e Castle sorriu para ela.

Castle: Nós estamos namorando?

Kate: É, eu… não sei.

Ele a puxou para si.

Castle: Claro que nós estamos. E você que nem pense em usar essas algemas com mais ninguém.

Ela fez que não, e sorriu para ele.

Castle: Sabe, isso só confirma minha teoria.

Kate: Que teoria?

Castle: Que você tinha um péssimo gosto antes de mim.

Kate revirou os olhos e sorriu. Uma semana e ela já estava fazendo loucuras por aquele homem. Que fim levaria aquilo?

Notas finais
Deu calor? rs