10 Dias Para Conquistar Lord Ciel!
5 Quarto dia: valentine's day.
Notas iniciais
– BOM DIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! — Um rapaz com cabelos brancos e curtos adentrou a mansão, causando grande escândalo.
– ... — O rapaz que o acompanhava, não sabia aonde enfiar a cara.
Ciel se dirigiu para a porta, acompanhado de Sebastian. Deparou-se com as duas criaturas ali, uma eufórica e cor-de-rosa, e a outra com uma camisa preta e vermelha, de xadrez.
– Sebastian, quem são eles?
– Uh... Eu acho que são parentes seus bocchan.
– Sim, sou seu primo de sétimo grau! Meu nome é Misaki, prazer só na cama com o Kaoru, huhuhu. — Misaki começou a apertar as bochechas de Ciel e jogar glitter rosa no mesmo, enquanto uma veia saltava em sua testa. Sebastian, apenas segurava o riso.
O rapaz um tanto mais velho que Misaki, deixou as malas ao canto do salão, e logo, Misaki agarrou seu braço.
– Esse é o Kaoru! Ele é meu.. Ahn... Bom, não podemos ser considerados namorados, então, amantes?! Ah, sei lá! — Misaki gritava e pulava animadamente, segurando o braço e enchendo de beijos a bochecha do rapaz ao seu lado.
Uma gota apareceu na cabeça de Ciel, que pensava ; Como aquela criatura poderia ser um parente seu?! Era tão gay, purpurinado, rosa.
– Eh... Uh, parece que temos um outro casalzinho aqui! — O de cabelos brancos segurou o queixo do mordomo de seu primo, enquanto fitava seus olhos.
Pôde-se ver o rubor tomar conta das bochechas de Ciel, que mesmo contra sua vontade, estava e demonstrava estar com ciúmes.
Sebastian se afastou de Misaki, enquanto Kaoru levava a mão à cabeça, aquilo era realmente vergonhoso.
– Misaki... Controle-se. — Kaoru disse friamente, enquanto se soltava de Misaki.
– Você é muito malvado! Por que não aprecia o lado rosa? — Misaki fez um bico, enquanto Ciel virava-se.
– Fique a vontade, apenas não deixe a mansão ridícula como você. Sebastian, vamos. — O conde disse friamente, enquanto caminha para a cozinha.
– Huhuhuh, "Sebastian, vamos" ? Meu primo gosta do mordomo, huhuhuh. — O rapaz purpurinado pulava e fazia uma dancinha ridícula, enquanto Sebastian acompanhava Ciel.
– Sebastian... Como pôde deixá-los entrar?! — O garoto bufou.
– Sinto muito, bocchan... Estava preparando seus doces de dia dos namo... Digo, seus doces. — O mordomo corrigiu-se a tempo, gostaria de fazer uma surpresa para o garoto.
– Hmpf. — O menor voltara para seu escritório.
O mordomo se dirigiu à cozinha, tentando ignorar a presença daquela criatura mais purpurinada e gay que Grell.
– Oque você está fazendo aííí? — O ser purpurinado apareceu por detrás de Sebastian, vendo o demônio preparar chocolates.
– Você é cego? — Sebastian fora simples e rápido, finalmente havia achado alguém mais irritante que Grell Stucliff.
– Olha, são chocolates! Hey, por que você está escrevendo " Feliz dia dos namorados, bocchan. " ? AH, SAFADINHOOO! Mas não é assim que se chega e se conquista o coração de alguém frio como Ciel. Você nem faz idéia de como foi difícil conquistar o Kaoru. — Misaki jogou os cabelos para o lado, provando um dos chocolates.
– Hm, ficou realmente bom. Com um leve toque amargo, a-d-o-r-e-i. Enfim, você sabe como tem que se aproximar dele, né? — Misaki comia os chocolates descontroladamente, daquele jeito, ficaria diabético.
– Isto não te interessa, e pare de se intrometer na vida dos outros. — Sebastian continuou a decorar os chocolates.
– Uh? Okay, okay! Tudo bem, não serei eu que vou perder meu namorado para uma garotinha loira mimada e irritante. — O albino parou de comer os chocolates, passando a lixar as próprias unhas
– Ahn? Como você sabe? — O mordomo perguntou, visivelmente espantado.
