30-dias (HIATUS)

2 Minha amiga Mônica? Cap extra.


Notas iniciais
Caaaaaaaaalma! Não faço capitulos pequenos assim, esse está assim pois é um capitulo extra.É o seguinte, eu quis postar algo hoje e como não tinha muito tempo, deixei como um extra. Gostam de capitulos extras? Boa leituraa!! E obrigado pelo comentario sua linda!! Quero comentarios!! huahuahauahua

_Como foi o trabalho?

Perguntou-lhe Dona Lina, recebendo seu então marido – Carlito – com um grande abraço. Os dois ficaram se acariciando por algum tempo até que finalmente se separaram, cumprimentando-se com um terno selinho.

Era muito tarde, apenas a mulher ficava esperando seu esposo todas as noites.

Os dois realmente se amavam, e tinham uma vida muito boa financeiramente por causa do emprego de grande nível de Seu Carlito.

_Digamos que foi bom.

Ele pareceu querer esconder algo de Lina, que percebeu na hora.

_Vamos, me diga.

Insistiu. Acompanhou seu marido até a cozinha, olhando atentamente para ele.

_Sei que não me deixará em paz amor.

O médico dizia com um sorriso enorme no rosto, gostava daquele jeito insistente e teimoso de sua mulher, sempre querendo saber de tudo que acontecia com ele. Em casos muito freqüentes – exaltando seu ciúme – o perguntava sempre das enfermeiras, em especial.

Ela então entrelaçou seus braços por volta do peito do homem, o abraçando por trás e recostando a face em seu ombro. Carlito soltou um suspiro, teria que contar de qualquer maneira.

_Hoje tive um caso especial de provavelmente, câncer.

Lina se assustou o largando imediatamente. Arregalou os olhos em quanto seu marido apenas a observava, ela se surpreendia muito facilmente. Deveria saber que o ambiente em que o médico trabalhava era desse tipo de coisa.

_Sério?

_Sim... E talvez ela nem sobreviva. Mas o que me assustou mesmo foi a negligência do pai dela, se fosse minha filha...

_Nem diga uma coisa dessas! Graças a Deus Magali é saudável, mesmo tendo aquela crise com comida ainda jovem.

_É mesmo, e sabe quem é a paciente? Mônica, aquela amiguinha da nossa filha, se lembra querida?

_Claro que sim! Nossa... Mas tão jovem.

Nesse momento Magali que estava até então escondida para ouvir a conversa, se revelou e correu até eles, quase tropeçando nos brinquedos que havia no chão. Sim, ela ainda gostava de brinquedos, mas em segredo.

_Como assim a Mônica? Expliquem-me isso daí.

Ela parecia eufórica, não acreditava na veracidade daquilo, e nem que era sua antiga amiga de infância.

_Magali! Que feio ficar escutando a conversa dos outros, nessa hora.

Repreendeu-lhe como se ela fosse uma pequena criança rebelde. Espírito de mãe sempre será igual.

_Não tenho culpa se ouvi meu nome.

_Filha. O que dizíamos era que sua antiga amiga, está internada no hospital onde trabalho, com um caso de talvez, câncer.

_Como assim? Credo.

Ela parecia bem assustada e preocupada, apesar de tudo ainda gostava muito de Mônica, que marcou muito sua infância, mas deixou tanto a adolescência dominar sua mente que acabaram se afastando.

_Quero vê-la... Mãe.

Olhou Dona Lina com aqueles olhos fofos e amendoados, que hipnotizavam qualquer um, mas a mãe que já estava acostumada devolveu-lhe com um “peça para seu pai”.

_Papai querido?

Virou-se para o senhor, que deu uma risada marota.

_Claro filha. Amanhã não é meu turno, mas passarei lá apenas para checar a paciente, e você vem comigo.

_Eba!

Magali ficou contente, mas por dentro estava ansiosa e triste. O que será que houve com sua amiga? Por um momento se lembrou de Do Contra. O rapaz que Mônica sempre comentava para ela antes de desfazerem a amizade.

_Ela era doente por ele...

_O que foi querida?

Dona Lina ficou confusa.

_Nada não mamis. Vou subir, estou com soninho.

_Cadê nossos beijos?

Magali deu um pequeno resmungo, mas deu um beijo rápido na testa de cada um deles e subiu.

_Adolescentes...

_Pois é querida. Mas vem cá vem.

Carlito a puxou e agarrou-a pela cintura, unindo suas bocas em uma só, em um beijo apaixonante em que suas línguas participavam, dançando sincronicamente de acordo com a batida dos corações, que agora era uma só batida, uma só alma.

Eles se acariciavam como um velho casal apaixonado.

Magali ainda estava ali na escada espiando. Sonhava que um dia acharia um amor daqueles, mas agora tinha que se concentrar na sua amiga, que estava correndo risco de vida.

_A que ponto você chegou Mônica... Nem a ele você tem mais...

Ela hesitou, mas logo pegou seu celular no bolso digitando um número especial. Chamava. Até que alguém atendeu.

_Do Contra?

Continua...

Notas finais
Até a proxima!!