Que os ponteiros dos relógios mais dolorosos,
Parem para que aceitem bem o tempo.
Para que esqueçam o arrependimento,
Para que vivam, o novo corpo.
O corpo que se posto em chama,
Não queima no complexo do perfeito
Mas, reflete no medo e no cheiro
De quem recebe o amor e ama.
Aqui temos uma nova humanidade,
Que em vez de viver, chora.
Aqui temos uma nova humanidade
Do infinito da perfeita hora.
Aqui temos um novo mundo,
Do valor de cada minuto,
Aqui temos um novo medo,
Do perfeito obscuro.
E que neste pequeno tempo,
Qual vive qualquer humanidade
Lembre-se que vive, ama e chora
No infinito da perfeita obscuridade.

  • ID: #87802
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  • Entrou em 22 de mai. de 2011 18:28
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