Livros e fanfics de Death Fic

Recomendado por Isa s2

Isa s2
OK, essa historia é simplismente perfeita. Romantica e muito engraçada, nao tem como você nao se envolver com a historia. Quando começo a ler um capitulo nao da mais pra parar e quando chego no final só quero voltar no tempo e começar tudo de novo ou pergar a autora e obrigar a escrever todos os proximos capitulos, brincadeirinha Rhana (só que nao). De cara a gente ja se apaixona com o logan, tao lindo, ironico e nao enrrola, fala logo o que pensa. E a Mellany nao da pra definir se ela é uma patricinha popular ou uma loka da vida, a unica coisa certa sobre ela é a sua enooooorrrrmeee humildade em relaçao a sua pessoa (sintam a ironia). Enfim, simplismente perfeita!!!! Super recomendo.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

"LEMBRO DE VOCÊ"

Só existe a preposição "DE" nesses verbos caso haja o pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos, se) referente à pessoa que atua na ação.
-> Ex. certos: “Eu me lembrei das minhas férias” OU “Eu lembrei as minhas férias”.
-> Ex. errados: ”Eu lembrei das minhas férias” OU “Eu me lembrei as minhas férias”.

Recomendado por Gio Almeida

Gio Almeida
Li o primeiro capítulo e sei que é suficiente pra recomendar essa história, você encanta com as palavras e essa narrativa é tão detalhada e minuciosa que sei que independente do final, eu vou amar.. Ele nos surpreende, do início ao fim, e sempre. E se é real e infinito, ele não esfria, não duvida, não esquece. É algo amedrontador, perdemos o chão, a razão e, mesmo quando sabemos que vamos sofrer, nos jogamos em sua chama e aceitamos de coração aberto seu calor queimando nosso corpo e nossa alma. Porque o amor não nos dá opção. E a nós resta apenas aceitá-lo e vivê-lo.