10 Dias Para Conquistar Lord Ciel!
10 Oitavo dia: violin, toys and sex.
Notas iniciais
8:00 da manhã. Era mais um dia calmo na mansão Phantomhive. O pequeno conde estava dormindo, quando um ser de trajes impecáveis na cor negra adentrara o quarto do conde. Afastara as cortinas e as janelas, puxando o cobertor de cima do garoto.
- Bom dia, my lord. — Sebastian depositou um calmo selinho sobre os lábios do garoto, enquanto Ciel coçava os olhos com a palma da mão. Sentou-se na cama, bocejando rapidamente.
O mordomo olhava-o curiosamente, esperando qualquer gesto de carinho vindo do menor.
- Oque quer? — Ciel bufou, afastando as cobertas de seda de cima de si e se sentando no colo do mordomo. — Idiota... Tsc. Qual minha agenda para hoje?
- As dez horas, aula de violino. As onze, aula de pintura. As uma da tarde, as pendências da Funtom, e por fim, aula de esgrima as duas. Logo, terá o resto do dia livre. — O mais velho acariciava-lhe os cabelos calmamente, enquanto roçava seus lábios as bochechas e ao pescoço do garoto. Ciel tinha um cheiro delicioso. Um cheiro doce, de inocência, porém, com desejo de vingança... Era delicioso.
Sebastian colocou Ciel em seu colo, levando-o para o banho.
x — x — x
No quarto ao lado, um garoto de cabelos brancos e olhos verdes acordara ao sentir o amado deixando a cama. Segurou-o pelo pulso, antes de se levantar totalmente.
- Nee Kaoru-kun, aonde vai? — O albino disse com uma voz chorosa, enquanto o mais velho vira-se para ele.
- Vou tomar banho e sair um pouco, por que?
- Não vai ficar comigo hoje? — Misaki se levantou, soltando o pulso do rapaz mais velho. — Nós somos namorados, não somos?
Kaoru soltou um pequeno riso. Um riso baixo, mas o suficiente para o albino quase chorar.
- Não. Misaki, só porquê moramos juntos e fazemos sexo, não significa que estamos namorando. — O mais velho voltou a rir, enquanto o albino segurava as lágrimas.
- Mas... Você me ama, não é? — Algumas lágrimas rolaram do rosto do pequeno, e o mais velho as secou com o dedão.
- Estou fazendo meu melhor para te amar, pequeno. — Fez uma breve carícia nos cabelos do garoto, se levantando e indo para o banho.
Misaki jogou-se na enorme cama, cobrindo seu rosto com o travesseiro do amado, enquanto lágrimas rolavam pelo rosto juvenil.
Ja estavam assim aum anos anos. O albino tinha agora quinze anos, enquanto o moreno tinha vinte e três. Era por causa da idade?
- É por que eu sou ciumento? Por que eu sou mais novo? Por que eu sou... eu? Eu mudo... Eu mudo tudo... — A voz saira abafada, juntamente às lágrimas quentes que rolavam cada vez mais pelo rosto do garoto. Com certeza, Kaoru sairia do banho, se despediria com um "tchau" e sequer olharia para sua cara.
Se lembrava muito bem de quando se declarara para o mais velho. Estava na cidade vizinha a passeio, por três meses. No fim, o mais velho havia ido aquele colégio para pegar alguns papéis com sua tia, que era uma professora. Misaki sabia que o rapaz iria ali. Havia ido ao seu encontro, e se declarara no pátio. E quem beijou quem? Kaoru o beijou.
Misaki tinha apenas quatorze anos naquela época.
- Kaoru-baka! — Sussurrou, já haviam se passado algumas horas. Retirou o travesseiro de seu rosto e secou as lágrimas. Kaoru havia ido sem avisar...
Se levantou, indo para o banho. Já eram nove e meia.
x — x — x
O mordomo terminava de abotoar a roupa de seu mestre, seguido pelo laço negro. Dez horas.
- Vamos? — Sebastian sorriu, pegando a mão do menor, que assentiu com a cabeça.
Chegaram a sala, Ciel pegava o violino enquanto Sebastian arrumava as partituras.
- Vamos começar com "Partita Número Dois para Violino Solo". — Sebastian sorriu cinicamente, erguendo o rosto de seu mestre com uma das mãos.
