Recomendado por LisbethSalander

LisbethSalander
Recomendo porque é uma historia maravilhosa, cativante, bem escrita. Recomendo também porque a autora é incrível, super atenciosa com os leitores. Escreve magnificamente, muito fiel aos personagens. Para os fãs de GOT e ASOIAF é um deleite para os olhos, ouso dizer que é a melhor historia que li, sobre as Cronicas de Gelo e Fogo! Enfim, leia, você não vai se arrepender.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) Mexer / (2) Mecher

(1) Significa misturar ou manusear. Ex: Não se deve mexer nas coisas dos outros.
(2) WAT? Isso non ecziste!

Recomendado por Arrriba

Arrriba
As minhas recomendações à Menta já estão se tornando clichês, porque a cada recomendação me faltam novos elogios que façam jus à capacidade dessa autora, mas bora lá, que ela merece! Primeiro eu gostaria de ressaltar o quanto o shipp Petyr e Sansa é complexo de desenvolver, tamanha as implicações que existem no relacionamento dos dois. Sansa ainda ludibriada pelas histórias da infância deixando de ser a garota ingênua que partiu de Winterfell para se tornar, cada vez mais, uma jogadora dos jogos dos tronos. Do outro lado Mindinho, um personagem extremamente astuto e calculista que nunca se permite dar um passo em falso, e que ao mesmo tempo percebe em Sansa tudo aquilo que, em sua juventude, sonhava viver com Cat, e que agora acaba se refletindo e se projetando na filha da mulher que ele amava, de uma forma arrebatadora que não permite cálculos ou astúcia. É um shipp complexo e cheio de preconceitos por parte dos leitores, e só por isso a Mentinha já merece reconhecimento por se aventurar nele. Quanto à história... só posso dizer que me surpreendeu a forma como tudo se desenrolou entre os dois, foi digno de um dos textos daquele barbudo sádico e sanguinário e ao mesmo tempo com um toque pessoal da Menta que NUNCA deixa a desejar! Assim como todas as histórias dela, esta merece ser lida e devidamente reconhecida!