"Não vedes, nobres criaturas, o que se passa em vossas frontes? A rosa da amargura floresce casta em teu peito? Outrara pudesse ver, em minhas vastas aventuras como barda que lhes apresento, como curar esse vil enfermo que nos ataca a cada alento. Essa miscelâmia que recitarei em sonetos e estórias poderá, de certo, distrair esse male.

Cantarei no relento, às sombras da manha, segredos de mulheres, meliantes, marialvas. No meu eu meditabundo, desejo-lhe uma ótima leitura,

Barda Amy. "

  • ID: #174296
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  • Entrou em 8 de jul. de 2012, 00:43
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