Recomendado por CowardMontblanc
CowardMontblanc
Você gosta do Endeavor? Então vai amar essa fic.
Você odeia o Endeavor? Você também vai amar essa fic!
Mais alto que o céu, mais quente que o inferno é tipo o Nirvana: reúne todas as tribos. Se você gosta de intriga, drama, heróis tomando péssimas decisões, cenas de sexo excelentes, traição e casos de família, essa história é pra você.
A autora reúne todos esses elementos com primor e o resultado é uma fic deliciosa de ler. Com uma escrita envolvente, trama bem desenvolvida e uso certeiro de cada palavra (nada está por acaso nas drabbles!), cada capítulo vai te prender seja pelo sexo quente, personagens fazendo escolhas no mínimo questionáveis, pitadas de humor ácido, espiral crescente de tretas, até mesmo pelo uso inteligente de elementos da obra original, tudo aqui foi feito com gosto e carinho para te deixar com vontade de acompanhar até o final. E como essa jornada vale a pena!
Para uma história feita para um desafio focado em tabu, ela não foge do tema em momento algum, então se você quer ler algo pecaminoso cheio de tensão (em todos os sentidos) e garantir sua passagem só de ida pro inferno junto com os personagens, recomendo essa obra com prazer.
(1) TÃO POUCO / (2) TAMPOUCO
(1) Referindo-se à quantidade, equivale à “muito pouco”. -> Ex: Havia tão pouco pão.
(2) Quer dizer “também não”. -> Ex: Ela não gostava de comprar, tampouco se divertia ao sair.
(1) A PAR / (2) AO PAR
(1) Significa ciente. -> Ex: estou a par da situação.
(2) É usado na área financeiro-comercial, significando “sem ágio” no câmbio. -> Ex: o dólar e o euro continuam ao par.
Recomendado por Jude Melody
Jude Melody
Escrever é um processo fácil e, ao mesmo tempo, extremamente difícil. É fácil se você só quiser sentar e colocar qualquer coisa no papel; afinal, o papel aceita tudo. Mas é extremamente difícil se você tiver uma história digna de ser contada. E a Yurievna tinha uma história assim. Ao longo de 31 capítulos, acompanhamos o sofrimento do Endeavor. Ele não é uma pessoa boa. Mas também não é uma pessoa má. É mais... complicado do que isso. Nesse mundo polarizado em que vivemos, é tão fácil culpar o outro, dizer que o outro é responsável por nossa desgraça. Contudo, e quanto à nossa própria responsabilidade pelas escolhas que fizemos? Nesta drabble, essas duas perspectivas se embatem, suscitando reflexões importantes e, por vezes, esquecidas. No final, tudo se encaminha para o único final possível: o final imprevisível e inevitável. Nada mais adequado para uma história que bebeu tanto da fonte dos mitos gregos.