1° Temporada - A Nova Moradora
31 Criação
Notas iniciais
Pov Bella
Cau veio para meu lado esquerdo e segurou minha mão, assim como Alice no meu lado direito. Rebekah, Kol e Nik se posicionaram na frente, assim como Elijah. Mas Elijah estava literalmente em minha frente, usando seu corpo como escudo para o meu.
Aro solta uma gargalhada.
— O que estão fazendo? – pergunta enquanto suas mãos varriam o ambiente. Querendo dizer que se referia aquilo.
— Sabemos que me querem. Digamos que tenho amigos bem protetores. E um namorado maravilhoso. – pisquei marota para Edward. Isso o enfureceu. Ele se jogou contra nós, mas o barrei com meu escudo.
Os olhos dele ficaram atordoados, colocou as mãos no ar e encostou em minha barreira invisível. Agora eu que mantinha um sorriso nos lábios.
— HAHAHAHA. Incrível. Melhor do que me mostrou querido Edward. – Aro deu um passo à frente. Calculado. Se aproximando. Elijah ficou tenso. – Jane – Aro sussurrou, e senti Alice cair do meu lado berrando. Droga. A porra do escudo era apenas físico, mas não conseguia detê-los dos ataques psíquicos.
De repente Alice arfou e se ergueu. Cau caiu do meu lado, ela se retorcia, ouvi seu pescoço quebrando pelos tremores que tomaram seu corpo e depois disso. Tudo realmente começou.
Jake saiu do fundo da mata e pulou no pescoço de Jane, arrancando-o do corpo por ter conseguido pegar a todos de surpresa.
Caius e Marcus viram assustados. Um deles sussurra:
— Achei que tivesse acabado com os filhos da Lua. – Tudo isso passa em um segundo, e então vejo Jake sendo esmagado por Marcus. Seu ganido de dor é alto, estridente. Ele cai no chão desmaiado.
Concentro toda minha raiva em Marcus, o faço voar caindo em meio aos lobos Quileutes, eles o destroem com gosto.
Elijah está numa briga corpo a corpo com Edward. Me aproximo.
— Ele é meu. – digo simples, convicta. Com toda a minha concentração puxo os braços de Edward e logo depois tiro sua cabeça, jogo um isqueiro aceso em cima, e vejo tudo queimar.
Logo os pedaços do corpo de Marcus também são jogados ao fogo.
Kol e Bekah brincam com o corpo de Alec, mas logo o trazem jogando-o na fogueira também.
Nik destrói Caius. E agora só resta Aro, que tenta fugir, mas eu o prendi em um círculo mágico.
— Belos idiotas vocês, morreram por algo tão estúpido, infantil. Seu reinado acabou, Aro Volturi. – seus olhos estão arregalados. – Incendio – dentro do círculo tudo começa a queimar e só escuto os gritos finais de Aro.
Me desequilibro, me sinto fraca, esgotada, cansada. Quero tanto dormir. Mas Jake precisa de mim, me levanto caminhando em sua direção. Mas escuto Nik dizer:
— Há, isso foi fácil demais, pensei que os imbecis dariam mais trabalho, mas nem me cansaram. – Nik está se queixando por não ter durado tanto a diversão. Solto um pequeno sorriso.
Me agacho na frente de onde está o corpo de Jake, graças que Cau não verá isso, já que ainda não acordou. Começo a cantar uma canção, não sei de onde está vindo ou como a conheço, apenas canto. O corpo de lobo do Jake junto com o meu se ergue no ar e é tomado pela luz azulada. Vou ouvindo os ossos se ajustarem no lugar certo e aos poucos o corpo volta a ser de homem, ele está nu, mas não que me preocupe com isso ou esteja olhando.
Termino a canção e Jake abre os olhos:
— Obrigada. — sussurra fraco.
— Eu que agradeço. – sorrio, também agradecida. No final das contas, eu tinha mais gente do que precisava para lutar, Jake só se feriu por um momento de distração e raiva. Cau está acordando. Jake anda rápido até ela e a abraça, os dois choram, de alivio, de emoção. Estão juntos.
Elijah vem até mim e tudo escurece. Desmaiei.
Acordo três dias depois, estou escutando um burburinho distante:
— Ela vai acordar, eu vi isso. – Acho que é Alice.
— Lijah, desse jeito vai abrir um buraco no chão. – Rebekah diz.
— Irmão, ela está com a luz azulada ao redor do corpo, ela está bem, viva. – Niklaus diz, esse me pega de surpresa.
— Porque ela não acorda, já faz três dias, três dias. – Elijah, a voz dele está tão doída que dói em mim também.
— Eu não acordei porque precisava me recuperar, porque a natureza e meu próprio corpo estavam me dando as forças necessárias. – digo enquanto levanto lentamente. Elijah corre até mim, beija minha testa e me puxa para um abraço, me encara, olho no olho, me abraça de novo. – Eu estou aqui. – sussurro.
— Até que enfim. – Ele me diz e toma meus lábios. Sorrio em meio ao beijo.
— Er, amor... Eu estou grávida. – digo para Elijah. A sala cai em um silêncio mortal. — Precisamos ver como ocorrerá a criação de nosso filho.
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