Tori Stark Auditore
Para onde vai um pensamento quando ele é esquecido?
É o que eu penso atualmente quando não lembro de coisas importantes ou não. Sou um ser muito indeciso e meio depressivo também... Meu nome é Vitória, tenho 16 anos e sou uma semideusa-bruxa, moradora de Mystic Falls que tem um amor platônico por Niklaus (ou Nik, como eu gosto de chamar *-*). Bem... Não sei mais o que escrever aqui, então só vou dizer que tenho uma lista de histórias incompletas e que, talvez um dia, irei terminar e postá-las aqui pra vocês lerem (se estiverem interessados, é claro).
“Preciso admitir, sou muito irônica, e grossa as vezes, um pouco meiga de vez em quando. Gosto do meu lado apaixonada, mas quase nunca aparece. E meu lado safado chega a me assustar. Protetora e ciumenta ao extremo. Tenho um gênio difícil e um temperamento forte. As vezes sou barraqueira, outras, calma até demais. Dura como uma pedra e frágil como um vidro. Um poço de orgulho, e mais conhecida como a rainha do drama, essa sou eu. E sabe o que mais me assusta? Ainda tem gente que gosta.”
— Tati Bernardi.
“Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e descartado. Quem diz que me entende nunca quis saber. Aquele menino foi internado numa clínica, dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças, dos sonhos que se configuram tristes e inertes como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha. E Clarisse está trancada no banheiro, e faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete, deitada no canto, seus tornozelos sangram, e a dor é menor do que parece. Quando ela se corta ela se esquece que é impossível ter da vida calma e força, viver em dor, o que ninguém entende, tentar ser forte a todo e cada amanhecer. Uma de suas amigas já se foi, quando mais uma ocorrência policial. Ninguém entende, não me olhe assim, com este semblante de bom-samaritano cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente, como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente. Nada existe pra mim, não tente, você não sabe e não entende. E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito, Clarisse sabe que a loucura está presente, e sente a essência estranha do que é a morte, mas esse vazio ela conhece muito bem. De quando em quando é um novo tratamento, mas o mundo continua sempre o mesmo. O medo de voltar pra casa à noite, os homens que se esfregam nojentos no caminho de ida e volta da escola. A falta de esperança e o tormento de saber que nada é justo e pouco é certo, e que estamos destruindo o futuro, e que a maldade anda sempre aqui por perto. A violência e a injustiça que existe contra todas as meninas e mulheres, um mundo onde a verdade é o avesso e a alegria já não tem mais endereço. Clarisse está trancada no seu quarto com seus discos e seus livros, seu cansaço. Eu sou um pássaro, me trancam na gaiola e esperam que eu cante como antes. Eu sou um pássaro, me trancam na gaiola, mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito. Clarisse só tem 14 anos…”
— Clarisse, Renato Russo.
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- Entrou em 11 de set. de 2011, 20:40
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