Vivendo um sonho, eternamente

Yumeni, prazer.

Na noite daquele desespero em que devia encontrar-se, se dilacerou um pouco mais do que de costume. Só um pouquinho. Não doeu, não sentiu. Só pôde entender o negrume como falta de nada. Falta de tudo. De vida. E felicidade. Infelicidade.

Não era feliz ali, na vida. Não era nada. E nada a fazia cogitar passar a ser agora. Sem vida. Morta, mortinha, como nunca deixou de estar.

Quando todos os seus sonhos são quebrados, tudo é bonito

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  • ID: #36075
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  • Entrou em 7 de fev. de 2010 14:44
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