Recomendado por Clara Wilde

Clara Wilde
Ele simplesmente escreve com paixão. Você sente o poema tocar teus dedos de modo que se não tiver cuidado, eles entram na sua alma. Eu, particularmente, acho que a parte mais difícil na literatura é você fazer com que o leitor sinta o que o autor sente. Ele fez isso naturalmente. Existe a melancolia e a queda na realidade em vários poemas, algumas vezes de maneira bruta ou delicada. Você também encontra versos e rimas aleatórias que se tornam divertidas. É uma leitura que vale a pena e eu recomendaria para um público um pouco mais maduro.
"HÁ MUITO TEMPO ATRÁS"

É uma construção redundante, como “entrar pra dentro” e “subir pra cima”. O “há” já dá a ideia de passado; não havendo, portanto, a necessidade do “atrás”. Escolha um ou outro.

(1) MEXA / (2) MECHA

(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.

Recomendado por Kori Hime

Kori Hime
Um conjunto de poesias que foi muito gratificante para mim encontrar no meio de tantas divulgações. Gosto muito de ler poesias no site, principalmente quando o autor parece abraçar suas fantasias e compartilhar com a gente. Parabéns para a autora e espero que traga mais poesias e histórias para nós.