Livros e fanfics de Suspense

Recomendado por Wagner Jacob

Wagner Jacob
Comecei a ler "Setembro de 94" por indicação de uma amiga.E para ser sincero, não estava colocando muita fé nessa estória não.De cara, quando eu vi pensei "Que merda é essa, a estória nem sinopse tem, deve ser uma furada ler isso aqui". Mas como sempre, eu estava errado. Quando comecei a ler o primeiro capítulo, fiquei tão deslumbrado que não consegui mais parar de ler.E leio até hoje. Acredite!! (meio tosco não?!) A estória fala de um assunto que hoje em dia é muito abordado, mas poucos tem a coragem de falar.Sem contar também que a escrita é ótima, e as imagens que a Lucca posta nos capítulos servem até de inspiração para o leitor, e além disso, os quotes também, ótimos. Resumindo, a estória é ótima, o enredo nem se fala, já marquei a história como favorita(como não favoritar?!) e estou recomendando, e olha que eu não recomendo qualquer história não hein! I ♥ Lucca!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

"VIVE ÀS CUSTAS DO PAI"

Naaaah, ela vive à custa do pai. A expressão correta é no singular: “à custa”.

Recomendado por GabiMultiboooks

GabiMultiboooks
Meu Deus amado o que foi isso?? Essa one shot é perfeita! Mostra o sofrimento de quem estava a, no máximo, 100 metros de casa para fazer compras, trabalhar ou até mesmo visitar familiares e vê um muro dividindo famílias, amigos, toda a vida mesmo! Do outro lado de um muro... E ainda assim a autora deixa transparecer a esperança.