- Ugh... Chacona de Bach. O grau de dificuldade é altíssimo. Como vou tocar isto...? — Ciel resmungou, encarando os olhos do mordomo fixamente.
- Se você não conseguir... — O mordomo sorriu de um jeito malicioso. — Terei de lhe punir na cama... My lord.
Um arrepio percorreu a espinha do garoto, que começara a tocar. Não tocava muito bem, de fato. Mas teria que tentar, ou aquele pervertido -Sebastian- faria sabe-se lá oque com ele! Quando dera tanta liberdade para um mordomo?
Estava perdido em seus pensamentos, quando começara a errar feio! Em poucos segundos, o rapaz albino chegara na sala, pegando o violino de Ciel.
- Se for pra tocar, que toque direito... — Bufou, começando a tocar.
Sebastian e Ciel ficaram boquiabertos com a habilidade do albino, que segurava algumas lágrimas. Ao término, Misaki devolveu o violino para o garoto.
- Toma... Aprende a tocar, né. — O garoto secou as lágrimas com a palma da mão, esboçando um sorriso.
Ciel? Estava atônito. Achava que a única "qualidade" do garoto era ser purpurinado, brilhante e gay.
- Que é? Eu também sei tocar piano e cozinhar...
Sebastian iria se segurar até o fim do dia para agarrar Ciel. Mas por agora...
- FORA! — Gritou Sebastian, praticamente chutando albino do salão.
- Ufa... Ciel suspirou aliviado, encostando-se na parede e escorregando para baixo, sentando-se no chão.
- Hora da aula de pintura. — Sebastian sorriu.
x — x — x
Ignorado por seu primo, pelo mordomo de seu primo e por seu amado. Se pudesse, morreria ali mesmo. Nunca tivera uma vida boa, aquilo era um fato inegável. Sua mãe vivia bêbada e seu pai batia em sua mãe. Suspirou, sabendo que logo o Conde teria que resolver pendências da companhia Funtom.
x — x — x
A aula de pintura havia ocorrido muito bem, Ciel havia pintado uma belíssima mansão, que se assemelhava a sua. Sebastian sorria satisfeito, segurando a mão de seu pequeno e entrelaçando os dedos. Caminharam até outra sala, com vários brinquedos da companhia Funtom e uma enorme mesa com muitos papéis.
- As garotas reclamam de não termos brinquedos... Fofos. — Ciel fez uma expressão de raiva e bufou. — Talvez devessemos chamar Elizabeth.
O mordomo cerrou os punhos ao ouvir o nome da vadia-loira, mas soltou um sorriso.
- Creio que não será necessário. — Disse calmamente, abrindo a porta para Misaki entrar. — Creio que seu... primo, tenha alguma ideia.
Misaki sorriu, pegando uma folha de papel na qual estava desenhado um coelho branco com um dos olhos de botão e um tapa-olho em formato de coração rosa e com glitter.. Tinha um pequeno colar azul-bebê em formato de coração.
- Isso é a sua cara. — Ciel revirou os olhos. — Isso é ridículo. Isso é... Isso é... ISSO É PERFEITO!!! — Ciel gritou, tomando as folhas das mãos do primo, que sorria de canto.
- Pelo menos não tenho que ver a cara da vadia-loira. — Sebastian sussurrou, enquanto Misaki se aproximava do mesmo, dizendo baixinho para o demônio ouvir:
- Qualquer coisa, eu ligo pra uns amigos meus barra-pesada.
x — x -x
Na aula de esgrima, Ciel "lutava" contra Sebastian, que não perdia a oportunidade de prender seu mestre na parede e roubar-lhe um beijo. A aula não estava sendo lá muito produtiva...
- SEU PERVERTIDO! ESTOU TENTANDO LUTAR! PARE DE ME BEIJAR! — O menor gritou, enquanto Sebastian novamente prendia-o contra a parede.
- Você retribuiu a todos, bocchan. — Um sorriso emoldurou os lábios do maior, beijando sua criança novamente.
E assim... A aula de esgrima seguiu.
x — x -x
A tarde passara normalmente. Misaki depressivo, Sebastian beijando Ciel e Ciel empurrando o mordomo. A noite chegou, e Kaoru ainda não havia voltado.
