Livros e fanfics de Suspense

Recomendado por Lola Cricket

Lola Cricket
"The Quarterback" ganhou meu coração a partir do momento em que eu descobri que o personagem principal depois da Noah, se chamava James. Eu amo James, todos os James são divos, fim. A história é bem escrita, uma leitora leve e envolvente, uma comédia que não é forçada, sem falar que a personagem principal só se ferra, no bom sentido. A autora é uma pessoa muito gentil, o que faz eu ter um carinho especial pela história. Merece a minha, a sua e a nossa recomendação haha. Aliás, merece milhões de recomendações. Quer um motivo para ler a história? Leia e descubra por si só, vale muito a pena e tenho a certeza de que não irá se arrepender.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

Recomendado por Moyashi

Moyashi
Good Riddance é um daqueles romances realistas, que abordam temas do cotidiano (como ir à faculdade, sair com amigos, usar gírias, etc) de um jeito que inova conceitos e transforma o clichê em algo totalmente novo. Porque é fácil achar por aí histórias que retratam amizades que vêm da infância, mas que acabam sendo separadas com o tempo e, depois, retomadas após o amadurecimento dos personagens; e também é fácil achar algo sobre pais homofóbicos que não aceitam a sexualidade dos filhos. No entanto, em Good Riddance, o modo como esses acontecimentos batidos é retratado acaba tornando-os, de certa forma, novidade! E a autora fez questão de ir com calma e paciência, sem apressar o amor, fazendo-o surgir naturalmente e acontecer de forma mais natural ainda, simplesmente porque não havia necessidade de pressa alguma para isso. Fabrício e André, por si sós, acharam o momento certo de evoluir da forte amizade que tinham para algo ainda mais forte e perfeito. E a presença dos amigos nessa hora foi essencial, e até nisso a autora pensou! Tudo tão bem elaborado e sistemático que acaba por nos causar aquela impressão de que o destino interfere mesmo na vida das pessoas. No caso de Good Riddance, da melhor forma possível! E essa história, com certeza, ficará guardada no coração de cada um que se dispor a lê-la... Basta apenas ir direto ao "Prólogo" para chegar ao "Epílogo" num piscar de olhos!