Recomendado por puddyn

puddyn
Meu Deus, que história é essa? É destruidora de corações! A forma em que o (a) autor (a) conta, seguindo a ordem do filme é magnífica! Deu um novo ponto de vista a história, mostrando o que poderia ter se passado pela mente de Vader. Acredito que ele nunca tenha esquecido a Padmé, que tornou-se um homem frio, calculista e triste. O próprio filme mostrou como ainda dentro de Vader, existia o Ani, bondoso, que tem amor pelo filho. Acredito também que Padmé virou realmente o anjo dele, que se encontraram após a morte e viveram juntos na eternidade. É um amor lindo e triste.. :( Não é coincidência eu me emocionar em toda história deles.. Estava assistindo o Episódio III e aquelas cenas.. Tenho esperanças de que exatamente naquela cena, ele se lembrou dela. Em fim, parabéns pela história.. Recomendo à todos, principalmente aos fãs de Anidala.
"MAS, MAS, MAS..."

Enriqueça o seu vocabulário e utilize outros conectores como: contudo, todavia, embora, senão, apesar disso, ainda assim, porém, entretanto, no entanto, mesmo assim...

(1) AFIM / (2) A FIM

(1) "Afim" indica afinidade. -> Ex: sentimentos afins.
(2) "A fim" é um conectivo que indica finalidade (= para). -> Ex: Estudava muito a fim de ser aprovado (para ser aprovado).

Recomendado por João Vitor Guimarães

João Vitor Guimarães
“Jedis e Padawans – Diferentes Tons de Cinza” é uma obra completa em todos os sentidos: uma excelente estrutura narrativa, personagens bem desenvolvidos, uma linha crescente de conflito e tensão e um tema central que amarra bem os elementos narrativos. Mesmo para os não fãs de Star Wars, a recomendação dessa leitura é mais que um apelo, é um convite para que vocês tenham a oportunidade de se deliciar com uma leitura mais que satisfatória. Ao longo de minha leitura, observei muitos pontos positivos. O autor MarcosFLuder conseguiu criar personagens cativantes e soube desenvolver muito os personagens principais individualmente, além de desenvolver as relações de grupos que foram surgindo ao longo da história. E mesmo aqueles personagens que recebem menos atenção da trama são tratados com o mínimo de cuidado para que suas diferentes personalidades sejam ressaltadas e ofereçam dinâmicas de grupo interessante. A estrutura narrativa é eficaz e mostra um bom domínio do padrão clássico de contar uma história em três atos. O Primeiro Ato eficazmente introduz tudo que precisamos saber para compreender a história, mesmo para aqueles poucos conhecedores das séries e elementos da obra original. Eu mesmo não me senti perdido em momento algum. O segundo ato, onde a história, personagens e conflito são desenvolvidos (e que muitas vezes é o mais difícil de se fazer) é recheado de bons momentos, especialmente a sagacidade do autor em saber trabalhar com diferentes linhas temporais dentro da história que, habilmente, não deixam o segundo ato arrastado ou lento. Mais que isso, os flashbacks das linhas temporais são importantes para configurar os desafios e conflitos que surgirão, expandir o aprofundamento dos personagens para que seus desenvolvimentos possam correr, e ajudar a trama a encaminhar em direção ao rumo pretendido pelo autor. Já o terceiro ato, de conclusão da história, é eficaz ao trazer uma excelente reviravolta que nem mesmo eu poderia prever, com uma conclusão que não só se alia ao conflito, mas também é coerente e fecha a história de acordo com o tema central proposto. Além de fechar o arco individual dos personagens e a relação de grupo formado por eles, ele traz reflexões e uma mensagem significativa para os próprios elementos canônicos da franquia. Por fim, se estas palavras ainda não foram o suficiente para te convencer da leitura, meu último apelo é dizer que o casal principal é carregado de uma relação que evolui naturalmente e de forma orgânica, especialmente com a dinâmica de Mães/Mestre e filhas que desenvolve com a pequenina Padawan de uma delas, que traz um leve subtexto sobre família e aceitação dentro dessa dinâmica. Para todos aqueles que apreciam uma boa história, “Jedis e Padawan – Diferentes Tons de Cinza” é uma leitura mais que bem-vinda, é uma aposta de um passeio divertido e emocionante por uma história lindamente contada por seu autor. Meus singelos parabéns à MarcosFLuder por seu excelente trabalho. Atenciosamente, João V. Guimarães!