–Por favor, né? Acha que eu não stalkeei vocês antes de vir para cá? Hahaha. — Misaki assoprou a unha, voltando a lixá-la.
– ... Argh! — Sebastian bateu na mesa fortemente, criando um buraco.
Misaki envolveu os braços no pescoço de Sebastian, aproximando-se calmamente, quase o beijando. Fitou-o por alguns instantes, e logo o soltou. A reação do mordomo? Um chute na cara do garoto.
– EI! Eu estava te ensinando à conquistar o primo! Caramba! Grosso! — Misaki jogou os cabelos novamente, se retirando do local.
– Aquele maldito não vai me irritar hoje, hoje é dia dos namorados e eu tenho que fazer algo para o bocchan.
* * *
– Conde Phantomhive? — Kaoru deu três batidas na porta, ouvindo um "entre".
Kaoru adentrou o escritório, aonde Ciel resolvia algumas fianças.
– Conde, eu gostaria que o senhor me levasse à algum lugar que vendesse rosas... Hoje é dia dos namorados, e eu tenho que dar algo para o Misaki. — Kaoru coçou a cabeça, levemente corado.
– Eu ja acabei aqui e não tenho nada oque fazer mesmo... Vamos. — O garoto pegou sua capa e os dois saíram de seu escritório.
– SEBASTIAN! Estou indo à uma floricultura com o tal Kaoru. Eu ja volto. — Sentiu necessidade de avisar ao mordomo, que tentou ir atrás de si, mas batera a porta na cara do mordomo.
* * *
– Hohoho, os rapazes vieram comprar flores para a amada? — Um velhinho baixinho e gordo os atendeu, mostrando buquês.
– Basicamente. — Kaoru sorriu, pegando um buquê de rosas brancas e pagando.
Algo no coração de Ciel, mandava-o comprar flores.
– Eu...
– O garotinho pretende levar flores para a namoradinha? Que tal estas? Se chamam " Baby romantica " (N/A ; Junjou Romantica me inspirando? E.V.E.R!)
Ciel pegou as rosas e pagou, sendo seguido de Kaoru.
– Conde, para quem vai dar estas rosas?
– Eu... pretendia dá-las para Sebastian.
– Você realmente nutre sentimentos por ele, não é mesmo?
– EU NÃO SOU GAY! — Ciel gritou, fazendo as pessoas ao redor olharem para os dois.
– Shiu! Não precisa espalhar, caramba! Só acho que se você admitisse seus sentimentos, Sebastian ficaria muito feliz.
– Como pode saber disso? — O garoto virou o rosto.
– Quando eu me declarei para o Misaki, ele quase morreu de tanta felicidade. — Kaoru fez uma bola com o chiclete.
– Eu já disse que não sou gay.
– Faça como quiser, conde.
* * *
– Ah, finalmente em casa. Como foi aturar a criatura rosa, Sebastian? — Ciel estava sentado em sua cama, tomando o chá calmamente. Era de noite, em sua hora de dormir.
– Sinceramente, bocchan? Irritante. Ele consegue ser pior que Grell Stucliff. — Sebastian pegou um saco quase transparente com algumas fitas, entregando para Ciel.
– Achei que não pudesse comer doces à noite.
– Faremos uma excessão, é dia dos namorados, oras. — Sebastian sorriu, levando um dos chocolates à boca de seu mestre.
– " Feliz dia dos namorados, bocchan. " É o meu presente, Sebastian? — Ciel leu oque estava escrito no chocolate em forma de coração, sorrindo.
– Eu acho que sim, bocchan. — Sebastian fez-lhe uma pequena carícia nos cabelos.
– Pois eu tenho um presente para você. Abra o armário.
Sebastian se levantou e abriu o armário, deparando-se com um buquê de rosas em um tom rosado.
– São para mim, my lord? — Sebastian pegou o buquê, vendo seu mestre voltar a corar, pela milésima vez no dia.
– Sim. — Ciel virou o rosto. — Feliz dia dos namorados, Sebastian.
– Haha. Feliz dia dos namorados, meu querido bocchan. — E beijou a testa do garoto, descendo os beijos para os lábios do menor, que retribuira prontamente.
– Fique comigo até eu acordar. — E pôs-se a dormir.
– Yes, my lord.
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