- Será que ele está bem? — Sebastian perguntou, levando o dedo indicador ao queixo. Com a outra mão, segurava a mão de Ciel.
- Tenho certeza que ele está bem. — Misaki suspirou, voltando para a cama.
Ciel e Sebastian foram para o quarto, o garoto tomaria banho para em seguida dormir.
O garoto entrara na banheira, enquanto o mordomo passava-lhe a esponja pelo corpo, de um modo bem demorado. De vez enquanto, beijava o garoto nos lábios ou no pescoço, enquanto Ciel o provocava, agarrando o pescoço do mordomo com suas pernas e logo o soltando.
Sebastian estava decidido! Ciel seria seu.
Seus olhos brilharam em vermelho-sangue, pegando o garoto em seu colo.
O garoto arfava, sendo posto na cama às pressas. O mordomo pressionava seu corpo ao do menor, roçando ambos os corpos levemente. Segurava as mãos do garoto, impedindo-o de fugir. Era visível o medo nos olhos do garoto. As unhas do mordomo haviam crescido, as presas estavam à mostra e os olhos vermelhos brilhando. Ciel tentava o empurrar, mas Sebastian era, obviamente, mais forte.
- Sebastian... Pare. — O garoto sussurrou, com os olhos fechados. Estava com medo. Aquele não era o Sebastian que conhecia. Pôde sentir a língua do mais velho percorrer seu pescoço, deixando rastros de saliva ali, logo, sentindo as presas sendo cravadas em seu pescoço. O garoto gritou de dor, enquanto algumas lágrimas vinham a seus olhos.
- Tu me provocaste tanto... Agora esta com medo? — Sebastian provocou, retirando as presas do pescoço do garoto e lambendo o sangue que havia ficado ali. O jovem já estava nu -afinal, havia voltado do banho-. O garoto abriu os olhos ao sentir os lábios do mordomo agora em sua bochecha.
- Eu.. N-Não tenho medo de nada! — Era mentira. O maior descera os lábios até o peito do garoto, mordiscando com força um de seus mamilos, fazendo Ciel soltar um suspiro, enquanto mordia o próprio lábio inferior.
- Não minta para um demônio. — O demônio sorriu maliciosamente, soltando uma das mãos do garoto e beliscando o mamilo do outro fortemente. — A cada vez que mentir, terei de lhe corrigir.
Ciel nada respondeu. Sebastian beijava o ventre do garoto, levando a mão que antes beliscava os mamilos do garoto, para o membro do pequeno. Ciel mordera o lábio com mais força, de modo a aparecer um pequeno filete de sangue. Não iria gemer, não iria mostrar ao akuma o quanto estava gostando.
Soltara a outra mão do garoto, usando a sua para acariciar a coxa do menor. Massageava o membro do pequeno enquanto acariciava a coxa do mesmo, fazendo o garoto arquear suas costas de um modo estranho, jogando a cabeça para trás. Levou a boca para as coxas do garoto, lambendo a área próxima a virilha calmamente. Ciel apertou o lençol da cama, para evitar tocar os cabelos do mordomo. O quão humilhante seria rebaixar-se ao ponto de demonstrar oque sentia...
- Não contenha seus gemidos... — Sebastian apertara as coxas do garoto, voltando a beijar-lhe o ventre. O garoto cerrou os dentes, tentando fechas as pernas, sendo impedido pelo mais velho. O mordomo riu, e logo, mordiscou o lóbulo da orelha do garoto. Ciel corou, fazendo Sebastian rir internamente.
O quão deplorável Ciel estava?
Levou dois dedos à boca do garoto, forçando-o a lambê-los. Ciel lambeu a contragosto, enquanto Sebastian cravava suas unhas nas coxas do garoto. Sangrava, mas aquilo tornava tudo mais interessante para o mordomo.
Agora, com sangue em suas coxas e pescoço, Ciel estava irritado de verdade. Aquilo era humilhante! Iria se vingar do mordomo. Chutou-lhe a barriga, fazendo com que o maior se afasta-se e logo, puxou-o pela gravata. Deu-lhe um beijo úmido, afrouxando a gravata do mesmo.
- Tire a roupa. — Ciel retirou o próprio tapa-olho, aonde a marca do contrato brilhava. Sebastian sorriu cinicamente, aquilo realmente era o esperado de sua amada criança.
Sebastian assim o fez, ficando apenas com a calça. O menor ficara por cima dele, com as bochechas coradas. Deu um rápido suspiro, abaixando a calça do mais velho calmamente, podendo ver o membro pulsante do mesmo. Ciel se abaixou até a altura do pênis de Sebastian, tocando-o com a língua. Sebastian levou uma das mãos à cabeça do garoto, acariciando-o e brincando com os fios de cabelo do menor.
Como Ciel poderia ser tão fofo?
O mordomo voltou à si ao sentir o garoto tentar colocar seu pênis em sua boca. Os olhos vermelhos logo voltaram ao tom castanho avermelhado, as unhas voltaram ao normal e as presas sumiram. Estava sendo muito malvado com seu garotinho.
- Gomenasai, bocchan. — O mordomo deu um sorriso gentil, fazendo Ciel parar o ato e levantando o rosto do garoto com ambas as mãos. Puxou-o calmamente, depositando um selinho nos lábios do garoto.
- BAKA! — Ciel gritou, enquanto Sebastian o jogava na cama e beijava seu pescoço. Sebastian masturbava seu mestre, enquanto ora beijava o pescoço do menor, ora chupava, deixando fortes marcas avermelhadas. Ciel grunhia baixo, enquanto envolvia o pescoço do mordomo com os braços.
- Eu vou... — Por impulso, o menor mordeu o pescoço de seu mordomo, gozando na mão do mesmo. Sebastian levou a mão para perto da boca, passando a língua sobre os dedos sujos com o sêmen do garoto. Seus dedos ainda estavam "molhados", aproveitando para tocar a entrada com o dedo indicador. Ciel não aguentou, soltando um baixo gemido.
- Isso... Continue. O bocchan tem os gemidos mais fofos que eu já ouvi. Por que não tenta gemer meu nome? — Sebastian riu, penetrando a ponta do dedo indicador na entrada do garoto, que possuía os olhos com algumas lágrimas.
- C-CALE A BOCA! — Mais um gemido baixo ao sentir o primeiro dedo do mordomo dentro de si. — SEU MERDA!
O demônio possuía um sorriso nos lábios, enquanto penetrava o garoto com um segundo dedo. O menor levou uma de suas mãos aos cabelos de Sebastian, agarrando-se aos fios negros, ao mesmo tempo em que acariciava-o.
Sebastian penetrou o terceiro dedo dentro do garoto, esperando o garoto se acostumar, para logo fazer doces movimentos. Ciel deu um suspiro e mexeu seu quadril, fazendo Sebastian começar os movimentos dentro do garoto. Os grunhidos e as lágrimas frias haviam sumido, dando lugar para o garoto soltar breves gemidos. O mordomo retirou o resto de sua calça, penetrando o garoto quase de imediato.
- S-SEBAS...TIAN! — O garoto gemeu um tanto alto, quase um grito. O mordomo acelerou o rítimo das estocadas, enquanto o próprio conde pressionava seu quadril contra o do mordomo, enquanto Sebastian o beijava. Um beijo casto.
Ciel mantinha suas unhas cravadas nas costas do mordomo, soltando gemidos quando paravam o beijo. O mais velho acertava sua próstata enquanto o masturbava.
Em poucos minutos já se era possível ver as fortes marcas de arranhão nas costas do mordomo, o garoto mantinha as pernas envolvendo os quadris do mordomo, acelerando os movimentos.
Ambos estavam suados e cansados, e rapidamente o garoto gozou nas mãos do mais velho. Contraiu os músculos, fazendo com que o membro do mais velho ficasse mais "apertado" dentro de si, fazendo-o gozar quase de imediato. Ao término, o mais velho saiu de dentro de Ciel, puxando-o para seu lado e o abraçando.
Ciel deitou sua cabeça no peito do mordomo, arfando. Uma de suas mãos estavam sendo segurada pelo mais velho, que entrelaçava os dedos e acariciava os cabelos do garoto.
- Bocchan... Eu te amo. — Sebastian sorriu, depositando um selinho nos lábios do garoto.
O pequeno sorriu, sussurrando um " Idiota " para Sebastian, em seguida, adormeceu.
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